Carta a um Amigo Especial
Às vezes, por medo de perder uma amizade, um trabalho, um namorado a gente não impõe os limites que deveria. Mas a verdade é que ninguém perde nada importante quando impõe limite, perde abusadores, sanguessugas, exploradores, vampiros espirituais, gente que trena a nossa energia e trava nosso crescimento. Depois que essas pessoas saem da nossa vida ou nós saímos da delas vemos que esse tipo de gente não nos faz a menor falta, muito pelo contrário ganhamos paz, liberdade e oportunidade de crescimento em todas as áreas da vida.
As relações interpessoais constituem um intrincado fenômeno biopsicossocial, no qual sinapses emocionais, mecanismos inconscientes de defesa, memórias afetivas e idiossincrasias cognitivas colidem silenciosamente dentro da arquitetura neuropsíquica humana; afinal, compreender o outro já é tarefa hercúlea, porém decifrar os labirintos da própria mente humana talvez seja a mais complexa engenharia existencial da consciência.
O autismo e a caixa de Pandora tem algo em comum: -No caso de Pandora a caixa na verdade era um jarro que continha todos os males do mundo e quando ela abriu deixou escapar menos a esperança. No caso do autismo o mistério desse mundo escapa pela crises mas a mãe segura em seu peito com uma força descomunal essa esperança dentro de sua alma.
Eis que um novo tempo se aproxima, e no passado o vento ainda varre as folhas de outono num chão onde deixei marcas das pisadas de meus pés e que ainda estão cicatrizando dos ferimentos de espinhos em tempos de outrora onde observava no recôndito de minha existência Aquele que em silêncio de seu sofrimento percorria aos sons estridentes de risadas e chibatadas o caminho da Luz e da Salvação.
Um relacionamento amoroso ou mesmo de amizades e mesmo entre familiares é um forte regulador biológico do estresse. Essas relações de apoio mútuo, resiliência, respeito, compreensão e entendimento diminuem o cortisol e trazem saúde, amor, fé e encorajamento para enfrentar as adversidades da vida. Enquanto relações marcadas por conflitos constantes, raiva, o não *perdoar* elevam o cortisol e prejudicam não só a alma, mas o organismo num todo. Lu Lena
Ser mãe de autista é viver um estado de alerta permanente, mas também descobrir uma força capaz de transformar o mundo para o filho poder entrar no mundo da mãe e ele no dela, unificando esses dois elos tão distantes ao mesmo tempo tão próximos num só tempo, num só respirar da vida gerada e no corpo da alma genitora. Lu Lena
‘Um dia eu também vou morrer.’ Acontece com você, não? Ódio do mundo, que muito alegremente continuará sem você. Uma sensação básica de que todas as coisas do mundo são bagatelas, fantasmagorias comparadas à sua agonia mortal, e portanto à sua vida, pois, como você mesmo diz, a vida em si é a agonia antes da morte.
O dom da masculinidade é severo. Ser um homem e ter o coração de um, é tanto um fardo quando um dom. As vezes, é muito bom, as vezes é doloroso. Ser homem é demonstrar força e virilidade, mesmo quando se é apenas um menino que precisa de carinho. Ser homem é ter de aprender a remar com todas as forças contra a correnteza da vida, contra os desejos sem freio, os hormônios incontroláveis, as ambições desmedidas. Ser homem é amar com desespero justamente a mulher que nunca se terá nos braços, é ser a companhia que nunca será perfeita, o amigo que nunca será compreendido, o amante que nunca será acolhido. Ser homem é uma das tarefas mais complexas, perigosas e deliciosas que existem. Ser homem é padecer de feridas invisíveis e encontrar a cura nos lábios alheios. Ser homem cansa, mas enaltece. Enfraquece, mas fortifica, corrompe, mas glorifica. Ser homem é maravilhoso, mesmo quando aquele homem aparenta ser o mais insignificante na multidão. Não se aprende a ser um, se nasce como tal. Depois disso, tudo o que vier é experiência. Não julguem os homens. Somente nós sabemos o peso e a dificuldade de carregar o título. Mas se me pedissem, eu diria que não me imagino de outra forma. Sou quem devo ser, e viverei sendo quem sempre fui. Homem entre os homens, mortal entre os mortais. Apenas mais um rosto nu, no baile de máscaras das emoções humanas.
Agora vou correr atrás do futuro, o passado é só um livro velho de páginas amareladas. Não vale a pena chorar por quem ficou para trás, uma vez que quem permanece caminhando é quem tem as mãos limpas e o coração puro. É tempo de acender luzes, luzes que iluminem o meu caminho, e o caminho daqueles que andarem comigo. A história não acabou, ela recomeçou, com novas cores, nova vida e novo brilho, assim como vivo e brilhante é o novo amanhecer.
Bom, será que seria demais dizer o quanto me sinto bem ao te ver, mesmo que seja por um segundo? Para mim, não importa quanto tempo seja, pois, estando com você, me sinto disposto a fazer qualquer coisa só para te ver feliz ao meu lado. Bom, eu sou um tímido exagerado, isso é um fato. mas se vc começar ah me conhecer vai ver que por trás. de toda essa minha timidez existe um home só esperando para poder te contar tudo oq sente mesmo vc não o conhecendo ainda
Às vezes me sinto como um ser feito de luz em um mundo cheio de escuridão, onde muitos tentam apagar essa luz e me transformar em alguém vazio, que pensa apenas em si mesmo. Mas, mesmo nesse mundo sombrio, encontro pessoas como eu, feitas da mais bela e pura luz, que em vez de tentar me ferir, procuram me ajudar e me salvar dessa escuridão.
Talvez prá alguns, ou nem tanto,... Um velho ditado: Antes só do que mal acompanhado. Porque se não for pra ser inteiro, que não seja. Não dá para ser consentido com as questões do coração. Pequenice não sustenta alma densa, gente intensa, amor de portão. É por essas e outras que eu digo e repito, que bato no peito e firmo o pé: Eu quero a sorte de um amor louco!
Nesta questão vulgar de esquerda e direita, não se trata de um novo iluminismo, o que venho propor. Afinal Rousseau é insuperável, o homem nasce bom e sem ideologia política ou religiosa, todavia eu quero despertar nas almas dos homens outro sentimento, para agregar todas as formas de luta no campo ideológico: O humanismo, que supera toda a vaidade egocêntrica de se ter razão.
Todo escritor que leva a sério seu ofício mais que sagrado, deve se comportar no mundo como um grão de areia. Não deve esperar que pessoas comuns reconheçam seu gênio criativo. Outra coisa é saber que sua obra sempre ficará inacabada, nunca seremos completos ou ficaremos satisfeitos com o que já produzimos.
Às vezes, a vida exige de nós um tipo de confiança que nos faz questionar se estamos prontos. Mas Deus nunca pede mais do que podemos suportar. Se Ele nos conduz, Ele também nos fortalece. A fé verdadeira não se apaga quando as dificuldades chegam, ela se fortalece. No fundo, é esse o segredo: confiar. Confiar que, por mais turvo que o caminho pareça, Deus sabe exatamente onde nos quer.
A bússola gira e não aponta; o vento traz memórias que se despedem como barcos. No centro de um lago imaginário, a flor de lótus abre feridas de luz e guarda perguntas antigas. Um espelho quebrado espalha reflexos que insistem em voltar para casa, cada estilhaço um mapa de escolhas não feitas. Chove sobre o mar — água da chuva no mar — e as gotas se dissolvem numa conversa com o horizonte: lembranças que se perdem para se tornarem sal. Sete de copas dança nas mãos de um jogador sem rosto, oferecendo espelhos, sombras, promessas de estrada. A ampulheta de açúcar pinga lentamente, cada grão doce um minuto fugindo para a língua do tempo. Nada é coerente; e por isso tudo existe, coerente na sua falta de explicação. Aqui o sentido se esconde nas pequenas falhas: no estalo de um reflexo, no sabor de um minuto, no sopro que desloca a bússola. O acaso organiza-se em silêncio, e a flor fecha-se como se guardasse um segredo que só se conta quando ninguém mais acredita em mapas. Ainda assim, tudo tem o real sentido de ser.
Muitos buscam a saída como se fosse um destino fixo, mas o verdadeiro aprendizado está nos caminhos percorridos. Se ninguém pode apontar a direção, cabe a nós compreender os atalhos ilusórios e as veredas sem retorno. O labirinto da vida não nos ensina apenas onde está a saída, mas revela, com cada passo, os caminhos que não devemos mais trilhar.
Quem é você que na face oculta da noite desbrava o chão dos versos a tecer um poema controverso? Sou sua face dúbia que não encontra espaço no chão da sala para me fartar de palavras inebriadas. Falo do amor que pode ser qualquer morada. Se esta rua fosse minha eu mandava ladrilhar com poesias antigas para eu mesma me fartar. E muito pouco cumpro daquilo que prometo, pois eis que esqueço sua face mascarada e me perco em palavras pesquisadas, que não alcançam meu vocabulário, que caminha qualquer estrada, pois a liberdade há de encontrar também a palavra. E muito mais falo ao peixes se meu poema não sabe a hora de parar e anda devagar a espreitar um novo conceito nas colchas de retalho que eu costuro e são maiores do que minha estatura. Vendo meus versos solenes a qualquer vivente que a linguagem experimente. Caranguejo não é peixe, caranguejo peixe é, nas ondas da vida eu sou a maré, que te convida a escutar minhas rimas de uma vida que ultrapassam minha sina. Sei do pouco o muito e cobra juros se perdida na colina suspira a existência perdida. E longo caminho se faz, o que para muito tato faz, mas meus passos têm pressa se a poesia se esvai e tenho nas mãos peixes numerosos que me escutam com atenção. Nada se faz além de andar em círculos e as verdades que eu não mais acredito, se está ausente a luz solar e sou visitante do meu próprio lar. Morre incongruente o passado obsoleto e já não protegem os amuletos, se nada se sente no momento presente e são incipientes todas as obras inacabadas, se não há mais pés que caminhe a estrada. O dia escureceu em minha mente e não há argumentos que me façam mudar de pensamento se já foram plantadas todos as sementes e estou abruptamente descrente de qualquer fruto que brote no chão. Eis uma canção que não se escreve, pois entardece o poema ausente de beleza plena a vagar no solo da realidade a inquietude de minhas mãos incertas se a face deslumbra o ardor frenético de um forte remédio que descortina o tédio e fazem os olhos verem o estático minuto da aurora que foi outrora festiva e convidativa, mas agora se farta de rima que muito pouco dizem e me resigno se minha sina é comprar uma passagem só de ida e esquecer o passado de minhas madrugadas. E há de haver novas estradas para fazer raiar minha alegria distante que não encontra rios de água cristalina a desviar a íris de qualquer lembrança fria. Novamente se faz despedida na inconstância do amor que morre todos os dias. Chamaria isso de vida.
O problema quando recebe um abraço apertado, gostoso, energético, eletrizante, daqueles que não quer sair. Vem uma vontade louca de apertar e concluir com um hollywoodiano beijo. Porém, lamentavelmente acaba, retorna a distância, com ela o protocolo e fica sem saber se é namoro ou amizade. Como na cabeça de uma mulher, às vezes, nem os anjos ousam adentrar, você fica na trágica dúvida de Shakespeare: ser ou não ser. O problema enigmático continua, e a vida segue dantes no Quartel de Abrantes.
"Uma mulher rejeitada passa a vida inteira à procura de aprovação, até que encontra um homem que também foi rejeitado. Os dois se aceitam, e ele diz para ela: 'Agora você sabe o que é ser amada de verdade, desejada e protegida. Agora, vai lá viver sabendo que você não precisa provar nada para ninguém'."
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