Casamento Mar de Rosas
Para você ...vida.
Nos venderam que o amor cheira a rosas ...mas não, cheira a boteco de esquina, chopp gelado do bar do Juarez ...cheira a quarto de motel usado... Cigarros apagados... Cheira a orgasmos nunca tido sentidos antes.
Nos venderam, que o amor tem que ser perfeito e moralmente correto...mas não ....o amor envolve muito além do que a moral societária coloca como aceitável... Ele pode vir através da realização de nossos mais secretos desejos... Ele chega sem se importar com a moral e definitivamente não se importa com que os outros vão achar ...
O amor ensina que tem que dar certo, e para dar certo, tem que ser perfeito ....mas não é, a perfeição está no que nos abala e tira a razão ... Senão não, não teria razão em ser...
O amor está onde pdemos o norte... Onde fazemos o que nunca achamos que teríamos coragem de fazer... E sim... Fazemos com naturalidade ...pois no amor não há vergonha ou moral, não há julgamento ... Somente amor...desejos realizados... Não há cheiro de rosas ... Somente o cheiro de corpos suados... Perfumes misturados... Banhos com sabonetes vagabundos de motel, esse é o cheiro do amor ...
O amor está em olhares profundos com profunda emoção que toca a alma ... Com olhares que jamais serão esquecidos .... O amor está em bocas que se tocam com emoção jamais sentidas ... O amor está onde te vejo e te desejo nós melhores ou piores momentos...
Mas não estamos preparados para amar ... Desejamos o perfeito ou aceitável ....e definitivamente não somos isso.
Perdoa me não ser o padrão moralmente aceitável para ser amada ... Mas lembre se amo o inaceitável e moralmente crítico e fora dos padrões que tenho com você.
Eu amo esse amor ...
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um belo caixão
se algum dia eu morrer
taquem rosas negras em meu caixão
para mostrar toda a minha obsessão
meu amor amargurado
mas também belo e sincero
um amor louco e sofrido.
não quero flores coloridas
nem bonitas
quero flores de amores
de amores sinceros.
desejo um lindo funeral
sem beleza igual
sem cabeças abaixadas
pois quero ver lágrimas derramadas.
quero poemas em minhas mãos
rimas em meu tumulo
e versos em minha lápide.
(se algum dia eu morrer, realizem meu sonho
o sonho de todo poeta.
de se livro escrever.)
Estou plantando rosas ,certamente elas murcham e morrem ...as rosas fenecem perdendo a sua linda cor ,do mesmo modo que todo o tipo de vida tem o seu proprio tempo.
Não quero perder o meu tempo com coisas mesquinhas, e tão pouco fazer parte dos que em nada se arriscam.
Não quero passar a minha vida me culpando mas me ocupando em ser feliz , que eterno e sincero seja o tempo que me durar .
Estou pronta pois não nasci com um mapa , apenas sigo enfrente e a cada passo sei o que fazer instintivamente.
O vento !
O vento sopra nas rosas,
e às rosas exalam, o seu perfume.
Homem feio, que casa com mulher bonita,
é pra morrer de ciúme.
Dizem que não existe feiura pra casal
apaixonado. Mas, quando o tempo passa,
eles ficam esgotados.
Sapato grande em pé pequeno, por certo
irá sair.
Casamento sem a presença de Deus,
não pode resistir.
A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira.
A. impossibilidade de participar de todas as combinações em desenvolvimento a qualquer instante numa grande cidade tem sido uma das dores de minha vida. Sofro como se sentisse em mim, como se houvesse em mim uma capacidade desmesurada de agir. Entretanto, na parte de ação que a vida me reserva, muitas vezes me abstenho e outras me confundo. […] A ideia de que diariamente, a cada hora, a cada minuto e em cada lugar se realizam milhares de ações que me teriam profundamente interessado, de que eu certamente deveria tomar conhecimento e que entretanto jamais me serão comunicadas — basta para tirar o sabor a todas as perspectivas de ação que encontro à minha frente. O pouco que eu pudesse obter não compensaria jamais esse infinito perdido. Nem me consola o pensamento de que, entrando na confrontação simultânea de tantos acontecimentos, eu não pudesse sequer registrá-los, quanto mais dirigi-los à minha maneira ou mesmo tomar de cada um o aspecto singular, o tom e o desenho próprios, uma porção, mínima que fosse, de sua peculiar substância.
Para demonstrar o erro era preciso alguma coisa mais do que arruaças e clamores.
Não: devagar.
Devagar, porque não sei
Onde quero ir.
Há entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.
Há entre quem sou e estou
Uma diferença de verbo
Que corresponde à realidade.
Devagar...
Sim, devagar...
Quero pensar no que quer dizer
Este devagar...
Talvez o mundo exterior tenha pressa demais.
Talvez a alma vulgar queira chegar mais cedo.
Talvez a impressão dos momentos seja muito próxima...
Talvez isso tudo...
Mas o que me preocupa é esta palavra devagar...
O que é que tem que ser devagar?
Se calhar é o universo...
A verdade manda Deus que se diga.
Mas ouviu alguém isso a Deus?
-Tu as eu tort. Tu auras de la peine. J'aurai l'air d'être mort et ce ne sera pas vrai...
Moi je me taisais.
-Tu comprends. C'est trop loin. Je ne peux pas emporter ce corps-là. C'est trop lourd.
Moi je me taisais.
-Mais ce sera comme une vieille écorce abandonnée. Ce n'est pas triste les vieilles
écorces...
Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras... O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca É, a gente ESTÁ...
Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive. A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre. Que o medo não tenha tanto poder sobre nós... E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores - há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo.
A maioria dos dramas está nas ideias que formamos das coisas. Os acontecimentos que nos parecem dramáticos são apenas assuntos que a nossa alma converte em tragédia ou em comédia, à mercê do nosso carácter.
Jamais os moralistas conseguirão fazer compreender toda a influência que os sentimentos exercem sobre os interesses. Essa influência é tão poderosa como a dos interesses sobre os sentimentos. Todas as leis da natureza têm um duplo efeito, em sentido inverso um do outro.
Libertar uma pedra nada significa se não existir gravidade. Porque a pedra, depois de liberta, não iria a parte nenhuma.
Jamais essa mulher nascerá. Só de uma rede de laços se pode nascer. Ela continuará a ser semente abortada, poder por empregar, alma e coração secos. Ela há-de envelhecer funebremente, entregue à vaidade das suas capturas.
Tu não podes atribuir nada a ti próprio. Não és cofre nenhum. És o nó da diversidade. O templo, também é sentido das pedras.
«Mas tu, que pões má cara diante do poder da terra, diante da grosseria, da podridão e dos vermes dos homens, começas por pedir ao homem que não seja e que não tenha nem sequer cheiro.
Para eu amar-te devias
Outra ser e não como eras.
Quando a gente não pode imitar os grandes homens, imite ao menos as grandes ficções.
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