Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
O Amor é uma simples ilusão criada pela nossa mente, quando as pessoas gostão muito de outras pessoas
Sou um ser errante, uma porcaria humana caindo aos pedaços, capaz de ferir o amor mais próximo por míseras migalhas de prazer vazio! Será que posso sorrir sem antes me programar? Será que posso mudar o inevitável? Evito lutar contra os meus monstros mais sinistros e obscuros! Sou corajoso apenas com os olhos, mas em minha alma estou sangrando escondido debaixo da cama com todos os medos possíveis! E quem disse que não sou capaz? Minha insignificância é tão evidente assim? Eu sei que sou tolo por pensar no mal alheio, sou capaz de passar por cima das pessoas só para arrancar o meu prazer estúpido, mas não dedico um minuto sequer para ajudar as pessoas perdidas! Eu sei que sou capaz de sangrar para ver meus “inimigos” sofrerem, mas não tenho a mesma coragem e dedicação para os meus amigos! Minha consciência está me matando... minha frieza já não me permite chorar! Já não estou mais agonizando... Pois é como se eu já estivesse morto...
Amor honesto e verdadeiro é aquele que supera qualquer preconceito, pois "o verdadeiro amor lança fora todo medo” (1 Jo. 4.18)!
As mentiras acabam com todo e qualquer tipo de amor, por isso se não quiseres mais amar aquele que está ao teu lado, não minta, apenas diga o que sente, a verdade, está pode magoar, mas é mágoa passageira, vem para o bem, e não com o intuito de causar miséria.
Com base em minhas experiências errantes. Constato que só é possível um amor verdadeiro nascer de uma semente-amizade.
Sou um soldado de uma batalha que apenas eu posso vencer, sou um combatente que luta pelo amor de uma mulher...
No amor se corre cego tendo a expectativa de acertar o abismo. Despencar em direção ao céu.
No profundo de si se resumir em solidão e eterno.
Quis dizer aquilo tudo que a gente imagina todas as trocentas vezes que vê um filme de amor. Mas eu não disse nada, e mesmo assim tenho a impressão que eu disse mais ainda. É que não fechei os olhos.
" Só saberás que ama alguém, quando não souber que tipo de amor sentes. Pois, quando não se ama, sabemos que odiamos.”
Ainda sonho com uma cor no olhar, que tudo ficará bem que nós viveremos aquele amor genuíno dos tempos de cristo.
Achei que o amor poderia ser uma permanente do ser humano.
E me esqueci que o ser humano é uma variável permanente.
Vontade de sair espalhando sorrisos por aí. Distribuir amor... Vontade de salvar o mundo! Deixar toda essa minha felicidade transbordar, abrir os braços pra alegria, abraçar a vida, eu não caibo mais em mim!!!
O amor jamais será uma busca. Porque seria muito clichê encontrá-lo em noites de fanfarras. E óbvio seria criar cenários para o amor estar, como no banco de praças e todas aquelas alusões. Mas é certo que ele se encontra em algum lugar, dentro de você, naquela flor, naquele olhar. Porém sentir seu cheiro, tocar e abraçar, requer reciprocidade para receber a dádiva da felicidade plena. Por ser o amor um verbo de união entre tantas outras infinitas definições. Ele é ampola de sorriso constante, leveza de viver e casa de auto-estima. O amor é confiante. Não tem dessas coisas que andam chamando por aí de depressão, tem muito de elevação e quando você menos espera te faz flutuar com os pés no chão. É bem daquele jeito que ouvimos falar: "foi de repente". Engraçado... Eu sempre quis uma supresa de amor. Singelo o meu pedido quando percebo que amar é surpeender-se todos os dias, é uma descoberta diária. Para receber o amor eu limpei minha casa, decorei com os melhores sentimentos e priorizei os adereços de felicidade porque o amor tem que ser bem recebido para se fazer valer. Não ouvi nenhuma história de amor que nasceu na tristeza. Faça uma faxina! O amor não é uma jóia com garantia, não é investimento material, não é tarja preta. O amor é sempre a bandeira branca, o vento no rosto, mãos dadas pro futuro. O amor não é carnaval, não tem máscaras, não é uma data comemorativa. O amor é simples e exigente. O amor não tem preço. Pra se fazer morada ele necessita apenas de leveza. O amor é troféu de quem sabe ser feliz.
O amor sofre, e está disposto a sofrer para mantê-lo, isso deve ser recíproco, e se uma das partes não tem força para lutar esse amor logo será silenciado.
Neste Blogue está um poema meu plagiado, chama-se Amor Selvagem de Linda Edwards, agradeço à autora que retire o poema ou ponha o nome da autora de onde retirou o poema. Chamo-me Catarina Camacho, e o poema chama-se Ama-me. Se a autora não o retirar, poderá incorrer em responsabilidade criminal, uma vez que esse poema já foi registado por mim em 2009.
