Cartas de Perdão
SABEDORIA ADVINDA DA LEITURA BÍBLICA
Novamente, o Senhor nos envia o seu anjo. Oramos ao Senhor, pedindo que ele nos respondesse segundo as orações que fizemos a ele no desabrochar da manhã, e assim o Senhor nos responde:
“E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até diante de Deus” (Ap 8:4).
Entendi pela palavra do Senhor que ele recebeu as nossas orações, e isso significa que ele as atendeu. Referências cruzadas: Sl 141:2; Lc 1:10.
Entregamos tudo na mão de Deus, pedindo sabedoria sobre o que fazer em todas as situações, e, com certeza, o Senhor nos dará boca para falar tudo o que é justo diante dele, pois nada passa sem que Deus haja atribuído o seu juízo.
Mesmo que tudo já tenha passado para você, há pessoas para quem as coisas ainda não passaram; situações que afetaram seus participantes em que um pela graça de Deus já foi liberto de maus sentimentos como a mágoa, mas o outro volta a remexer no assunto e isso reabre feridas já tratadas por Deus.
Isso afeta você, mas, pela sabedoria que Deus lhe dá, você toma a decisão de entregar tudo a Deus e Deus lhe responde, dando-lhe sabedoria para falar o que for necessário para que o outro desperte para a realidade que Deus lhe propõe — a realidade de assumir suas falhas, suplantações ou até malícias.
Porque o ser humano, como pessoa natural em lugar da pessoa espiritual, só consegue ver aquilo que lhe faz bem, humanamente falando, de modo que qualquer coisa que o afete em seu ser comum como sua personalidade, seu caráter, suas concepções etc., ele arruma um jeito de se safar o que caracteriza qualquer possibilidade de tentar se corrigir de possíveis erros ou mesmo pecados; isso reflete rebeldia tanto natural quanto espiritual — as consequências são bilaterais.
“Eu aceito que uma pessoa direita me repreenda ou castigue, pois isso é um gesto de amizade” ou Fira-me o justo, será isso uma benignidade; e repreenda-me, será um excelente óleo, que a minha cabeça não rejeitará” (Sl 141:5a).
Assim, com base na palavra de Deus, temos a permissão do Senhor para conversarmos com aquele que nos causou algum mal que precisa ser corrigido na presença de Deus pelo bem de ambos os envolvidos na situação.
“Eu quero te pedir perdão, sim, porque, querendo ficar bem comigo mesmo, não queria assumir a responsabilidade de ter pedido perdão da primeira vez em que conversei com você. Só que isso me faz mal porque eu não estou bem diante de Deus; posso estar bem diante das outras pessoas, mas não estou bem diante de Deus. Por isso reitero meu pedido de perdão, assumindo que pedi perdão da primeira vez, sim, e estou pedindo novamente em nome de Jesus a fim de me corrigir diante dele.”
Amém. Assim seja.
Que presente de fim de ano!
Obrigada, Senhor!
Feliz ano novo, meus filhos! Obrigada, Senhor, por ter poupado meus filhos.
Que resposta que o Senhor me deu! Eu nunca imaginei essa resposta!
“A tua tristeza não é maior do que a de mães que perderam seus filhos.
Eu vou substituir a tua tristeza por um bem maior, por uma grande bênção.
Eu vou te dar uma grande alegria, muitas felicidades, e você já não vai mais lembrar dessa dor que te entristece.”
A revelação abaixo já é para mim o sinal de Deus desta grande alegria que o Senhor me promete, mas também creio que o Senhor está falando sobre outras conquistas.
O meu filho é grato a mim por eu tê-lo perdido (não tê-lo deixado nascer):
“Se a minha mãe tivesse tido um aborto, às escondidas, eu não teria existido e seria como as crianças que nunca viram a luz do dia” (Jó 3:16).
E é verdade exatamente como Deus revelou acima que, recebendo dele esta revelação, a dor que entristecia já não existe mais, pois o meu próprio filho me agradece o fato de não ter nascido.
O Senhor sabe o que faz. O que teria sido do meu filho se ele tivesse vindo ao mundo?! Não teria paz, nem descanso, nem sossego:
“Não tenho paz, nem descanso, nem sossego; só tenho agitação” (Jó 3:26).
Então, em vez de lamentar, de permanecer lamentando o fato de ter perdido (abortado) meu(s) filho(s), devo dar graças a Deus por ele(s) não ter(em) nascido, pois não quereria jamais que meu(s) filho(s) sofresse(m), e, pela palavra de Deus em resposta à minha oração, imagino que seria um sofrimento terrível do qual Deus quis poupá-lo(s).
O Senhor me disse que me responderia, mas eu não imaginava que fosse desta maneira!
Obrigada, Senhor, por esta revelação pelo que creio que nunca mais vou lamentar essa perda ou por ter deixado de ter um filho. O Senhor sabe de todas as coisas.
Obrigada, Senhor, pela minha libertação nesta manhã. Obrigada, Senhor, porque o Senhor se compadece de mim. O Senhor viu o meu choro de angústia ontem e o viu novamente nesta manhã pela dor de não ter tido meu(s) filho(s) e, então, o Senhor providenciou para mim esta resposta em forma de revelação para que eu saiba que o Senhor fez o melhor por mim e pelo(s) meu(s) filho(s) de modo que o Senhor nos poupou a ambos de terríveis sofrimentos.
E a tua resposta em Jó 3:16 me fez lembrar de Jo 3:16 em que o Espírito Santo deu à luz através de Maria o seu Filho unigênito para salvar a humanidade e através dele e do seu terrível sofrimento o Senhor providenciou a nossa salvação e a nossa libertação, minha e do(s) meu(s) filho(s) assim como de toda a humanidade.
O Senhor Jesus, sendo Deus, como homem, foi revestido de todo poder e autoridade para suportar as terríveis dores — físicas e morais — que experimentou por amor a nós. Por isso, ele nos livra dos sofrimentos que muitas vezes não entendemos e, na falta de entendimento, consideramos como perda aquilo que, na verdade, é ganho, pela graça de Deus.
Obrigada, Senhor Jesus, Deus todo-poderoso. Aleluia! Glória a Deus! Graças a Deus!
A gente sente tudo o que o outro sente; a diferença é como um e outro lidam com certas emoções.
Uns preferem ponderar antes de julgar e se livram de negatividades; outros julgam sem sequer considerar as possíveis circunstâncias alheias e permanecem naquilo que lhes causa desgosto, mágoa e decepção, permanecendo sob o sentimento da frustração.
“Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem uns aos outros, caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa. Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem uns aos outros” (Cl 3:13).
Cultive os bons momentos na vida para que se tornem inesquecíveis e se repitam sempre durante a jornada da vivência.
Pratique a educação, o respeito, deixe o assunto leve, alegre-se, convide para algo inusitado, faça diferente por você, RESISTA! INSISTA! INVISTA em bons momentos.
Se alguém ti der confiança, retribua essa pessoa.
Se alguém ti mostrar segurança, fique com essa pessoa.
Se alguém ti mostrar carinho, proteja essa pessoa.
Se alguém ti mostrar gentileza, ame essa pessoa.
Se alguém ti der as costas, esqueça essa pessoa.
Se alguém ti mostrar a liberdade, não esqueça essa pessoa nunca.
Se alguém ti pedir perdão, perdoe.
O Abraço
O abraço sincero e acolhedor nos proporciona uma sensação de acolhimento e alívio das tensões cotidianas.
Esse gesto é muito pessoal e íntimo sendo dado ou recebido por pessoas muito próximas.
Dias atrás me despedi de uma senhora e desejei boas festas, e nos abraçamos por uns instantes, quando de repente ela começou a chorar e fortemente abraçada agradecia. E a energia desse abraço reverberou intensamente em mim. Ela saiu do consultório, mas aquela energia emanada dela ficou por alguns minutos trazendo nesse momento sentimentos divergentes: o acolhimento referido, mas com a mesma intensidade uma sensação da despedida.
Fiquei ali absorta com o que acabara de experienciar. Será a última vez que vou vê-la? Era de fato uma despedida? Como saber? A vida é um instante! Hoje estamos aqui nos abraçando felizes, porém o amanhã ninguém saberá!
Por isso a importância de viver o hoje, de falar para a pessoa amada o quanto ela é importante para você, não deixar terminar o dia sem reconciliações.
Abrace hoje!
Quando estava morrendo sobre o madeiro, há mais de 2 mil anos, disse algo surpreendente: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem!" (Lucas 23:34). Uma análise não religiosa, mas psicológica e sociológica, demonstra que a afirmação carrega um altruísmo sem precedente. Mas, ao mesmo tempo, parece inaceitável sua atitude de proteger os carrascos.
Os soldados romanos sabiam o que faziam, cumpriu peça condenatória de Pilatos. Entretanto, para o Mestre dos Mestres, os pensamentos que eles construíram eram, por um lado, fruto da livre escolha e, por outro, refém da base de dados da sua memória, da cultura tirânica do império romano. Cumpriam ordens, não eram completamente autônomos nem donos do próprio destino. Eram prisioneiros do seu passado "escravos" de sua cultura.
A cultura é fundamental para a identidade de um povo, mas, se ela nos impedir de nos colocar no lugar do outro e pensar antes de reagir, torna-se escravizante. Para o mestre da Galileia, por detrás de uma pessoa que fere, há sempre uma pessoa ferida. Isso não resolvia o problema dos seus opositores, mas resolvia o problema dele. Protegia a sua mente. Seu Eu não carregava as loucuras e agressividades que não lhe pertenciam. Sua tolerância o aliviava, mesmo quando o mundo desabava sobre ele
Dizer que é "pentecostal", e não suportar o seu próximo, é viver um "cristianismo falsificado"!
"Se alguém afirmar: "Eu amo a Deus", mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê". (1 João 4, 20)
(DVS)
Compaixão
Um olhar de compaixão,
É como um raio de sol a brilhar,
Que encontra a dor escondida,
E se apressa em consolar.
Ele vê além das máscaras,
Além do que é fácil julgar,
Enxerga a alma ferida,
E busca a paz restaurar.
Com ternura, se aproxima,
Sem pressa, sem pretensão,
Acolhe o que há de humano,
No silêncio do coração.
Esse olhar é ponte e abrigo,
É mão que se estende na escuridão,
Carrega em si o amor sincero,
Que nasce da mais pura intenção.
Pois compaixão não é fraqueza,
É força que se faz do sentir,
Um olhar que traz esperança,
E que nunca cessa de agir
AetA
Um homem ou uma mulher podem ser os mais desprezíveis, diante da sociedade local, ou até mesmo global, por algum mal que fizeram, porém, se há o arrependimento genuíno diante de Deus, mediante a Palavra de D'Ele, haverá o perdão divino, goste ou não goste parte das pessoas, concorde ou não. Lembrando que o arrependimento genuíno, gera mudança de comportamento, molda a mente do homem. Enfim, o verdadeiro arrependimento reformula o caráter.
(DVS)
Agradecer, gratidão...!!!
(Nilo Ribeiro)
Agradecer,
fazer a graça descer,
fazer por merecer,
ajudar, acolher, vencer
gratidão,
pela vida,
pela oração,
pela comida
agradecer pelo amanhecer,
gratidão pelo crepuscular,
agradecer pelo crescer,
gratidão por perdoar
agradecer pelo agrado,
gratidão pelo favor,
agradecer é ato sagrado,
gratidão é ato de amor
na dor ou na felicidade
devemos sempre reconhecer,
não percamos a oportunidade,
amor, gratidão e agradecer...!!!
“Agradeço ao meu Pai e Senhor
pela vida, a luz e o amor...!!!
Amém...!!!
A prática intencional da gentileza em casa é como plantar sementes de paz no solo mais próximo: nossa família. Não é à toa que o respeito e a paciência devem começar com quem está ao nosso lado diariamente. Então, evite os gritos ou o tom áspero só porque a convivência é íntima.
Vibre amor e receba amor em todas as coisas.
Na penumbra da noite, onde os suspiros ecoam e os corações revelam seus segredos mais profundos, há uma história singular de amor e desconexão... Era uma vez um filho cujo coração era um labirinto de emoções contraditórias, um intricado emaranhado de amor e desafios.
Ele amava sua mãe, não por escolha, mas por destino. Nos laços intrínsecos que os uniam, nas memórias entrelaçadas de sua infância, ele encontrava o calor reconfortante do amor maternal. As noites em que ela o embalava com histórias de encanto, os dias em que suas palavras eram bálsamo para as dores infantis, tudo isso tecia os fios invisíveis do amor.
Contudo, em meio às sombras dos anos, cresceram as distâncias. Os caminhos da vida os levaram por trilhas distintas, onde as pedras da incompreensão se erguiam como muralhas entre eles. Os dias se transformaram em anos, e o entendimento se perdeu nas entrelinhas do tempo.
Ele amava sua mãe, mas não gostava dela. Nas complexidades da relação, encontrava-se um enigma de sentimentos que desafiava a lógica do coração humano. Pois, enquanto o amor fluía como um rio infindável, a simpatia tropeçava nas pedras da discordância.
E assim, na tapeçaria da vida, eles teciam uma história de amor imperfeito, onde os fios do afeto se entrelaçavam com os nós da discordância. Mas, apesar das sombras que pairavam sobre suas relações, havia luz nos recantos mais profundos de seus corações, uma luz que brilhava com a esperança de entendimento, de perdão e de aceitação mútua.
Pois no coração humano, mesmo nas sombras mais densas, há sempre espaço para o amor, mesmo quando o gostar se torna um desafio. E na jornada da vida, talvez seja nessa imperfeição que residam os laços mais verdadeiros e profundos, onde o amor, mesmo confrontado com a discordância, encontra seu lugar para florescer.
Sinto muito por não caber na sua lista
Por não conseguir completar o seu check list de relacionamento
Por não estar dentro do que você idealizou para você
Sinto mais ainda por não termos conseguido viver isso
Como se não houvesse ontem nem amanhã
Sinto ter trazido as manchas do passado
Por ter criado expectativas
Peço desculpas pela intensidade
Sei que você queria algo leve
Me descobri essas quatro estações borbulhantes coexistindo intensamente
Me perdoa por não conseguir controlar esse turbilhão
Por não filtrar o que chegava até você
Por não criar uma barreira de contenção
Por não saber esperar
(...)
Seria insociável se as pessoas à nossa volta passassem despercebidas, não deixando um marco de sua personalidade. Aprendemos com erros e acertos, conquistas e derrotas, medo e coragem, ousadia e covardia. Aprendemos com os diferentes desejos e anseios, principalmente com sonhos, devaneios, com a coragem dos que lutam por um ideal, pelo próximo, ou pela política sem politicagem, pela fé no Criador sem religiosidade.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Cada ser humano tem uma particularidade, um caráter especial que distingue de outros e, de certo modo, adere ou almeja por uma individualidade privativa. Quando fundamentamos nossas escolhas através do voto a um indivíduo que politicamente nos represente, estamos exercendo um direito próprio, individual. Exercemos o nosso poder de decisão. Quando aderimos aos votos matrimoniais, estamos de certo convictos de nossas escolhas. O conjugue foi uma escolha voluntária, individual, de ambas as partes. Exercemos o nosso poder de decisão.
Livro: Servir, o maior dos desafios
As particularidades de um indivíduo demonstram o poder e a responsabilidade de decisão de cada um. Somente um homem de Deus com a inteligência pura de Deus, com o discernimento que vem do alto, estará preparado para a batalha dos últimos tempos, a batalha em prol da verdade.
Livro: Servir, o maior dos desafios
O desejo de difundir a verdade é a realidade regente na alma e no coração dos que a possuem. A verdade pode ser compreendida no coração dos homens quando eles se entregam em favor do resgate daquilo que eles creem ser a verdade absoluta. A sua difusão em prol da absolvição da humanidade da ignomínia da ignorância é a prioridade estabelecida na alma e no caráter de um homem que a possui.
Livro: Servir, o maior dos desafios
É pelo conhecimento que o homem engendra a verdadeira consciência do governo de sua própria vida. Não que a crença seja objetivamente assenhoreada a ignorância, mas muitos não conseguem enxergar a verdade por trás das cortinas da ignorância se o conhecimento não apadrinhar a fé. Isso se deve ao fato de que milhares de pessoas estão corriqueiras em uma religiosidade profundamente fora da verdade dos evangelhos, em uma fé vazia e sem fundamentos aplicáveis.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Não precisamos de uma guinada de conquistas morais para obter o favor merecido de Deus. Não precisamos nos enveredar no engano de que através de boas obras, através de uma vida politicamente correta, deixaremos o Criador satisfeito com nossas ações plausíveis ao ponto de sermos recompensados com a salvação, vida eterna. Pare de viver uma mentira!
Livro: Servir, o maior dos desafios
Como é maravilhoso termos o privilégio de louvar ao Criador. Aquele que nos esculpiu com sua poderosa mão. Que nos deu a sua própria vida, que nos deu uma personalidade, e nos permitiu sonhar os seus sonhos. Às vezes não conseguimos entender os seus feitos. Como pode um homem chegar ao ponto de tornar-se tão podre, ao invés de ser incenso suave ao trono de Deus, cheirar mal às narinas d’Aquele que o criou. O que temos feito para que nos tornemos tão merecedores de sua graça? Nada que por nós mesmo possamos justificar.
Livro: Servir, o maior dos desafios
