Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Não era como as outras, sua pele alpina a tornava única. Em meio de varias, se tornava algo essencial para minhas noites. Tua áurea era diferente das demais, havia um toque divino. Não precisava de explicação, somente de compreensão.
Todos nós já vivemos sob a força da paixão, que é um sentimento tão possuidor, que deixa marcas que nunca cicatrizam.
Ame a Deus e ame as pessoas, faça isso em todos os dias em todos os dias da sua existência, depois, você notará que durante todo o percurso, nada faltou a Deus, a você e as pessoas.
O pessimismo é a pior das doenças, sendo capaz de corroer o corpo mais saudável e o maior dos amores.
Se eu te perder, já nem sei mais como caminhar.
Não quero nem imaginar. Perder você seria deixar de sonhar.
E quando alguém lhe perguntar de onde vem tanta força para amar, diga a ela o tamanho de tua vontade de ser feliz!
Eu tento não te amar, não me importar e não me preocupar. Mas eu te amo, eu me importo e me preocupo.
Mas diferente dos filmes que sempre tem um final feliz, a vida não segue um roteiro e quase nem sempre existe este tal final feliz. Existe o final, mas boa parte dele não é feliz.
E nós dois de tão polos contrários como norte e sul, quanto branco e preto. Acabamos juntos e listrados.
Como eu nunca pude ter reparado em você todo esse tempo? Tempo em que esteve aqui e fui tolo em não notar sua presença, que é tão marcante. Tanto tempo aqui e eu nem aí. Eu procurando e perdendo ao mesmo tempo. Tempo que notei agora. Tempo que não mais perderei. Pois encontrei quem aqui sempre esteve, e quem daqui nunca mais sairá. Quem aqui, desde quando chegou, veio pra ficar. E mesmo que seja segredo meu, um dia conto sobre esse amor. Sobre você, sobre nós.
