Cartas de Deus
A soberania de Deus não é apenas uma manifestação da Sua vontade. Alguns, infelizmente, assim a têm interpretado e, devido a essa errônea interpretação, resvalaram noutro erro, o de supor que Deus pode predestinar um para a salvação e outro para a condenação. Se a soberania de Deus se firmasse somente na Sua vontade, talvez assim pudesse ser, mas a soberania de Deus ou a Sua iniciativa na salvação do homem é uma manifestação de todo o Seu ser, e não apenas da sua vontade.
O povo de Deus sobreviveu a Faraó; Sobreviveu aos Cananeus; Sobreviveu ao cativeiro Assírio; Sobreviveu ao cativeiro Babilônico; Sobreviveu aos imperadores romanos; Sobreviveu as heresias que entraram na igreja a partir do 3º século; Sobreviveu ao papismo e triunfará sobre liberalismo teológico, sobre a nova ordem mundial e por fim ao anticristo.
Na qualidade de cristãos, somos privilegiados por receber agora de Deus o que não é senão uma prova antecipada de uma manifestação plena do Reino de Deus que está por vir (Hb 2.4). Esse desdobramento da escatologia bíblica - o aspecto "já e ainda não" do nosso estado atual - é um lugar de tensão santa no qual todos os cristãos deveriam desejar permanecer.
A graça ou amor de Deus... Não depende de sua [homem] boa disposição, ou bons desejos, ou bons propósitos e intenções; pois todas estas coisas fluem da livre graça de Deus; elas são apenas as correntes, não a fonte. Elas são os frutos da livre graça, e não a raiz. Elas não são a causa, mas os efeitos dela.
A doutrina de que Deus é o autor do pecado não é encontrada na Bíblia, na Ortodoxia primitiva, nos concílios gerais da igreja, na escolástica e nem na tradição reformada de primeira geração (Luteranos); mas somente na tradição reformada de segunda geração (calvinistas), no ateísmo e nos filhos de satanás.
Argumenta o isentão: "Ganhará a disputa eleitoral à presidência da República aquele que Deus quiser" — Sim, meu caro isentão pagão, adorador do destino, da mesma forma que só darão frutos os campos que Deus quiser, mas ainda assim somos livres e responsáveis por lançarmos a semente e, ademais, por regá-la, pois a divina providência nem quita a liberdade nem a responsabilidade humanas.
Quem foi que disse que Deus vai curar todos os doentes? O apóstolo Paulo ficou doente na Galácia e teve que ser amparado pelos irmãos dali (Gálatas 4:13-14). O profeta Eliseu morreu doente de uma enfermidade (2º Reis 13:14). Epafrodito, fiel testemunha de Jesus, adoeceu gravemente e quase morreu (Filipenses 2:25-30). Timóteo tinha frequentes problemas no estômago (1º Timóteo 5:23). Paulo partiu de Mileto deixando Trófimo doente naquela cidade (2º Timóteo 4:20). Os cristãos hebreus, quando se converteram, perderam os seus bens (Hebreus 10:34). Se Deus quer curar todo mundo e quer que todos sejam bem sucedidos na vida como muitos dizem, como explicar tudo isso? Assim, não ser curado não significa falta de fé da pessoa e nem que Deus não age mais.
Evangelho de fariseus??? O Reino de Deus virou negócio??? Tem que ser muito alienado e raso biblicamente para engolir esse espantalho marxista. Os fariseus sempre foram e sempre serão inimigos do Evangelho de Jesus Cristo; e o Reino (βασιλεία-Governo) que é de Deus é inegociável! O que deve ser denunciado são os mercenários da fé que distorcem a mensagem do Evangelho como já prevista por Jesus e os Apóstolos.
Maria deu a luz ao filho, não ao Pai, não ao Espírito Santo. Maria é "mãe de Deus" em um sentido tão peculiar e inusitado quanto é complexa uma definição clara do que seja a Trindade. Tão peculiar e nunca mais repetido que confere a Maria um status especial entre os servos de Deus. Mas nada que lhe confira honras ou poderes semelhantes aos da divindade ou sequer o título de Mãe de Deus baseado em silogismos mecanicamente aplicados a entes e acontecimentos que, por definição, são incognoscíveis pela mente humana limitada e afetada pelo pecado original.
O deus soberano dos calvinistas nada mais é que uma espécie do semideus mitológico grego Hercules, com onisciência, onipotência e onipresença. Ele é um deus confuso, impessoal e esquizofrênico que, não se pode confiar, mas apenas desconfiar. Em diversas passagens das Escrituras esse deus calvinista diz que se é salvo pela fé..., que deseja salvar a todos..., que devemos nos arrepender..., mas na sua vontade secreta tudo isso não é bem assim, sendo a eleição um capricho divino. Assim, por mais que os “teólogos” calvinistas mais lúcidos dessa doutrina heterodoxa se esforcem por diminuir as implicações do horrível determinismo e fatalismo que essa doutrina desemboca, acabam se contradizendo no decorrer de suas falas e escritos.
No deísmo, Deus criou o mundo, mas Ele não se envolve mais com a criação. Assim, não há intervenção divina (milagres) no mundo criado. Os cessacionistas seguem esse mesmo pensamento deísta, portanto, cessacionistas não são teístas (cristãos), mas, uma hibridização de cristianismo com deísmo.
Muitos líderes de igrejas históricas desejam ter uma experiência genuína com Deus, mas temem a instituição. Outros preferem as certezas de um conjunto de doutrinas e confissões de fé, e por isso acabam trocando a experiência com Deus pela rasidade de uma religião estéril. Esqueceram de que os preceitos dos homens são prisões para aqueles que se agarram as certezas do conjunto de doutrinas e confissões de fé humanas.
Para os cristãos Bíblicos e Ortodoxos, o livre-arbítrio é uma capacidade dada por Deus para que o ser humano faça escolhas contrárias. Caso não houvesse livre-arbítrio, como tagarelam os deterministas, não haveria responsabilidade em nenhuma das ações humanas, pois tudo já estaria determinado, sem opção de escolha.
Muitos reformados têm convencido milhares de pessoas de que o mais importante para Deus são suas doutrinas heterodoxas e confissões de fé. Deixam inferido em suas falas que os frutos do Reino não são relevantes e não serão cobrados por Jesus no dia do juízo. Para eles, os frutos do Reino são irrelevantes, o essencial é tagarelar e promover as doutrinas reformadas.
No meio reformado, especialmente o calvinista, Deus está mais preocupado com as formulas teológicas e confissões de fé do que com os frutos exigidos pelo Evangelho do Reino. Assim, gerar os frutos de um relacionamento íntimo com Cristo não tem qualquer importância, desde o individuo aceite e defenda os dogmas formulados por eles.
No calvinismo, o ódio de Deus pelos homens e sua consequente condenação é maior do que Seu amor pelos homens e consequente salvação. Infere-se disso que, Deus tem maior prazer em odiar a humanidade do que amá-la; o que certamente O levou a criar a grande massa da humanidade para a perdição, demonstrando que esse sistema fatalista e determinista (Maniqueísmo) retrata Deus como grande vilão cósmico, onde Ele se compraz em condenar, mas do que em salvar.
Quando a Bíblia diz que somos servos de Deus (Atos 4.29; Rm 6.22; Ef 6.6; Fl 1.1), isto não implica em privação de liberdade, pois as Escrituras ensinam que somos LIVRES em Deus (João 8.36; Atos 28.31; Rm 8.21; 1° Co 8.9; 1° Co 10.29; 2° Co 3.17; Gl 5.1; Gl 5.13; 1° Pd 2.16). Assim, servos de Deus implica em dependência dEle, e não privação de liberdade; até porque, se o homem é escravo de Deus em sentido de privação, ele não cometeria pecado algum.
Decidi, pela Graça de Deus, ser totalmente devotado a Ele, dar-lhe toda minha alma, meu corpo e meus bens. Alguma pessoa sensata diria que isso é levar a questão longe demais? Ou que devemos Àquele que se entregou por nós algo menos do que nós dar por inteiro, tudo o que temos e tudo que somos?
Foram as autoridades religiosas, em primeiro lugar, que se opuseram ao Reino de Deus nos dias de Jesus e assim tem sido desde então. Quando uso o termo teólogo (...), estou me referindo à elite da academia e seus discípulos que se posicionam como os intérpretes oficiais das Escrituras. Minha crítica se dirige aos elitistas que reivindicam para si o direito de interpretar as Escrituras, ao passo que o negam aos outros. Volta-se também para os acadêmicos arrogantes e para as autoridades eclesiásticas que imaginam compreender melhor o Novo Testamento do que os cristãos que viveram perto da época dos apóstolos.
Deus dotou soberanamente o homem de livre-arbítrio para que ele pudesse amar a Deus e a seus semelhantes de coração. A vontade do homem não é uma ameaça a soberania de Deus. Em vez disso, traz maior glória a Deus que, ganha o amor e o louvor daqueles que são livres para escolher o contrário.
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