Casamento Filha

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"Um casamento não dura até que a morte os separe; dura enquanto nenhum dos dois estiver morrendo por dentro."

Todo casamento é perfeitinho até alguém se apaixonar .

Casamento, uma prisão com festa e bebidas e um final frustrado.

Hoje em dia o casamento é uma desculpa para o adultério;

O segredo para um casamento feliz


É segredo!

No mundo inteiro o que mais destroem e acaba com um casamento e se tornou um grande vilão é o tappauer.

Para todas as mulheres que estão passando por momentos difíceis no casamento: leiam este artigo e entrem em contato com o Dr. Emuan para salvar seu casamento. Eu consegui trazer meu marido de volta para casa com a ajuda do Dr. Emuan — um profissional real e autêntico. Enviem uma mensagem ou entrem em contato pelo e-mail [email protected]

Eu sempre quis isso. E ainda sonho com ele, me pedindo em casamento novamente, ele nunca me pediu em namoro, nem em casamento.


Aconteceu tudo ocasionalmente...


Toda mulher quer sentir isso.

O compromisso não está em um papel nem em uma festa de casamento. Compromisso está dentro de cada um.

“Tem mulheres que preferem ficar presas a um contrato de casamento, desde que isto lhe traga vantagens materiais e conforto financeiro. É uma forma diferente de vender seu corpo e seus carinhos.”

casamento relacionamentos
e um ser escravo um do outro
seja mestre e livre ou seja escravo das paixões

Casamento é você fazer o que o outro quer e não propriamente o que você quer.

Se o sol lhe pedisse em casamento, você aceitaria ou diria que não sabe, assim como a lua disse?


Mas a lua tem fases e, assim como as pessoas que não gostam das mudanças climáticas, o sol precisa voltar a brilhar...


O sol daria voltas por ti, o brilho poderia ser teu...
Não posso brilhar por você
Não posso me esconder no escuro com você.

“A Morte do Amor”

Dizem que o casamento deve durar
até que a morte os separe.

Mas ninguém nos preparou
para a morte que acontece antes do funeral.

A morte do amor.

Há sepultamentos que nunca encontram um cemitério.

Porque existem corpos que morrem.

E existem sentimentos
condenados a permanecer vivos debaixo da própria lápide.

O amor raramente morre de uma vez.

Ele agoniza.

Morre em pequenas hemorragias invisíveis.

Sangra no silêncio das palavras
que deixaram de ser ditas.

Na ausência do abraço
que já não encontra morada.

Na indiferença que lentamente substitui o encantamento.

Descobri que o oposto do amor
não é o ódio.

O ódio ainda olha.

Ainda reage.

Ainda se importa.

O verdadeiro coveiro do amor
chama-se indiferença.

Mas há uma morte ainda mais cruel.

O dia em que o respeito. Abandona a casa.

Porque quando o respeito parte, o amor perde o endereço.

Onde o respeito morre,
o amor apenas sobrevive por aparelhos.

E aquilo que continua sendo chamado de casamento
muitas vezes já é apenas
a convivência de duas solidões
dividindo o mesmo teto.

Sem respeito, o carinho torna-se obrigação.

O toque transforma-se em protocolo.

O diálogo converte-se em disputa.

E os olhos, que antes eram janelas, passam a ser muros.

Poucos percebem que a violência começa muito antes do grito.

Ela nasce quando deixamos de enxergar a humanidade do outro.

Quando a compaixão é substituída pela razão.

Quando vencer uma discussão
se torna mais importante
do que preservar um coração.

É nesse instante que a alma começa a ser aprisionada.

Porque não existe prisão maior
do que permanecer onde o amor já partiu, mas a esperança insiste em vestir suas roupas.

A alma deixa de viver.

Passa apenas a sobreviver.

Respira.

Mas já não floresce.

Sorri.

Mas já não habita o próprio sorriso.

Existe.

Mas já não encontra sentido
na própria existência.

E então compreendi que a pior solidão não é dormir sozinho.

É deitar ao lado de alguém
que deixou de nos encontrar.

Há mãos que se tocam sem jamais se alcançarem.

Há beijos que nunca chegam à alma.

Há alianças que unem os dedos, mas jamais os destinos.

Talvez seja por isso que tantas pessoas permaneçam presas
não por amor, mas pelo medo.

Medo do julgamento.

Medo da culpa.

Medo da mudança.

Esquecem-se de que o amor nunca aprisionou ninguém.

Quem aprisiona é a ausência dele.

O amor verdadeiro sempre foi liberdade.

Nunca cárcere.

Nunca sentença.

Nunca sobrevivência.

No fim, descobri que a promessa não era permanecer
ao lado de alguém até que a morte os separasse.

Era impedir, todos os dias, que o amor morresse antes da vida.

Porque, quando o amor morre,
não são apenas duas pessoas
que deixam de se amar.

Morre a delicadeza.

Morre a empatia.

Morre a compaixão.

Morre o respeito.

E quando o respeito morre,
a alma continua respirando…

mas deixa, lentamente, de viver.

Carlos EDUARDO Balcarse

CASAMENTO, CELIBATO E POLIGAMIA À LUZ DO ESPIRITISMO: A EVOLUÇÃO DO AMOR SEGUNDO A LEI NATURAL.
Entre as diversas leis morais apresentadas pela Doutrina Espírita, a Lei de Reprodução ocupa lugar de grande importância por tratar de um dos aspectos mais profundos da existência humana: a continuidade da vida e o aperfeiçoamento moral do Espírito. Longe de restringir-se ao fenômeno biológico da geração, essa lei alcança as dimensões da responsabilidade, da afetividade, da família e do progresso espiritual.
Em O Livro dos Espíritos, Allan Kardec demonstra que as leis da Natureza possuem uma finalidade superior. Nada foi criado ao acaso. A reprodução dos seres vivos integra a harmonia universal e assegura a continuidade da vida em todos os seus aspectos. Entretanto, ao conceder ao homem a inteligência e o livre-arbítrio, Deus também lhe confiou a responsabilidade de agir como colaborador da própria Natureza, jamais como seu destruidor.
Por essa razão, os Espíritos ensinam que o ser humano pode regular a reprodução quando houver necessidade legítima e em benefício do equilíbrio natural. O que se condena não é o uso consciente da inteligência, mas a tentativa de frustrar deliberadamente a finalidade da reprodução apenas para atender aos excessos da sensualidade e do egoísmo. Quando o prazer torna-se um fim em si mesmo, separado da responsabilidade moral, evidencia-se o predomínio da matéria sobre o Espírito.
Nesse contexto, o casamento representa um dos maiores marcos da evolução da Humanidade. Kardec pergunta se a união permanente entre dois seres seria contrária à lei natural, e a resposta dos Espíritos é clara: trata-se de um progresso na marcha humana. O casamento transforma a simples atração física em compromisso, fidelidade, cooperação e responsabilidade recíproca. A família deixa de ser apenas um agrupamento biológico para tornar-se uma verdadeira escola de aperfeiçoamento moral.
O comentário de Kardec é particularmente significativo ao afirmar que a abolição do casamento significaria um retorno ao estado primitivo da Humanidade. A união estável dos cônjuges favorece o desenvolvimento dos sentimentos, fortalece os vínculos familiares e cria condições para que Espíritos reencarnados encontrem no lar um ambiente de educação, reparação e crescimento espiritual.
Ao mesmo tempo, a Doutrina Espírita distingue claramente as leis divinas das leis humanas. A indissolubilidade absoluta do casamento não pertence à Lei Natural, mas às legislações criadas pelos homens. Isso significa que a união matrimonial deve ser preservada enquanto cumprir sua finalidade de auxílio mútuo, respeito e crescimento moral. Quando se transforma em instrumento permanente de sofrimento, violência ou degradação dos envolvidos, o rompimento do vínculo jurídico não constitui afronta à lei divina, mas consequência das imperfeições humanas ainda presentes na sociedade.
Outro tema frequentemente mal compreendido é o celibato. O Espiritismo não considera o simples fato de permanecer solteiro um estado de superioridade espiritual. Se motivado pelo egoísmo, pelo orgulho ou pelo desprezo à vida familiar, o celibato não possui qualquer mérito diante de Deus. Contudo, quando representa um sacrifício voluntário realizado para dedicar integralmente a existência ao serviço da Humanidade, adquire elevado valor moral. O mérito nunca está na condição exterior da pessoa, mas na intenção pura que inspira seus atos.
Também a poligamia é analisada sob o prisma da evolução moral. Os Espíritos afirmam que ela não constitui uma lei natural, mas uma instituição humana vinculada a determinados períodos históricos e costumes sociais. O casamento ideal, segundo as leis divinas, fundamenta-se na afeição recíproca. Onde predomina apenas a sensualidade, desaparecem os elementos espirituais do amor verdadeiro. À medida que a Humanidade progride, substitui as relações baseadas na posse, no poder e nos interesses materiais por vínculos construídos sobre o respeito, a igualdade e a fidelidade.
Essa compreensão revela um aspecto essencial da Doutrina Espírita: a verdadeira evolução consiste na educação dos sentimentos. O homem deixa gradualmente de ser governado pelos impulsos instintivos para orientar sua vida pela consciência, pela razão e pelo amor. O casamento, a família e a própria sexualidade deixam de ser simples expressões da natureza biológica para converterem-se em instrumentos de crescimento espiritual.
Em última análise, a Lei de Reprodução não trata apenas da multiplicação dos corpos, mas da educação das almas. Cada lar constitui uma oficina de aperfeiçoamento onde Espíritos aprendem a renunciar ao egoísmo, desenvolver a paciência, exercitar o perdão e construir laços de amor que ultrapassam a própria morte. A família, assim compreendida, torna-se um dos mais importantes mecanismos da Providência Divina para conduzir a Humanidade ao seu destino de perfeição.
Fontes:
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Parte Terceira – Leis Morais. Capítulo IV – Lei de Reprodução, questões 693 a 701.
Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulos XIV (Honrai a vosso pai e a vossa mãe) e XXII (Não separeis o que Deus juntou).


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O Autor do casamento merece ouvir seus pensamentos, antes de declarar suas decisões para seu cônjuge.

Sobre namoro, noivado e casamento. Você deve relacionar por amar, por ser boa companhia, prazer satisfatório. Dinheiro nunca deveria entrar na pauta de relacionamento, afinal, o juramento é na riqueza e na POBREZA.

Não é o amor que sustenta o casamento, é o casamento que sustenta o amor.
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“Um dos componentes relevantes para manter a perenidade do casamento é o romantismo.”
— Anderson Silva

Reconhecer o valor de cada cônjuge no casamento é descobrir o quanto cada um significa na vida até que a morte os separe.