Carta De Amor De Fernando Pessoa
Ausência do Amor
Na distância me encontro perdido,
Sem tua presença, meu coração ferido,
A saudade em mim, não tem abrigo,
Só anseio ter-te comigo.
Minha tristeza clama a ti em silêncio,
Pois sem teu amor, não encontro consolo,
Em oração, imploro teu regresso,
Porque sem ti, minha vida é um desterro.
Chega de saudade, quero dizer-te,
Que este amor sincero, não pode esmaecer,
Como borboletas, voar e rir,
Juntos em um sonho, por sempre viver.
Cada dia que passa, mais te desejo,
O amor que sinto, não tem preço,
És a melodia que quero compor,
O motivo pelo qual meu ser vibra e respira.
Ausência do amor, não posso suportar,
É em teus braços, onde quero descansar,
Volta a mim, minha amada ansiada,
Em teus olhos, meu lar eternizado.
Com paixão te espero, meu doce amor,
Que voltes a mim, como um resplendor,
Neste poema, meu coração se revela,
Que és tu, minha musa mais bela.
Aquarela do Amor
Nas trilhas do destino, o encontro se fez,
Dois seres em sintonia, laços tecidos de vez.
Era um conto a desvendar,
O casal se entrelaçava, no amor a navegar.
Ela, brisa suave que acalma o mar,
Ele, sol radiante, a vida a iluminar.
Juntos, como folhas dançando ao vento,
Pintavam quadros vivos, num eterno movimento.
Seus olhares, estrelas cintilantes no céu,
A sinfonia do amor, doce e singela como um véu.
No compasso dos dias, a trama se urdia,
Cada página escrita, uma nova poesia.
Em cada gesto, um buquê de emoção,
Nas entrelinhas, escondiam-se afeição.
Cada beijo, uma chama a incendiar,
E a cada abraço, o mundo a desacelerar.
Sob o sol a sorrir, em dias claros a se ver,
Nas noites escuras, juntos a sobreviver.
Mas em todas as estações, lado a lado a caminhar,
Sob o véu do destino, o amor a florescer.
A jornada eterna, como uma constelação,
Que guia os apaixonados, em doce fascinação.
Um enredo que encanta, como um cântico sereno,
Que ressoa nos corações, em um amor pleno.
Seu Mês, Sua Flor
Nasceu em Janeiro, abraço frio e suave,
O cravo é teu encanto, amor que nunca acalma.
Nobreza e graça, traços que definem,
Lealdade à família, laços que nos unem.
Fevereiro trouxe modéstia a irradiar,
Violetas se erguem, sonhos a embalar.
Sábio e reservado, teu coração se abre,
Lealdade profunda, onde a amizade vibre.
Março em cores vivas, Narciso a desabrochar,
Paz e felicidade, em ti a dançar.
Criativo e amável, és a flor gentil,
Sorriso constante, amor que é sutil.
Abril, mês de margaridas, pureza a exalar,
Revela-se sem medo, seu interior a mostrar.
Leveza e despreocupação, traços encantadores,
Alegria em gestos, como cantores.
Maio traz o lírio-do-vale, humildade a florescer,
Prático e doce, vida a enriquecer.
Enfrentas desafios, como flor tóxica em sino,
Teu coração é puro, como um hino.
Rosa é flor de junho, amor a desabrochar,
Romântico e adaptável, sonhos a alcançar.
Amizades e laços, como pétalas a abrir,
Compromisso e lealdade, a sorrir.
Julho traz o delfino, transparência a encantar,
Engraçado e acolhedor, risos a se espalhar.
Charme em cada gesto, positividade a emanar,
Família é alicerce, amor a iluminar.
Gladíolo de agosto, força e vitória a guiar,
Intelectual e líder, luz do conhecimento a brilhar.
Força inabalável, como flor erguida alta,
Integridade e sucesso, estrela que exalta.
Setembro surge com áster, sabedoria a trazer,
Perfeccionista e emotivo, coração a aquecer.
Comunicação excepcional, como estrelas a luzir,
Empatia e paciência, em cada olhar a surgir.
Calêndula em outubro, harmonia a emanar,
Amizade e descontração, vida a iluminar.
Busca pela paz, equilíbrio a lutar,
Generosidade no coração, sorriso a encantar.
Crisântemo em novembro, compaixão a brotar,
Honestidade e amizade, em ti a vibrar.
Alma altruísta, como pétalas que se expandem,
Sorrindo para o mundo, luz que nunca se rende.
Dezembro traz azevinho, proteção a enlaçar,
Bem-estar e aconchego, coração a brilhar.
Organizando a vida, bagas a proteger,
Defendendo teu espaço, a viver, a crescer.
Cada mês, cada flor, um pedaço de emoção,
Teu ser é jardim, mundo de paixão.
Traços de alma e coração, em cada pétala a dançar,
Guiando teus passos, a te inspirar, a encantar.
Existe fé existe amor
Existe também a dor
Existe cicatrizes existe esperança
Existe também as lembranças
Eu era apenas uma criança
Se lembra quando me encontrou
Era somente dor e, me amou
Sem eu merecer sem eu ti conhecer
Me amou como filho, mergulhei no teu amor como em um rio
Ainda se me dessem todo o ouro do mundo pra nada serviria se não tivesse o teu amor.
Tudo que eu procurava tudo que eu precisava encontrei, no teu abrigo
Mas do que um Pai, um amigo
Meu amigo, Deus, meu Deus, meu Pai
Meu amigo Deus, meu Pai
*Meu amigo Deus*
Nunca me ensinaram o que é o amor e foi por meio da dor, que esse sentimento me enganou.
Nunca me ensinaram o que era aparência e fui enganado pela carência.
Nunca me ensinaram o que era a liberdade, com isso perdi anos de felicidade.
Nunca me ensinaram sobre o perdão, por isso por anos estive preso a solidão.
Nunca me ensinaram a vencer o desprezo
e por décadas estive preso.
Me diga o que aconteceu
Me fale que o seu amor ainda sou eu
Que não desapareceu tudo que a gente viveu
Me diga que não morreu
Me diga por favor, não aumente ainda mais a minha dor, fale tudo o que passou, estou ouvindo meu amor
Me fale que todos esses anos não foram em vão, não destrua o meu coração, não me deixe sem direção
Nosso amor vai viver, até a gente morrer, eu e você,vamos ser, até envelhecer, eu e você temos tudo pra ser
um casal feliz.
Um sonho de liberdade...
O que dizer dos humanos que tem tanto amor pelos animais em especial pelos cachorros, tanto amor que é preciso manter eles presos em seus apartamentos...
O que dizer dos pássaros que ainda no ninho, são tirados para viver em cativeiro, em uma gaiola, presos com asas que nunca voaram...
O que dizer desse animal tão mal chamado ser humano
Que sequestra e tira dos pais a alegria que é seus filhos...
O que dizer de um animal que diz cuidar do meio ambiente matando gente, sabemos que animais como gado, aves entre outros já é costume e se tornou normal e aceito, mas do que mesmo esse humano é feito?
De amor que não é, prove-me se puder
AMOR E A MEMORIA DO QUE NAO SE DISSE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quem dizia amar e partiu revelou sem palavras que o amor jamais se constituiu como experiencia interior.
Nao houve perda houve apenas o desvelar tardio de uma ausencia antiga.
Porque o amor quando existe nao se dissolve no tempo ele se aprofunda na memoria.
Abandonar aquele a quem se dizia amar nao e um gesto do destino, é um ato da consciencia que jamais amadureceu.
O amor nao falha ele apenas nao nasce onde o espirito permanece disperso.
Entre dois seres quando o ciúme se instala não como episodio mas como estado, alí o amor ja foi substituido pela inquietação do ego.
O ciúme nao guarda, ele denuncia.
Nao protege, ele acusa.
Nao ama, ele teme.
A solidão que sucede a ruptura não é vazio, é um espaco de reminiscência.
Nela a alma percorre lentamente os corredores do que foi vivido, como quem retorna a uma casa antiga e reconhece nos detalhes aquilo que sempre esteve ausente.
O amor verdadeiro habita essa região subtil onde a palavra se cala.
Ele não se impõe nao exige nao reivindica, ele existe como aquelas verdades que só se revelam quando o tempo deixa de ser pressa.
Amar é tocar o abstrato porque amar é recordar.
Não é menos, é um fato e sentido.
Não é o gesto mas a intenção.
Não é o outro, mas aquilo que o outro despertou em nós como possibilidade de eternidade interior.
E assim compreende-se finalmente que
o amor nao se anuncia ele se reconhece.
Nao se perde ele se recorda dentro de si mesmo
e permanece como memoria cristalina na consciencia que ousou sentir sem ruído, sem medo e só sob à submissão para com tudo.
SOB A SOMBRA DA BELEZA NO AMOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O amor nasce já ferido.
Não como promessa, mas como necessidade.
Uma carência inscrita na própria estrutura do querer.
Ama-se não por plenitude, mas por falta.
A beleza surge como engano sublime.
Ela se oferece ao olhar como redenção,
quando na verdade é apenas o véu mais refinado da dor.
Toda forma bela carrega em si a sentença do perecimento,
e é justamente por isso que fascina.
O espírito, ao reconhecer o belo, não encontra repouso.
Antes, inquieta-se.
Pois compreende que aquilo que o atrai
jamais poderá ser possuído sem perda.
Amar é desejar o que inevitavelmente escapa.
A consciência, ao amadurecer, percebe
que o amor não promete felicidade,
apenas instantes de intensidade.
E intensidade é sempre sofrimento condensado.
Quanto mais profundo o vínculo,
mais aguda a percepção do fim.
A mística do amor revela-se então trágica.
O sujeito não ama o outro,
ama a imagem que nele desperta sua própria carência.
E quando essa imagem vacila,
a dor emerge não como surpresa,
mas como confirmação da natureza do querer.
Há uma tristeza inerente à beleza
porque ela nos obriga a desejar o que não se fixa.
Tudo o que é digno de amor
é, por essência, transitório.
E a consciência disso não liberta: aprofunda.
Assim, amar é consentir com o sofrimento lúcido.
É aceitar a vigília permanente do espírito
diante de um mundo que não promete consolo.
A grandeza não está na felicidade,
mas na coragem de contemplar o abismo
sem desviar o olhar.
CÂNTICO DA DELICADEZA REAPRENDIDA.
O amor nos dias atuais precisa reaprender a linguagem da mansidão.
Ele nasce cansado de excessos e reencontra sua força no gesto contido.
Não se anuncia com estrondo nem se impõe como urgência mas aproxima se com respeito como quem reconhece o valor do outro antes do próprio desejo.
Nesse movimento inicial o afeto resgata a ética do cuidado e transforma a palavra em abrigo.
A experiência amorosa contemporânea reencontra o cotidiano como espaço legítimo do sagrado.
O amor manifesta-se na mesa partilhada no pano estendido ao sol na espera paciente.
Ele recusa a teatralidade e escolhe a constância.
A pessoa amada não é mito distante mas presença concreta que respira o mesmo tempo e carrega as mesmas fragilidades.
Nessa proximidade reside uma beleza silenciosa que educa o olhar e disciplina a sensibilidade.
O sentimento não se constrói isolado mas nasce impregnado de memória.
Cada gesto amoroso carrega ecos de vozes antigas transmitidas sem registro.
O amor verdadeiro reconhece que não começa em si mesmo mas prolonga um fio que atravessa gerações.
Essa consciência devolve profundidade ao presente e impede que o afeto se torne descartável.
A contenção emerge como virtude essencial.
Amar não é transbordar sem medida mas sustentar com firmeza.
A palavra é escolhida, o gesto é pensado, a promessa é respeitada.
No mundo saturado de estímulos essa contenção torna-se forma elevada de coragem moral.
O amor aprende fica quando se abdica do excesso.
A harmonia surge como finalidade última.
O sentimento não busca vencer nem dominar mas equilibrar.
Ele molda o caráter, suaviza os impulsos e orienta a convivência.
Amar torna-se exercício diário de aperfeiçoamento interior sem espetáculo e sem ruído.
Assim o amor reencontrado nos dias atuais afirma-se como herança viva de uma sensibilidade antiga.
Ele demonstra que a verdadeira permanência nasce da fidelidade à forma da escuta atenta do outro e da humildade diante do tempo apressado.
E quando o coração compreende isso o amor deixa de ser vertigem e transforma-se em morada firme onde a alma finalmente repousa.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
E, um dia o amor passou pelo vale onde eu habitava.
É, passou...
Tão rápido, parecia até saber
que eu estava a espera de um amor lento.
Então, perdeu-se ligeiro na poeira do tempo.
Daí passei a esperar o amor...
Só o amor!
Mas ele nunca mais passou.
E se passou, eu não estava mais lá.
Haredita Angel
21.01.24
Um amor chamado José.
Já esperava um sentimento assim, chamado "José"....!
Com esse jeito Lunga de ser...
Bateu à porta do meu coração
todo acanhado!
Deixei entrar...
Mandei sentar...
Quando ele ficou à vontade,
Convidei-o, para casar e viver um turbilhão de emoções!
E...só sei que até hoje é assim....
Haredita Angel
06.06.13
Amor menino
Te dou um amor menino.
Intenso, pleno, traquino.
Um amor sem juízo...
Um amor que salta muros.
Que brinca aos beijos no escuro.
Que canta a noite em serenata...
Que olha a lua no alto.
Que se esborracha no asfalto.
Somente para te ver...
Vem ó doce langor.
Toma este amor que te dou.
E fica para sempre comigo.
Toma este amor menino.
Toma este amor traquino.
Toma este amor que é TEU!
Haredita Angel
29.01.22
Quando os olhos da minha alma encontram os seus
Sinto a verdadeira magia do amor
Abraço-o sob as ondas imaginárias
Beijo-o com o pulsar do meu coração
Amo-o infinitivamente com minha alma
Sem dor.
Mas não está sendo fácil viver sem você.
Em minha mente somente uma certeza
Nunca vou te esquecer
Perdoe-me se ainda te amo
Mas tem que ser assim
Para eu ser feliz!
Mãe, musa, mulher.
Mãe, amor eterno jamais ilusório,
Amor que não morre, renasce a cada segundo.
Amanhece e a noite gentilmente chega
E no meu coração você está sempre presente
Foste compositora de uma vida histórica
Fizeste parte da minha vida
Do meu dia a dia
Minha alma também é de mãe
Tenho uma herança inestimável que herdei
De você, minha mãe.
A qual doei aos meus
Morenas somos do jeitinho brasileiro, capixaba eu amo.
Mente aberta estamos sempre mais a frente
Mãe, minha menina agora dos meus olhos são.
Mãe, sua luta foi constante.
Caráter e dignidade presente
Fico triste daqueles que fazem descaso desse sentimento
Que sinto por essa mulher
Margarida, minha flor mãe maravilhosa.
Morro de saudades em desejos por ouvir o seu riso
Procuro sempre, infinitivamente, pelos seus abraços.
Minha mãe, menina, mulher.
Agradeço a Deus por tê-la escolhido
Para ser a minha mãe, maestrina de minha vida.
E que ele proteja a todas as mamães
As ausentes por casos pendentes
As ausentes que aqui não mais presente
A saudade aguça o coração
Pela falta que sente, pela falta que faz.
Sentimos falta até mesmo daquela mãe
Que de coração somente é
Daquelas loucas que gritam
E até tornam os momentos em presente formoso
Mãe, mulher imortal de poder invencível.
Morre a carne e vive eternamente em nossos corações
Em nossas mentes
Troca de lar, mas vive em nossa mente.
Às vezes vive uma vida nada fácil
Mas para tudo encontra uma solução
Tornando a nossa felicidade a sua companhia
Te amo minha mãe Margarida
Minha flor mais linda e meiga
Agora estrela infinita
Tão grande quanto o meu amor
Por você
Minha mãe, menina, mulher.
Meu amor por ti é milenar
Te procuro
Não te enxergo
Não te vejo
Você está presente
Mas preciso de um sinal
Que seja seu
Sinto falta da tua presença
Sinto falta das trocas de sorrisos
É além do normal
Mas é real
Tudo aconteceu
Em um curto minuto
Espaço de tempo
E que tempo!
Gritantes segundos
Por um fio
Roncos que enganam
Parecem respiros
Foi um Adeus
Rumo ao infinito
Agora busco-o
Em todas as ilhas
Do mundo dos meus sonhos
São tantas milhas
Maravilha!
Meu choro emperra na garganta
Não consigo chorar
Como tirar esse sentimento?
É possível?
Mas não dá!
Meu éter
Desfaleço
Sobrevivo
E você não vejo
Minha paranoia do além
Há você em mim
Desconheço
Entre o conhecer
E o desfalecer
Eu vou procurando você.
Às vezes o amor prejudica o pensamento lógico…
Às vezes o amor enlouquece
Existem várias maneiras de amores
Mas todos são únicos
Amar, amando, o amado
O que fazer quando ele aparece
O que fazer quando vc se pega abandonando ele nas nuvens?
Ele é assim
O Amor…
Ele é antigo
Vem desde os tempos remotos
É arcaico, mas também é atual
Moderno
E se Deus quiser
Será futurista
Esse é o meu amor
Meu amado
Meu Amor!!
Amor
Vc pensa em quem
Pode continuar pensando em mim
Porque você pensa que estou bem
Eu deixo pra lá
um ano se passou
Eu ainda aturo a sua falta
Eu ainda gosto de você
O mundo gira e eu continuo
Cadê você moço
O mundo roda e eu continuo aqui
Só quero ser clara contigo
Me acha agora
Vou gostar do prazer
Uhuuuuuuu
Vamos amar
Eu me enrolo em você
Um eco vem na minha cabeça
Vou dar um giro
Me beija
Me aperta
Me joga pra cima
O mundo dá volta
Tudo tá nítido
Agora é a hora
Vamos pro monte
Vc sabe
É um mundo perfeito
Cadê você
Vou te dar uma bronca
A hora é essa
Ei amor
Eu ainda acredito no amor
Agora é a hora
Vamos pro monte
Vc sabe
É um mundo perfeito
Cadê você
Vou te dar uma bronca
A hora é essa
Eu ainda acredito no amor
Eu acredito no amor (letra number 2 )
Esse fogo nessa voz não
é normal na minha cabeça
Sinto uma guinada
É amor singular me elevando
Um amor que dá um nó
E dá raiva também…
Tô enlouquecendo
É um amor que….
Estou definhando
E novamente estou enlouquecendo
Qual a desculpa que você vai dá agora
Ei
Eu sei que é amor
É um amor feliz, bem feliz
Eu sei que é um estrondo
Meu coração está moído
Eu sei que é amor e agora eu falo sim
E não se preocupe
Não é nada de mais
É só amor
Eu acredito
Agora eu sei
Eu admito
É amor
Do ontem eu fui nos bares atrás de você e por isso eu não tenho mais amigos
Não te vejo em nenhum lugar
Você não está aqui
Mas adentra em mim
Em meus pensamentos
Adentra sim
Ei
Eu sei que é amor
É um amor feliz, bem feliz
Eu sei que é um estrondo
Meu coração está moído
Eu sei que é amor
Agora eu falo sim e não se preocupe
Não é nada de mais
É só amor
Eu acredito
Agora eu sei
Eu admito
É amor
Eu pensei que esse amor fosse o fim mas agora eu sei que não é bem isso
Não é o fim
É que minha cabeça não está mais aguentando
viver com tanto amor assim
Ei
Eu sei que é amor
É um amor feliz, bem feliz
Eu sei que é um estrondo
Meu coração está moído
Eu sei que é amor
Agora eu falo sim e não se preocupe
Não é nada de mais
É só amor
Eu acredito
Agora eu sei
Eu admito
É amor
Sempre foi amor
É amor!!
Amor que padece ao tempo
Minha vida ficou marcada
e o coração padeceu
quando o universo chamou você
sem me avisar!
Somente enviou sinais
Não enxerguei
Não compreendi
Agora vou da Alexitimia ao amor ardente e pulsante
Isso fere o meu peito
Isso inflama a minha alma
Meu corpo não entende
Minha mente não ajuda
No canto do meu quarto
Trancada a sete chaves, é assim que estou
O sentimento e a angústia escorrem pela minha face
como rio em dia de tempestade
Eu me tremo
Agora são espasmos
É louco esses fluídos
Soluços como rajada saem de dentro de mim
Falta-me o ar
meus olhos são rubis
vermelho inflamado
seco ardente
São espinhos do deserto
Que dor imensurável!
Agora te pergunto
Da escala de 1 a 1000
O universo continuará mandando sinais ?
Tenho a certeza que sim.
Lamento!
Essa dor me ensinou a ser cruel
com os sentimentos daquele…
E a ser cruel com Aquele …
a quem eu disse sim
Sinto o cheiro daquela música
Agora a ouço clara e vívida
Ela é minha coberta
Me acalenta
Me esquenta e me acalma
Mas ainda lembro vivamente
havia química em nossos corpos!
A vida é complexa e as vezes terrível
Esse amor em escalas é minha história
Traduzida em off
Agora te pergunto
Da escala de 1 a 1000
O universo continuará mandando sinais ?
Tenho a certeza que sim!
Lamento !
Essa dor me ensinou a ser cruel
com os sentimentos daquele…
E a ser cruel com Aquele …
a quem eu disse sim
