Carta de Amor Distante
A UTOPIA DA ETERNIDADE DO AMOR
Mentiram por milênios
Dizendo que o amor era eterno.
Eu por muito tempo acreditei
Creio que fui enganado, mas acordei.
Escrevo este texto
´para fomentar a curiosidade
E a vontade de saber de vocês.
O amor eterno
É uma das grandes utopias
Assim como viver em um paraíso aqui na terra.
O amor eterno existe no sonho
E como uma utopia
Nunca conseguiremos realizar
Tal façanha, tal proeza;
Infelizmente para a nossa tristeza.
A saída seria encontrar o equilíbrio
Entre sonho e realidade,
Mas eis a questão:
Como encontrar o equilíbrio entre o sonho e a realidade?
Do Amor
Lembro de cada pinta em sua pele
E de cada particularidade do seu corpo.
Absorto me recordo de cada beijo seu
De cada instante que me pertenceu.
Todo dia cedo, eu peço para Deus
Para ele dar-te um amor maior que o meu
E se não for pedir demasiadamente
Que o seu amado em definitivo seja eu.
Seu jeito de apenas observar a vida
E de se tocar intensivamente e com carinho
Me faz subir desejos e calafrios pelo corpo
Me enterneço todo com o seu amor por animais.
Sua beleza me faz a deixar sem graça
Quando como uma obra de arte, a venero.
Meus abraços escandalosos a deixam zonza
E nossos beijos demorados quase arrancam a pinta que tens na boca.
Você me rouba o sono e a vida quando estamos separados
E me devolve a vitalidade e a paz quando estamos juntos
Sofro em abstinência quando está distante
E sou o ser mais completo e feliz quando está presente.
Mais que um Presente
Não é no brilho raro de um presente
Que o amor se mostra em sua essência pura,
Mas sim no gesto calmo, persistente,
Na companhia que o tempo assegura.
É no carinho em dias sem beleza,
Na mão que afaga quando a dor consome,
No zelo feito em doce singeleza,
No nome dito com sabor de abrigo.
O amor real dispensa grande cena,
Não vive só de flores ou de festa.
É chama que resiste a toda pena,
E em cada dia simples se manifesta.
Amor não vive só de flor e festa,
Presença é prova pura e manifesta.
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Nunca me disseram que a ausência de amor poderia cavar subterrâneos dentro da alma.
Apenas fui percebendo, dia após dia, que algo em mim se retraía sempre que o afeto era negado ou a presença me era retirada sem explicação. E assim nasceu o porão.
Um porão não se constrói de uma vez.
Ele começa como um canto escuro da memória, onde jogamos o que não sabemos lidar: o abandono, o desdém, as palavras não ditas, os olhares que desviaram de nós no instante em que mais precisávamos ser vistos.
E quando nos damos conta, já estamos vivendo ali dentro.
Silenciosamente.
No meu porão, não havia janelas.
Apenas lembranças repetidas como ecos:
“Você é demais.”
“Você exige muito.”
“Você espera o que ninguém pode dar.”
Um dia, desejei ser amado. Verdadeiramente.
E, em meu desejo, ofereci tudo o que havia guardado.
Entreguei minha sede, minha esperança, minhas cicatrizes.
Mas do outro lado, veio o silêncio.
Ou pior — uma rejeição educada.
E então, fiz o que aprendi a fazer: voltei para o porão.
Fechei a porta por dentro.
E culpei a mim mesmo por não ser digno das cores do outro.
Mas ali, no escuro, algo começou a mudar.
Percebi que a dor que tanto me esmagava, não era apenas pela ausência de amor…
Era pelo peso de ter construído minha identidade com base na validação alheia.
Era pela minha tentativa constante de provar que merecia ser amado.
E foi então que compreendi:
O porão não é um castigo.
É um chamado à reconstrução.
Um convite da alma para que deixemos de implorar luz dos outros… e comecemos a criar a nossa.
O arco-íris não se forma no porão porque não há janelas.
E não há janelas porque, por medo de sermos feridos, tapamos toda e qualquer fresta por onde o amor pudesse entrar — inclusive o próprio.
Agora eu sei.
Não é que ninguém quis me amar.
É que eu me abandonei na expectativa de ser salvo.
E a verdade é esta:
Não há arco-íris no meu porão…
porque fui eu quem escondeu o sol.
Mas hoje — hoje eu quero recomeçar.
Talvez eu ainda não saiba como abrir as janelas.
Mas já tenho nas mãos a chave do trinco.
E isso… isso já é luz.
Reflexão final:
Você não precisa de alguém que desça até os teus porões para te amar. Precisa, primeiro, ser quem decide não viver mais neles. A partir daí, tudo começa a mudar. O arco-íris não virá de fora. Ele nasce quando você ousa sentir orgulho da tua própria coragem — mesmo que ninguém esteja aplaudindo.
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo II
— O Amor que Ninguém Vê.
“Há dores que têm nome de silêncio. Há amores que desfalecem no escuro.” Camille Monfort.
Ela ainda estava lá.
Não no tempo, nem na fotografia que amareleceu sobre o piano que já não toca mas em mim.
Nas dobras encharcadas da memória, onde até hoje a musselina da tua ausência dança, viva, como um véu de névoa sobre a ferida que não cicatrizou.
Teu nome, Camille, é agora um sussurro que me rasga por dentro —
e não há mais quem o ouça,
senão os fantasmas que deixaste quando partiste.
Nunca soube se foste amor ou febre.
Talvez um delírio.
Ou o último lampejo de beleza antes do colapso.
Tua presença era feita de sombra líquida, de olhos que atravessavam as paredes do mundo e diziam coisas que minha razão jamais soube traduzir.
Na tua boca morava um lamento antigo, como quem tivesse amado demais noutra vida e voltasse para cobrar os restos.
E eu —
tão sóbrio, tão lógico, tão homem —
me vi desfeito no avesso da razão.
Como se tua aparição tivesse escancarado em mim uma porta que dava não para o céu, mas para o porão da minha própria alma.
E lá, entre espelhos rachados e cartas nunca enviadas, te reconheci:
não como um anjo —
mas como a mulher espectro que me revelou tudo o que eu escondia de mim.
Foi amor.
Mas desses que ninguém vê.
Porque amar-te era uma doença sem nome,
um ritual sem altar,
uma febre que só ardia quando a cidade dormia.
Não, Camille, tu não foste feita para os olhos do dia.
Tu eras para ser lembrança,
para ser poema escrito com sangue no diário de quem nunca será lido.
E por isso permaneces viva —
não na realidade que nos negou,
mas nos reconditos mais obscuros de mim, onde ainda habita o menino que chorou quando você não veio.
O que mais dói não é o amor que acaba.
É o amor que ninguém viu ou sentiu nascer.
Entre o Perdão e a Aurora do Amor.
Capítulo XV - Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro. Ano: 2025.
Camille Marie Monfort caminhava por entre os corredores silenciosos de sua própria alma, onde ecos de antigas feridas insistiam em sussurrar lembranças. Cada passo era um diálogo com a ausência, cada suspiro, uma tentativa de reconciliar o ontem com o amanhã. Ao seu lado, Joseph Bevouir não era apenas presença; era horizonte, promessa e sombra. Ele carregava nos olhos a memória do que fora e a inquietação do que ainda poderia ser.
O perdão, nessa trama delicada, surgiu como vento inesperado: não pediu licença, não exigiu razão. Libertou antes que o amor pudesse ousar manifestar-se. Camille sentiu nas mãos um vazio que já não queimava; Joseph percebeu que o coração, antes contido, agora respirava em espaço desobstruído.
Entre eles, palavras não eram necessárias. Cada gesto era tradução de uma reconciliação íntima, um pacto silencioso com o tempo. O perdão abriu portais, revelou luz onde a sombra insistia e ofereceu o terreno fértil para que o amor, tímido e hesitante, florescesse com intensidade renovada.
E assim, num instante suspenso entre o que foi e o que virá, compreenderam que a libertação interior precede toda forma de entrega. O amor, sem pesos nem correntes, é a aurora que nasce depois da noite profunda do rancor. Camille e Joseph descobriram que o perdão não é fim, mas a promessa de novos começos e que aqueles que se atrevem a liberar a alma encontram, inevitavelmente, a plenitude do sentir.
O perdão é a primeira semente da liberdade emocional. Quem se permite perdoar antes de amar, descobre que o coração não carrega apenas cicatrizes, mas a capacidade de florescer novamente, mais intenso, mais vasto, mais verdadeiro.
JESUS, TEU AMOR NOS GALVANIZA.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Jesus não é apenas o Mestre que falou às margens do lago ou percorreu as estradas poeirentas da Galileia. É o eixo moral da vida, o ponto cardeal para onde convergem todas as forças que ainda repousam adormecidas na alma humana. Seu amor não se expressa pela condescendência passiva, mas pela energia serena que ergue, desperta e educa. Ele não se limita a consolar os que sofrem: Ele os chama para o despertar da consciência, convidando cada um a descobrir o sentido profundo da existência e o valor da própria dignidade espiritual.
Esse amor de Jesus não se confunde com afeição sentimental. É um princípio diretivo, uma luz que se projeta sobre o íntimo e revela, de maneira silenciosa e firme, o que deve ser abandonado e o que deve ser cultivado. Ele nos alcança mesmo quando permanecemos à mercê dos sofrimentos que nós mesmos engendramos, sofrimentos que nascem das escolhas impensadas, das paixões desgovernadas ou das ilusões que alimentamos. Ainda assim, o amor do Cristo não humilha, não acusa e não exige. Ele nos galvaniza, inspirando renovação e coragem, mas sem nos impor constrangimento.
É neste amor que se compreende o sentido profundo do fardo leve e do jugo suave. Não porque a vida se torne isenta de desafios, mas porque a presença moral de Jesus cria um novo modo de sentir o peso da existência. Seus ensinamentos funcionam como eixo de equilíbrio, sustentando-nos nas horas amargas e impedindo que os reveses se convertam em desespero. Há uma excelência silenciosa nesse movimento. A alma, antes desordenada, passa a estruturar-se sob um novo regime interior, baseado na disciplina afetiva, na lucidez e na responsabilidade moral.
E quanto mais nos aproximamos desse amor, mais compreendemos que Ele não opera como um favor concedido do alto, mas como uma lei superior que se harmoniza com a estrutura mesma do universo espiritual. Jesus é o modelo e guia não apenas porque viveu a perfeição, mas porque manifesta em si a pedagogia divina que a todos alcança. Seu amor é método, é processo, é caminho. Convida, orienta e sustenta, mas não obriga. Seu chamado é brando, porém inexorável, pois dirige a consciência a reconhecer, por si própria, que não existe verdadeira grandeza sem bondade, nem verdadeira liberdade sem responsabilidade.
Assim é o amor de Jesus. Não nos poupa da aprendizagem, mas nos assegura a direção. Não elimina as provas, mas dá sentido às travessias. Não exige perfeição, mas inspira esforço constante. E, sob a ação desse amor, a alma humana encontra o ritmo mais elevado de si mesma, como se uma música antiga e esquecida voltasse a soar dentro do próprio coração, lembrando-nos que fomos criados para ascender, compreender e amar.
É nesse clima moral que o fardo se torna leve e o jugo se torna suave. Porque já não caminhamos sozinhos, e sim guiados por Aquele que conhece os abismos da dor e as alturas da luz, conduzindo-nos com a mão firme e compassiva do Amor que não falha e não passa.
Quando o perdão liberta antes do amor.
Há momentos em que o coração, ferido pela incompreensão, pelo abandono ou pela injustiça, precisa antes se despir do peso da mágoa para então reaprender o verbo amar.
O amor, em sua pureza, é um ato de entrega; mas o perdão é um ato de libertação, e às vezes é ele quem chega primeiro, abrindo as grades invisíveis que nos aprisionam ao passado.
Perdoar não é aceitar o erro, é compreender que a dor não deve governar o destino. O perdão não absolve o outro apenas; ele resgata a si mesmo. Porque enquanto o ressentimento persiste, o amor não respira, ele sufoca entre as lembranças, tentando florescer em solo infértil.
É no instante em que o perdão se faz ponte, e não muro, que a alma se reencontra consigo. E somente então o amor, que sempre esperou em silêncio, pode voltar a ser caminho, não mais ferida, mas aprendizado.
Alguns amores só sobrevivem quando são libertos pelo perdão. Outros só nascem depois dele. Mas, em todos os casos, o perdão é o primeiro gesto de amor, ainda que disfarçado de despedida.
Não a nós, Senhor, não a nós,
mas ao teu nome seja toda a glória,
por teu amor e por tua fidelidade.
Por que as nações dizem:
"Onde está o deus deles?".
Nosso Deus está nos céus
e faz tudo como deseja.
Seus ídolos não passam de objetos de prata e ouro,
formados por mãos humanas.
Têm boca, mas não falam;
olhos, mas não veem.
Têm ouvidos, mas não ouvem;
nariz, mas não respiram.
Têm mãos, mas não apalpam;
pés, mas não andam;
garganta, mas não emitem som.
Aqueles que fazem ídolos e neles confiam
são exatamente iguais a eles.
Ó Israel, confie no Senhor;
ele é seu auxílio e seu escudo!
O Dom do Temor nos revela o Amor de Deus.
Esse Temor é o receio de ofender a Deus por ser Ele Tão Bom e Santo. Não é medo de ofendê-Lo e ser castigado, mas sim receio de decepcioná-Lo com o nosso pecado. Então, por amor a Deus, esse Dom nos leva a fugir do pecado, já que esse entristece a Deus e O decepciona.
Poema - Amor Verdadeiro
O amor verdadeiro
Não se compra com dinheiro
Não é passageiro
Dura o tempo inteiro
Diferente de paixão
Que tudo passa em vão
Tipo uma traição
Cada um vá pra sua direção.
Quem ama, cuida
Também educa
Juntos se caducam
Não se julgam
Vai te proteger
Sempre fortalecer
Fazendo tudo por você
Pra não te ver sofrer.
De mãe para filho
De esposa para marido
Amor entre amigos
Até mesmo por um inimigo
Que é algo divino
Em Lucas 6:27, o destino
Às vezes até imagino
Se não existisse algo maligno.
Poema - Última Poesia
É a última poesia que escrevo
Dessa vez te esqueço
O amor está de luto
Fiz de tudo
Para tentar salvar
Uma chance você me dar
Mas você sempre me ignorou
Só que o mundo girou
Quero saber de tu nunca mais
Ficou tudo para trás.
Hoje é eu que dispenso
Paro e penso
Você é como o crime, não compensa
Então me dar licença
Que essa escrita
É da despedida
Nada mais do que isso
Sem sentimento abusivo
Vou seguir meu caminho
Bem melhor sozinho
Você segue o teu
Tchau! fica com Deus.
Poema - Amor Profundo
A isca é o seu amor
A rede é o seu calor
Acredito no meu potencial
Do mar sai sal
Do meu coração sai rima
Sem você menina
Me sinto solitário
Como um peixinho dentro do aquário.
Passa chuva, passa sol
Jogue o anzol
Pesca o meu coração
Não vai ter ilusão
O meu te amo
É do tamanho do oceano
Igual o golfinho
Quero compartilhar amor e carinho.
Poema - Amor Imperfeito
Amor imperfeito
Sem preconceito
Sem botar defeito
Sem apontar o dedo
Cada um tem seu jeito
É só ter respeito
Amor não é cego
Amor é completo
Com o affair certo
Relacionamento sério.
Todo relacionamento
Tem desentendimento
Tem afastamento
Tem sofrimento
Tem arrependimento
Coisas de momento
Quando é fechamento
O verdadeiro sentimento
Está por dentro
Se não for abusivo, tá valendo.
Poema - Declaração de Amor
Declaração de amor
Se precisar for
Faço um livro
Só de improvisos
Para te conquistar
Pode acreditar
Tu é maravilhosa
Mais linda rosa
De todo Jardim
Não sou sinal da Tim
Mas tenho umas recaídas
Por você vida
Gosto dessa princesa
Mais do que cerveja
Mais do que chocolate
Essa foi apenas a primeira parte.
Todo dia
Faço poema
Faço poesia
Para essa morena
Faço até arte
Te amo tanto
Minha cara metade
Você não é o Santos
Mas não sai da minha cabeça
Não sai do meu coração
Te quero dentro da igreja
Me dando sua mão
Trocando as alianças
Imaginando o futuro
Pets e crianças
Trabalho e estudo.
Poema - Amor Próprio
É tão lindo
O amor vindo
De outra pessoa
Sensação boa
Mas falta amor próprio
Como filho pródigo
Se entrega a perdição
Quando o coração
Não é preenchido
Amor não correspondido
Tudo isso passa
Mas amor próprio vem de graça
E não te faz sofrer
Só depende de você.
Poema - Por Um Mundo Melhor
Rimo a dor
Em busca do amor
Na terra
Se há guerra
Torço pela paz
Deus é mais
Faço poesia
Por mais alegria
Menos choro
Pelas crianças e os cachorros.
Pratique o bem
Não faz mal a ninguém
Jogar o lixo
Sempre nas latas de lixo
Cuidar da natureza
Acabar com a pobreza
Ajudando o próximo
Com o propósito
Por um mundo melhor
Ninguém faz nada só.
Saúde em primeiro lugar
Escolas para estudar
Mais trampos
Valorizar o campo
Mais respeito
Sem preconceito
Mais amor
Sem dor
Mais esperança
Sem intolerância.
Poema - Prazo De Validade
Amor de verdade
Tem prazo de validade
Quando não é correspondido
Coração partido
O tempo cura
Alguns dias dura
Mas tudo passa
Tudo sara
O tempo é doutor
O tempo me mostrou
Que alguns fora foi livramento
Amor próprio medicamento.
O amor convenceu
Que sempre venceu
Seja na validade
Ou na continuidade
O que é preciso
Amor recíproco
Mas, se ame primeiro
O melhor tempero
Para uma vida saudável
Meu poema é recomendável
Uma atividade
Sem prazo de validade.
De hoje em diante
No cheiro da noite
chorei minhas tristezas
no brilho da lua
deixei um amor
no caminho do meu destino...
eternizei minha história
no aroma das flores
inspirei a paz
na canção que ouvi
dancei com a vida
nos braços imaginados
descansei meu corpo
no sol da manhã
vi a esperança chegar
na água corrente
lancei minhas amarguras
para que de hoje em diante
só minhas alegrias ficar....
O que queres
O que queres que eu te diga?
Além de eu te dizer
Que o amor está acima de tudo.
O que queres que eu te diga,
Se o amor supera tudo?
Vem! Temos muito que falar
Temos muito a dizer um ao outro
Há uma diferença muito grande
Entre o dizer e o sentir.
Vem! Não há mais tempo algum...
Os dias estão passando
E não há mais como voltar atrás
O tempo corre numa velocidade
Sem limites e sem se importar
Se nós estamos vivendo ou não.
