Cegueira
Ser generalizado como errado por erros que eu não cometi é a prova da cegueira de quem me julga. Eu reclamo com razão, pois a minha nobreza não pode ser confundida com a maldade de quem não tem visão.
"Achar que o cassino é o caminho certo para vencer não é maldade, mas é uma cegueira profunda; o mal faz parecer que é uma saída, enquanto na verdade está apenas roubando o tempo e o valor que Deus quer que você construa com algo sólido."
Minha fé não é feita de cegueira, mas de olhos bem abertos para o que é humano, demasiado humano. Conheço o caminho do altar e o do abismo; a diferença é que agora eu escolho onde caminhar, sem pedir permissão a ninguém... exceto a Deus.
Me faça ver Tire minha cegueira
Me faça entender
Que eu sou rico
E não tô falando do que tem na minha carteira
É que eu tenho Você
Deus, Você me dá tudo que eu preciso em mim
Só Você me dá paz
Agora foi que eu entendi
Entendi que pra mim
Você é a Cura
Majo y Dan
Pessoas que não reconhecem o valor dos outros sofrem de uma cegueira curiosa. Elas acham que o sol só nasce para iluminar o próprio quintal.Não gaste a sua voz tentando explicar o seu tamanho para quem insiste em usar lentes que diminuem tudo ao redor. A melhor resposta nunca será o conflito ou a cobrança. A melhor resposta é retirar o seu brilho de perto de quem prefere viver no escuro.
(Crônica)
O REI ESTÁ NU
A Cegueira Púrpura
O rato roeu a roupa do Rei de Roma!
O Rei estava nu, mas o povo via o Rei vestido de púrpura. Todos se indagavam: por que o Rei se pronunciava, dizendo-se nu? Uns diziam: "Ele é nosso Rei"; outros: "Ele não quer perder a coroa"; outros, ainda: "É um impiedoso!"; e, principalmente, ouviam-se os bajuladores que exclamavam: "Somos amigos do Rei! A nudez dele é uma nova moda!"
A coroa do Rei havia sido dada como símbolo de austeridade, e o cetro, como autoridade. Ambos simbolizavam seu poder e seu reconhecimento como semideus! Porém, [a coroa] não cobria suas vergonhas. E ele, sabendo da sua total e exposta vulnerabilidade, saiu atrás de folhas na floresta para cobrir-se.
O Refúgio da Inação
Ele gostou tanto da floresta — o refúgio da inação e do esquecimento — que resolveu tirar um cochilo e caiu em um profundo sono; dormiu por anos, até ser acordado pela chegada de um inverno rigoroso.
De sobressalto, pôs-se em pé e lembrou-se do seu Reino. Caminhou apressadamente e, ao avistá-lo adiante, ficou perplexo: "Cadê meu reino? Cadê meus súditos? Cadê minha plebe?"
Tudo estava diferente do que ele tinha deixado. Adentrou rapidamente seu antigo palácio e gritou: "Estou aqui, voltei!" Quando se voltaram para ele, uns o reconheciam, outros o reconheciam vagamente, e outros já não se lembravam dele.
A Nova Ordem e os Novos Bichos
No novo Reino, não existiam mais ratos (a corrupção miúda tinha sido controlada). A coroa pertencia a outro, e existia outro semideus. A falta de ratos se dava devido à criação de cobras pelo novo Rei; havia também gatos noturnos, mas todos vivendo em harmonia!
* As cobras eram os novos invejosos, os indivíduos que rastejam e agem sorrateiramente, mas que o novo poder sabia usar para controlar os "ratos".
* Os gatos noturnos eram os gatunos de alta esfera, que operavam nas sombras da noite, sob a aparente harmonia do novo regime.
O Rei percebeu que tinha sido destronado.
O Rei percebeu que havia se tornado um mendigo, e se viu nu, sem sua coroa e seu cetro. Ele foi deposto de seus vestidos com linho de púrpura, e agora, todos impiedosamente exclamavam...
O Veredito da Multidão
O Rei está nu!
O Rei não tem coroa, nem cetro!
Nem reino, nem vestidos de púrpura!
O Rei que voltou não tem poder algum!
O Rei está nu! O Rei está nu!
Gritava a plebe, os súditos e seus algozes, pois a multidão só reconhece o poder visível.
Temos um novo Rei!
Ele tem cetro na mão, coroa na cabeça,
E tem vestidos de púrpura, que a todos cegam.
O sol é tão meu
Que me deu a escuridão
Me trouxe a cegueira
Sombras pelo chão.
Como uma tirana
Vestida, inrustida
De boa samaritana
Um olhar sem alma
Sorriso falso
Espírito sem fé.
No jogo da vida
No baralho
Do...
És o dois de paus.
Camaleão emocional
Cobra cascavel
Cortina de fumaça
Hipócrita sociável
Ave de rapina
É tua sina
A tua vida, a tua essência
300126
A idolatria aos pastores é a cegueira dos crentes, mas o pior é quando a religião te esconde que Deus está dentro de você.
No lucidez o cego vê formas numa fogueira imaginaria.
Sua cegueira não é mais uma muralha.
E sim uma oportunidade de vivência novas experiências embora sua limitação seja sombras.
Num mundo caótico tenha apenas dentro de um sonha a liberdade de viver,
Suas escolhas estão tão perto da realidade que as correntes da cegueira só sejam sombras da desconexão esses lapsos são exposição a fogueira.
A caverna escura se opressão política.
Seu sonho é envolto de dias melhores...
No dia a dia seja repleto de dificuldades.
A luz no final do túnel seja apenas luzes do farol.
A diferença social seja mais capítulo do dia a dia, a fome e cansaço seja um gole de vinho seco.
Paralisado num estado fumegante tenho certeza que atormenta a mente no final do mês as contas a pagar,
Quem julga pela aparência, revela a própria cegueira.
Porque olhos carnais nunca discernem coisas espirituais.
Podem ver o rosto, mas não o propósito.
Podem medir a roupa, mas não o coração.
“Senhor, ensina-me a ver como Tu vês.
Livra-me da cegueira dos olhos críticos
e dá-me o olhar do amor que enxerga o invisível.
Que em mim, Tua sabedoria fale mais alto que qualquer aparência.”
