Carta a um Amigo Especial

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“Eu não acho que seja possível preencher um espaço vazio com aquilo que você perdeu. Não acho que nossos pedaços perdidos caibam mais dentro da gente depois que eles se perdem. Agora foi a minha ficha que caiu: se eu de alguma forma a tivesse de volta, ela não encheria o buraco que a perda dela deixou.”

Essa é a minha vida, me provando que existe um universo mais interessante longe daqui. E cara, isso é inédito. porquê por mais que eu te imagine vivendo longe de mim, eu também consigo me imaginar vivendo longe de você, e sendo feliz dessa vez. Sem nós. Um pensamento singular, um sentimento continuo particularmente meu. Eu sei que consigo movimentar minha vidinha sem graça com menos desse vicio de falar da gente. Acho que cansei desse capitulo reprisado da minha rotina. Eu dei um sorriso imenso quando percebi que já conseguia protagonizar minha própria vida sendo dirigido por mim mesmo. E isso se tornou tão interessante que eu nem tenho mais saco pra te adicionar nos meus planos. Olha só, o conto de fadas se tornou uma história baseada em fatos reais. Ok, eu sei que o final pode não ser feliz, mas pelo menos será real. Meu bem, você me fez colocar tantos pontos finais nessa porcaria, que se tornaram reticências. Mas hoje eu resolvi usar a pontuação certa, pra uma história errada.

Um extraterrestre, recém-chegado à Terra – examinando o que em geral apresentamos às nossas crianças na televisão, no rádio, no cinema, nos jornais, nas revistas, nas histórias em quadrinhos e em muitos livros –, poderia facilmente concluir que fazemos questão de lhes ensinar assassinatos, estupros, crueldades, superstições, credulidade e consumismo. Continuamos a seguir esse padrão e, pelas constantes repetições, muitas das crianças acabam aprendendo essas coisas. Que tipo de sociedade não poderíamos criar se, em vez disso, lhes incutíssemos a ciência e um sentimento de esperança?

Talvez esse homem seja mesmo um tolo. No entanto, é menos tolo que o rei, que o vaidoso, que o empresário, que o beberrão. Seu trabalho ao menos tem um sentido. Quando acende o lampião, é como se fizesse nascer mais uma estrela, ou uma flor. Quando o apaga, porém, faz adormecer a estrela ou a flor. É um belo trabalho. E, sendo belo, tem sua utilidade.

Chega uma hora que a gente cansa de certos tipos de pessoas que nunca quiseram dar um passo pela gente, chega uma hora que a gente cansa de ser bengala e quer caminhar sem pesos, sem escoras, sem lamentos. Chega uma hora que a gente quer apenas um pouco de reconhecimento da vida e resolve caminhar somente com aquele que ao invés de nos cansar ou ferir, nos carrega no colo... Deus.

Roubar, não resta dúvida, é um crime, e é próprio de quem não tem nenhuma educação. Mas como a maioria das coisas que faz quem não tem nenhuma educação, é desculpável dependendo das circunstâncias. Roubar não é desculpável, por exemplo, se a pessoa está num museu, resolve que um determinado quadro ficaria melhor em sua casa e simplesmente leva o quadro para casa. Mas se a pessoa está morrendo de fome e não tem outro meio de conseguir dinheiro, é desculpável que ela leve o quadro para casa e o coma.

As vezes percebo que adoro me reinventar, um dia hippie, um dia executiva, um dia aventureira, as vezes romântica as vezes cheia de más intenções.... é pensando bem acho que tenho um coração cigano, sou viajante no meu próprio tempo, onde vou e volto sem nenhuma culpa ou medo, numa eterna vontade de sempre me reinventar.

De tempos e tempos, afaste-se. Tenha um pouco de relaxamento pois daí quando você voltar pro trabalho sua capacidade de julgamento será mais confiante. Busque distanciamento porque dai o trabalho parecerá menor e você ganha perspectiva. É assim que a falta de harmonia e de proporção ficam mais visíveis.

“Não há um modelo a ser seguido para alcançar a felicidade. Existe a felicidade das crianças, que brincam esquecidas de si mesmas, ou dos apaixonados. Tudo isso é muito bonito. Mas, nesse sentido, realização não é felicidade. É estar em harmonia com a grandeza, mas também com o sofrimento e com a morte. Isso possibilita um reconhecimento profundo, dá peso e serenidade. É algo bem tranqüilo. É a felicidade como conquista. E não tem a ver com ficar esquecido. Tem a ver com a força interior.

Nós estamos piorando cada vez mais e eu considero o ser humano um caso perdido. E falo isto com a mágoa de quem queria ser um santo. O único ideal que eu teria na vida, se fosse possível realizá-lo, era ser um santo. Eu queria ser um sujeito bom. A única coisa que eu admiro é o bom, fora disto não admiro mais nada.

Se você pular em um buraco negro, a sua energia de massa vai retornar para o nosso universo, mas num formato distorcido que contém a informação sobre qual era sua aparência, mas em um estado no qual não pode ser reconhecido facilmente. É como queimar uma enciclopédia. A informação não se perde, se você mantiver a fumaça e as cinzas. Mas é difícil de ler.

Você é importante para outras pessoas, assim como para si mesmo. Você tem um papel vital a ser exercido no destino em desdobramento do mundo. Você é, portanto, moralmente obrigado a cuidar de si mesmo. Você deve cuidar, ajudar e ser bom consigo da mesma forma que cuidaria, ajudaria e seria bom para alguém que ama e valoriza.

Jordan B. Peterson
12 regras para a vida: um antídoto para o caos. Rio de Janeiro: Alta Books, 2018.

Eu acho que estamos passando por um período em que muitas pessoas têm entendido que se elas estão com um problema é dever do governo lidar com ele. ‘Eu tenho um problema, eu conseguirei um auxílio. ’ ‘Eu estou sem casa, o governo tem que me dar moradia’. Eles estão colocando o problema na sociedade. E, você sabe, não existe essa coisa de sociedade. Há homens e mulheres individuais e há famílias. Nenhum governo pode fazer nada a não ser através de cada pessoa, e as pessoas precisam olhar para si mesmas em primeiro lugar. É nosso dever olhar para nós mesmos, em seguida, para o nosso próximo. As pessoas tendem a ser muito conscientes dos seus direitos, mas não de seus deveres, pois não há algo como direito ao menos que alguém tenha primeiro encontrado um dever.

Hoje, estou mais madura e um pouco mais serena. Entendi que não tenho que provar nada, nem ficar tentando agradar sendo quem não sou. Eu sou essa que você está vendo e, sim, tenho falhas. E, sim, sou pura emoção. Tenho algumas cicatrizes, feridas que não fecharam direito, raivas, coisas mal resolvidas. Quero me livrar disso tudo e seguir em frente. Preciso resolver isso e seguir no caminho que escolhi para mim. Espero que você se livre das coisas ruins e me acompanhe também. Nunca é tarde para aparar arestas. Vem.

Começo dezembro com um sorriso no rosto. Com a alegria de que um novo ano vem por aí e que sensações novas surgirão. Novos amores, novas amizades, novos sentimentos. Esqueça os problemas passados, esqueça aquele seu ex namorado que tanto te fez sofrer esse ano, esqueça aquela amiga falsa que te decepcionou, esqueça as notas ruins e o esforço em vão, esqueça as brigas com seus pais, os ciúmes desgastantes e o ódio que corrói. Preencha seu coração com sentimentos bons, abra seus braços e abrace esse novo ano. Essa nova oportunidade de fazer tudo dar certo. Porque fazer o certo… Só depende de você.

Isabela Freitas
Site oficial de Isabela Freitas

Nota: Trecho da crônica "Ahh dezembro!"

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É como se alguém tivesse cinco lances de escada a subir e o outro apenas um lance de escadas, mas que é tão alto quanto os cinco do anterior juntos; o primeiro não apenas superará os cinco lances, mas ainda cem e mil outros, ele haverá de ter levado uma vida grandiosa e bem extenuante, mas menhum dos lances que ele subiu haverá de ter tanta importância para ele quanto para o segundo aquele lance único, primeiro, alto, impossível de ser escalado mesmo na reunião de todas as suas forças, o qual ele não conseguirá alcançar e além do qual ele naturalmente não irá subir.

Você estará para sempre em minhas lembranças, porque deixei em minha memória um pedaço do tempo para pertencer somente a nós dois. Quando estou ao seu lado, parece que tudo fica mais fácil, mais leve, mais seguro, é como se eu abrisse os meus braços para a liberdade. E neste momento parece que o nosso amor é tão fortificado que nossos corações penetram um ao outro, virando apenas um ser, um só coração, um só sentimento. Quando você fica longe, fico com saudade de você, e não vejo o minuto de estar novamente aos seus braços, no encanto de nossas vidas, sentir seu abraço forte e aconchegante, sua respiração envolvente, seus olhos me olhando e me encantando, me levando a sonhos, ao amor. Os ventos que sopram me fazem lembrar você, até nas chuvas te vejo em meus pensamentos vindo para me abraçar. Nas ondas do mar, as lembranças suas fazem acalmar meu ser, sozinha me vem o sorriso, porque sei que logo vou te encontrar. Que saudades de você nestes momentos que fico sem te ver, que vontade de estar sempre ao seu lado, sempre, sempre, sem ter estes intervalos sem você.

Tudo nessa vida tem um preço e brincar com o sentimento custa muito caro. Hoje você não valoriza o amor que te é oferecido com tanta sinceridade e paixão, amanhã, quando você acordar desse delírio de status medíocre que você quer mostrar aos outros, pode perceber que destruiu esse amor com suas próprias atidudes. A longanimidade é uma qualidade que eu tenho, mas ela tem limite.

Talvez nunca mais se cruzem. Talvez ela mude de emprego, alugue um apartamento novo de frente para um pracinha com uma única árvore, comece a acordar às cinco da manhã, passe o café enquanto procura um par de meias, venda o carro, comece a pegar duas lotações para chegar no novo emprego, ache até bonito o uniforme, quem sabe canse no fim do dia, chegue atrasada no ponto de ônibus, não tenha o dinheiro para o táxi. Ele deve ter escolhido ficar em São Paulo, ou no Rio de Janeiro ou em Brasília, não importa aonde ele tenha ficado, talvez ele queira ganhar muito dinheiro, comprar um flat de frente para o mar, viajar para Dubai no próximo feriado, comprar um carro novo, pedir para alguém fazer seu café, ter uma sala só para ele no andar mais alto do prédio, sapatos de couro, meias bem alinhadas, talvez ele preferisse ternos mais claros, um cartão com limite mais alto. Eles não souberam quando começaram ou terminaram, se por algum momento a mágica do “nós” chegou a acontecer, se podia ser amor ter vontade de dividir uma pizza. Talvez ela quisesse somente uma companhia, alguém para chamar de “amor”, um par de meias novas no Natal e passear na pracinha que tem apenas uma árvore. Ele quis um apartamento maior, a estabilidade que pode ser superficialmente alcançada, um salário mais proveitoso. Nunca disseram adeus, nem até mais, nem qualquer outra coisa que desse possibilidade de um fim ou de um próximo encontro; terminavam as conversas com beijos, quando mais frios com abraços. Talvez ele a ame. Talvez ela quisesse saber disso. Por causa da mudez das emoções que sentiam, eles não sabiam que destino davam a si. O bonito deles é a coisa mais simples em suas histórias: de alguma forma silenciosa e cheia de esperança, eles esperavam um pelo outro, embora nenhum pedido tenha sido feito.

Sou mulher de te deixar se você me trair, e arranjar um novo amor só para me distrair! Me balança mas não me destrói, porque chumbo trocado não dói! Eu não como na mão de quem brinca com minha emoção! Sou mulher, capaz de tudo pra te fazer feliz, mas também sou de cortar o mal pela raiz. Não divido o que é meu com ninguém. Não nasci pra viver no harém.Não me deixe saber ou será bem melhor pra você me esquecer!

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