Casamento Mar de Rosas

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⁠Um dia já foi pouso
tropeiro o Rio Negro
do meu Sul Brasileiro
nascido na Serra do Mar.

Filho deste Hemisfério
Sul qua se divide entre
duas terras desta Pátria
e que une a existência.

Tudo ainda é muito pouco
perto do que o Rio dá
sem pedir nada em troca.

Neste Rio Negro também
está escrito a nossa história,
e cabe a nós gratidão e a glória.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sob o Hemisfério Austral
é filho da Serra Queimada
nos contrafortes da amada
Serra do Mar da minh'alma.

Das intensidades levo tudo
o quê o Rio Cubatão do Norte
ensina e a tudo sobrevive,
porém até ele tem limite.

A memória se reforça
no curso das correntes dele
e votos refaço fervorosa.

Para que ele se refaça,
sobreviva e continue a missão
para que a vida prossiga.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Junho é tempo de lanço
para pescar Tainha
no mar de Santa Catarina,
Todo o dia faço algo
parecido só que é poesia.

De lanço em lanço fisgar
no seu coração o oceano
é a assumida ambição,
Só para a gente fazer
arraial com fogo e paixão.

É contigo que desejo unir
os nossos oceanos,
E facilmente revelo planos
de fazer o melhor
para pertence aos seus dias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Dança Ratoeira

Dança da Ratoeira
que o mar acompanha,
Viva está a lembrança
que o peito alcança
da herança açoriana
da época que a gente
era feliz e criança.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Meu coração é feito
de mar, de lago ou de rio,
em dia de cortejo
de São Pedro e São Paulo
passar para agradecer,
e a gente festejar.

Bonito mesmo
é o seu coração
todo feito de amor
e maior do que o mar,
só ele tem a chave
para nele eu morar.

Vamos nos encontrar
em pleno cortejo,
ninguém vai nos parar,
porque vai além do desejo,
é imenso e verdadeiro,
e nada irá nos segurar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pelo amor que o céu
tem pela nossa união,
Pelo azul turquesa do mar
mais paradisíaco,
Jamais deixarei o orgulho
que sinto do nosso amor bonito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Em tempo
de catedral
francesa
demolida
pelo fogo,
de censura
togada,
de mar não
devolvido,
de Assange
preso,
de América Latina
tendo a porta
forçada,
Eis a poética
que pela
liberdade,
ainda vive
e clama,
Porque urge
resgatar
a bondade
original
e anseia abrir
portas para
a tropa, civis
e o General.

Nada neste
mundo deve
ser absoluto,
a não ser
a nossa
humanidade,
Mas a única
certeza que
carrego desses
estranhos tempos
contemporâneos
é que eles só
inspiram resistir
aquilo que não
é normal em
lugar de cultivar
os nossos sonhos,
e que só isso
na vida não é bom.

A cifra choca,
este nó que
não desata
tem me
dado agonia,
e esse é o número
de presos:
91 do Exército,
20 da Aviação,
24 da Armada
e 58 da Guarda
Nacional,
Vítimas de um
dos grandes
absurdos
do mundo ocidental.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No final deste
dia primeiro,
Relembro que
não recuperei
O mar, a tropa
e o General,
E assim sigo
sem ter como
me conformar,
Não consigo
calada portar
este gutural
e triste lamento.

Prosseguindo
mesmo sob
o tormento
de espessa
presença,
Que segue
sentenciando
esta tristeza
e penumbra,
Estou resoluta
que não é
tempo de calar.

Para enfrentar
o quê a falta
de compreensão
e de cooperação
não consigam
piorar o quê já
está péssimo,
E para que elas
não te alcancem:
Procure se manter
em equilíbrio
para superar
os obstáculos
com ânimo,
e obter o êxito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Do dia primeiro
sou a voz da
reclama ao
mundo inteiro
que o mar não
foi devolvido,
por ele ergui
poesia e grito.

Não sou a sereia
com a acústica
concha na mão,
e nem tão poeta
como gostaria.

Nem o tempo
pode apagar
o quê aconteceu,
não me calo
porque qualquer
um não está livre
de quem não leu.

Do Vale de Azapa
em plena costa,
sou canção que
não se apaga,
incaica e aymara.

Não aceito o tal
resultado que
foi mal decidido,
porque quem
não se esforçou
para saber da
História nada
tem de bendito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Braço⁠ do Norte

Entre a Serra Geral e o Mar
a história do povo originário
e dos desbravadores onde
arpeja o Rio Braço do Norte
ergueu uma cidade de gente
honrada e forte que emoldura
com beleza o sul catarinense.

Montes, vales e colinas
repletam com mistérios
o imaginário contemplativo,
Quedas d'água, córregos e rios
adornam com ternura
a terra que retribui com fértil
e gentil beijo ao Homem.

O curso da água doce
com o mar se encontra,
O tamanho do amor que tenho
por Braço do Norte perdi a conta:
Só sei que verei a Lua surgir
e o Sol nascer além da conta.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como Evo bem disse:
"Nuestro reencuentro
con el mar no solo es
posible, sino, inevitable",
e esse meu anseio de ver
a justiça devolver a vida
ao seu lugar virou poesia
sem um instante sossegar.

Com o tempo de espera
por causa de quem
não quis conversar
para um caminho
em comum encontrar
a questão já teria sido
negociada e resolvida.

Desfrutar de um mar
em companhia é
melhor do que desfrutar
de um mar em solidão;
bem mais que o diálogo
tão aguardado entre
o Chile e a Bolívia,
quero que reinem
a paz, o amor e a união.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O mar é para os povos
e dá para todo o mundo
desfrutar sem se conflitar,
é só questão do respeito
e a fraternidade recuperar.

O diálogo foi levado
até o Palácio da Paz
para colocar no seu
devido lugar a História
com a justa soberania.

Há um novo capítulo sem
Guerra a ser escrito para
a rota que pede justiça ao
mar que foi subtraído,
pois o povo foi traído.

Há uma imperdível
oportunidade de se
fazer uma Nova Era
de prosperidade
ganha quem souber
viver com flexibilidade.

Não se impõe isolamento
geográfico a Pátria alheia,
porque um dia o destino
cobrará a conta inteira;
é preferível colaborar
com a justiça para
que ela aconteça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Inaugurada foi a Primavera
pelo clamor da volta
do mar aos povos
que foi feita pelo poeta.

O dia 1° de outubro
é um cais que fica logo
ali aonde desembarcar
de uma longa espera
é inadiável e justo.

Já não tenho dúvida
que é por mim que
você há desassossegar,
conhece os meus
poemas e prantos
de fazer apaixonar.

Entusiasmada é a canção
que guardo a sete-chaves
que está preparada
para fazer o teu
coração bater
pelo meu forte como
uma onda no mar.

Doces ondas sonoras
do meu coração
sul-americano,
e me traga o livro
do Coco Manto,
que te retribuo
com um beijo
levando você
para comigo
navegar no mar
que a Bolívia
bem nasceu,
e a história vai
levar ao seu lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como quem navega
em mar revolto,
ando combatendo
os umbrais suspensos
dos pensamentos
que são furtadores
de tudo aquilo que
não conduz a viver
com humanidade
e afasta de nós
a total bondade
dos signos austrais:
Todo o nó só se
desfaz aos poucos,
Prestar satisfação
sobre aquilo que
vem inquietando
o coração diminui
o sufoco de todos;
A paciência sempre
deve ser continental,
A meu modo vivo
de muitos olhos
arrancando vendas,
Mesmo que ninguém
me compreenda,...
Se você não gosta
de determinado
assunto a quem quer
que seja nunca ofenda,
Sempre apresente
um argumento
como réplica,
vivemos numa época
que ninguém mais conversa,
Escrever poemas
também é uma
outra maneira de conversar,
quando ninguém está
com vontade de escutar:
Falta que libertem
o General que segue
preso injustamente,
Para a tropa e cidadãos
peço igualmente a liberdade,
mas só para aqueles
que estão presos
em circunstância igual,
e quem sabe todos juntos
ouvirem um chamado
pela reconciliação nacional.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Águas Frias


⁠Nascida da herança
de uma esperança
construída além mar,
Das águas geladas
em meio as matas
e onde os ventos
te beijam: se fez lar.

Capturou o coração
de todos o quê vieram,
dos que vem e vão,
Águas Frias do Oeste
és a beleza da prece
e o amor da canção.

Semeando, plantando
colhendo e acolhendo,
É destino certo para
quem deseja toda
a paz e o aconchego.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sobrevoa o condor
o nosso continente,
a cada dia há
mais gente doente,

O Mar é da Bolívia,
a cada dia por
aqui tudo tem
virado caso de polícia:
sem contabilizar
o silêncio chileno
por cada prisão política,

O Sol da Venezuela
nasce no Esequibo,
dos refugiados
a instabilidade política
tem sido a madrinha,
e tem trazido injustiça
para o líder veterano
dos tupamaros;

E estes versos
estão presente entre
os desamparados
da América Latina
e recordam que as Malvinas
são e sempre serão argentinas,

E não posso deixar de lembrar
que o General preso injustamente
ganhou a medida cautelar,
e pela tropa também sigo a gritar,
quero ver o sol da justiça raiar
e a liberdade sul-americana celebrar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O mar é a casa dos poetas e da Humanidade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No azul do céu,
azul do mar e no azul do Lápis-lazúli,
Sempre unidos no amor,
buscando caminhos profundos
para o cotidiano reinventar, Conquistamos vitórias
que hoje estamos aqui para celebrar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Garuva

Olhando para a Serra do Mar
plena é a cidade de metal
que se ergue com industrial
sabedoria e repleta de lavouras
de amor por mãos europeias
que o Atlântico cruzaram
em busca de uma nova vida.

Minha Garuva maravilhosa
agrícola e madereira
dos rios e da Baía do Babitonga,
é nas Cascatas do Quiriri
faceira que celebro somente a ti.

Minha Garuva profunda,
meu Paraíso das Águas,
meu Caminho dos Príncipes
meu Caminho do Peabiru
real, etéreo e mais sublime
que ao tempo resiste.

Minha Garuva mística
do Monte Crista
e dos Campos do Quiriri,
o meu coração mora em ti.

Minha Garuva inebriante
de lábios de alambique,
coberta de flores e radiante
tu és do Nordeste de Santa Catarina
mais preciosa do que diamante.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Imaruí Profunda

Nos braços do vento
que balançam as ondas
do mar de Laguna
para Imaruí deixo
levar este poema
repetindo a trajetória
de quem chegou
para ficar nesta parte
da Região dos Lagos.

Teus farrapos foram
acompanhados
para chegar nesta
freguesia que hoje
virou cidade erguida,
e me recordei da tua
gente originária
que vivia por aqui.

Cachoeiras, lagoas,
ilhas e trilhas vou
revivendo com
leveza um passado
nada fácil resultado
de um massacre
conhecido e orando
continuo piedosa
por seus mártires.

Só sei que minhas
letras têm igual
leveza das asas
de maruim que
dizem que te nomeia,
E o descanso
da tua lagoa que é
a maior do Estado,
e por ti o meu
coração continua
ainda hoje apaixonado.

Inserida por anna_flavia_schmitt