Carta de Amor para Marido
Minha maior sorte é te chamar de marido e te ter ao meu lado todos os dias! Não trocariao que nós temos por nada desse mundo! Você me faz feliz e me completa de todas as formas possíveis! ❤️ Nesse seu aniversário, meu amor, eu só tenho a agradecer pelo marido e homem maravilhoso que você é! Te amo e te admiro e só quero que leve sempre esse sorriso lindo no rosto! Parabéns!🎉
Todos dizem que serei um bom marido, um bom esposo, um bom pai. Mas será mesmo?! Me tento a pensar, penso constantemente, como eu seria com minha esposa, meu filho(a) não me vem muitas coisas, acho que não nasci com essa vocação, não nasci com esse propósito, e tá tudo bem. Meu propósito é ajudar quem precisa, e é isso que vou fazer!!
Tem gente que acha que trocando de esposa ou trocando de marido irá resolver o problema. Você pode entrar em qualquer relacionamento, mas levará você junto. A mudança às vezes é errada, sempre a culpa é do outro, e vai sangrar e ferir outras pessoas que não tem nada haver com suas irresponsabilidades emocionais e afetivas. Jailton Patrício 💎
"Um marido com princípios de Deus é um exemplo de liderança amorosa, respeito e comprometimento. Ele busca viver de acordo com os ensinamentos divinos, honrando seu casamento e sua esposa, demonstrando amor sacrificial, fidelidade e integridade em todas as áreas de sua vida. Ele assume a responsabilidade de prover e proteger sua família, guiado pela sabedoria e orientação divina. Um marido com princípios de Deus busca construir um lar baseado na fé, na comunicação saudável e no crescimento espiritual mútuo. Ele é um exemplo de força, bondade e amor, refletindo o caráter de Deus em seu papel como marido e pai."
Descobri uma coisa bem engraçada para mim, que quero ser esposa, cuidar do meu marido com todo amor, ficar em casa, trabalhar nos meus hiper focos, meus artesanatos, aprender uma comida diferente todo dia, recever meu amor todos os dias com um abraço e dar muito amor e carinho, em uma vida simples aos olhos dos outros, mas que para mim é magnífica, mas sou cabeça dura, e penso ds seguinte forma, se nao realizar o que descrevi acima, vou agradar o meu ego, ter dinheiro, destaque, talvez reconhecimento se o o que me traz realização pessoal não for alcançado, vou realizar o que meu ego pede, mas no fundo, e não tão no fundo, se eu pudesse escolher, nem seria uma escolha. Nem precisaria pensar para saber o que me faria feliz...
✍️As pessoas reclamam de marido ou de mulher mas hoje qualquer pessoa adulta mais ou menos normal, se vira sozinha, compra comida, tem máquina de lavar roupas, tem diarista, o problema real são os dependentes, aqueles ascendentes ou descendentes que não conseguem, aí o pessoal terceiriza as responsabilidades por preguiça e diz que é o outro.
Ter um marido ocioso é como criar um filho sem educá-lo para o mundo; a sociedade. É mimá-lo ao extremo; não exigir limites; fazê-lo sentir-se o centro do mundo - sem ideia de mundo real - e superior às pessoas que precisam fazer jus à sobrevivência. Em suma, um ser incapaz de compreender os valores éticos, legais e humanos dos quais um cidadão verdadeiro deve ser composto.
Desculpe-me as coisas que jamais lhe darei.
Não vou fazer você sorrir.
Queria que envelhecêssemos juntos.
Dois velhos rindo enquanto nossos corpos decaíam.
Juntos no fim.
Há muitas coisa para sentir falta.
Livros... sonecas... beijos... e brigas.
Tivemos algumas fantásticas!
Agradeço por sua bondade.
Agradeço por nossos filhos.
Pela primeira vez que os vi.
Agradeço por ser alguém de quem sempre me orgulhei.
Por sua coragem e por sua doçura.
Pela sua aparencia, por sempre querer tocar em você.
você era a minha vida.
Desculpe-me pelas decepções... sobretudo está.
Amor, hoje completamos mais um mês de matrimônio. Há exatos cinco meses, dissemos sim um ao outro. Não foi um sim qualquer, automático, vago... Foi uma escolha de vida, de caminhos e direções. Um sim com responsabilidade e compromisso, com fé e esperança. Um sim mergulhado nas incertezas e mistérios da vida, na interrogação do futuro. Mais ao mesmo tempo um sim com tempero de vontade, de credibilidade, de aceitação plena, de amor e desejo. Nossos caminhos se tornaram um só a partir desta escolha. Uma só casa, uma só cama, um só! Não serei hipócrita de dizer que o casamento é algo perfeito, muito menos um perfeito conto de fadas. Mais quando você disse seu primeiro sim para mim, o sim para o meu sonho, para minha idealização e obsessão de casar e ter o meu final feliz como nas histórias de princesas, eu vivi sim esse encantamento. Você me fez feliz por abraçar comigo minhas vontades, por me deixar decidir e escolher tudo do jeito que tanto esperei, por concordar com minhas loucuras românticas, por me deixar aproveitar profundamente o momento mais especial e mágico da minha vida. Portanto, apesar de todas as dificuldades que uma vida a dois pode ter, dos conflitos, das diferenças, eu digo e acredito que encontrei o que eu buscava, o meu final feliz, o meu conto de fadas. Nesse dia 8, o dia em que comemoramos nossas bodas de chocolate, eu desejo que nosso amor seja sempre como um chocolate mesmo, doce, delicioso, com gotinha de quero-mais, e sempre capaz de colocar um sorriso do rosto, de curar a tristeza e afastar os sentimentos ruins. O chocolate é mágico. E assim deve ser o amor! Eu te amo marido! Feliz 5 meses!!!
Eu aprendo com ele, ele comigo. Tem dias que o amor vence, noutros, o compromisso nos mantém. Não existe maturidade sem aprovação e normalmente somos provados após correção. Como uma pedra afia outra pedra, juntos somos necessários um ao outro. Quer separar? Olhe os defeitos do seu par. Quer se manter apaixonado, valorizes as qualidades. Quando eu olho para o alvo não perco tempo com as distrações. É um dia de cada vez chegamos juntos, mais perto da vitória!
Não existe amor: É tão enfeitiçadora a atividade escondida que Mesmo a esposa, jamais querendo o marido como tal, aceita-o na forma de dono para dever-lhe a beleza do adultério. "O verdadeiro amor é como os fantasmas. Todos falam nele, mas ainda ninguém o viu." (François La Rochefoucauld)
Quero poder conhecer você melhor, me divertir rindo das suas histórias de quando era criança e do jeito como falava as palavras erradas. Quero me acostumar com o som da sua risada, o encaixe de nossas mãos juntas, quero poder reconhecer o seu perfume de longe e poder cantar no meio de todos qualquer música que lembre todos os nossos momentos. Eu quero isso e quero muito mais, eu quero, sim, quero eu e você pra realizar. Quero nós.
Adeus, meu amor, logo nos desconheceremos. Mudaremos os cabelos, amansaremos as feições, apagarei seus gostos e suas músicas. Vamos envelhecer pelas mãos. Não andarei segurando os bolsos de trás de suas calças. Tropeçarei sozinho em meus suspiros, procurando me equilibrar perto das paredes. Esquecerei suas taras, suas vontades, os segredos de família. Riscarei o nosso trajeto do mapa. Farei amizade com seus inimigos. Sua bolsa não se derramará sobre a cadeira. Não poderei me gabar da rapidez em abrir seu sutiã. Vou tirar a barba, falar mais baixo, fazer sinal da cruz ao passar por igrejas e cemitérios. Passarei em branco pelos aniversários de meus pais, já que sempre me avisava. O mar cobrirá o desenho das quadras no inverno. As pombas sentirão mais fome nas praças. Perderei a seqüência de sua manhã - você colocava os brincos por último. Meus dias serão mais curtos sem seus ouvidos. Não acharei minha esperança nas gavetas das meias. Seus dentes estarão mais colados, mais trincados, menos soltos pela língua. Ficarei com raiva de seu conformismo. Perderei o tempo de sua risada. A dor será uma amizade fiel e estranha. Não perceberei seus quilos a mais, seus quilos a menos, sua vontade de nadar na cama ao se espreguiçar. Vou cumprimentá-la com as sobrancelhas e não terei apetite para dizer coisa alguma. Não olharei para trás, para não prometer a volta. Não olharei para os lados, para não ameaçá-la com a dúvida. Adeus, meu amor, a vida não nos pretende eternos. Haverá a sensação de residir numa cidade extinta, de cuidar dos escombros para levantar a nova casa. Adeus, meu amor. Não faremos mais briga em supermercado, nem festa ao comprar um livro. Não puxaremos assunto com os garçons. Não receberemos elogios de estranhos sobre nossas afinidades. Não tocaremos os pés de madrugada. Não tocaremos os braços nos filmes. Não trocaremos de lado ao acordar. Não dividiremos o jornal em cadernos. Não olharemos as vitrines em busca de presentes. O celular permanecerá desligado. Nunca descobriremos ao certo o que nos impediu, quem desistiu primeiro, quem não teve paciência de compreender. Só os ossos têm paciência, meu amor, não a carne, com ânsias de se completar. Não encontrará vestígios de minha passagem no futuro. Abandonará de repente meu telefone. Na primeira recaída, procurará o número na agenda. Não estava em sua agenda. Não se anota amores na agenda. Na segunda recaída, perguntará o que faço aos conhecidos. As demais recaídas serão como soluços depois de tomar muita água. Adeus, meu amor. Terá filhos com outros homens. Terá insônia com outros homens. Desviará de assunto ao escutar meu nome. Adeus, meu amor.
Acredite no amor, lute com determinação e nunca desista. O verdadeiro amor é um presente divino concedido a poucos. Certamente, haverá prestação de contas por parte daqueles que desistirem ou fraquejarem ao longo do percurso. Deus é amor, e devemos buscar nossa santidade por meio desse presente que Ele nos concedeu. Ame profundamente e empenhe todo o seu coração na busca da felicidade. Afinal, ninguém nasceu para viver na infelicidade!
Amor. O que é o amor? Não creio que se possa relamente pôr em palavras. Amor é entender alguém, se importar, compartilhar as alegrias e as tristezas. Isso pode incluir o amor físico. Você compartilha alguma coisa, dá alguma coisa e recebe algo em troca, seja ou não casada, tenha ou não um filho. Perder a virtude não importa, desde que você saiba que, enquanto viver, terá ao lado alguém que a compreenda e que não precisa ser dividido com ninguém mais.
Por tudo que vivemos... por tudo de bem que você me fez... pelo amor e carinho que sentimos... pelos momentos que serão inesquecíveis em minha vida... e na sua também... creia meu anjo que eu confio em você e que neste céu que construí em minha vida... VOCÊ meu anjo é a estrela que me faz crer... que me faz ter forças para acreditar e para viver... você tem o coração e a alma de um a criança... se mostra... se escancara... expõe seus sentimentos... também te conheci pelo avesso... portanto conheci o melhor de você e toda sua essência... o seu interior é o de um anjo... porque tem que ser assim? Não sei mas chove... eu amo você para sempre.... obrigado por tudo... você não pode imaginar o quanto significa pra mim... amo você meu anjo... vou precisar saber de você e de sua vida... para poder viver... olha... não tem como você sair de minha vida... porque você esta em meu coração... pra sempre... te amo, meu anjo.
Não é isso que todo mundo acha super divertido? Beber e fumar, e beber, e fazer sexo sem amor, e beber e fumar e dançar e chegar tarde e envelhecer e não sentir nada? Sabe Zé, no começo doeu não sentir nada. Mas eu consegui. Eu não sinto nada. Nada. Uns vem, uns vão. As garrafas tão lá, ao lado do lixo. As cinzas saem dançando por aí. As minhas vão junto. No dia seguinte eu acordo, tomo um banho, passo protetor solar, sento na minha varanda com o meu jornalzinho e ó: nada. Nadinha. Nem pena do mundo eu consigo mais sentir. Minha pureza era linda, Zé, mas ninguém entendia ela, ninguém acolhia ela. Todo mundo só abusava dela. Agora ninguém mais abusa da minha alma pelo simples fato de que eu não tenho mais alma nenhuma. Já era, Zé. É isso que chamam de ser esperto? Nossa, então eu sou uma ninja. Bate aqui no meu peito, Zé? Sentiu o barulho de granito? Quebrou o braço, Zé? Desculpa.
Nota: Trecho da crônica "Zelador".
A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir “eu te amo” num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir “eu te amo” numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.
Nota: Trecho da crônica "A Impontualidade do Amor" de Martha Medeiros
Podem existir mil obstáculos, mas nada impedirá meu amor por ti. Atravessarei até os maiores mares, mas não existirá água suficiente que afogue o amor que sinto por você. Subirei até a montanha mais alta do mundo só para te ver e de lá gritarei seu nome para ver se me ouve. E se me ouvires, direi uma só frase: eu te amo. E quando o vento passar, levará consigo o que eu disse, e quando ele soprar em seu ouvido, escutarás junto ao vento: eu te amo. E toda vez que o vento soprar em seu ouvido, não será só apenas o vento, mas eu dizendo que te amo.
O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. Ele apazigua o meu peito com uma lista breve de prós e contras. Mas me dá escolhas. Eu me percebo transformada pelo que o amor tirou de mim por precisar de espaço amplo e bem cuidado para se instalar. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele; tira também a intransigência. O amor me ensina a negociar os prazos, a superar etapas, a confiar nos fatos. O amor tira de mim a vontade de desistir com facilidade, de ir embora antes de sentir vontade, de abandonar sem saber por quê. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque não posso virar as costas pra uma mania quando ela vem de uma pessoa inteira. Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia. O amor me tira coisas que eu não gosto, coisas que eu talvez gostasse, mas me dá em dobro o que nunca tive: um namoramento por ele mesmo. O amor me tira aquilo que não serve mais e que me compunha antes. O amor tirou de mim tudo que era falta.
