Cegueira
A cegueira te fez pecar. A confusão invadiu o seu coração. Agora a dor quer te dominar... Mas só existe Um que pode te salvar. O nome dele é YESHUA.
O futuro, sempre moldado pela cegueira humana, tende a repetir o passado, enquanto os homens, imersos em suas próprias tolices, se agarram a velhas crenças, incapazes de aprender com os erros que perpetuam. Apenas a verdadeira evolução da consciência humana pode romper esse ciclo, mas enquanto a arrogância e a ignorância governarem a mente, o amanhã será apenas um eco das sombras do ontem
Cegueira
Você encherga apenas até onde te permitem,
Ou até onde tu queres enxergar
Você faz suas escolhas,
E suas escolhas fazem você,
Você consegue me enterder?
O pior cego é aquele que não quer ver.
A pessoa que só olha para si tem uma dificuldade enorme de se enxergar. O umbiguismo causa cegueira.
O maior perigo não é a espera no deserto, mas a cegueira na porta da vitória.
Muitos clamam por Deus, mas seu foco está apenas na bênção (a cura, a provisão, a mudança). Quando a resposta chega de forma simples, sem o espetáculo esperado, nossa incredulidade a rejeita.
Lembre-se: a bênção é apenas um presente; o Abençoador é a própria Vida.
Seu relacionamento com Ele é a fonte, não apenas o meio. Priorize a face do Doador, não o dom. Abandone a mentalidade de cliente e assuma a postura de filho amado. A autoridade não é imposta; ela floresce na submissão e na posse imediata da Sua presença (que é a maior das bênçãos).
Quando colocamos o coração no que Deus pode nos dar, vivemos em ciclos de expectativa e frustração. Mas quando colocamos o coração em quem Deus é, vivemos em plenitude.
Ele não é apenas o meio, é o fim. Buscar o Abençoador é reconhecer que, mesmo sem ver a promessa, ainda temos o maior presente: Sua presença. É ali que a fé amadurece e o amor se purifica. Porque, no fim, não é o que recebemos, mas Quem nos sustenta que realmente importa.
“O capacitismo aprança a cegueira moral e o atavismo social de uma estrutura que aferra a valoração humana à funcionalidade corpórea, reduzindo o indivíduo a mero instrumento. Enquanto a diversidade funcional for percebida como obstáculo ou desvio da norma, ignora-se que nenhum ser é intrinsecamente circunscrito, e que a essência humana, em sua ontologia e fenomenologia, transcende classificações simplistas. Consoante o Princípio da Incerteza de Heisenberg, cada indivíduo encerra um espectro de potencialidades que subvertem prognósticos determinísticos, perforando fronteiras impostas, transcendendo rótulos e estreiteza de expectativas, evidenciando a inexaurível liberdade do ser.”
Eu sou a cegueira da visão
Eu sou a cegueira da visão,
a sombra costurada à luz,
um sopro frio na contramão
de tudo aquilo que reluz.
Sou o instante em que a cor se apaga
e o mundo aprende a respirar,
quando o silêncio abre a vaga
para o que os olhos não podem captar.
Sou o véu que cai sem ser tecido,
a dobra oculta do clarão,
o mapa nunca conhecido
por quem vê só com a razão.
Eu sou a cegueira da visão:
não erro, não falho, não retiro —
apenas mostro a contradição
do olhar preso ao próprio giro.
E é no meu breu que se descobre
que a luz também pode enganar;
pois quem se perde, às vezes cobre
um novo jeito de enxergar.
Eu sou a cegueira da visão,
mas não sou fim, nem perdição —
sou a fresta em que a alma aprende
que ver é mais do que a própria visão.
Autor: John Presley Costa Santos
A pior cegueira é achar que já se vê,
É falar alto demais e não ouvir você.
É ter pouco saber, mas muito a ensinar,
Com o ego na frente, sem vontade de escutar.
Pede voz, pede vez, pede ser acolhida,
Mas fecha os ouvidos pra lição da vida.
Quer ser mestra sem nunca ser aprendiz,
Esquece que ouvir também torna alguém feliz.
Quem não escuta, não cresce, não vai além,
Pois aprender é troca, é dar e receber também.
Sabedoria não grita, não tenta impor,
Ela fala baixo… e primeiro escuta com amor.
O fanatismo é uma forma acentuada de cegueira ,com ela os olhos veem coisas onde não existem ,a alma sente temores de coisas que não fazem mal algum ,perde se a noção do certo ou errado ,do belo ou feio ,ela condena inocentes, liberta culpados e camufla preconceitos patológicos e insanos.
(Crônica)
O REI ESTÁ NU
A Cegueira Púrpura
O rato roeu a roupa do Rei de Roma!
O Rei estava nu, mas o povo via o Rei vestido de púrpura. Todos se indagavam: por que o Rei se pronunciava, dizendo-se nu? Uns diziam: "Ele é nosso Rei"; outros: "Ele não quer perder a coroa"; outros, ainda: "É um impiedoso!"; e, principalmente, ouviam-se os bajuladores que exclamavam: "Somos amigos do Rei! A nudez dele é uma nova moda!"
A coroa do Rei havia sido dada como símbolo de austeridade, e o cetro, como autoridade. Ambos simbolizavam seu poder e seu reconhecimento como semideus! Porém, [a coroa] não cobria suas vergonhas. E ele, sabendo da sua total e exposta vulnerabilidade, saiu atrás de folhas na floresta para cobrir-se.
O Refúgio da Inação
Ele gostou tanto da floresta — o refúgio da inação e do esquecimento — que resolveu tirar um cochilo e caiu em um profundo sono; dormiu por anos, até ser acordado pela chegada de um inverno rigoroso.
De sobressalto, pôs-se em pé e lembrou-se do seu Reino. Caminhou apressadamente e, ao avistá-lo adiante, ficou perplexo: "Cadê meu reino? Cadê meus súditos? Cadê minha plebe?"
Tudo estava diferente do que ele tinha deixado. Adentrou rapidamente seu antigo palácio e gritou: "Estou aqui, voltei!" Quando se voltaram para ele, uns o reconheciam, outros o reconheciam vagamente, e outros já não se lembravam dele.
A Nova Ordem e os Novos Bichos
No novo Reino, não existiam mais ratos (a corrupção miúda tinha sido controlada). A coroa pertencia a outro, e existia outro semideus. A falta de ratos se dava devido à criação de cobras pelo novo Rei; havia também gatos noturnos, mas todos vivendo em harmonia!
* As cobras eram os novos invejosos, os indivíduos que rastejam e agem sorrateiramente, mas que o novo poder sabia usar para controlar os "ratos".
* Os gatos noturnos eram os gatunos de alta esfera, que operavam nas sombras da noite, sob a aparente harmonia do novo regime.
O Rei percebeu que tinha sido destronado.
O Rei percebeu que havia se tornado um mendigo, e se viu nu, sem sua coroa e seu cetro. Ele foi deposto de seus vestidos com linho de púrpura, e agora, todos impiedosamente exclamavam...
O Veredito da Multidão
O Rei está nu!
O Rei não tem coroa, nem cetro!
Nem reino, nem vestidos de púrpura!
O Rei que voltou não tem poder algum!
O Rei está nu! O Rei está nu!
Gritava a plebe, os súditos e seus algozes, pois a multidão só reconhece o poder visível.
Temos um novo Rei!
Ele tem cetro na mão, coroa na cabeça,
E tem vestidos de púrpura, que a todos cegam.
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