Casa sem Teto
Quadras
O começo não é o fim
nem o fim é o começo
não sei se mudo de casa
ou fico no mesmo endereço.
Não dá para calcular
a largura e a profundidade
do imenso amor de Deus
sua graça e sua bondade.
Quem confia sempre em Deus
nele espera e sempre alcança
Depois de uma tempestade
sempre vem a bonança.
Adormeci no inverno
na primavera flori em flores
no verão curti o sol
no outono colhi amores.
Uma sexta-feira à noite em casa remoi os pensamentos e os questionando até que naquele momento me falta fez um abraço qualquer mas firme. A vida me fez da solitude amiga, e com um travesseiro macio agarrei e, então, percebi que notoriamente ele servia tão bem quanto qualquer pessoa: ele me enxugava as lagrimas sem julgar.
Existe duas opções para ter páz, primeira opção: mudar de casa. Segunda opção: aceitar o ambiente que vive, e saber que a páz está e esteve sempre dentro de cada um de nós.
A humildade é nossa casa, ora já guardada, e, lavrada das aberrações, um dia instaladas, pela ignorância das pedras em nossos caminhos.
A AFBA, Associação Fluminense de Belas Artes não tem uma sede oficial, via de regra é a casa de um dos diretores gentilmente cedida. A AFBA, nao tem acervo, pois o mesmo foi indevidamente dilapidado por anteriores administrações. A AFBA tem correções jurídicas que tem sido feitas e dividas a serem pagas negligenciadas por antigas festivas gestões. Agora a AFBA tem muitos fantasmas, pessoas inescrupulosas com vaidades espúrias que vivem colocando em suas biografias na internet falsos títulos se dizendo associados, diretores, comendadores, representantes, presidentes de honra, beneméritos, condes e condessas...que nem artista são, pois prejudicam e maculam a transparência e a idoneidade moral desta antiga e tradicional instituição das belas artes no Brasil.
Que o dia caiba certinho nos nossos desejos. Que a serenidade invada a casa dos seus sonhos, que haja gostinho de paz em cada pedacinho de hora, que brindemos a vida com sorrisos, que haja festa no seu coração começando agora.
Lanna Borges
-Alegra-te miúdo corre depressa os teus pais voltaram para casa a guerra terminou pega nos lápis e canetas faz um desenho e mostra-lhes o quanto são importantes para ti como uma faixa de luz que as lâmpadas escondem segredando paixões.
Me livro de livros feitos com prisões
Procuro um porto mais seguro
Do que uma casa de corações
Nos embalos de uma quinta no escuro
Que brilha sem emoções
Me afogo nas poças de lagrimas
Centradas em baixo da porta da alma
Que o homem expõe
O meu mais querido refugio
Sempre foi no ser que se impõe
Contra a sua gaiola de multidões
Milhares de pensamentos forçados
Por homens sem emoções
Sobreviver.
A vida era mais encantadora aos 10 anos, quando eu me machucava, corria para casa e chorava em meu quarto sozinha.
Hoje, casada, choro em um banheiro minúsculo, torcendo para não ter que disfarçar outra lágrima que simplesmente insiste em cair.
Quando parei de ser a menina que se machuca e chorava no quarto e me tornei a mulher que chora no banheiro sem motivos ou razões aparentes?
Só gostaria de saber quando essa tortura acaba, se não acaba, sinto que darei um fim, não deixarei filhos que levaram meus traços em seus rostos, certamente eu apagaria não só a minha existência, mas a de uma família inteira.
Eu não aguento mais resistir por todos, quando todos estão felizes, talvez minha felicidade não seja estar viva.
Família.
Para alguns família são aqueles que tem ligação de sangue.
Na minha casa eram apenas 5 pessoas, uma mãe, eu e mais três irmãos, todos ótimas pessoas.
Hoje com meus vinte e poucos anos, me arrependo de um dia ter dado valor ao sangue e não a atos de carinho e devoção vindo de amigos.
Hoje com vinte e poucos anos, meus irmãos foram cada um viver suas vidas, fingem que não conhecem o restante da família, minha mãe sempre me negou e após esses acontecimentos, ela começou a me valorizar.
Mas a mágoa me consome, eu sei que ela me valoriza por que sou a única que resta na vida dela, em meio a tantas mentiras e armadilhas por ela feitas.
Como confiar na raça humana?
" Eu trocaria o telhado da nossa casa
por um lugar no alto da montanha
pertinho das estrelas
e te daria um beijo
como aquele que dei quando te conheci
viveria mil anos só para não deixar dúvida daquilo que sinto
plantaria arvores, cultivaria jardins
eu faria tudo que pudesse para ter o teu amor
menos mendigar a tua presença, mendigar o teu carinho
mendigar o teu coração...
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