Cartas para Pessoas Especiais

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Maurício Rodrigues Lucas: uma vida que permanece na memória


Há pessoas cuja existência não pode ser resumida por datas, documentos ou acontecimentos. Algumas vidas adquirem significado sobretudo pelos vínculos que constroem, pelo afeto que despertam e pela marca que deixam naqueles que tiveram a oportunidade de compartilhá-las. Maurício Rodrigues Lucas foi uma dessas pessoas.


Conhecido carinhosamente como Maumau, Maurício construiu sua presença no mundo através de uma característica que se tornou inseparável de sua memória: a capacidade de despertar amor. Para quem o conheceu intimamente, ele não foi apenas um companheiro, um amigo ou uma presença cotidiana. Foi parte da própria história afetiva de quem caminhou ao seu lado.


Sua trajetória esteve marcada por encontros, separações, reencontros e, acima de tudo, por um vínculo que resistiu às circunstâncias. Durante anos, William Contraponto e Maurício Rodrigues Lucas construíram uma relação na qual o amor não se apresentou como uma ideia abstrata, mas como convivência, cuidado, conflito, reconciliação e escolha.


Maumau também ocupou um lugar singular na vida de William. Se William era frequentemente conduzido pela intensidade de suas convicções, Maurício funcionava como contraponto. Não necessariamente porque pensasse da mesma maneira, mas porque sua presença fazia William refletir. Era o freio diante do acelerador, a lembrança de que uma convicção também precisa encontrar humanidade.


Essa dimensão talvez seja uma das mais importantes de sua memória.


Maurício não foi apenas alguém amado. Foi alguém que transformou quem o amava.


Há uma imagem particularmente forte nessa lembrança: o sorriso de Maumau. Um sorriso capaz de representar felicidade, reconhecimento e intimidade. Mesmo diante das circunstâncias mais difíceis, esse sorriso permaneceu associado àquilo que havia de mais precioso na relação entre os dois.


A doença e a proximidade da morte modificaram brutalmente o cotidiano, mas não apagaram essa história. Pelo contrário, fizeram com que pequenos elementos da convivência adquirissem uma dimensão ainda maior. Um olhar, um sorriso, uma lembrança, uma palavra ou simplesmente a presença de alguém ao lado passaram a carregar o peso de uma vida inteira compartilhada.


A morte encerra uma existência biológica, mas não determina sozinha o destino de uma memória.


Maurício continua existindo nas histórias contadas sobre ele, nas fotografias, nos objetos, nas lembranças e, principalmente, naquilo que modificou dentro das pessoas que o amaram.


Por isso, falar de Maumau não é apenas escrever sobre alguém que morreu. É escrever sobre alguém que continua produzindo significado depois da morte.


A memória de Maurício Rodrigues Lucas pertence também àqueles que o conheceram, mas existe uma dimensão profundamente particular nessa lembrança. Para William, Maumau foi o amor da sua vida. Foi companheiro, confidente, presença afetiva e referência. Foi também alguém que, de maneira silenciosa, ensinou que amar uma pessoa é permitir que ela transforme nossa maneira de enxergar o mundo.


Talvez seja justamente por isso que a memória de Maumau não precise ser construída como uma estátua distante ou como uma imagem idealizada. Sua grandeza está na humanidade.


Maurício foi uma pessoa real, com sua personalidade, seus afetos, suas contradições, suas alegrias e suas dificuldades. E é justamente essa humanidade que torna sua lembrança tão verdadeira.


A homenagem que permanece não precisa transformar Maurício em alguém que ele não foi. Pode simplesmente preservar aquilo que ele significou.


Nesse sentido, lembrar Maumau é uma forma de ação.


É afirmar que uma vida não desaparece completamente quando seu coração deixa de bater. Parte dela permanece naqueles que foram tocados por sua existência. Permanece no amor recebido, nas experiências compartilhadas e nas mudanças provocadas pela convivência.


William Contraponto, poeta e pensador, pode escrever sobre muitas coisas: existência, desamparo, sociedade, democracia, humanidade, liberdade. Mas existe uma dimensão de sua própria história que nenhuma reflexão filosófica consegue substituir.


É a experiência de ter amado Maurício.


E talvez seja justamente aí que a memória de Maumau encontre sua forma mais profunda.


Não como uma ausência absoluta, mas como uma presença transformada.


O homem que foi companheiro continua sendo lembrança. O sorriso continua sendo imagem. O amor continua sendo sentimento. A história continua sendo contada.


E enquanto houver alguém disposto a dizer seu nome, Maurício Rodrigues Lucas não será apenas uma pessoa que pertence ao passado.


Será alguém que continua fazendo parte da história de quem ficou.


Maurício Rodrigues Lucas.
Maumau.
O amor de uma vida.


E algumas histórias, mesmo quando terminam, nunca deixam de ser vividas dentro de nós.

S⁠ONHAR
Sonhar, as pessoas de hoje, não sonham mais, pois a mente, está tão ocupada, com pré-conceitos e soberba, que o sonho não tem lugar pra viver, a mente vagueia na sombra da violência contra a essência da vida. Sonhar é permitir conhecer a realidade da vida: que nada somos, que nada temos, que nada dura para sempre, que tudo é ilusão. Então permita sonhar dormindo ou acordado, daqui, nada carregará, para outra vida. Não permita, que outras pessoas, interrompa seus sonhos, .... viva todos Eles.
Natalirdes Botelho

Quinta-feira, dia 27/08/2020
Reike, para mais de 40 pessoas .... Reike enviado, com Amor, Alegria, Dedicação e Luz, Energia Vital Curadora, para todos, que tiveram, a intenção de receber e compartilhar, com seus familiares, amigos e amores.
•Só podemos dar o que temos em nós.
•Só recebemos o que merecemos.
Então trabalhemos, para recebermos e compartilharmos mais e mais Luz, Paz cura e libertação .
Fica a dica.
Natalirdes Botelho

Um dia a gente acorda e percebe que muita coisa mudou sem fazer barulho.
Algumas pessoas foram embora, outras chegaram.
Certas dores perderam a força, e sonhos que pareciam distantes começaram a fazer sentido.


Tem dias em que isso assusta.
Mas também tem algo bonito em perceber que a vida não pede permissão para seguir — ela simplesmente continua.

Eu poderia ser uma adolescente normal se não tivesse uma família formada por 11 pessoas.
Eu deveria ter sido uma criança normal se não fosse as responsabilidades que eu cumpria.
Eu gostaria de gostar do que eu faço se não fosse obrigada a fazer.
Eu deveria freqüentar ambientes de lazer se não tivesse que trabalhar
Eu deveria reclamar quando dizem algo que eu não gosto, se não tivesse inspiração para descrever cada situação.
Eu poderia reivindicar quando sou julgada injustamente, mas calo-me e a humildade prevalece.
Eu deveria ter uma péssima impressão da vida se não fosse a paixão que eu tenho pelo viver.

A VITORIA DE UM ESCRITOR


Por muito tempo tive medo das críticas,
nos dedos das pessoas o receio
de que minhas palavras fossem vazias.
Hoje eu mudei: sou escritor medíocre, sim.
Prefiro ser um escritor medíocre
do que um escritor que não escreve.
Por muito tempo fui um escritor que não escrevia,
então não sinto mais o julgamento.
Desfrute das palavras deste autor,
porque enfim chegou a vitória
de um escritor.



Campo Grande 23.09.2026

Para concluir, vou me afastar de muitas pessoas, inclusive da chamada esquerda pós-moderna, que, na minha visão, acaba deturpando a Esquerda da qual faço parte e na qual acredito.

Ficarei à margem nuclear, não por arrogância ou desprezo, mas para não levar meus ideais para determinados ambientes e acabar gerando contendas desnecessárias.

Lembro-me de “O Menestrel”, texto atribuído a William Shakespeare, quando fala sobre a idade e a sabedoria. No meu entendimento, a idade, por si só, não traz sabedoria. A sabedoria está ligada aos acontecimentos que vivemos e, principalmente, à maneira como conseguimos lidar com eles.

Talvez seja justamente isso que estou fazendo agora: aprendendo com aquilo que vivi, com aquilo que estudei e, principalmente, com aquilo que observei.

Então, um abraço a muitos conhecidos.

Os próximos quatro anos serão difíceis. Mesmo que Lula consiga virar no segundo turno, o cenário político que se desenha aponta para um Congresso que poderá impor grandes dificuldades à construção de uma base governista estável e à aprovação de sua agenda. Não digo que será impossível governar, mas certamente não será simples.

Por isso, vou me afastar de muitas pessoas. Não por ódio, arrogância ou superioridade intelectual, mas porque, às vezes, preservar seus princípios, sua consciência e sua paz exige saber a hora de permanecer em silêncio e simplesmente seguir o próprio caminho.

Eu aprendi ao longo da vida, que não se deve destruir todas as utopias, pq sem elas muitas pessoas entram em depressão e morrem. Portanto, até o que é razoável que questione certas “mentiras sagradas” pode ser atribuído como heresia, porque ela existe em todo o campo do saber, do crê e do viver, como decorrência fatalista.
F. Meirinho

MOMENTOS

Passei várias horas pensando no mundo

Pensando nas pessoas e no futuro da humanidade...

Foi aí que então! Uma pergunta veio em minha mente

Será que existe felicidades?
Mas aos poucos percebi que ; a vida não existe agente sonha..
Quase nada tem muito sentido
É quase tudo ilusão ...
Coisa de sorte
Umas tem outras pessoas não!
Não posso acreditar que a vida seja
Meros momentos
Momentos para sorrir...
Momentos para chorar ...
Momentos e nada mais.

Texto Ricardo Fhayon

Algumas pessoas não perguntam porque são covardes e têm medo da verdade..
Preferem o silêncio porque sabem que a resposta pode destruir a fantasia que sustentam.


Outras não perguntam porque são trouxas e acham que já conhecem a verdade.
Confundem amor com posse e confiança com certeza absoluta.

Procure conexões que edificam.
Pessoas que tragam verdade, lealdade, paz e crescimento. Gente que inspire você a evoluir, que esteja contigo nos dias bons, mas sobretudo que permaneça nos difíceis. Relações que não drenam, não diminuem, não competem… apenas fortalecem.


Tenha encontros que despertam.
Encontros que reacendem sonhos esquecidos, ampliam a visão da vida e fazem a alma recordar quem ela realmente é.


Há conversas que mudam destinos.
Olhares que renovam forças.
Presenças que nos tiram da superficialidade e nos aproximam do que realmente importa.


Nem todo encontro é acaso. Algumas pessoas chegam para alinhar caminhos, curar feridas e despertar partes de nós que estavam adormecidas. São conexões discretas, mas profundamente transformadoras.

Sempre gostei de biografias. O fato é que gosto de escutar as pessoas e suas histórias.


Amava quando meu tio vinha de longe com seus contos, suas cousas, suas experiências.Ou minha avó contava algo que a marcou muito, ou como foi vivido de forma diferente no passado.


E às vezes escuto as pessoas na rua, no mercado, pergunto, abro espaço.


Perceber pelo olhar do outro a vida de uma forma diferente é aprendizado.


Abra espaço para essa experiência.

Vivemos em um mundo onde as
pessoas estão cada vez mais apressadas,mais impacientes
e, muitas vezes, mais distantes
umas das outras.Falta tempo…
mas, principalmente, falta
sensibilidade. Pequenos gestos,
que antes eramnaturais, hoje se tornaram raros. Um olhar de compreensão, uma palavra
gentil, um ato de cuidado — coisas simples, mas que têm o poder de transformar completamente
o dia de alguém. Por isso,
precisamos aprendera cultivar
mais tolerância e empatia. Precisamos desacelerar o julgamentoe ampliar
o entendimento. Porquequando escolhemos agir com mais humanidade,esses pequenos gestos
começam a florescer ao nosso redor…
E, aos poucos, vão enriquecendo
não só os nossos dias,mas também
a nossa forma de existir no mundo.

SENTIR DEMAIS!

Eu sinto muito por tentar compreender o mundo e as pessoas ao meu redor antes mesmo de aprender a compreender a mim mesma.

Sinto muito por ter demorado tanto para enxergar aquilo que sempre esteve diante dos meus olhos, por confundir esperança com certeza e por acreditar que algumas coisas jamais seriam diferentes.

Sinto muito por ser sonhadora e, agora, ter de aprender a conviver com o peso da realidade. Por querer desbravar os caminhos da vida, ultrapassar barreiras, desafiar limites e acreditar que, de alguma forma, poderia tornar tudo possível.

Sinto ainda mais por planejar tanto, por desenhar futuros inteiros na minha mente e, no fim, perceber que a vida não se curva aos meus planos e que, por mais que eu tente, nunca terei o controle de tudo.

Sinto muito pela dor que causei, mesmo sem intenção, a cada pessoa que cruzou o meu caminho. Pelas palavras que feriram, pelas ausências que machucaram, pelas expectativas que não correspondi e por todas as vezes em que, tentando acertar, acabei errando. Sinto muito, sobretudo, pela dor que causei a mim mesma, por todas as vezes em que me abandonei tentando não abandonar ninguém.

Eu sinto muito. Sinto tanto que, às vezes, parece que há coisas dentro de mim que não cabem em palavras. Sentimentos que transbordam em silêncio, que apertam o peito e doem de maneiras que nem eu mesma consigo explicar.

Mas, de tudo aquilo pelo que sinto muito, talvez o que mais me doa seja sentir demais.

Sentir demais em um mundo que tantas vezes parece sentir tão pouco. Me importar demais, esperar demais, sonhar demais. Entregar partes de mim que nem sempre sei recuperar.

E, ainda assim, mesmo depois de tantas decepções, continuo sentindo.

Talvez esse seja o meu maior pesar: não saber sentir pela metade. Não saber existir sem me entregar por inteiro. Não saber atravessar a vida sem permitir que ela me atravesse também.

Porque, no fim, o que mais me machuca não é sentir. É não saber como deixar de sentir tanto sem deixar de ser quem eu sou.

Quanto mais vejo detalhes, mais percebo o quanto as pessoas se importam de menos.


Eu acho tão cruel, as pessoas não se importarem, ou simplesmente decidirem não se importar, como se fosse a forma certa de se portarem,"não é problema meu" mas se fosse no lugar da pessoa, vc não ia querer estar. Quando uma pessoa desconta seu nervosismo que não é pouco em si, fica as marcas, mesmo que a tempestade passe, ela não fica intacta, mas para os outros é como se o sol nunca tivesse se escondido. Como se fosse apenas uma ironia do destino.


Talvez pq eles não tenham experimentado a tempestade, então eles não sabem, como é não ver o sol de verdade. Mas ao mesmo tempo também não se importam se alguém está em uma tempestade. Ninguém tem um guarda-chuva, apenas maldade.⁠

Te ensinaram a temer as bruxas, mas não as pessoas que as queimaram vivas.
Algo de errado não está certo nisso...
A religião do "amor" sempre foi a religião do ódio e da perversidade.
Estimula preconceito, intolerância, escravidão, ódio ao diferente, punição, sacrifício, miséria e misoginia. Quer obrigar a todos a aceita-la, punindo qualquer um que a rejeite com fogo, enxofre e sofrimento eterno. Não só por um tempo, mas por toda a eternidade.
É uma crença que não aceita outros caminhos, e se impõe como um ato desesperado, uma busca pelo fim do questionamento, afinal, aquele que questiona corre o risco de adquirir o conhecimento que mostrará tudo que está errado, abrindo assim os olhos do prisioneiro que finalmente enxergará suas correntes e poderá arrebenta-las.
Existem vários caminhos para se chegar ao divino. Para encontrar a iluminação, para compreender a sua própria divindade. Deus está em você. Ele é você! Essa força vive em ti, não em templos de pedra e concreto.
Não se cegue, não se engane! Encontre seu próprio caminho! Mas não se esqueça, para alcançar qualquer iluminação, é fundamental o conhecimento. Por isso o cristianismo o demonizou. "Conheça a verdade e ela vos libertará". Coma o fruto chamado "proibido", e então não apenas conhecerá Deus, como também será Ele.
Até o nazareno, o personagem fictício da mitologia bíblica disse: "Vós sois deuses".
Não permita que sequestram a sua mente. Estude, sintonize, conheça. Não se permita enganar pelos perversos que se travestem de amor enquanto gritam ódio, intolerância, preconceito, misoginia e justificam o injustificável. A bíblia é um livro de horror e o deus bíblico é um ser perverso, megalomaníaco, narcisista, sádico, com sérios problemas de auto estima, abusivo, infanticida e monstruoso. O cristianismo já nasceu matando milhões de inocentes apenas por não o aceitarem, ou serem diferentes do que era aceitável nessa religião.
O cristianismo e a bíblia são uma representação de tudo, menos amor. Reflita!
- Marcela Lobato

Confesso que não gosto muito de pessoas muito religiosas, não importa de qual vertente sejam. Pessoas muito obcecadas por qualquer religião ou crença, sabe? E abomino o cristianismo porque além de produzir milhões dessas, ainda é uma crença que incentiva crime, intolerância, preconceito, ódio, que "queima pela eternidade" quem não a segue e prostitui seu deus querendo enfiar goela abaixo de todos, inclusive de quem não quer.
Acho massa ter crença, falar dela, mas não de uma forma religiosa, entende? Não odiando quem é diferente, não do jeito que a maioria dos que fazem são cristãos. Raramente eu vejo isso em não cristãos, mas às vezes vejo e me entristece. Ja vi até ateu agir como um religioso extremista, só que pelo ceticismo.
- Marcela Lobato

A maioria das pessoas não faz ideia do que é amar realmente. É óbvio que o amor dói, afinal, se não doesse, não poderia curar. Hoje as relações são pura conveniência. Até diria que o amor respira por aparelhos na Era moderna, e logo deixará de existir. As pessoas são carentes, não querem aquela pessoa que amam, mas sim qualquer pessoa, e quando essa pessoa não é mais conveniente, simplesmente trocam como se o outro fosse uma peça de desmanche de automóveis.
O "amor gourmet" nunca foi e nunca será amor. Se você pode esquecer alguém em questão de dias, semanas ou meses, se pode descartar e seguir em frente com uma noite de choro pelo apego, nunca foi amor. Viver assim pode até ser mais seguro, afinal, por um lado, jamais terá seu coração quebrado, mas por outro, nunca vai conhecer o oposto de ter um coração partido, e nunca vai crescer ou saber o que é amar alguém tanto quanto a si mesmo. Nunca terá tido a coragem mais perigosa do mundo.
- Marcela Lobato

Tirando raras excessões, cristãos costumam ser as pessoas mais perversas e com maior potencial de fazer mal pelas razões mais ridículas e sem sentido possíveis! Principalmente a pessoas inocentes, incluindo crianças. O deus bíblico é um ser extremamente perverso, que faz coisas abomináveis, imperdoáveis e sádicas, cometendo inclusive infanticídios, autorizando e regulamentando a escravidão, relativizando abusos, cometendo genocidios em nome do seu frágil ego, além do sentimento continuo de pequenez que claramente tem, e ainda assim é admirado e venerado pelos cristãos.
A história nos mostra os horrores que isso gerou, os absurdos que justificou, e o pior, além de se colocarem, tirando raras excessões, como donos da verdade absoluta, ainda acreditam que qualquer coisa que façam será perdoada, e que qualquer ação verdadeiramente perversa pode ser justificada e seria "fazer o bem" quando em nome do deus deles. A prova disso está nas notícias que aparecem todos os dias, nos livros de história, nos textos bíblicos, e nas ações da maioria dos que se denominam cristãos, sejam católicos ou evangélicos/protestantes.
O discurso cristão desumaniza diversos grupos sociais, além de qualquer um que rejeite a crença ou não se encaixe nela. Combater o cristofacismo é salvar vidas! Questionar a religião em si, é lutar por um mundo melhor, mais justo, empático, com menos desigualdade, ódio gratuito, intolerância descabida, preconceitos, misoginia, além de com mais amor, assim como pensamento crítico. Por menos Jesus e mais conhecimento, sabedoria, empatia e respeito!
- Marcela Lobato

Dos meus feitos em vida, o que mais me orgulho é ter libertado pelo menos uma dúzia de pessoas, provavelmente mais que não lembro e não sei, do cristianismo.
Posso morrer em paz com isso.
E essas pessoas libertam outras pessoas.
A questão não é a crença, mas a escravização da mente e perpetuação do ódio, da intolerância, da arrogância de se achar a única verdadeira.
Que mais e mais pessoas se libertem, e a juventude seja a nossa salvação do Evangelhistão!
Meu trabalho está feito. E será feito até o meu último segundo de vida.
- Marcela Lobato