Casamento Filha

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Uma curtida não desmancha convite de casamento nenhum. Mas o peito não entende essas contas direito, ele só sente o que sente, na hora que sente.

O casamento bíblico é entre um homem e uma mulher, em um lugar privado, para o prazer, a pureza e a reprodução da família.
Hebreus 13:4 💍

"O casamento é só um contrato, não uma garantia de fidelidade, por isso o teste de paternidade por DNA pós-parto deveria ser obrigatório por lei, ou seja estou certo de que seria uma lei que evitaria muitas injustiças futuras."


__⁠__Sim_
😆😅🤗

O casamento é só um
contrato, não uma garantia
de fidelidade. Por isso
prefiro viver sozinho do que
mal acompanhado.


____Sim__
😴

O casamento é a única aventura ao alcance dos covardes. Isso significa que o casamento se acha que gera conforto ou conflito familiar de que a covardia não impede.

Não é só ela que eu perco nesse casamento. É uma família inteira que também foi minha.

O problema do casamento é que são dois seres humanos se conhecendo muito bem

O que acontece com o Direito de Família quando casamento deixa de ser a principal estrutura de intimidade e a inteligência artificial passa a oferecer formas de companhia?

O casamento é, por vezes, a tentativa de conferir eternidade jurídica a um sentimento cuja natureza é essencialmente transitória.

O amor nasce da liberdade do encontro; o casamento, quando mal compreendido, pode convertê-la na liturgia silenciosa da obrigação.

O amor deseja a presença do outro; o casamento pode transformar esse desejo em uma gramática de pertencimento.

O romantismo sonhou com a eternidade; o casamento tentou dar-lhe forma, testemunhas, assinatura e reconhecimento civil.

O casamento não necessariamente extingue o amor; às vezes apenas substitui o mistério que o alimentava pela familiaridade que o administra.

O casamento tenta domesticar o acaso; o desejo, porém, conserva sempre uma parcela de sua antiga e indisciplinada natureza.

O amor pode suportar a distância porque pertence à liberdade; o casamento, quando reduzido à posse, passa a temê-la como se toda ausência fosse uma sentença.

Talvez o casamento seja uma das mais sofisticadas invenções humanas: a tentativa de conceder permanência institucional a uma experiência cuja beleza reside precisamente em sua incerteza.

O casamento tenta transformar uma emoção imprevisível em instituição permanente. A burocracia sempre teve uma relação curiosa com o amor.

“A beleza á passageira, por isso que o casamento é temporário, mas quem se casa pela janela da alma sabe o que é a eternidade”.

“A Morte do Amor”

Dizem que o casamento deve durar
até que a morte os separe.

Mas ninguém nos preparou
para a morte que acontece antes do funeral.

A morte do amor.

Há sepultamentos que nunca encontram um cemitério.

Porque existem corpos que morrem.

E existem sentimentos
condenados a permanecer vivos debaixo da própria lápide.

O amor raramente morre de uma vez.

Ele agoniza.

Morre em pequenas hemorragias invisíveis.

Sangra no silêncio das palavras
que deixaram de ser ditas.

Na ausência do abraço
que já não encontra morada.

Na indiferença que lentamente substitui o encantamento.

Descobri que o oposto do amor
não é o ódio.

O ódio ainda olha.

Ainda reage.

Ainda se importa.

O verdadeiro coveiro do amor
chama-se indiferença.

Mas há uma morte ainda mais cruel.

O dia em que o respeito. Abandona a casa.

Porque quando o respeito parte, o amor perde o endereço.

Onde o respeito morre,
o amor apenas sobrevive por aparelhos.

E aquilo que continua sendo chamado de casamento
muitas vezes já é apenas
a convivência de duas solidões
dividindo o mesmo teto.

Sem respeito, o carinho torna-se obrigação.

O toque transforma-se em protocolo.

O diálogo converte-se em disputa.

E os olhos, que antes eram janelas, passam a ser muros.

Poucos percebem que a violência começa muito antes do grito.

Ela nasce quando deixamos de enxergar a humanidade do outro.

Quando a compaixão é substituída pela razão.

Quando vencer uma discussão
se torna mais importante
do que preservar um coração.

É nesse instante que a alma começa a ser aprisionada.

Porque não existe prisão maior
do que permanecer onde o amor já partiu, mas a esperança insiste em vestir suas roupas.

A alma deixa de viver.

Passa apenas a sobreviver.

Respira.

Mas já não floresce.

Sorri.

Mas já não habita o próprio sorriso.

Existe.

Mas já não encontra sentido
na própria existência.

E então compreendi que a pior solidão não é dormir sozinho.

É deitar ao lado de alguém
que deixou de nos encontrar.

Há mãos que se tocam sem jamais se alcançarem.

Há beijos que nunca chegam à alma.

Há alianças que unem os dedos, mas jamais os destinos.

Talvez seja por isso que tantas pessoas permaneçam presas
não por amor, mas pelo medo.

Medo do julgamento.

Medo da culpa.

Medo da mudança.

Esquecem-se de que o amor nunca aprisionou ninguém.

Quem aprisiona é a ausência dele.

O amor verdadeiro sempre foi liberdade.

Nunca cárcere.

Nunca sentença.

Nunca sobrevivência.

No fim, descobri que a promessa não era permanecer
ao lado de alguém até que a morte os separasse.

Era impedir, todos os dias, que o amor morresse antes da vida.

Porque, quando o amor morre,
não são apenas duas pessoas
que deixam de se amar.

Morre a delicadeza.

Morre a empatia.

Morre a compaixão.

Morre o respeito.

E quando o respeito morre,
a alma continua respirando…

mas deixa, lentamente, de viver.

Carlos EDUARDO Balcarse

O casamento é a união entre duas pessoas que supostamente se amam, e que permitirá ao casal descobrir que o amor é muito maior que o sentimento da carne ou a beleza da juventude.