Carta de uma Futura Mamae
Comemorem sempre que tiverem uma oportunidade, mesmo que com pequenas conquistas, pois elas são tão importantes quanto as grandiosas. Estar vivo já é muito mais que um motivo para comemorar. Ter o que comer todos os dias é uma vitória. Andar, enxergar, poder tomar um banho sozinho, beber água usando seus braços e mãos... Ter o prazer de dormir sem sentir dor nenhuma, estar com sua mente blindada, almejando mais e mais. Ter uma nova chance todos os dias.
:D
Crônica: O Mapa dos Textos Inacabados
Existe uma tirania da página completa. A exigência de que o pensamento seja redondo, a frase, lapidada, a ideia, finalizada e assinada com um ponto inquestionável. Mas a vida, convenhamos, não é feita de tratados; é feita de sussurros interrompidos, de notas de rodapé que nunca chegaram ao livro e de rascunhos rasgados.
Aqui reside o poder dos pequenos textos inacabados e eficazes, intrépidos e vorazes que falam sobre você.
Eles são a nossa verdade mais bruta, a confissão não autorizada pelo censor interno. Pense nas listas de supermercado rabiscadas, que revelam não apenas a fome, mas a pressa, a desorganização charmosa, a prioridade daquele dia. Pense nas mensagens de texto digitadas e apagadas, aqueles dez segundos de fúria ou de amor inarticulado, que morreram no limbo digital, mas que continham a essência do que a sua alma gritava.
Esses fragmentos são eficazes porque ignoram a burocracia do bom-tom. Eles não têm tempo para introdução, desenvolvimento e conclusão. Vão direto ao ponto nevrálgico: o desejo, a dúvida, o pico de alegria. Um haicai mental que, por sua incompletude, nos força a preencher as lacunas, convidando-nos à intimidade.
São intrépidos porque ousam ser feios. Ousam ser mal escritos, gramaticalmente incorretos, ou até mesmo incompreensíveis para qualquer um que não seja o seu criador. Eles quebram a regra de que a arte deve ser perfeita. São a prova de que a vida é um borrão maravilhoso, e não uma aquarela de precisão cirúrgica.
E são vorazes. Devoram a máscara social. Enquanto o seu currículo, sua biografia e seus posts cuidadosamente filtrados buscam construir a imagem de quem você gostaria de ser, o texto inacabado revela quem você é. Ele carrega o cheiro da ansiedade que o fez acordar às três da manhã e o arrepio do insight que durou apenas um instante.
O Ser Humano, afinal, é um projeto inacabado. Somos a eterna promessa, nunca a realização total. E é por isso que esses pequenos textos, que não pedem licença e não esperam aplausos, são os mapas mais honestos. Eles são os vestígios da sua mente em estado de fluxo, a prova de que a maior poesia está no que não foi dito por inteiro.
Portanto, olhe para os seus fragmentos. Eles não são falhas. São o seu diário mais íntimo, a crônica mais verdadeira de quem você ousou ser, mesmo que por apenas um instante e meia linha. A incompletude é a sua assinatura mais autêntica.
Esta incompletude é também um ato de resistência contra o "culto do impecável". Vivemos na era da curadoria da vida, onde tudo deve ser filtrado, editado e exibido como uma peça de museu. O fragmento, no entanto, recusa o palco; ele reside na margem do caderno, no verso do guardanapo manchado, na nota de voz que é cortada pelo barulho de um carro. Esse é o seu território sagrado: o não-lugar da performance.
Nesses nichos de verdade, a clareza chega como um raio, intrépida, e se esvai antes que possamos vesti-la com palavras adequadas. O texto inacabado é o registro exato desse instante fugaz de lucidez, antes que a razão o domestique. Ele é um pacto consigo mesmo: a promessa de uma ideia que talvez nunca se concretize, mas que foi, no seu nascimento, absolutamente vital. É o seu código secreto, a sua língua franca com o seu próprio inconsciente. E é justamente por serem inacabados que eles permanecem vivos. Se estivessem completos, seriam memória; como fragmentos, são eternas possibilidades. Somos todos, no fundo, a soma voraz desses pequenos textos à espera de um final que, poeticamente, nunca chegará.
E é nessa espera, nessa promessa suspensa, que encontramos a liberdade mais pura. O texto completo é um corpo fechado; ele não pode mais mudar, não pode mais se contradizer. Sua verdade é finita. Já o fragmento, o pequeno texto voraz, mantém todas as suas portas e janelas abertas. Ele carrega consigo o peso do "ainda não", a energia do "e se". Essa incompletude nos obriga a voltar, a tentar de novo, a continuar o diálogo com a página, com a vida. No fundo, a crônica da nossa existência é apenas uma coleção de começos brilhantes e meios confusos. E o maior ato de autoconhecimento é amar esse caos, reconhecendo que a única forma de o Ser Humano não se tornar um objeto de museu, frio e intocável, é permanecer, para sempre, um rascunho apaixonado.
O nosso legado, quando partirmos, não será a obra terminada que deixamos sobre a mesa, mas sim a pilha de papéis a meio. Não é o livro publicado, mas a anotação na margem que revela a dúvida mais íntima do autor. O que fala verdadeiramente sobre nós é o conjunto de pontos de interrogação que não conseguimos resolver, as ideias que foram grandes demais para caber numa única frase. São esses fragmentos de pensamento, carregados de vida não vivida e intenção pura, que se tornam convites para quem vier depois. São a nossa maneira de dizer: "Continue, a história não é minha, mas nossa". E assim, nesse mapa voraz e intrépido de textos inacabados, encontramos a nossa mais profunda e mais humana imortalidade: a de sermos possibilidade até ao último suspiro.
Vazio ...
É só um copo de vinho
Ou uma canção que acabou de tocar
Na tv um filme antigo
E nada pra falar ...
Quero o copo vazio
Que ficou no seu lugar
Não quero versos nem jazigo
Nem céu ou luar
Só quero o vazio
Que ficou no seu lugar
O vazio até é bom
Não fala nem escuta
E quando tudo acaba ...
O vazio não luta
Fica te encarando no quarto
Como algo a luz minuta
O vazio é o vazo
O resto não diminuta
Mas um dia sei
Que ela vai me procurar
E mesmo que eu a ame
Não vou ligar
Pois meu coração morreu
Sem ela se importar
E mesmo que me procure agora
Só vou embora sem falar ...
A sua juventude hipnotiza, parece ser eterna, talvez, seja uma vampira atraente com uma distinta graciosidade, um pouco atrevida, mas não é uma que se alimenta de sangue e sim de muita intensidade, sempre sedenta de momentos que a façam sentir-se profundamente viva, cada vez mais liberta,
Sem dúvida, uma peculiaridade vampiresca bastante chamativa, personalidade excêntrica, elegante, poderosa, a luz do sol não chega a ser uma ameaça, ama os dias ensolarados de verão que lhe aquecem com o calor existente na sua alma e durante a noite, aumenta o seu poder de sedução, apaixonante de várias formas.
Cativante em demasia e ao mesmo tempo envolvente semelhante a um vermelho escuro no tom de um bom vinho, que enquanto a taça vai ficando vazia, enche de euforia ao ser saboreado, trazendo atrevimento ou um sentimento de calmaria, adequado para um aspecto de elegância, um sonho vampírico, vampira poética de um olhar imersivo.
O amor não magoa ninguém!
O que faz mal é o apego ilusório.
O amor não é uma pessoa; é um estado de consciência.
Ele existe por si mesmo e está no seu coração.
E não pode ser comprado ou manipulado.
Apenas recupere o brilho.
O amor não foi embora. Foi só alguém que partiu.
Mas o amor não se parte; o que quebra é a ilusão.
Logo, não precisa juntar nada. Não há cacos.
O amor está aí, em você mesma.
A chuva te traz
Quando se aproxima uma nuvem cinza,
algumas imagens me aparecem,
com a água que em gota pinga,
vêm lembranças que não te esquecem
a chuva te traz a mim
por uma pequena fração de tempo,
como aguando todo o jardim,
dando um frescor ao pensamento
posso te enxergar paixão profunda,
mesmo você não estando ali,
num temporal que a terra inunda
e transborda o amor por ti
por um momento,
a chuva me faz de ti lembrar,
e, como uma folha ao vento,
desaparece devagar
Você não precisa ficar milionário aos 18.
Nem ter uma startup aos 20.
Não precisa comprar curso de autoajuda, nem desbloqueio de mente,
nem “mapa do sucesso”,
nem ser o próximo gênio da internet.
Não precisa se espelhar em influenciador nenhum —
principalmente nesses que vendem fórmulas mágicas
enquanto a vida deles é só um palco cheio de truques baratos.
Porque é disso que se alimenta o novo mercado:
da sua pressa,
da sua dor,
da sua comparação com o outro,
do seu medo de não ser ninguém.
Hoje em dia existe curso pra tudo.
Pra ficar rico em sete dias.
Pra acertar na Mega-Sena.
Pra virar guru em três cliques.
Pra curar o que só o tempo cura.
Pra destravar o que nunca esteve travado.
É só digitar a palavra certa — e pronto:
tem sempre um “especialista” pronto pra te vender a solução
de um problema que nem é seu —
mas que agora virou.
Porque ele sabe como cutucar a sua ferida.
E aí você se culpa.
Se acha fracassado porque ainda não tem um carro do ano.
Porque não viajou pra Dubai.
Porque não largou tudo pra viver de renda.
Mentira.
Tudo isso é mentira — vendida como estilo de vida.
Você não perdeu tempo.
Você não perdeu oportunidade.
Você só viveu — no seu tempo.
E a vida está apenas começando.
Outras portas virão.
Outras ideias.
Outros caminhos.
E todos eles podem ser seus,
desde que você caminhe sem pressa de chegar.
Não se martirize por causa das pressões do mundo moderno.
Não deixe que a ansiedade vire sua bússola.
Não se compare.
Não se afunde no palco dos outros.
Siga os seus passos.
Respeite suas pausas.
Se espelhe em você mesmo.
Porque só você sabe o que viveu,
o que doeu,
o que te fez parar —
e o que vai te fazer continuar.
Enquanto eles vendem sonhos prontos,
você tem algo que ninguém mais tem:
o seu tempo.
O seu compasso.
A sua verdade.
E isso, meu amigo…
não tem curso que ensine.
ALCATÉIA
Tem uma noite dentro de mim...
Uma noite tenebrosa e itinerante
Que me extorque e me retém
Refém de traumas e pecadilhos...
Olhos me espreitam atrás de moitas,
Tocaias preparadas num pântano onde cerca-me
Uma faminta alcatéia...
Uma amante seminua atrás de cada arbusto
Mostrando seus seios empinados
E línguas encarnadas, propondo beijos
Nos quais deduzo doses de cianureto.
Continuo cercado pelos lobos
Que uivam como um mau presságio
Enquanto diante de mim a loba líder
Lambe-me o rosto com seu hálito fétido
E dentes afiadíssimos...
Do outro lado do córrego que separa o pântano
Há um vale verdejante,
Uma aurora com matizes maravilhosas,
Uma fonte de águas cristalinas...
Ovelhas bem nutridas de peles bem cuidadas
Num pasto irreparável...
Há uma ponte que conduz a esse vale...
Contudo, diante da fera
Eu contemplo a grandeza de Deus
E algo me diz que essa criatura
Quer apenas me proteger
Das matizes maravilhosas,
Da fonte cristalina e da alcateia...
Da alcateia de ‘ovelhas’...
Vamos combinar uma coisa:
Se tiver que ser, seja você.
Se tiver que dizer, diga para você mesma.
E se for preciso mudar, mude por você mesma.
Ninguém pode mudar ou melhorar o outro.
Cada um tem o livre arbítrio para fazer o que quiser com a sua vida.
Não temos poder sobre o "eu" de ninguém. Podemos até tentar influenciar, mas o "eu" do outro sempre sabe que ele é ele.
💫 A verdadeira liberdade está em respeitar a jornada única de cada um.
Viva a sua, e permita que os outros vivam a deles.
O MUNDO NÃO QUER MAIS DITADORES
Junto com a queda do regime de Hosni Mubarak estabeleceu-se uma nova realidade no cenário político do Oriente Médio e de certa forma em todo mundo. A exemplo do que ocorreu no Egito, essa onda revolucionária passa pela Líbia e se estende de formas diferenciadas, afetando a mentalidade universal.
No oriente médio, vários países já enfrentam essa revolução. Povos se rebelam, dizendo não ao regime de mão-de-ferro. Evidentemente, os resultados iniciais dessa revolução não são gratos. O desejo de liberdade cobra o preço nada módico de vidas, sacrifícios sociais e custos de vida no planeta. Começamos a sentir os efeitos pela alta do petróleo, que gera alta dos transportes, e esses, a dos alimentos, numa cadeia que distribui crises. É claro que a conta pesa sempre mais no bolso e na vida do cidadão comum, justo esse que já é secularmente a maior vítima dos desmandos de seus países.
O que há de formidável nisso tudo é a certeza de que o mundo não que mais saber dos ditadores. Se ainda existem massas fiéis aos tiranos da atualidade, são aquelas massas fanáticas viciadas em sofrimento. Fatias cada vez menores de um todo que anseia um mundo melhor, na medida em que acordam para o fato de que o tal mundo melhor só é possível com liberdade. Não importa se os governos são paternalistas ou se existe prosperidade material, quando os países e povos têm donos. Quando tudo aquilo de que desfrutam não é seu, e sim, dos poderes constituídos.
Governos ditadores são agiotas ideológicos. “Dão”, e na maioria das vezes de formas precárias, mas cobram, nos momentos cruciais, das maneiras mais duras e aviltantes, os “favores” sob os quais mantêm seus governados. Povos que vivem sob ditaduras podem ter quase tudo, dentro de seus conceitos de tudo, mas nunca têm autonomia; voz; direitos fundamentalmente humanos; de cidadania. Nunca têm paz.
Nós, brasileiros sabemos o que é ditadura, porque já vivemos sob tal regime. E para ser bem realista, devo dizer que ainda vivemos sob o cheiro constante e as ameaças veladas e pontuais da ditadura por nosso orgulho e coragem. Conquistamos a democracia torta e sonsa que hoje nos rege, mas foi uma conquista. Podemos avançar muito. O que não podemos é voltar no tempo, aceitando por exemplo, qualquer tipo de censura sobre os meios de comunicação, especialmente os informativos. Para os casos específicos de abuso, existem leis também específicas.
Com todas as mazelas, sofrimentos e sacrifícios advindos deste sonho, brindemos ao possível mundo inteiramente livre! Ainda vai demorar, sabemos disso, mas os povos estão cada vez mais briosos, informados e seguros do que desejam. E todos desejam a liberdade... Antes mesmo da prosperidade.
RECOMEÇO
Uma visão, uma mão sobre o vidro da janela.
Um pensamento alheio, longe, vago, distante
Um destino a ser traçado, uma nova vida a ser definida
Olhos distantes buscam o vazio. Vidas não vividas.
É noite. A cidade acordara. O breu lá fora apavora
Às luzes ultrapassam as cortinas que através do vidro emolduram a sala
O medo ficou do lado de fora. É tempo de repensar, de ir além
O que estava guardado a sete chaves e o que estava oculto vieram à tona.
O Jazz toca na vitrola. A nostalgia se fez presente.
O passado trouxe lembranças de um tempo que desconhecemos
E que precisava ser vivido hoje. Resquícios de uma vaga lembrança. Um filme.
Nossa música, um vinho na taça, um brinde, uma dança.
Uma caneta esquecida no móvel da sala. Um pedaço de papel sobre a mesa
História para contar. Relatos que nem lembrávamos de que um dia fez parte
Da nossa história. Vem. Chegou a hora. Precisamos revirar as páginas
Recomeçar. Reescrever. Reinventar ou talvez deixar acontecer.
A madrugada se despede neste momento e eu preciso partir.
O que precisava terminar, o tempo se encarregou de levar
Um novo período irá começar. Uma nova porta irá se abrir.
Uma nova chave no chaveiro. Um novo tempo e uma nova escolha.
A uma morena
Você mulher das estrelas, esculpida por Deus e lapidada pelos anjos da beleza. Ensinou o que é amar e o que é o amor. Olhar fascinante, brilha mais que a mais brilhante das estrelas que existe, seduz...morena alta de rosto rosado, olhos castanhos, bem claros, cabelos sedosos, macios, longos, negros, como a mais rara das pérolas ou belo reflexo num espelho.
Bem sei que nunca poderei tê-la ao meu lado, pois não teria paz, menina sublime que atrai a tantos olhares, ainda que seu sorriso traga-me a calma da brisa do mar. Moça de raro fascínio, encanto
divino, como posso traduzir seu rosto sem jeito quando recebe o mais singelo dos elogios!?
Diga que é de mentira, que nunca a vi, pois não saberei viver somente como amigo. Sim...desejo que solte seus braços que me abraçam e deixe que flutuem pelo meu corpo tal como minhas mãos em seu rosto. Deixe que eu me perca em suas curvas, na pele macia em que minhas mãos passeiam com a mais latente vontade, como rio que corre para o mar...doces anseios.
Morena, você é sinônimo de sedução, cujo nome está guardado dentro do meu peito, como do amor uma linda canção, melodia em corpo, letra no sorriso. Não sei se me ensinaram a viver, mas aprendi a reconhecer o amor, que você exala na mais pura essência, delicada e encantadora pétala de flor.
Permito-me Ouvir uma valsa de Strauss
Contemplar o espetáculo das estrelas em suas constelações do universo dos
acasos,
Permito-me Tirar a solidão pra dançar
Deixa pegadas no frio
Me perder e depois me encontrar
Permito-me que a saudade vem herdar
aquilo que não ficou
Som, luz, breu, outrora E uma herdar
canção triste onde todos cantam Em seu refrão.
O amor errou ou foi imprudência?
Lamento.
_Suedson Corey 04/12/2025
"Uma afirmação positiva para a nossa semana:
Eu me liberto
De toda inveja que me puseram.
De todo ódio que me lançaram.
De toda praga que me rogaram.
De toda maldição que me caiu.
De todo laço que me armaram.
De toda pedra que me atiraram.
De toda mágoa que me colocaram.
De todo destino que me impuseram.
De toda maldade que me fizeram.
Assim seja! Assim é! Assim será!
Amém!"
Terei uma Entrevista com a Morte
Terei uma entrevista com a Morte
em certa barricada em que se lute,
quando com suas sombras murmurantes
de novo a Primavera regressar
e as flores da macieira encherem o ar...
Terei uma entrevista com a Morte,
quando trouxer de novo a Primavera
os dias azulados e brilhantes.
Talvez ela me tome pela mão
e me conduza para a escuridão
do seu país, feche meus olhos, corte
minha respiração... Talvez eu passe
no lado dela silenciosamente.
Terei uma entrevista com a Morte
tia escarpa recoberta de feridas
de uma colina destroçada, quando
este ano a Primavera vier chegando
e abrir nos prados as primeiras flores.
Fora melhor estar entre perfumes
e almofadas de seda mergulhado,
onde o Amor vibra em seu sono encantado,
numa só pulsação, num só respiro,
de que é tão grato o suave despertar...
Mas tenho uma entrevista com a Morte
numa cidade em fogo, à meia-noite,
ao ir a Primavera para o norte;
serei fiel à palavra que empenhei:
jamais a essa entrevista faltarei.
Meu coração e o girassol
Me pego mais uma vez deitado no travesseiro pensando em vc.. e que travesseiro macio. Me faz lembrar da sua pele, tão aveludada e cheirosa.
São erupções de pensamentos que vem.. ideias de como fazer para conquistar o seu amor, a sua atenção. Estar do seu lado é tão bom, te contemplar é um máximo. Essa sua mistura de meiga e avassaladora num simples sorriso, num simples olhar.
É tão difícil suportar tudo isso em meu coração.
Tentei não deixar se desenvolver e chegar a este estado.
Eu oro ao Pai para que Ele me ajude a esperar. Oro ao Pai para eu não me machucar outra vez.
Por que sou exímio em amar e não ser amado da forma que eu necessito.
Ao meu Girassol ❤
Durante toda a minha vida, pensei que a história terminava quando o herói e a heroína ficavam juntos, em segurança - afinal, o que é bom o suficiente para Jane Austen deveria ser bom o suficiente para qualquer um. Mas é mentira. A história está só começando, e todo dia será uma nova peça do enredo.
Nunca diga eu acho,eu já fiz meu melhor,eu tentei.Nâo há tentativas ou se faz ou não faz.Á cada dia somos melhores que ontem e quando se tem a certeza de sua aptidão e sucesso faça,!é logico falhas podem existir uma vez ou outra,mas com erros vem os acertos ,os erros só servem pra gente melhorar nossa capacidade de acertar.
Quando meu filho morreu (...), as visitas vinham me dar pêsames e, achando que isso iria me consolar, diziam: “A vida continua.” Que bobagem, eu pensava, porque é claro que ela não continua. É a morte que continua (...). Não existe fim para isso mas, talvez, haja um fim para o sofrimento que isso causa.
"Não discuta. Converse. Não exija. Peça. Não seja indiferente. Agradeça. Não se amedronte. Confie. Não amaldiçoe. Compreenda. Não se desgaste. Pondere. Não viva ansioso. Saiba esperar. Não se descontrole. Respire. Não reclame. Trabalhe. Não fale demais. Ouça. Não se atormente. Acalme-se."
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