Cartas para Pessoas Especiais

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Eu perdi o medo de perder pessoas quando aprendi que aquilo que é verdadeiro não precisa ser segurado.

Quem realmente gosta, permanece.
Mesmo quando a distância se alonga,
mesmo quando o tempo passa,
mesmo quando a vida coloca obstáculos no caminho.

Porque quem carrega afeto de verdade
sempre encontra uma fresta por onde a presença possa entrar.

Aprendi que amor não se sustenta em cobranças,
amizade não sobrevive de insistência,
e reciprocidade não precisa ser implorada.

O que é verdadeiro flui.
Não exige esforço de um só lado,
não transforma presença em obrigação,
não faz você se sentir sozinho enquanto tenta manter alguém por perto.

Quem quer estar, encontra um jeito.
Quem se importa, demonstra.
Quem valoriza, cuida.
Quem ama, permanece — ainda que precise atravessar quilômetros, silêncios e tempestades.

Por isso, já não tenho medo das partidas.

Algumas pessoas chegam para ficar.
Outras chegam para ensinar.
E algumas simplesmente seguem outro caminho.

E tudo bem.

Porque aprendi a abrir as mãos sem amargura
e deixar partir aquilo que já não escolhe permanecer.

No fim, descobri que não precisamos correr atrás de ninguém.

O que pertence ao coração não precisa ser perseguido.
O que é verdadeiro encontra o caminho de volta.
E quem realmente deseja permanecer
não precisa de motivos para ficar —
transforma o próprio desejo em presença.

Não é a religião que define alguém


Não qualifico as pessoas pela religião que professam.
Prefiro observar a bondade que praticam, o respeito que oferecem e o bem que deixam por onde passam.


Porque mais importante do que o nome da fé que carregamos é a maneira como tratamos o próximo.


Religiões podem ter caminhos diferentes, mas a verdadeira espiritualidade se revela nas atitudes: no amor, na compaixão, no respeito e na capacidade de fazer o bem sem precisar diminuir ninguém.


No fim, não é o que você diz acreditar que mais importa… é o bem que sua presença faz no mundo.

A DEMOCRACIA NÃO MORRE APENAS QUANDO UM DITADOR TOMA O PODER. MORRE TAMBÉM QUANDO AS PESSOAS ACEITAM QUE ELE NÃO POSSA MAIS SER QUESTIONADO.

Eu aceito perder uma eleição. Aceito ser governado por alguém que considero despreparado, conviver com decisões que me revoltam e assistir a milhões de brasileiros comemorarem aquilo que considero um erro. Isso faz parte da democracia. A liberdade não me garante a vitória; garante que eu possa continuar lutando por ela.

O que não aceito é perder, junto com uma eleição, o direito de disputar a próxima.

Posso considerar meu candidato ruim e, ainda assim, escolhê-lo por entender que a alternativa representa um risco maior. Não preciso esconder seus defeitos, inventar virtudes ou transformar suas falhas em qualidades para justificar meu voto. A política não exige paixão cega. Exige discernimento.

Incompetência, demagogia, corrupção e irresponsabilidade são defeitos graves, que precisam ser denunciados, investigados e punidos. Mas existe algo ainda mais perigoso: o governante que não aceita limites, despreza as instituições e considera a derrota uma afronta pessoal. Porque um político ruim pode ser substituído. Um sistema que impede sua substituição ameaça a própria liberdade.

Quem aceita governar uma democracia precisa aceitar também a possibilidade de perder o poder. Não importa se acredita ser escolhido por Deus, se multidões o aplaudem ou se considera seus adversários indignos de governar. Nenhuma convicção pessoal, nenhuma popularidade e nenhum culto à personalidade estão acima das regras democráticas.

O presidente não é dono do Brasil. Recebe as chaves de uma casa que pertence ao povo, por um tempo determinado. Quando o mandato termina, deve devolvê-las. Não pode confundir o cargo com propriedade, a vitória com superioridade moral ou o voto com uma autorização para fazer tudo o que deseja.

E há algo que precisa ser dito com toda a clareza: a maioria tem o direito de escolher quem governa, mas não tem o direito de decidir quem merece ser livre, respeitado ou reconhecido em sua dignidade.

Não cabe ao Estado impor uma religião, determinar qual família merece ser considerada família, qual amor é digno de respeito ou negar a alguém o direito de existir com sua própria identidade. Um presidente pode entregar sua vida a Nosso Senhor Jesus Cristo, se essa for sua fé. Mas não pode entregar o Brasil em nome de uma escolha que pertence à sua consciência, e não à consciência de milhões de brasileiros.

A fé de um governante merece respeito. A liberdade de todos os cidadãos também.

É justamente por isso que o presidente não pode ser poderoso a ponto de fazer tudo o que quer. O Congresso, a Justiça, a imprensa livre e a oposição existem para estabelecer limites, fiscalizar, investigar e dizer NÃO quando o poder ultrapassa suas fronteiras. Essas instituições podem falhar, decepcionar e até envergonhar a sociedade. Precisam ser cobradas, corrigidas e aperfeiçoadas. Mas destruí-las porque contrariam o governante é abrir as portas para algo muito pior: o poder sem controle.

Não existe democracia verdadeira quando o governante só respeita as instituições que lhe obedecem.

E, quanto ao candidato em quem votei, não lhe devo submissão. Se vencer, continuarei observando, questionando e denunciando seus erros. Não vou passar quatro anos fazendo malabarismos para defender o indefensável, inventando desculpas para justificar o injustificável ou atacando quem ousar criticar aquele em quem depositei meu voto.

Afinal, que espécie de consciência é essa que reconhece os erros do adversário, mas se torna cega diante dos erros do próprio lado?

É vergonhoso transformar políticos em ídolos e eleitores em soldados de uma guerra na qual os poderosos disputam o comando, enquanto a população briga entre si. O voto não é um contrato de fidelidade. Não é uma declaração de amor. Não é uma procuração em branco.

O político trabalha para o povo. O povo não existe para servir ao político.

Quem vota não se torna devedor de quem foi eleito. É o eleito que assume a obrigação de prestar contas a quem lhe confiou o mandato.

Não tenho compromisso com a vaidade de um governante, com a conveniência de um partido ou com a necessidade de defender uma escolha passada. Tenho compromisso com a verdade, com a liberdade e com o direito de mudar de opinião quando os fatos exigirem.

Porque meu voto pode ter prazo. Minha consciência, não.

Posso perder uma eleição sem perder a dignidade. Posso aceitar uma derrota sem aplaudir aquilo em que não acredito. Posso reconhecer a vitória de quem rejeito sem abrir mão do direito de combatê-lo politicamente.

O que jamais devo aceitar é que alguém transforme a própria vitória em licença para impedir a minha próxima tentativa.

A democracia não exige que eu vença. Exige que eu possa perder sem me tornar prisioneiro de quem venceu.

E, se um dia eu tiver de escolher entre defender o político em quem votei e defender o direito de tirá-lo do poder, não terei dúvidas: ficarei com a democracia.

Porque políticos passam, governos terminam e partidos desaparecem. Mas, quando um povo entrega sua liberdade em troca da ilusão de que seu líder nunca erra, pode descobrir tarde demais que perdeu muito mais do que uma eleição.

Meu voto elege um governante. Não elege um dono. Minha derrota não me tira a liberdade. E a vitória de ninguém lhe dá o direito de roubá-la.

É assustador perceber que algumas pessoas não precisam de provas para acreditar em uma mentira, mas exigem provas infinitas para aceitar a verdade.
Não é a falta de informação que alimenta a ignorância, mas a resistência em aceitar aquilo que contraria as próprias crenças.
Quando alguém escolhe aquilo em que quer acreditar, nenhum fato parece suficiente. A mentira é acolhida porque conforta; a verdade é rejeitada porque incomoda.
O maior triunfo da mentira não é enganar quem desconhece a verdade, mas convencer alguém a rejeitá-la mesmo depois de encontrá-la.

O GRANDE ERRO DA HUMANIDADE
As pessoas nasceram para ser amadas, não usadas. As coisas foram feitas para ser usadas, não amadas.
Mas a humanidade inverteu seus valores: ama o dinheiro e usa as pessoas; valoriza o que possui e despreza quem está ao seu lado; troca sentimentos por interesses e afeto por conveniência.
Há quem sacrifique pessoas para conquistar coisas e, depois, descubra que acumulou bens, mas perdeu o que realmente tinha valor.
No fim, o verdadeiro fracasso não é morrer sem riquezas, mas perceber que, na busca por ter tudo, deixamos de valorizar quem realmente importava.

Psicopatia / Pessoas Antissociais




Minha mãe sempre me disse: Louco não ataca Louco, finja e responda-o a altura.




É fácil reconhecer um psicopata: Ele zombará, falará da fé das pessoas com tom maldoso, de incredulidade e vulnerabilidade como pouca inteligência.
E achará vantagem nos tratos, relacionamentos com pessoas de pouca idade pelo prazer da sua pouca experiência, reconhecimento de malícia, isso é diversão para ele.

Milagre


As pessoas passam a vida procurando por milagres...
Esperam morrer para ver o milagre de voltar.
Imaginam potes de ouro no fim do arco-íris,
E até procuram o "fim" dele.


Mas não percebem que o maior milagre é o amor...
E a maioria passará a vida inteira sem senti-lo.
Não por falta de merecimento,
Mas por falta de humildade.
2021

Sonho artificial


As pessoas vivem aprisionadas a um padrão social, alimentando crenças limitantes e, em nome delas, se autodestroem. Vivem uma vida que não existe — um sonho artificial, distante da verdade. Tornam-se artistas impecáveis, encenando papéis que não lhes pertencem, enquanto renegam quem, por coragem ou necessidade, ousou sair do roteiro.


Isso não é poesia. É assustador. São pessoas que se colocam em pedestais frágeis, julgando, ferindo e apunhalando o outro, enquanto batem no peito para se autoproclamar honestas e dignas. Mas a verdade é dura: a maioria — talvez todos, não sei — são apenas covardes. Covardes demais para abandonar a zona de conforto, para lutar pelo que querem, para assumir o que amam.


No fim, essa omissão também vira crime. Crimes silenciosos ou explícitos, como os cometidos pelos pais dessa menina de 15 anos. Porque nem todo pai é pai de verdade. E, da mesma forma, nem todo humano é humano de verdade.

Final?



As pessoas estão pedindo um desfecho…
Imagino que este seja o fim:
um contrato onde ela voltaria,
pisaria novamente aquele solo —
e assim foi feito.


Não se trata de um filme de ficção,
com guerras e efeitos especiais.
Às vezes, só é preciso energia,
a frequência,
o brilho que emana da alma…
e isso basta.


Não com estrondo,
nem com sinais nos céus,
mas como a luz que atravessa frestas:
discreta, inevitável…
impossível de conter.


Não era luta,
não era espetáculo.
Era ajuste.


Pouco, talvez,
para um mundo sedento de ilusão —
mas suficiente para equilibrar uma situação.


Porque o verdadeiro embate
nunca foi visto,
nunca foi narrado.


Afinal, as maiores batalhas
não ocorrem neste plano…


E talvez — só talvez —
isso ainda esteja longe de acabar. 🌙

Luz Própria


Não vou apagar a minha luz porque existem pessoas que fogem do que brilha.


Vou brilhar mais, até incomodar, até que a opinião do outro já não seja necessária.


Vou apenas brilhar.
Por mim.
Para mim...


Porque cama de hospital e caixão são individuais.


Somos responsáveis pelo que entregamos, não pelo que recebemos de volta.


Não vou me diminuir para caber no mundinho de ninguém.


Quem ama não limita os seus passos; ao contrário, corre para alcançar.


Antes, eu escrevia textos, declarações apaixonadas e recebia um simples “joinha”.


Hoje, os textos viraram poesias, músicas, crônicas — e são postados para todos.


Não vou parar de escrever.


Vou escrever mais.
Vou escrever melhor.


Quem sabe, em algum lugar, alguma palavra minha possa tocar o coração de alguém.


E, quem sabe, possa ajudar.


Porque, se a minha luz incomodar alguns, que ela, pelo menos, possa iluminar o caminho de outros.

⁠Hoje em dia a vida nos pede que sejamos fortes.

Muitas pessoas, por pouca coisa, ficam com os nervos à flor da pele e cometem desatinos.

Depois, arrependem-se, mas o mal já está feito.

Acrescentemos a tudo isso, a nossa natural tendência de buscarmos, em primeiro lugar, o nosso bem estar.

Como essa busca predomina não e verdade!

Ela está presente em quase tudo, e se junta às nossas incertezas, por si só, abundantes.

Mas, não nos assustemos!

Coloquemos o nosso coração onde ele precisa estar: acima de todas essas adversidades.

Evitemos a sintonia com esses sintomas desesperadores. Permaneçamos acima deles e não nos abatamos.

Além do mais, como pessoas boas, temos o hábito de tomar como nosso o desespero dos outros.

Por isso, ainda que, de certa forma, entristeçamos o nosso coração, mantenhamos o equilíbrio e baseados na razão.

Tenhamos sim, compaixão pelos que se envolvem em acontecimentos dolorosos, oremos por eles, mas meçamos nossa ajuda com a régua da justiça e do amor racional, pois, muitos de nós necessitam de auxílios especiais.

Pelo menos por alguns minutos, possamos refletir sobre a importância de nos preservarmos também, pois, como ajudar alguém, se estivermos fracos e doentes, física, mental e materialmente?

Lembremos que: "Só podemos dar do que temos!"

Um grande beijo em seu coração.

R&F Perazza.'.

Vivo num mundo aonde os pensamentos são rasos,
Percebo a fraqueza dos sentimentos nas pessoas através do seus olhares perdidos,
Enquanto uns nadam em círculos em busca de terra firme, outros tantos permanecem boiando despreocupados,
Para o mundo atual, andar na superfície olhando para o horizonte é um ato extremamente raro.

Virada de ano novo


As pessoas estão preocupadas com o fim do ano, e já estão se preparando para a virada do fim do ano com seus planos de roupa nova, desejos novos, planos desenhados às pressas. Mas o que adianta você entrar num novo ano com coisas novas, SE VOCÊ NÃO VAI ENTRAR NUM NOVO EU? Você muda de estação, mas a mentalidade continua velha, sem reflexão nenhuma da sua vida, só que nada disso importa se o “eu” que atravessa a meia-noite continua preso aos velhos hábitos errôneos. O calendário muda, mas a vida não acompanha quando a mente permanece estacionada. A verdadeira virada não acontece no relógio; acontece dentro do coração, quando decidimos nos tornar novas criaturas e renovar a própria maneira de ser. A data é só cenário. A mudança real é quando você permite que uma nova versão de si mesmo desperte. É essa virada interna que transforma qualquer ano em um recomeço.

Olhe sempre diretamente nos olhos das pessoas. Sustentar o olhar é uma demonstração de coragem, transparência e autoconfiança. Quem não consegue manter o olhar, muitas vezes transmite submissão, medo ou falsidade. Quando você olha nos olhos, coloca-se em pé de igualdade com o outro, sinalizando que se respeita — e que exige respeito.
​Nunca tenha medo de pedir. Pedir ajuda quando se precisa não é humilhação: é um ato de coragem. É mil vezes mais digno estender a mão para pedir do que rebaixar o próprio caráter para tomar o que não é seu.
​Não respeite quem não te respeita, pois o respeito jamais deve ser uma via de mão única. Quem quebra esse pacto social básico não faz jus à sua consideração. O recado é simples: "Quem dá respeito, tem respeito". Respeito é uma semente — planta-se para colher.


John Rabello de Carvalho

É que, às vezes, as pessoas se acostumam com a versão de você que conheceram e passam a acreditar que ela é definitiva. Como se você ainda fosse exatamente a mesma pessoa de quando entrou na vida delas. E isso é tão injusto.

Ninguém atravessa a vida sem mudar. Ou atravessa?

As dores, as perdas, as conquistas e tudo o que aconteceu no meio do caminho inevitavelmente transformaram você em outra pessoa — em um novo capítulo. E talvez, nesse capítulo, a presença de algumas pessoas já não faça mais sentido como antes.

Alexsándra Duárte

Acredito que algumas pessoas se aproximam pelo que enxergam de imediato, mas permanecer exige muito mais do que uma primeira impressão.

Ser abrigo não significa carregar ninguém no colo. É oferecer acolhimento, parceria e segurança, entendendo que construir um lar a dois exige disposição, responsabilidade e reciprocidade.

Acredito em relações que incentivam o crescimento, que despertam coragem, que ajudam a enxergar possibilidades onde antes só existiam obstáculos. Mas cada pessoa precisa estar disposta a fazer a sua parte, correr atrás dos próprios sonhos e assumir o protagonismo da própria vida.

A beleza pode despertar o interesse inicial, mas é a essência que sustenta a vontade de ficar. São os valores, a admiração, a maturidade, o respeito e a capacidade de construir juntos que dão sentido a uma relação.

No fim, não se trata de ter alguém para exibir, mas alguém com quem compartilhar a vida. Alguém que tenha seus próprios sonhos, que celebre os meus e que compreenda que uma relação saudável não é sobre um carregar o outro, mas sobre ambos escolherem caminhar lado a lado.

Porque amor não é apenas encontrar alguém com quem dividir os dias. É encontrar alguém que também queira construir, crescer e permanecer.

O que encanta pode aproximar. Mas é a reciprocidade que faz ficar.


Alexsándra Duárte
20/10/2026

O que mais me machuca é discutir com uma das pessoas que mais amo. E dói tanto saber que tudo o que você fez a essa pessoa parece ter sido NADA ou muito pouco. Não é questão de lágrimas, mais neste momento meu coração sangra. E não é Dramatologia, é que dói muito, mais muito mesmo. -Só queria que você entendesse que você é um pedaço de mim e mesmo que eu não esteje contente com o que vejo, não consigo viver sem você. Agora conquiste outros valores que são importantes também, entenda que isso é pra você e somente para se incorporar na sua meta ao auto-conhecimento, faça-me admirar-te na vida, orgulhar-me das suas ações, aplaudir sua jornada no caminhar, vibrar com suas vitórias, por que meu amor a ti sempre terás.

—By Coelhinha

Existem pessoas que precisam o "1º de Abril" pra falar algumas VERDADES como se fossem MENTIRAS.
Essas são chamadas de "Oportunistas".
Outras de falar sempre MENTIRAS como se fosse VERDADES.
Essas são chamadas "Falsas".
E outras que tem dissernimento pra saber o que "dizer e quando dizer".
Essas são chamadas de "Sensatas".

—By Coelhinha

“Não mudei, deixei de ser a moçinha inocente que as pessoas manipulavam. Se você observar vai ver que foi você que mudou comigo. Eu sei que prefiro ficar literalmente sozinha, porque prefiro minha própria companhia do que estar cercada de pessoas que não fazem a maior diferença na minha vida ( Me importa un pepino). Sei que meu sorriso incomoda, que minhas lágrimas, disfarçam. Que minhas respostas assustam. Sei que meu carinho vicia e meu desprezo desespera!. Sei que falo palavrão, que sou bipolar e posso mudar meu temperamento em segundos com o mesmo tempo que você gasta em piscar seus olhos. Sei que meu lado sincero às vezes não agrada porque fere sentimentos de alguém. Mais este é o meu lado[...]que se eu mudasse...Já não seria Eu!.”

—By Coelhinha

"Algumas pessoas surgem em nossas vidas como uma benção, a estas faço questão de manter-las. Outras como lição; a estas já faço questão de despedir-me assim que aprendo...na busca de não ter que conviver no mesmo recurso do cansaço de não cometer os mesmos erros."

―By Coelhinha