Cego

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Quando um cego pelo ódio, discursa para uma plateia de ensurdecidos pela mentira, os mudos ganham voz!

Deixar de ser cego traz muitos questionamentos!

Muitas vezes, um cego enxerga melhor que aquele com perfeita visão! Há visão na cegueira e cegueira na visão! É questão de visão!

Olho por olho dente por dente, um mundo cego e com fome porque não tem olhos para ver e dentes para distinguir o se sente.

Viestes do Vazio e ao Vazio hás de retornar, Cego pelo Clarão que insiste em te enganar. Mas quando a facada na mente enfim te atinge, A estrada sombria, transparente, se finge. E diante do desespero, sem mais nada no peito, O teu peso perpétuo já se sente no Leito.

O homem que se julga conhecedor de todas as coisas é o mais cego entre os homens, pois adora o ídolo do próprio eu.

- Ketty Williams

ME SEGUE QUE EU TE CEGO!
Diz o STALKER cego e psicopata!
UM CEGO GUIANDO O OUTRO!

⁠Todas as ações de Jesus tinham um sentido profundo. Curar um cego misturando barro com saliva e colocando-os nos olhos do homem era um desafio direto à ordenança judaica que proibia curar aos sábados misturando barro com saliva! (Mishnah e Shabbat 108:20). Comia sem lavar as mãos sob o olhar crítico dos fariseus, desafiando a tradição estabelecida por eles. Jesus se recusou curvar-se as pressões da religião. Era a revolução do Verbo Vivo. Jesus não teve medo de enfrentar aqueles que tentavam impedir que o Evangelho do Reino fosse instalado dentro das pessoas. Ele nunca deixou de anunciar as verdades do Reino por causa do ódio de seus inimigos. Por isso precisamos entender que Jesus não veio apenas como Messias para libertar o povo do pecado. Não veio apenas como Salvador, pagando a nossa dívida. Não veio apenas como Profeta, dando esperança aos oprimidos. Não veio apenas como Sacerdote, mediando os homens diante de Deus. Não veio apenas como Rei. Mas Jesus veio também como revolucionário, rompendo com o odre velho, para trazer o vinho novo. Sem esse rompimento do odre velho o vinho novo não chega.

O coração humano está tão cego e apaixonado pelo engano de sua própria rebelião, que a proclamação da verdade de Deus é considerada por este mundo como um ódio intolerável.

Cego


Deus chegou a um ponto em que percebeu que era Deus. Acordou-se de fazer tudo automaticamente, de criar mundos sem saber. No fundo, nunca admitiu ser estúpido, pois acreditava que era onipotente, onisciente, não um idiota. Nem o universo triste e sem sentido que inventou o convencia da sua fraqueza. Gostava da sua onipotência e fingia acreditar que era um pequenino. O mundo era um teatro que criava sonhando e não era responsável pela maldade e pela dor. Imerso no seu poder imenso, era presa desse mesmo poder. Bêbado de vaidade, o seu medo era o medo de realizar as suas aspirações, medo do terror que desejava. Então se manteve inconsciente, anulando a racionalidade, até que chegou o momento em que teve de admitir as suas limitações e perguntar o que, acordado, faria em seguida. Deus sabia que esta história não poderia ser apreciada por ninguém mais, fora ele próprio. Não havia quem lhe dissesse o que era certo e o que era errado, ou o caminho a seguir. Era a própria imagem da solidão. Quando descia ao mundo dos homens e abandonava o seu mundo das ideias, ficava confuso porque o mundo inferior o adoecia com o nada. Grande era o medo da concussão que viria pelo desejo de abandono, pelo desejo da morte. Na verdade, era a preguiça de tudo recriar, como das outras vezes, e também pelo apego aos seres, que não sabia reconstruir fielmente: Ah, nunca seriam como antes! Ele gostaria de falar e chorar, mas as criaturas nunca poderiam entendê-lo, jamais conseguiriam se colocar na sua posição. Assim, era o responsável por se fazer apreciado. Tudo o que inventava, ele achava aquém de si próprio, justamente porque era o máximo. Ao se ver, podia perceber as suas falhas: o tempo, o movimento, a repetição, a vontade, que o impulsionavam para o abismo, pois, embora não houvesse o futuro, ele não tinha completa consciência da ordem de tudo.

Um milhão de lâmpadas não tem valor para um cego, assim como a ignorância não enxerga a luz da sabedoria.

Um cego não vê as cores do arco-íris. Quem nunca teve filhos não compreende que, nesse jogo, o maior prêmio é poder participar.

No lucidez o cego vê formas numa fogueira imaginaria.
Sua cegueira não é mais uma muralha.
E sim uma oportunidade de vivência novas experiências embora sua limitação seja sombras.
Num mundo caótico tenha apenas dentro de um sonha a liberdade de viver,
Suas escolhas estão tão perto da realidade que as correntes da cegueira só sejam sombras da desconexão esses lapsos são exposição a fogueira.
A caverna escura se opressão política.
Seu sonho é envolto de dias melhores...
No dia a dia seja repleto de dificuldades.
A luz no final do túnel seja apenas luzes do farol.
A diferença social seja mais capítulo do dia a dia, a fome e cansaço seja um gole de vinho seco.
Paralisado num estado fumegante tenho certeza que atormenta a mente no final do mês as contas a pagar,

Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.

Vã foi a minha inquietação, pois o meu coração estava cego. A Providência Divina, contudo, agiu em silêncio: onde eu temia a ruína, o Criador esculpiu uma obra infinitamente mais bela.

⁠E que o amor seja um livro ... e eu seja cego de amor ..e tenha que te percorrer em braille....

Se és guiado por um cego, certamente cairá junto com ele.

O ego adora ficar cego.

Não subestime.

Nem se emocione.

Reduzir quem enfrenta a esquizofrenia a um rótulo violento é o reflexo de um preconceito cego que prefere inventar monstros a estender a mão.

Quem não respeita o próximo e ainda usa a saúde mental para humilhar o outro está cego pela própria maldade, esquecendo que Deus nos chamou para amar, e não para julgar.