Carta a um Amigo Especial
Deus, me ajuda a começar esta semana com um coração ensinável. Que eu não passe pelos dias repetindo ciclos antigos, nem deixe minha atenção presa ao que não acrescenta. Me mostra o que precisa ser cuidado, o que precisa ser deixado e o que merece florescer em mim neste novo mês que se inicia.
Menina, os teus olhos tem um feitiço matador, acertou bem o meu peito quando você me olhou, ô mulher maravilhosa com os seus lábios cor de Rosa mexeu com esse moreno sofredor, você sabe que seu sorriso é mais brilhante do que as estrelas que tem no céu, fiquei perdido quando quando olhei os teus olhos cor de mel 🍯 você sabe que você tem as curvas que ninguém tem e nem desenho a pincel...
O corpo humano não é mera estrutura biológica eficiente, mas um universo íntimo em fluxo contínuo — uma catedral de complexidade que a própria razão, ao tentar compreendê-lo, revela seus limites. Cada função aparente oculta camadas de interação que escapam ao controle pleno, como se a vida operasse num grau de inteligência anterior à explicação. E, nesse paradoxo, o homem habita aquilo que ainda não é capaz de decifrar por inteiro — sendo, ao mesmo tempo, autor e estrangeiro de si.
A tecnologia insinua-se como um vírus que atravessa a porta que o próprio homem abriu: instala-se sem alarde, reorganiza vínculos, substitui presença por interface. Aproxima à distância e afasta na proximidade, enquanto persuade de que nunca se esteve tão conectado. E, nesse paradoxo, quanto mais se comunica, menos se encontra — porque o vínculo mediado simula contato, mas não sustenta encontro.
Dizem que o beija flor simboliza a cura da alma de um grande amor, que é uma claridade, um ato de graça em tê-lo por perto, uma proteção espiritual. Dizem que ele vem para trazer uma mensagem de cura para a humanidade e que é um curador de doenças emocionais. Dizem que o beija-flor nos ensina a suavidade do viver, que a proteção espiritual é certa, é forte e que seu poder é extremo. Talvez o beija-flor seja um animal de poder, talvez seja o portador de mensagens até porque dizem que, os Astecas acreditavam que os beija-flores eram a reencarnação dos maiores guerreiros, que era como um espírito, um ser que transitava entre esta matéria e o universo espiritual, talvez por serem criaturas tão livres e belas e tendo a magia de voar para cima, para baixo, para os lados e impressionante, conseguem ficar estacado no ar. Hoje eu estava em minha casa, na cozinha, sentada à mesa escrevendo um texto pensando em você Tuca, lembrando de nossos corpos se entregando nas noites infinitas, por ironia agora você está em outra dimensão... É surrealista. Mesmo assim ainda te desejo e o tenho em meus sonhos dourados e penso que um amor puro e verdadeiro não se acaba. A noite estava chegando devagar e me abraçava e a certo momento ouvi o bater de asas contra a luz brilhante, mas não ruídos de desespero e sim de suavidade. Talvez porque naquele momento estava escrevendo sobre o meu grande amor... além da vida. Meus olhos estavam inflamados por lágrimas que rolavam em minha face de menina. Eram lembranças tão vivas que eu podia até senti-las, paixão da minha vida. Dizem que em uma casa quando um beija flor adentra trás amor, saúde e felicidade e que o ser que está nesse torpor, nessa sintonia ser humano e beija flor tem um lugar especial. Dizem que ele sempre traz consigo muita sorte e vem distribuir essa alegria, na verdade é uma visita celestial, pois foi espontânea. Fiquei feliz por ter sido abençoada com uma visita tão linda e ilustre. Mas naquele momento petrifiquei-me e esperava, talvez, um beijo do meu beija flor. Imaginei quem poderia ser aquele ser minúsculo, mas ao mesmo tempo tão poderoso e celestial ou talvez quem poderia tê-lo mandado. Paixão te sinto de qualquer maneira e talvez pudesse ser você, tentando me ver e me consolar, até porque completará 13 meses que você se foi. Senti vontade de ser amiga desse beija flor, ou talvez sua amante, de convidá-lo para ficar comigo, morar comigo, ou para passar uns tempos em casa. Queria conversar com esse beija flor e conversei, carinhosamente. Disse que era bem-vindo, que podia ficar, pedi para não ir embora, mas não demorou muito para eu me tocar que se tratava de um pássaro. E pássaros são livres. Livres como eu gostaria de ser, e voam como eu gostaria de voar. Ele ficou poucos minutos, mas foi o tempo suficiente para que as minhas lágrimas secassem deixando-me feliz. A felicidade saia da minha alma, antes triste sentindo a sua falta paixão. Despedi-me do beija flor, mas já com saudades. Foi uma despedida sem beijos, mas em minha alma te senti presente Tuca! Acho que o beija flor veio somente me confortar e dizer para eu não chorar, dizer para eu viver a minha vida até nos encontrarmos. Talvez possa ter sido só um beija-flor desavisado, que entrou em minha casa por um acaso, mas pode ter sido a saudade de você, ou a inspiração que veio me visitar, decidida a ser notada e sentida. Em um certo momento como num passe de mágica, meu beija flor se foi. Todos os dias no final do dia eu o espero e tenho a nítida certeza que naquele dia talvez pudesse mesmo ter sido você paixão. E todos os finais de tarde sento à mesa, acendo a luz na intenção de atrair o meu beija flor, para guiá-lo até a mim e deixo a brisa me envolver na esperança de que ela traga você, que traga seu espírito e quem sabe transmudá-lo. Continuo sonhando, tendo você neles paixão, você é o alimento de minha alma. E nos dia seguintes ao amanhecer abro os meus olhos e acordo. Acordo para realidade presente e penso, saudade de você Tuca, mas você agora está livre, livre como aquele meu beija flor.
Pesadelos não são apenas sonhos desagradáveis — são lembranças que não encontraram um lugar habitável na memória. Permanecem deslocadas, sem forma, sem repouso, e por isso retornam na noite, quando a vigilância cede. Não buscam assustar, mas ser reconhecidas. E, enquanto não encontram linguagem ou sentido, insistem — não como ficção, mas como aquilo que ainda não foi integrado à própria história, como parte inevitável dos erros e acertos que constituem o ser.
Na jornada da vida, a busca pela evolução é a bússola que orienta nosso caminho. Cada passo, um aprendizado; cada desafio, uma oportunidade de crescimento. Somos escultores de nosso próprio destino, esculpindo a cada experiência uma versão mais sábia de nós mesmos. Na busca incessante pelo conhecimento, descobrimos novos horizontes e expandimos os limites do que somos capazes. A evolução não é apenas um destino, mas um processo contínuo de autodescoberta. Assim, na trama intrincada da existência, a busca pela evolução torna-se a narrativa que transforma a vida em uma epopeia constante de superação e renovação.
Sentir um chamado é reconhecer a centelha de consciência que deseja expandir, romper limites e revelar quem realmente somos. Esse “caminho” não vem de fora ele nasce da lucidez, da percepção de que há mais além do que nos foi imposto. Porém, necessidades e medos são forças densas que nos puxam de volta ao conforto, à sobrevivência, ao conhecido. O medo aprisiona, a necessidade condiciona. E assim, trocamos o caminho da expansão pelo da segurança. Desviar-se não é fracasso, é inconsciência momentânea. Pois quem desperta entende: o verdadeiro caminho exige coragem para atravessar o medo e não se curvar às próprias correntes.
Ainda que a aurora me imponha o desafio de subjugar simbolicamente um leão e o crepúsculo me convoque a enfrentar outro de igual ferocidade, mantenho inabalável a minha determinação: não renunciarei, sob nenhuma circunstância, ao inalienável direito de existir e de moldar a vida segundo as minhas próprias convicções, pois é na fidelidade à minha essência que reside a verdadeira e mais elevada forma de felicidade.
“Quando um juiz não é tensionado para agir, não se decide primariamente entre certo ou errado, mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório, como qualquer ser humano faria. Se eu decidir assim vai incorrer no que? Se em nada, por que não fazer? O juízo moral vem depois; o cálculo do custo do ato vem antes — sempre. Se não gerar problemas eu faço, porque é confortável, já que o advogado não estruturou o processo para determinado enfrentamento” Fabricio von Beaufort-Spontin, Livro NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso - Livro 1 - Por que os Processos Bons Morrem?, 2026.
No meio de tantas confusões e conclusões mal concretizadas, de um mundo tão complicado, acabo de descobrir que, na verdade, quando eu chegar ao fim da vida terrena, eu não vou morrer como todo mundo morre, eu vou passar direto para a eternidade, e lá, estarei esperando por todos vocês, de preferência descansando em um bom lugar, onde todos seremos felizes para sempre. Amém.
Amiga, não se preocupe, o pior já passou, agora, na próxima vez que for pegar um táxi, lembre-se de esconder um pouco da sua beleza escomunal e corta logo o papo com o taxista, dizendo-lhe que você está com pressa de chegar em casa, pois, precisa de tomar um remédio controlado cujo horário está se esgotando. Beijos e bola prá frente.
Considero o amor pelos animais um impulsionador do crescimento individual. Essa conexão desperta empatia, compaixão e um senso de responsabilidade; um sinal claro da nossa evolução emocional e espiritual. Em contraste, aqueles que ferem ou se aproveitam dos animais tendem a trilhar um caminho oposto rumo ao desprezo e repugnância!
Sorrir é mostrar a si mesma, nosso grande valor. Pois, a tristeza não pode fazer parte de um coração que crê em Deus. Tenhamos compaixão dos que nos humilham com seu poder, fazem isso para se manter no topo, então gritam, esbravejam e dão risada quando arrancam algo de você. Seja maior, sorria, brilhe forte, sua luz sempre ofuscara quem está nas trevas.
Hoje vi um lindo astro caminhando num jardim, e lá ele espalhava pétalas de flores que eram perfumadas, ele estava cantarolando, pensando no seu lindo amor, então se deitou na grama, e adormeceu com o raio forte do sol, e sonhou que chegara num baile de máscaras num lindo terno de prata, e a sua princesa, o tirou para dançar, encantada com tamanha beleza disse, meu amor hoje, vou te fazer uma surpresa..... bailaram e bailaram.... mas o lindo homem acordou, sentou-se e disse " parecia ser tão real"...quando se levantou e virou o seu grande amor estava de joelhos com uma caixinha e disse , meu astrolinho casa-se comigo, ele emocionado se jogou em cima dela e disse sim... E desse lindo sonho tudo aconteceu de forma mágica – o amor venceu a todos os obstáculos e os uniu para sempre, num laço que nunca mais se desfazeria.
Existe um tipo de amor humano, natural, que faz parte da própria essência do homem em relação ao próximo. Porém, o amor verdadeiro apresentado na Bíblia tem origem espiritual e, muitas vezes, manifesta características e profundidade diferentes desse amor comum. Enquanto o amor natural é inerente ao ser humano e possui limitações, o amor espiritual vem de Deus, é cultivado em nós pelo Espírito Santo e é capaz de ir muito além dessas limitações.
Pequena estrela consumidora, sugou-me a força vital e me fez querer fugir. Um universo que entrava em colapso, com uma estrela prestes a eclodir e consumir tudo ao redor... Corri para bem longe, com medo de me queimar. Era a decisão certa naquele momento, sabia que avistaria aquele universo novamente, mas passaria bem distante, apenas a observar e relembrar aqueles bons momentos onde ali eu vivi...
Hipoteticamente somos um meio, não um fim. Porque independente de nós, o ciclo da vida segue seu fluxo. Porém, somos a concretização do que chamamos de vida, somos onde tudo começa, e tudo termina. Ou não, porque além de nós há outras formas de vida. Então a única certeza é a vida, enquanto a temos.
Há um tipo de solidão que é mais que estar sozinho, pois é a solidão da alma, do mais profundo dela, que se revela sem explicação, implacável e até assustadora. Mesmo cercado de pessoas, no trabalho e até na diversão, há o vazio que não se preenche nunca no ser que sofre este mal. Trava-se uma batalha interior, uma guerra que parece não ter fim e que precisa ser vencida, passo a passo, num estratégico plano que só a pessoa mesmo pode fazer. Ela é a doença e ter que ser a sua própria cura.
O poeta não é um fingidor! Ninguém vê o que não é lembrado. Talvez o poeta é poeta pq tem varias vidas. O poeta é um tecedor. O poeta é um novelo de almas que se desenrola em versos. Sombras q só ganham forma na memória. E por isso a poesia é um portal para vidas paralelas, não inventadas, mas resgatadas do limbo do esquecimento.
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