Carta de uma Futura Mamae
Se você tem vontade de dizer algo para uma pessoa, diga. Sem medo do que ela vai pensar, sem medo de se arrepender, sem medo de parecer bobo ou idiota, sem medo de se sentir diminuído ou fraco, sem medo de ficar vermelho. Diga sem pensar em nada. Quando o que a gente diz vem de dentro tudo faz sentido.
É triste porque, em pequenos lapsos de memória, penso em te mandar uma mensagem. Na verdade, penso que a gente está bem, como éramos. Quero só fazer alguma piadinha sobre estar comendo na pizzaria que a gente via baratas. Calabresa com baratas é o meu sabor preferido, e o seu? Acho que acabei de ver um rato passar. Esse lugar nunca perde o luxo, heim? Ou somente avisar que o filme que você gosta está passando na TV. E se não colocar no canal agora você perde a Megan Fox naquela pose escrota em cima da moto. Escrevo alguma bobagem dessas e coloco seu número. Quase aperto em enviar, até perceber que estamos longe demais pra fazer isso. Mesmo que sua casa seja à vinte minutos de distância. Não é sobre essa distância. Até porque, você quase morou aqui nos fins de semana ou em dias que você não tinha nada pra fazer em casa. “Tô indo aí”, você mandava por mensagem, já salva nos rascunhos. Só apertava e enviava. E eu só te esperava, como sempre. E me sentia em casa com você. Mesmo estando perdida e desesperada, numa rua qualquer no outro lado da cidade. Era só olhar pro lado pra me sentir aliviada e segura. Em casa. Sentia que poderia tudo com você. Você era a minha pessoa no mundo. E hoje. O que é hoje? É a lembrança perdida. É o número que eu acidentalmente digito por rotina. É o que foi pra mim, e não o que é. É um silêncio. Um pequeno e desconfortável silêncio antes de eu me recompor e responder os que me perguntam onde você está. “Está bem, eu acho. Não nos falamos tanto…”. “Mas vocês eram tão…”. Sorrio timidamente. Éramos, éramos, éramos. Eu odeio essa conjugação. “É a vida, né?”. É a vida, mesmo? Não é a vida. É errado e estranho. Mas a gente consegue seguir em frente. Sempre envio a mensagem que queria te enviar pra outra pessoa. Ou dez. Não me faltam pessoas, eu penso. Só falta a pessoa que você queria mandar essa mensagem, meu subconsciente retruca. Mas os outros também vão achar engraçado e também gostam do filme, então tanto faz. Mas não vão dar a sua risada de urso lendo a mensagem. Nem fazer um comentário irônico e sexual na resposta. Mas tanto faz. Tanto faz. Foi só um lapso de memória. A saudade só me inunda nos meus pequenos lapsos de memória.
É que quando eu perco uma pessoa, eu perco uma parte de mim também. Não importa o tamanho do amor, da intimidade ou do tempo que eu passava com ela, uma parte de mim também vai junto. Da mesma forma, quando conheço alguém, acabo pegando algumas manias, hábitos e gostos da pessoa. É quase imperceptível esses tipos de mudanças. Mas nesse vai e vem de gente em nossa vida a gente vai e vem também. Será que é isso? Será que o grande segredo da humanidade é que nós somos feitos das pessoas que nos cercam?
É que eu nunca vi um sorriso igual ao seu. Não é um sorriso comum. Você não é uma pessoa comum. É um ser diabólico enviado para me deixar uma pessoa mais idiota que repara em sorrisos. Você sorri com os olhos e com o corpo e seu sorriso é mais caloroso que qualquer abraço. Você sorri com simplicidade e cumplicidade, é sorriso de gente que apronta, de criança levada, com os olhos brilhantes. Não é só um sorriso. É o meu sorriso preferido. Da minha pessoa preferida.
Tem aqueles pequenos momentos tristes, no meio de uma conversa boba, de uma risada, de uma leitura, em que eu lembro de você. Descubro que eu não sei mais como respirar. Sempre foi difícil assim puxar o ar pra dentro dos pulmões? E não sei mais como me movimentar. Todo o meu corpo parece dez vezes mais pesado e mais lento. E não sei como fazer parar a dor. E não entendo que dor é essa, não sei onde começa, nem onde termina. Só sei que dói. Uma dor que não te faz gritar, mas te faz ficar em silêncio. E essa parece ser a pior. Descubro que não sei ser normal e não sei ser nada, além de saudade. A voz não sai porque tem um nó maldito na minha garganta. E não entendo como eu posso ser uma pessoa completa sem você. O que me resta e o que eu aprendi a fazer, é só ficar parada, respirando fundo e esperando esse tal momento passar. E passa. Sempre passa. Mas você não passa nunca.
A vida é uma sequência de acasos bons e maus. Às vezes a sequência não tem razão, mas é preciso encará-la de frente, enchendo-se de coragem, de enfrentar os medos, os desfalecimentos da alma, as apunhaladas da vida. Noutras sequências, quando você menos espera a vida te surpreende com pequenos gestos e atitudes que fazem a diferença. Sequências e consequências? Temos todos os dias, ninguém é diferente! Mas faço o possível para não deixar consequências negativas e ser a sequência do bem viver!
A vida é mesmo uma colcha de retalhos. Somos todos diferentes, ainda bem! Ninguém pode costurar ou remendar a minha colcha, afinal a vida é minha! Então... devo costurá-la com retalhos coloridos, florais, cheio de estrelas, de mar, céu, sol... ah retalhos cheios de amigos... Ninguém deve se responsabilizar em remendar ou costurar a minha colcha. Se ela sair com a boniteza da vida é merecimento meu... mas também ao final se os retalhos não combinarem devo assumir a culpa, porque costurei da forma que vivi a vida...
Com nove meses de gestação de uma mulher podemos presenciar o nascimento de uma nova vida, com 12 horas vemos um novo amanhecer a cada dia e com 24 horas a Terra dá uma volta completa em torno de si, as árvores todas têm seu tempo para dar seus frutos e flores, as quatro estações do ano duram três meses cada, um bebê leva de 8 meses a 1 ano para começar a andar, nesse tempo a Terra deu uma volta completa ao redor do Sol e já se foram 365 dias ou 1 ano, e a lagarta que estava dentro do seu casulo virou borboleta... não é uma lei ou regra do homem, e mesmo sabendo dessas coisas leva-se tempo para entendê-las, é apenas uma compreensão simples e básica, que nessa vida a paciência é uma lei para quem quer amar e ser amado, ter fé inabalável e viver forte, inigualável, para tudo que nasce, cresce, vive e morre, para tudo o que planeja, sonha, deseja, ganha, conquista, esquece e perde. É tudo suficiente, justo, maravilhosamente projetado e desenhado conscientemente, nenhuma dessas coisas falham com paciência, levam seu devido tempo, mas valem a pena.
Quem está afim cumpre promessas. Diz a verdade. Olha nos olhos com doçura. Te dá uma rosa. Quem não quer foge do assunto. Não atende o telefone, protela, adia, desvia o olhar. Te dá espinhos. O "bom" jogador até se passa por um cara que está afim de ti. Mas, se prestares atenção em detalhes pequenos, a verdade se tornará clara. Escolhe. A opção é tua...
Quando você já não espera por nada ou pelo menos nada que venha de uma determinada pessoa, de repente, distante, um oi. Em meio a várias janelas abertas do MSN, uma se destaca. Uma surpresa. Ele. Você. Você e ele. A janela aberta. A confusão que isso causa na cuca distraída. A surpresa ou espanto. Até você decidir abrir aquela janela, milhões de coisas já passaram na cabeça. Um verdadeiro filme de tudo que vocês já passaram juntos. E que foi bom. – Oi, boa noite, tudo bem? E todos os sites que até então estiveram ali, se transformam em um verdadeiro plano de fundo. – Oi, estou bem, e você? Como sempre, uma conversa prazerosa se iniciou. E a vontade de querer estar perto invadiu o ser que ali estava por detrás da tela fria do computador, mas que através dela poder-se-ia mostrar a grandeza do carinho e sentimento que ainda restara daquela relação. E foi bom.
Tudo tão rápido quanto sincero. Uma história dessas que independe de tempo para ser linda ou para sempre. Aquele fim que não leva pedaço de ninguém, porque os dois já sabiam desde sempre que se tratava de uma amostra grátis do amor. Amor que tanta gente nunca nem sentiu o cheiro, amostra já é grande demais, privilégio demais. Um fim com carinho e frio na barriga sempre que se esbarram por aí. Sem dor, arrependimentos, pesos ou culpas. Foi, de longe, a melhor amostra grátis que os dois já receberam na vida. Qualidade indiscutível. Só acabou.
Não sei ao certo porque eu deito na cama no meio de uma tarde enquanto poderia estar fazendo milhares de outras coisas por ai. Dificilmente eu estou cansado nesse horário, mas eu sinto uma vontade de ficar lá olhando pra cima por um momento, sem música, sem luz, sem barulho. E pode acreditar, não é sono. Talvez eu tenha encontrado um lugar que eu consiga desistir sem que ninguém veja, escute ou perceba. Nem mesmo eu. Ando fazendo muita coisa escondido de mim.
Lamento agora não ter tido outrora a coragem (ou a imodéstia) de me servir de uma linguagem pessoal para exprimir ideias tão pessoais e audaciosas. Arrependo-me de ter pessoalmente recorrido a fórmulas de Kant e de Schopenhauer para exprimir opiniões inéditas e insólitas que eram diametralmente opostas à inteligência e ao sentimento, tanto de Kant como de Schopenhauer.
Hoje um criança parou do meu lado e, brincando com uma vareta, me perguntou: "O QUE É O AMOR? " eu parei tentando buscar algo que pudesse explicar o que significava o amor ... fiquei um tempo com a cabeça abaixada, e quando finalmente tinha achado a resposta, olhei pro lado mas a criança já tinha ido embora ... mas na terra tinha um recado escrito com a vareta que dizia assim: " ASSIM É O AMOR, SE VOCÊ DEMORA PRA CORRESPONDER, ELE SIMPLESMENTE DESAPARECE..."
Então eu me levanto mais uma vez, pensando que vai ser a última vez todas as vezes. Mas cair faz parte, é aprendizagem. Na verdade quanto mais você cai, ao contrário do que pensam, você não aprende a ficar de pé melhor, você aprende que se você se levantar, vai acabar caindo de novo, então você aprende a viver sentado.
Na foto cena do momento em que Pôncio Pilatos, uma autoridade competente para exercer justiça ao inocente, prefere se esquivar, por medo do povo judeu e por medo de seu superior, o Imperador romano. Se inocentasse o Cristo, corria o perigo de aborrecer o Imperador romano e perder o cargo de Governador dos judeus. Usou de várias artimanhas a que o povo não respondeu com aprovação. Diante de seu "esforço" frustrado, manda trazer água e lava as mãos sobre o que possa acontecer ao Cristo que ele sente ser inocente. Nietzche vê em Pilatos a personalidade mais real do Novo Testamento por seus questionamentos. Eu o vejo como a personagem mais real por ser aquela que vemos no nosso dia a dia. A todo momento topamos com um Pilatos em nosso caminho. O discurso agora é "O negócio não é comigo, deixa isso pra lá", "Vou comprar briga pra mim à toa, eu não! Ele que se dane!". "Eu não vi, não sei de nada!". "Bem que gostaria de defendê-lo, mas se eu o fizesse, perderia meu emprego, então...". "Se eu vou testemunhar a favor dele, vai sobrar pra mim...é melhor eu ficar fora disso...". E por causa dos Pilatos a injustiça corre solta. É preciso entrar na briga pela causa justa. Hoje o problema não e aflige, como escreveu Bertold Brecht, mas amanhã poderá ser sua vez...e os outros vão cruzar os braços também para o seu problema.
Me deixa de fora desse seu mau sentimento. Você é uma pessoa horrível. Uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia. Isso não tem nada a ver com o que está sendo julgado. É um absurdo V. Exa. aqui fazer um comício, cheio de ofensas, grosserias. V. Exa. não consegue articular um argumento. Já ofendeu a presidente, já ofendeu o ministro Fux, agora chegou a mim. A vida para V. Exa. é ofender as pessoas. Não tem nenhuma idéia. Nenhuma. Só ofende as pessoas. Qual é sua idéia? Qual é sua proposta? Nenhuma! É bílis, ódio, mau sentimento, mal secreto, uma coisa horrível. V. Exa. nos envergonha, V. Exa é uma desonra para o tribunal. Uma desonra para todos nós. Um temperamento agressivo, grosseiro, rude. É péssimo isso. V. Exa. sozinho desmoraliza o Tribunal. É muito ruim, é muito penoso para todos nós termos que conviver com V. Exa. aqui. Não tem idéia, não tem patriotismo, está sempre atrás de algum interesse que não o da Justiça. Uma vergonha, um constrangimento.
Aos 15 anos a gente quer abraçar o mundo e entende que nem toda dança será uma valsa de iniciante. Falamos mais alto. Enfrentamos e magoamos duramente aqueles que ainda não entenderam que estamos crescendo e ainda nos enxergam como uma criança. No fundo, não compreendemos nada e queremos explicar tudo. E entre achismos e achados, vamos redescobrindo o sentido. Vamos apurando os sentidos. Entre experimentos e amores, vamos vivendo os sentimentos. Fazemos confusão por tudo e gritamos por nada. Gritamos contra tudo e acreditamos que todos estão contra os nossos sonhos. Não queremos revolução, só uma revolta sem causa específica atenta as vontades. Aos 15 anos fazemos besteiras, falamos bobagens e enfiamos o pé na jaca. Não somos tão livres, mas ao mesmo tempo estamos presos na arrogância desmedida. Ignorantes na arte do querer por querer. Aos 15 anos somos ventania. Caminhamos nos equilibrando em um fio de lã entre a tristeza e a alegria. Temos medo de cair, mas podemos voar. Na verdade enxergamos as asas, mas não sabemos exatamente como usá-las.
O amor é um sentimento inefável que transborda da raiz e desabrocha como uma rosa sua essência. Assim, olhamos para a vida como um jardim que semeamos no tempo divino dado e estabelecido para todos. Compreender os desígnios de Deus e amar em qualquer circunstância é nosso aprendizado. Seguir semeando é nosso dever e evoluir no amor é nossa missão.
Posso falar? Quando a gente posta uma foto dessa com quarenta e tantos anos, não adianta ficar pensando numa legenda legal... porque a única coisa que queremos mostrar, é o quanto temos autoestima por saber que o tempo está sendo generoso com a gente. Eu, pelo menos, tenho dois filhos gêmeos de quase 20 anos, e ainda assim, aos 43 anos estou me sentindo orgulhosa com o corpo que tenho. Tenho estrias? Tenho. Celulite? Tenho. Flacidez? Tenho.. mesmo assim, me sinto gostosa. A beleza não está no que vc vê, está no que eu sinto!!! #toploba #toplobapode
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