Cartas de Deus

Cerca de 23909 cartas de Deus

⁠Deus, a igreja e o mundo estão à procura de homens com corações em chamas – corações cheios do amor de Deus; cheios de compaixão pelos males, tanto da igreja quanto do mundo; cheios de paixão pela glória de Deus, o Evangelho de Jesus Cristo e a salvação dos perdidos. Para um mundo cheio de indiferença, materialismo, frieza e escárnio são corações ardentes nos púlpitos, nos bancos das igrejas, nas escolas bíblicas e nos colégios e seminários cristãos.

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⁠Os termos predestinados e eleitos na bíblia são segundo a PRESCIÊNCIA de Deus, e jamais por algum decreto! “Eleitos, SEGUNDO A PRESCIÊNCIA de Deus Pai”... (1ª Pd 1.2); “Porquanto aos que de ANTEMÃO CONHECEU, também os predestinou”... (Romanos 8.29); “que para glória preparou de ANTEMÃO”... (Romanos 9.23).

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Deus é infinito na sua essência, e o amor faz parte da essência de Deus (1 Jó 4.16). Portanto, Deus precisa ser amor infinito. A essência de Deus também é simples, o que significa que Ele é indivisível, ou seja, não é composto de partes. Portanto, Deus pode ser nada “de forma parcial,” e como Deus é amoroso, concluímos que Ele precisa ser total e completamente amoroso.

Norman Geisler
Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2010.
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⁠Uma pressuposição que devemos trazer para as Escrituras é que nosso Deus é bom e Ele não está de forma alguma implícito em causar o mal moral. Ele é um Deus amoroso que deseja genuinamente que todos se arrependam para serem salvos (2ª Pedro 3.9). Nenhum homem se apresentará diante do Pai e poderá dar a desculpa: “Eu nasci sem ser amado pelo meu Criador” (João 3.16). “Eu nasci não escolhido e sem esperança de salvação” (Tito 2.11). “Eu nasci incapaz de ver, ouvir ou entender a revelação de Deus sobre si mesmo” (Atos 28.27-28). Não! Eles permanecerão total e completamente “indesculpáveis” (Romanos 1.20), porque Deus os amou (João 3.16), chamou-os para salvação (2ª Coríntios 5.20), revelou-se a eles (Tito 2.11), e forneceu os meios pelos quais seus pecados seriam expiados (1º João 2.2). Nenhum homem tem desculpa para a incredulidade (Romanos 1.20).

Leighton Flowers
The Potter's Promise: A Biblical Defense of Traditional Soteriology, 2015.
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⁠Aquilo que Deus pré-conheceu não pode mudar, independente de todas as contingências possíveis. Deus não pré-conheceu a possibilidade de acontecer, nem a suposição de algo ocorrido; mas Ele pré-conheceu de fato o que ocorreu de maneira exata. Agora, esse pré-conhecer não obriga que Deus pré-determine, pois então Deus seria escravo de Seu pré-conhecimento que é um de Seus atributos.

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A casa de Potifar foi abençoada porque Deus estava com José. A prisão foi abençoada porque Deus estava com José. O Egito foi abençoado porque Deus estava com José. Os irmãos de José foram perdoados porque Deus estava com José. A bondade de Deus não está em homens, em lugares ou coisas, ela está em Deus; Mas um homem ou uma mulher com o coração voltado para Deus podem ser instrumentos da manifestação da Sua bondade. Se Deus estiver conosco, a Sua bondade também estará!⁠

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⁠Hoje, acima de qualquer outra necessidade, nos falta o fogo – o fogo sagrado de Deus, queimando nos corações dos homens, estimulando suas mentes, impelindo suas emoções, emocionando suas línguas, brilhando em seus rostos, vibrando em seus atos, expandindo seu potencial intelectual e fundindo todo o seu conhecimento, lógica e retórica em uma grande corrente inflamada. Que esse batismo de fogo venha sobre nós a fim de que milhares entre nós, que até hoje não passaram de ministros fracos e convencionais, sem qualquer contribuição marcante e que seriam facilmente esquecidos da memória da humanidade, sejam transformados em poderosos instrumentos de Deus.

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⁠Se Deus se humanizou (Fp 2.5-11), por que então, para recebê-lo em nossas vidas, deveríamos nós desumanizar? A santificação não é um processo de mortificação do humano que há em nós, mas uma ressignificação da nossa humanidade. Em Jesus, eu não sou apenas um outro homem, mas sobretudo, um novo homem (2º Co 5.16-17).

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⁠A graça ou amor de Deus, a fonte de nossa salvação, é livre em todos, e livre para todos. Não depende de qualquer poder ou mérito no homem; não, não em qualquer medida, nem no todo, nem em parte. Não depende de qualquer forma das boas obras ou da justiça do recebedor, nem de qualquer coisa que ele tenha feito, ou de qualquer coisa que ele é. Não depende de seus esforços. Não depende de sua boa disposição, ou bons desejos, ou bons propósitos e intenções; pois todas estas coisas fluem da livre graça de Deus; elas são apenas as correntes, não a fonte. Elas são os frutos da livre graça, e não a raiz. Elas não são a causa, mas os efeitos dela. Tudo de bom que esteja no homem, ou que seja feito pelo homem, Deus é o seu autor e doador. Dessa maneira é Sua graça livre em todos; isto é, de nenhum modo dependendo de qualquer poder ou mérito no homem, mas em Deus somente, que livremente nos entregou Seu próprio Filho, e com Ele livremente nos dá todas as coisas. John Wesley - Sermão Graça Livre

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⁠John Wesley expondo o calvinismo: “A esses Deus odeia; e, por isso, antes deles nascerem, decretou que eles devessem morrer eternamente. E isto ele absolutamente decretou; pois assim era seu beneplácito; pois era sua vontade soberana. Consequentemente, eles são nascidos para isto, - para ser destruídos corpo e alma no inferno. E eles crescem debaixo da irrevogável maldição de Deus, sem qualquer possibilidade de redenção; quanto à graça que Deus dá, ele dá somente para isto, para aumentar, e não impedir, sua condenação. Este é aquele decreto da predestinação” (calvinista). Chame-o pelo nome que quiser, eleição, preterição, predestinação, ou reprovação, dá tudo no mesmo. O sentido de tudo é claramente isto, - em virtude de um eterno, imutável, irresistível decreto de Deus, uma parte da humanidade é infalivelmente salva, e o restante infalivelmente condenado; sendo impossível que alguns dos primeiros sejam condenados, ou que alguns dos últimos sejam salvos. Mas se for assim, então toda pregação é vã. É inútil para aqueles que são eleitos; pois eles, com pregação ou sem, irão infalivelmente ser salvos. Por isso, o fim da pregação – salvar – é vão em relação a eles; e é inútil para aqueles que não são eleitos, pois eles não podem possivelmente ser salvos: Eles, com pregação ou não, serão infalivelmente condenados. O fim da pregação é, por essa razão, vão em relação a eles, da mesma forma; de modo que em qualquer caso nossa pregação é vã, como ouvi-la também é vão. Isto, então, é uma clara prova de que a doutrina da predestinação (calvinista) não é uma doutrina de Deus, pois torna vã a ordenação de Deus; e Deus não está dividido contra si mesmo. John Wesley - Sermão Graça Livre

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Quem tu pensas que és para retificares as palavras de Deus? Para que acrescentes às palavras desse livro? Toma cuidado, eu imploro a ti, para que Deus não acrescente a ti todos os flagelos que estão escritos nele! Especialmente, quando o comentário que tu acrescentas é tal, que desdiz completamente o texto: De maneira que, por meio desse método ardiloso de engodo, as promessas preciosas estão terminantemente perdidas; por meio desse ardil e subterfúgio de homens, a palavra de Deus é feita sem efeito algum. Toma cuidado, tu que, assim, tiras das palavras deste livro; que, removendo o significado e espírito inteiro delas leves somente o que pode ser, realmente, denominado letra morta, para que Deus não remova tua parte do livro da vida!

John Wesley
As Marcas do Novo Nascimento.
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⁠Os princípios de Deus são para ricos e para pobres; são para as megas igrejas e pequenas igrejas; são para os pastores famosos e os pastores anônimos; os princípios de Deus são inegociáveis. Se alguém quebrar algum princípio do Reino de Deus, ele será quebrado por todo princípio do Reino que ele quebrou!

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Se é Deus quem dá a fé salvífica, como explicar a admiração de Jesus ao ver a fé do centurião (Mt 8.10-12), a ponto de dizer que nem mesmo em Israel "havia encontrado" tamanha fé? Qual o sentido de Jesus se admirar em ver aquilo que Ele sabia que foi dado por Deus? Seria então, mais correto dizer: “Nem em Israel EU DEI ou MEU PAI DEU tamanha fé”?⁠

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⁠O ponto de debate entre Arminianos e calvinistas não é Deus soberano versus Deus não soberano; não é predestinação versus não predestinação; nem tão pouco Eleição versus não eleição. O ponto do debate está se Deus é meticulosamente soberano ou não; se a predestinação é baseada na presciência ou não; se a eleição é condicional ou não. O grande problema do debate são os espantalhos criados pelos calvinistas contra os Arminianos desde o diabólico Sínodo de Dort.

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⁠No calvinismo Deus se arrepende por você, crê por você, faz as boas por você e Jesus carrega a sua cruz por você! Mas a realidade é que Deus não se arrepende por você e não crê por você! E para finalizar, Jesus Cristo nunca disse que iria carregar a nossa cruz, mas chama cada um de nós a carregar a sua própria cruz e o seguir.

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⁠Deus continua realizando maravilhas! Se há poucas curas divinas, é porque temos orado pouco por elas, logo que nos colocamos na oração pelas curas, elas aconteceram em maior numero; se há poucas conversões, também é porque oramos pouco por elas e não zelamos na exposição genuína do Evangelho, se oramos pelas conversões das almas e anunciarmos o Evangelho genuíno, logo crescerá o número de almas que encontrarão o caminho da salvação. Esse o critério bíblico definido pelo Senhor; nem tudo Deus faz só, ou sem observar o cumprimento de condições postas por Eles ao homem, entre as quais está principalmente à oração e a pregação do Evangelho.

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⁠O convite para salvação começa sempre de modo unilateral. É Deus quem vem em Graça na direção da humanidade; e quando a graça preveniente age nos despertando para consciência de que somos pecadores e necessitamos de um salvador, o que Deus espera é que não resistamos a esse chamado. Está tudo feito para que, em nós, possa ser feito. E em tal tarefa somos colaboradores de Deus, abrindo o ser para que a operação do Espírito não encontre o pior adversário da Graça, que é o orgulho, que provoca a resistência ao convite de Deus para vida eterna.

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⁠Todo líder sem intimidade com Deus e sem compromisso com a Sã Doutrina usa o entretenimento e o ativismo para substituir a presença de Deus e a pregação da palavra nos cultos. Quanto mais entretenimento e ativismo eles dão para o povo, menos o povo sente a falta da presença de Deus e da palavra nos cultos.

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A única coisa que a visão Arminiana da soberania de Deus necessariamente exclui é Deus como o autor do pecado e do mal. Os seguidores fiéis de Armínio sempre creram que Deus governa todo o universo e toda a história. Nada, de jeito algum, pode acontecer sem a permissão de Deus, e muitas coisas são especifica e diretamente controladas e causadas por Deus. Até mesmo o pecado e o mal não escapam do governo providencial na teologia Arminiana clássica. Deus permite e os limita sem os desejar ou causá-los.

Roger Olson
Arminian Theology: Myths and Realities (2006).
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⁠A falácia teológica calvinista é no mínimo bizarra; pois nela Deus decreta o pecado de Adão, e por causa do pecado de Adão todos nascem destinados ao inferno, e então o deus calvinista em um surto de “bondade” sorteia alguns para serem salvos do próprio decreto de pecado que ele decretou. Eu tenho certeza que o diabo morre de inveja desse plano.

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