Casa sem Teto

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“eu quero ir para casa, mas absolutamente nenhum lugar parece mais lar.”

"Estamos todos apenas acompanhando uns aos outros de volta para casa."

A educação começa em casa, mas pratica-se em todos os lugares.

Antes de querer dar o seu melhor para a casa ou para as obrigações, dê o seu melhor carinho a si mesmo. Você já é suficiente.

O bom caráter demonstra-se na coerência entre as palavras e as atitudes dentro e fora de casa, sendo o alicerce insubstituível do respeito mútuo.

"Dentro de casa, cada tarefa feita com amor constrói o caráter; valorizar quem trabalha ao nosso lado é o primeiro passo para ter um lar abençoado e pleno de paz."

"O falso caráter é como uma casa construída na lama: pode parecer firme por fora, mas desmorona ao primeiro temporal da verdade."

Aqui, ao lado, bem ao lado, dentro de casa, os desafetos já se vestiram como um de nós;
Não precisa de muito, apenas um dia, horas, minutos, e as roupas se trocam;
Admiração que se vai, decepção que chega; chega acompanhada daquela sensação de tempo perdido; energia lançada ao vento. E uma sensação de que o maior erro foi ter dito "Sim".

Em uma cidadezinha no meio das montanhas de Santa Catarina, encontrava-se uma casa cercada de abóboras assustadoras, onde pensava-se que era habitada por fantasmas dos antigos proprietários daquele lugar, próximo da casa existia um cemitério cheio de cadáveres enterrados dos professores que educaram os filhos daquela casa.
Tamanha era a assombração que ninguém podia residir nela❗️❗️❗️
Autor: Batista Júnior.

Nós, e todas as coisas que existem em nosso âmago, não somos uma casa que se constrói; somos uma casa que sempre existiu. A nossa jornada, portanto, não é de aquisição, mas de remoção. Conhecer essa morada é o ato de retirar os entulhos, as lonas e as densas camadas de poeira — dogmas, medos e expectativas alheias — que o mundo jogou sobre nós.
​Não existe a necessidade de "se tornar" alguém, pois já somos. O desafio real é parar de tentar ser quem não somos. Para manifestar a verdade que já habita em nós, o autoconhecimento é a chave que abre as portas: ao desconstruir o que nos foi imposto, finalmente passamos a habitar a casa que sempre nos pertenceu.

A melancolia dos dias, se torna mórbida e monótona, diante da casa vazia, cheia de solitude.

FAZENDA DA VIDA
Autor: Góis Del Valle

Deixei pra trás a estrada de barro, a casa simples da minha mãe. Deixei pra trás os meus irmãos. No rosto, a tristeza de meu pai. É… há esperança pra quem sonha: um dia voltar pra casa!

Eu cresci na fazenda, plantando meus sonhos,
em busca do amor, da sorte e sucesso. Foi em terras floridas que eu dei os meus passos; na asa da sorte, agarrei meu destino. Enfrentei muita luta, nesse mundo cruel, de gente temida, que pisou no meu ser.

Na fazenda da vida, plantei esperança,
e hoje eu colho amor, sorte e sucesso.
Cresci entre sonhos, agora reais, com
força na alma e sorrisos no rosto.

Eu me tornei um cantor.

A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos; e neste lugar darei a paz, diz o ­Senhor dos ­Exércitos.

Ageu 2:9

A casa e os bens são herança dos pais; porém do Senhor vem a esposa prudente.

Provérbios 19:14

Fiz uma promessa,
Só saio de casa
Se for pra floresta.

a minha amiga que esta na minha casa a brincar comigo e com a minha irmã⁠ de escola e ela é professora eu diretora e a minha irmã é a aluna

Nenhuma casa, aberta ou fechada, consegue conter a paz que sinto sob o céu aberto. Sou do campo, do vento e da floresta; é ali que minha alma respira livre.

Quando a inveja resolve sair de casa, destila toda a sua ira; porém, a fé, quando constante, suplanta todo o mal produzido.

Uma casa onde você não escuta o tilintar de panelas e frigideiras é algo desanimador.

A chuva chegava sem pressa, como quem volta para casa depois de muito tempo. Cada gota parecia hesitar antes de tocar o chão, suspensa numa dúvida que só o céu entendia. E lá embaixo, as nuvens subiam do asfalto quente — não eram de vapor, eram de memória, de coisas que a gente deixa para trás sem perceber.
No meio dessa confusão de águas, havia um espelho velho, encostado em nada. Ele não refletia rostos, refletia saudade. Você olhava e via a versão de si que não escolheu, parada do outro lado, também te olhando. Doía um pouco. Doía bastante, na verdade.
E o relógio? Ele não tinha ponteiros, só tinha paciência. Marcava horas que a gente não viveu, minutos que escorregaram entre os dedos enquanto distraímos. Às vezes eu pegava ele no colo e sentia o peso do tempo perdido — não é culpa, é só... vida.