Casa sem Teto
Lave sempre a louça da sua casa para nunca passar fome. Coloque diariamente o lixo fora e estude no mínimo uma hora por dia e trabalhe com amor e dedicação que o sucesso virá naturalmente.
A amizade verdadeira não é aquela que vive sempre na sua casa ou que se compra com algo de valor, mas é aquela que se cativa no olhar e mora dentro do seu coração.
A rosa que ela plantou 🌹
O sorriso dela era casa,
luz de tarde, abraço bom.
E quando a rosa nasceu,
foi como ouvir sua voz dizendo:
‘Eu continuo aqui, meu bem…
em cada flor que o amor tocou.’
Uma Flor no meio do Obstáculos
que percebe quando a planta está murchando por falta de sol ou por excesso de tempestade em casa.
Aqui está uma proposta de texto, escrita com a delicadeza e a força que o seu olhar de educadora exige:
O Olhar que Cura: A Pedagogia da Escuta e do Amparo
A Educação Infantil é, acima de tudo, o solo onde a confiança começa a brotar. Para muitos pequenos, a creche não é apenas um prédio; é o primeiro território de paz. Como pedagogos, nosso olhar precisa atravessar a superfície. É um olhar que vem de dentro, pois entendemos que a criança não chega inteira à escola; muitas vezes, ela chega fragmentada, como um mosaico cujas peças foram espalhadas pelo vento.
Antes de qualquer avaliação pedagógica ou julgamento sobre o comportamento, o educador deve se debruçar sobre o "currículo da vida" daquela criança: a sua história, o silêncio da sua casa, a bagagem invisível que ela carrega na mochila.
O Jardim do Silêncio e o Espinho (Metáfora)
Imaginem dois pequenos botões de flor que chegaram ao nosso jardim: Anita e João.
Anita trazia um silêncio que pesava mais que o mundo. Suas pétalas estavam fechadas, e seus olhos eram como poços de água parada, escondendo uma tempestade de dor. João, por sua vez, apresentava espinhos para todos os lados; sua agressividade era o seu único escudo contra um mundo que o feria. No corpo de João, as marcas de "brasas externas" revelavam o calor insuportável de um ambiente que deveria ser sombra, mas era incêndio.
Em uma manhã cinzenta, o silêncio de Anita transbordou em lágrimas. A pequena flor estava despida de sua proteção mais básica, ferida em sua essência mais sagrada por quem deveria podar os perigos, mas acabou sendo a própria geada. O vento que soprava em sua casa era tóxico; sua raiz principal, a mãe, estava perdida em névoas densas, vendendo o próprio perfume para alimentar sombras.
O Olhar do Jardineiro (O Pedagogo)
Foi o olhar atento que percebeu que aquelas flores não estavam apenas "difíceis", elas estavam pedindo socorro. O educador não se limitou a observar a superfície da folha; ele sentiu o tremor da raiz. Através da escuta sensível, as palavras que Anita não conseguia dizer foram ouvidas pelo coração da escola.
Acionamos a rede de proteção — o sol que dissipa a fumaça. O perigo foi afastado, e o solo foi trocado. Hoje, eles crescem em um jardim cuidado pelos avós, onde há terra firme para pisar.
Conclusão: O Papel do Educador
Essa história nos ensina que o papel do educador na Educação Infantil vai muito além do "ensinar". Somos sentinelas da infância. Uma criança agressiva ou uma criança em silêncio absoluto está gritando uma história que ainda não sabe contar com palavras.
O trauma deixa marcas, como cicatrizes em um tronco de árvore, mas o cuidado pedagógico, o trabalho em rede e a proteção constante podem mudar o destino do crescimento. Ensinar é importante, mas enxergar a bagagem que a criança traz é o que realmente salva vidas. A creche não é depósito. É base. E uma base sólida se constrói com olhos abertos, braços prontos para o colo e uma coragem implacável para proteger quem ainda não consegue se defender.
Nota: Todos os nomes e contextos foram alterados para preservar a dignidade e a identidade das crianças envolvidas, reafirmando o compromisso ético com a proteção integral da infância.
"Saudades de um Colo"
Quando a mãe se vai,
a casa fica grande demais.
O silêncio ocupa o lugar do: "filha, comeu direito?"
E a gente entende: o colo acabou.
Agora eu sou o colo.
Sou eu quem mede febre de madrugada,
quem faz a sopinha sem receita — só reza e intuição.
Sou eu quem adivinha o choro antes que vire soluço.
E dói perceber que o jogo virou.
Que ninguém vai largar o mundo para segurar minha mão
quando a gripe me derrubar na cama.
Ninguém vai sentar do meu lado só para eu não me sentir só.
Filho ama, claro que ama.
Mas filho não desmarca a vida para cuidar da gente.
Filho tem pressa. Tem sonho. Tem voo.
E mãe… mãe é sempre porto. Nunca destino.
A mãe que se foi levou junto o mimo.
Levou o "deixa que eu resolvo",
o "vem cá que passa",
o café na xícara certa, só porque ela sabia.
Agora eu sou a mãe.
E entendo que mãe nunca muda:
mesmo cansada, mesmo doente, mesmo com saudade,
a gente abre os braços primeiro.
Mas lá no fundo, bem fundo,
a menina que eu fui ainda espera.
Espera um colo que não volta mais.
Espera a sopa que só ela sabia fazer.
Espera ouvir: "fica tranquila, eu tô aqui".
Mãe não tem mãe.
E quando a nossa se vai,
a gente vira órfã com filho no braço.
Sempre estamos buscando sermos felizes : ter carro do ano, casa nova, mobílias, jóias, viagens, vestidos e sapatos caros, mas tudo é ilusão. Para sermos felizes precisamos de tão pouco,nem ter sorte, e sim opção de ser feliz. Para sermos felizes precisamos de valorizar e respeitar as pessoas que estão ao nosso redor , compartilhar o bem com elas, e a gratidão nos enche de esperanças fazendo nosso dia a dia melhor. Natalirdes Botelho
Observe como está sua casa, suas coisas, seu jardim, está tudo bem arrumado ou tudo desarrumado, sujo largado?
Assim como sua casa, suas coisas, estará sua vida!!!
"NOS TRATAMOS ASSIM COM TRATAMOS NOSSAS COISAS"
Memórias da infância
Minha casa da infância imatura
Guarda o cheiro, o afeto e a memória,
Onde os primeiros passos, inseguros,
Levaram-me a correr de forma notória.
Minha infância tem memórias
Tem cantigas e esconde-esconde
Guardo tudo da minha história
Que o coração aqui responde.
Bola de gude e pique-bandeira,
Passatempos de um tempo bom.
Hoje a tela criou distância,
As telas mudaram o nosso tom,
Deixando longe a nossa infância.
A casa que outrora estava sempre cheia,
Agora está vazia, sem o calor de alguém.
O aroma da comida ainda vagueia,
Lembrança viva do que esse tempo já não tem.
Quantas alegrias juntos em família,
Gritos, correrias e orientações.
Tudo fez parte dessa vigília,
Que hoje relembramos com emoções.
O espaço dos cômodos vazios
Parece ser maior com nossa ausência
A casa agora tão extensa e fria
Respira dor, tristeza e carência.
No quintal, árvores com galhos secos
Lembram dias de glórias e brincadeiras,
Cheiro de chuva na terra molhada
E o pé na lama dessa maneira.
Ah, que saudade desse tempo,
Doce parte da minha história!
São lembranças levadas ao vento,
Que eternizam nossa memória.
O tempo se encarrega de fazer esquecer
Lembranças amargas que só entristecem,
Mas traz também alegria e florescimento
De situações que na alma enriquecem.
Raimundo Nonato Ferreira
Julho/2026
CASA DA ALMA
Às vezes a vida me pergunta em silêncio:
“Você se sente viva?”
E eu respondo com o peito apertado:
“Quero sentir, não só existir.”
Quero pertencer a este mundo
como a raiz pertence à terra,
como o rio sabe que o mar o espera.
Não me bastam palavras soltas no ar.
Quero o amor que se sente na alma,
que aquece sem precisar explicar.
Quero amar profundamente,
mas também ser amada na mesma medida,
como duas marés que se encontram
e não sabem mais onde uma termina
e a outra começa.
Quero alguém que me faça sentir saudade
quando o silêncio ocupar o espaço do seu nome.
Alguém que seja minha casa,
não de tijolos, mas de presença,
onde eu sempre queira voltar.
Quero ter alguém para admirar em silêncio,
alguém que não seja só “meu amor” na boca,
mas “meu abrigo” no peito.
Não sei se existe outro ser humano
que sinta essa mesma necessidade.
Mas sei que, enquanto espero,
continuo inteira em meu desejo,
porque quem sente tão fundo
já carrega, em si,
a prova de que o amor é possível.
DITADO
Ninguém discute com o tempo antes de por a casa de pé.
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
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O futuro não é um lugar onde chegamos, mas uma casa que construímos com as pedras que assentamos no presente.
Ás vezes me pego pensando no que é um lar, por mais que pensemos que é uma casa, acredito que não. Acho que um lar é um lugar onde nos sentimos seguros, amados, acolhidos. As vezes esse sentimento pode vir ao estar com outra pessoa. Ou quando estamos sozinhos.
É muito ruim quando não temos um lar. Sentir não importa onde esteja, você não se encaixa. Que não importa o quanto você se esforce, ali não é seu lugar. Que ali, você não se sente completo.
Mas é tão bom quando você finalmente encontra o seu lugar. Melhor ainda quando você o conquista. Quando você encontra as demais peças do seu quebra-cabeça. E você se sente mais leve, mas feliz, mais aceito.
A natureza é nossa casa, não nosso brinquedo...
Pois ninguém nasceu para ser ferido:
nem o homem,
nem o animal,
nem a própria vida.
Quando jovem, reclamava dos meus pais. Saí de casa. Na faculdade, reclamava do curso de Psicologia. Mudei para Filosofia.
Aprendi que culpar os outros ou a situação não leva a nada. Só nos deixa parados. A verdadeira mudança começa quando paramos de reclamar e agimos.
Cada reclamação é um sinal para tomar uma atitude. É uma chance de sair do lugar e construir algo novo. Use esse incômodo como força para dar o próximo passo, por você mesmo.
A vida não acontece para você. Ela responde às suas escolhas e à sua coragem de mudar.
Deixar a casa dos pais é abrir asas num céu sem mapa. A alma treme entre a euforia de voar e o medo de cair. A saudade vira bússola; a liberdade, vento. As dificuldades são pedras no caminho, mas também degraus. Persistir é dançar com o medo e seguir. Aos poucos, você aprende a ser seu próprio porto, sua própria casa. Dentro de você mora uma força antiga, instinto de sobrevivência que tece recomeços. É redescobrir, reinventar, reviver, viver, aprender. Chegar não é perfeição: é florescer. E se um dia voltar, que seja por amor, ...
Amor... Coisa de Gente!
Que o mais puro azeite que existe nos céus e na terra faça pousada em sua casa hoje e para todo sempre. Amém!
Ana chorava pelo vazio do ventre.
Noemi, pelo vazio da casa.
Deus ouviu as duas
e trocou o luto por dois nomes:
Samuel e Obede.
Onde havia morte, Ele gerou milagres.
#Esperança #Soberania
Tem gente cheia de casa.
Cheia de dinheiro.
Cheia de carro.
Mas vazia de Deus.
Desnutrida do espírito.
Obesos de bens.
Famintos de Deus.
#Alma #Espirito
