Deixar a casa dos pais é abrir asas num... Alexandre Sefardi

Deixar a casa dos pais é abrir asas num céu sem mapa. A alma treme entre a euforia de voar e o medo de cair. A saudade vira bússola; a liberdade, vento. As dificuldades são pedras no caminho, mas também degraus. Persistir é dançar com o medo e seguir. Aos poucos, você aprende a ser seu próprio porto, sua própria casa. Dentro de você mora uma força antiga, instinto de sobrevivência que tece recomeços. É redescobrir, reinventar, reviver, viver, aprender. Chegar não é perfeição: é florescer. E se um dia voltar, que seja por amor, ...
Amor... Coisa de Gente!