Carta a um Amigo Especial

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Ocidente e Ocidente

⁠quanto mais tempo eu leio como um curioso as obras da academia ocidental e à 'pesquisa', mais eu me torno hostil à intervenção da erudição ocidental branca nos assuntos dos povos colonizados.

não há necessidade de contribuições brancas, ocidentais, questionamentos ou análises em relação ao sul global, povos colonizados ou minorias étnicas.

acadêmicos e professores brancos fetichizam, estetizam e exploram em nome de sua educação, estudos e carreiras.

uma sala de aula ocidental facilitada por um acadêmico branco é um local de violência, não de revolução

MAIS UM ADEUS
Não importa o quanto a gente fuja, nem para onde vá… no fim, não podemos escapar de nós mesmos. Cada um de nós carrega dentro do peito uma batalha silenciosa, uma guerra íntima que ninguém vê. E, por mais que o mundo mude ao nosso redor, é dentro de nós que a verdadeira vitória precisa acontecer. Porque, se não vencermos a nós mesmos, perderemos todas as outras batalhas, inclusive aquelas que mais importam.


Seus hábitos devoram seus planos no café da manhã, e isso é mais do que uma frase… é um lembrete de que o amor, os sonhos e até as despedidas são moldadas pelas escolhas silenciosas que fazemos todos os dias. Não há destino escrito, só caminhos abertos, e, às vezes, eles seguem em direções diferentes, mesmo quando o amor ainda grita dentro do peito.


Você está indo embora, e eu fico aqui, entre a dor da ausência e a incerteza se teria sido melhor não ter vivido esse amor?! Não me despeço de você com rancor, mas com respeito, acredite, porque eu fui verdadeiramente feliz com você, não por você, não te carreguei nos ombros e não foi um fardo vê-lo sendo feliz comigo, porque você não sabe, mas eu sei que você era muito feliz ao meu lado!
De todas as pessoas que me machucaram, você foi o único que também me curou de algo, que apesar da dor, também me amou. Eu me sentia uma criança protegida, uma menina feita de amor e entrega, uma mulher completamente realizada...
E é isso...
Vai… segue tua estrada, enfrenta teus medos, transforma teus hábitos e vence tuas batalhas. Eu ficarei aqui, também lutando com as minhas, tentando ser alguém melhor, alguém que um dia consiga olhar para trás e sorrir, mesmo com tantos motivos pra chorar.
Leve com você tudo o que vivemos, tudo o que fomos… porque, apesar da despedida, uma parte de nós sempre vai existir, intacta, em algum canto dentro de você... em mim, consumindo todo meu ser.
Sabe do que eu jamais o perdoarei? Por ser tão vazio de mim, por ter me feito promessas que nunca irá cumprir, sussurrando por aí mentiras que eu adorava ouvir, por desperdiçar o tempo que não me deu, por escolher passear entre amores que não sou eu.


Adeus.... mais uma vez... que você se encontre, que você seja feliz e que jamais me esqueça...

Mãe é abrigo no escuro
Mãe é abrigo no escuro,
Quando a tempestade lá fora é um susto.
Mãe é refúgio da alma,
Onde a calma reina e o coração se acalma.


É o porto seguro, o abraço apertado,
Que afasta qualquer medo ou cansaço.
Mãe é o lar, o aconchego do lar,
Onde a alegria e o amor vão reinar.


É a mão que acaricia, o beijo que cura,
A voz que acalenta e traz ternura.
Mãe é o amor que não tem fim,
Um presente de Deus, um ser tão divino.


No escuro, a mãe é a luz que brilha,
No refúgio da alma, ela é a paz que fascina.
Mãe é o abrigo que protege de todo mal,
No refúgio da alma, ela é o lar de paz eternal.


--------------- Eliana Angel Wolf

POESIA:
PERFIL DE DOIS AMORES DISTINTOS. BY: Harley Kernner


ELA!
Seu amor é como um vestido de seda, que desliza suave, sem pressa, sem pressão.
É como um vinho envelhecido em adega, de sabor refinado, cheio de emoção.

É a luz de um candelabro antigo, que ilumina com brilho calmo e nobre.
Palavras escolhidas, gestos precisos, cada detalhe, um cuidado que cobre.

É arte que se aprecia gradualmente, beleza que não grita, mas encanta.
É a harmonia de uma melodia suave, que no coração, para sempre se planta.


Igualmente à elegância que mora no sentir, ternura com classe e requinte.
O amor dela é poesia em cada instante, profundo, leve e infinitamente distinto do amor masculino.

EU!
Meu amor não tem roupas caras nem palavras estudadas, é feito de mãos calejadas e olhares que dizem tudo.
É arte extraída de um coração semianalfabeto e iletrado no amor.

Não sabe de regras, de modos ou de formas, mas sabe estar presente, firme e seguro.

É como a terra que segura a árvore, ou o vento que sopra sem se mostrar.
Não tem brilho de joias ou luzes de salão, mas tem força que nunca se acaba em meio às provações.

Falo o que penso, sem enfeitar a voz, faço o que sinto, sem medo de errar.
Meu carinho é um abraço apertado, um café quente, um ombro de apoio.

Não sou de promessas bonitas ou juras ensaiadas, sou de ações que falam mais do que qualquer frase.
Amor que é raiz, que cresce devagar, simples, forte e, para sempre, inteiro e capaz: renova-se a cada amanhecer.


Harley Kernner
Arquitetura de Poesias e Crônicas
Escritor Particular

No meio do cansaço que o meu peito carrega, ainda existe um fio de luz me chamando.
Mesmo em silêncio, a minha alma não se entrega, ela resiste... devagar, mas caminhando.


O sentimento não morreu, só se escondeu,
cansado de lutar sem descanso.
Mas dentro de mim ele não se perdeu,
apenas espera um novo passo.


E quando tudo parece sem direção, eu me lembro: até a noite mais fria termina.
Porque Deus não abandona um coração
que ainda, em dor… continua pulsando.

Às vezes o coração transborda, mas a alma não encontra linguagem.
É como carregar um universo inteiro dentro de si e ainda assim não saber por onde começar.
Não é falta de palavras.
É excesso de sentir.
É quando o olhar pesa mais que qualquer discurso, quando o peito aperta sem aviso e o que existe dentro de você simplesmente não cabe no mundo.
Um milhão de sentimentos… e talvez, no fundo, nem precise de palavras, porque quem sente de verdade, entende.

Trombose na Perna?
Procure um médico
Ele vai mostrar o medicamento correto
Mas existem
os cuidado⁠s não medicamentosos
Hidratação- água,é essencial
Praticar atividade física regularmente.
Trabalhar a musculatura da panturrilha, ajuda ao bombeamento do sangue venoso.
Caminhar é movimento
ou mexer os pés
a cada meia hora.
Só utilize meia de compressão sob orientação médica.

..
Riqueza na simplicidade ,
é ser anônimo na história.
Dá um sentido à vida
com atitude de pertencimento.
Viver não tem preço mas, tem validade!
Pensar emdividir bem o tempo
colaborar para que mundo seja melhor.
Multiplicar as boas ações
Faça_as acontecerem.!!!
colabore na ajuda
do seu próximo
através de um projeto social.
Festejar a vida.
Numa visão de temporalidade,
ser simples é fazer_se parte
desse universo.

⁠"Mão 🫱 Santa!?
"Mão treinada,
trabalhada "...
Como um dia, disse ele.
Tem como não dizer tanta coisa sobre o Oscar?
Homem tranquilo, sorriso de garoto,
mas de suar a camisa a cada soco no ar,
para fazer bola voar
Resultado de fruto da aliança
da paciência e do treinar.


Assim ele deixa uma saudosa lembrança!

O lugar em mim

Preciso viajar,
não para conhecer um lugar novo,
mas para reencontrar
o lugar que, em mim, outrora se perdeu.


Um lugar onde eu possa
reencontrar sonhos de infância,
momentos simples
cheios de significado.


Um lugar onde, no mesmo dia,
eu poderia ser Superman ou Batman,
ou apenas uma criança da Terra do Nunca,
onde tudo era pura diversão.


Preciso reencontrar esse lugar
e voltar a acreditar que a vida
é como uma festa de aniversário,
o Dia das Crianças
ou o encanto de se apaixonar
pela professora Helena, da novela Carrossel.


Uma vida feita
de sentimentos simples
e de uma infância feliz.

A vida que derrete nas mãos

A vida é como um pequeno e frágil cubo de gelo, segurado ao sol, que brevemente se desfaz em nossas mãos...
Tão transparente quanto nossos desejos, tão fria quanto os medos que evitamos sentir.


Tentamos moldá-la, contê-la, preservá-la, mas ela insiste em derreter; escorrer; partir.
E no fim, o que resta?
Uma lembrança úmida, uma gota, um brilho fugaz.

Numa manhã comum


Numa manhã
que parecia comum,
vislumbrou-me
um raio de sol,
igual a um pé de ipê
no meio do verde da mata.


Diante de mim,
a personificação da feminilidade,
de simplicidade e beleza.


Cabelos lisos, sob sua cabeça um boné;
alta, de saia com um tom azulado e blusa clara,
olhos escuros, tal como jaboticabas.


De onde é? Para onde vai?
Já não importa.
Somente ficar fitado, passou a fazer sentido.


E numa manhã em que tudo parecia igual,
tudo mudou.


Um misto de emoções,
certezas nas incertezas.
E, através de minha janela,
a personificação de um sonho.

Em um mundo cheio de opiniões e julgamentos, é fácil deixar que outros risquem partes dos nossos sonhos ou reescrevam nossos desejos. Mas lembre-se: sua vida não é um rascunho para ser corrigido por mãos alheias. Seus sonhos são a essência do que você acredita, do que deseja conquistar, e do que faz seu coração pulsar mais forte.

Haverá momentos em que o medo tentará apagar suas linhas, e a dúvida tentará riscar seus objetivos. Pessoas ao seu redor podem tentar diminuir sua coragem, dizendo que é impossível ou que você sonha alto demais. Mas nenhum editor pode mudar o que foi escrito em sua alma.

Não permita que o cansaço apague sua determinação. Não deixe que o fracasso seja um ponto final, mas sim uma vírgula que separa o que passou do que ainda está por vir. Acredite: cada dificuldade é uma página virada rumo ao seu final vitorioso.

Seja o autor da sua própria jornada. Corrija, reescreva, mas nunca permita que apaguem seu brilho. Seus sonhos são sua história, e só você pode decidir como ela terminará.

QUANDO O SILÊNCIO APRENDE A RESPIRAR.
Há um instante oculto entre o que fomos e o que ainda não ousamos ser.
Um intervalo quase imperceptível onde o mundo silencia.
E é ali, precisamente ali, que a alma se revela sem máscaras.
Tu carregas universos não explorados sob a pele.
Catedrais invisíveis erguidas com lágrimas que ninguém viu.
E mesmo assim, caminhas, como se fosses apenas mais um corpo na multidão.
Mas não és.
Há dentro de ti uma centelha que não aceita o esquecimento.
Uma força antiga, anterior ao medo, anterior à própria dor.
Ela sussurra, mesmo quando tudo em volta grita desistência.
Escuta.
Não é o fracasso que te define.
É a insistência silenciosa de continuar mesmo sem aplausos.
É o gesto invisível de reerguer-se quando ninguém está olhando.
Porque a verdadeira grandeza não nasce do êxito.
Nasce do abismo atravessado em silêncio.
E cada noite que te visitou não foi abandono.
Foi lapidação.
Cada perda não foi ausência.
Foi espaço aberto para algo maior que a própria ausência ainda que não compreendas.
Há uma arquitetura divina no caos que te molda.
Uma ordem que teus olhos ainda não decifraram.
Mas que teu espírito já reconhece.
Por isso, não te apresses em fugir da dor.
Há ensinamentos que só florescem no escuro.
E quando finalmente compreenderes,
não serás mais o mesmo que buscava respostas.
Serás a própria resposta.
Ergue-te, mesmo que em fragmentos.
Avança, mesmo que em silêncio.
E confia, ainda que tudo em ti vacile.
Porque existe um momento, inevitável e sagrado,
em que aquilo que te quebrou
será exatamente aquilo que te fez inteiro.
E nesse dia, sem alarde, sem testemunhas,
tu olharás para trás e entenderás:
Nunca foste fraco.
Apenas estavas aprendendo a tornar-te vasto.

O TRIUNFO SILENCIOSO NA APARENTE DERROTA.
Há um instante na história humana em que o olhar superficial se equivoca e a consciência apressada julga ter assistido ao fracasso do mais elevado dos ideais. A figura de Jesus Cristo suspensa na cruz, sob o peso da matéria e da incompreensão coletiva, parece, aos olhos comuns, o símbolo máximo da derrota. O corpo ferido, a solidão extrema, o abandono dos próprios discípulos e o escárnio das multidões compõem um quadro que, à lógica mundana, só pode significar aniquilação.
Entretanto, é precisamente nesse ponto que a leitura espiritual exige maior acuidade. O que se observa não é o colapso de uma missão, mas o ápice de sua consumação. A cruz não representa o fim, mas o método. Não expressa impotência, mas a pedagogia mais elevada que já se ofereceu à humanidade.
Sob a ótica espírita, compreende-se que aquele momento não foi um acidente trágico, mas uma culminância deliberada dentro das leis de causa e efeito. A trajetória do Cristo não se mede pelo êxito político, pela aceitação social ou pela preservação do corpo físico. Mede-se pela transformação silenciosa das consciências, pela semeadura de princípios morais que transcendem séculos e civilizações.
A aparente derrota revela, em realidade, a vitória sobre as ilusões do mundo material. Enquanto os homens esperavam um libertador que se impusesse pela força, Ele apresentou a soberania do espírito sobre a matéria. Enquanto aguardavam domínio externo, Ele ensinou o domínio interno. Enquanto ansiavam por vingança, Ele ofereceu o perdão.
O clamor "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" não é uma frase de resignação passiva, mas uma declaração de superioridade moral absoluta. Ali, na hora mais densa da dor, estabelece-se a ruptura definitiva com o ciclo da violência e da ignorância. Trata-se de uma revolução ética que não se impõe pelo grito, mas pela consciência.
Do ponto de vista psicológico e espiritual, esse episódio inaugura uma nova compreensão do sofrimento. Ele deixa de ser visto apenas como punição ou desventura e passa a ser compreendido como instrumento de elevação quando enfrentado com lucidez e propósito. A cruz, nesse sentido, transforma-se em símbolo universal da transmutação interior.
A história demonstra que o que parecia o fim foi, na verdade, o início de uma influência que jamais cessou. Ideias que nascem da força se dissipam com o tempo. Ideias que nascem do sacrifício consciente enraízam-se na essência humana. O Cristo não venceu evitando a cruz, mas ressignificando-a.
Assim, o olhar que se detém apenas na aparência vê derrota. O olhar que penetra a essência reconhece a mais elevada expressão de triunfo espiritual já registrada entre os homens.
E é nesse contraste entre o visível e o invisível que repousa a lição definitiva: aquilo que o mundo chama de queda pode ser, no plano superior, o instante exato em que a alma alcança sua mais alta ascensão.

⁠Feliz Páscoa

Há sempre um momento
De começo
Um nascer de novo
Renovar a vida
Restabelecer-me
Mesmo desgastado
Renovo meu interior
A cada dia
Onde me sinto enaltecido
Sabendo que vim de algum lado
É sinal que estou vivo
Agora olhar para o passado
Vejo um percurso
Preenchido com apetrechos de amor
Rodeado de amigos consistentes e sólidos
Uma família genial
Que me dá força
Para prosseguir
Onde estamos interligados por Deus
A vida mudou um dia
Para mim
Passei por grandes tribulações
Em outros tempos, por vez ainda passo desafios que agora estou mais forte para suportar
O caminho é feito por vivências estas que nós nos espelhamos e reparamos que já fizemos um caminho, com muita dedicação e esforço, onde atingimos metas e objetivos onde independente das derrotas e vitórias
O que prevalece é a vida e aquilo que plantamos no nosso coração e de cada ser um pouco de paciência e atenção para com os outros é um benefício de mais valia para todos.
Sou grato por ver que estou num caminho de eterna felicidade.
Isto é maravilhoso
Isto é espírito de vida

SENTIR PARA VIVER
A PAIXÃO

Sinto-me lisongeado tenho um coração enorme, preciso ser bliscado para acreditar a razão de viver apaixonado pela vida, amar e tocar na alma das pessoas tem que ser medida, desculpe, não quero-lhe causar infortúnio o meu ser mesmo imperfeito clama pela musa que na sua bondosa generorisade me comprende, me aceite como sou e respeite, numa liberdade mutua da corrente corrida a favor e contra as forças do viver, havendo os tempos actuais em que não se prendemos a velhos rituais,cabe encontrar tempo, espaço para eu fazer morada no sua fonte da água da vida que me anima e alegra porque tem sentimentos e se apaixona, viver a vida com essa senciblidade é algo muito elevado que transcede o dito normal e passa a viver um magnifico, um bonito climax que perdura sempre que alimenta esse sentimento.
Beijinhos doces minha querida e linda amiga.⁠

No percurso nubeloso
De um açoite
Encaro a outra parte
Calmante do pacto


Contrato com o divino
Atravesso o universo
Para perdurar para lá do altar
Para pisar a terra, o céu e o mar
Por tanto ,isso, tanto amo


Acordo com as dores do tempo
Sorrio e choro, na corrente do rio
Tenho frio
Aquéço este amago
Com o trabalho
Cai uma lagrima do céu
Para romper o véu
Deste coraçāo desfeito
Que clama pela intuiçāo
Deste sentimento
Que clama por uma sensaçāo
De ter sofrido as dores
Dos sentidos
Choram as almas e o espiritos
Outros aplaudidos
Em mundos destintos
Outra hora, embora tolhido
Sai agora 9 gemido
Para tudo ser suprimido
Continua preparaçâo
A adptaçâo da nova civilizăo
A questão
É o ponto de partida, da razāo
Faço uma oraçăo
Faço ums cansăo
Clamando um pouco de atençāo
Para o culminar uma forte emoçāo
Tudo está germinar o aumeto da tensăo.


Emanuel Bruno Andrade

O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.

Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.

O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.

#Abstracionismo

#PoesiaContemporanea

#Decassilabo

#EpicoArcaico

#FusaoArtistica

#ArteLisboa

A Resiliência do Tempo, Quando O Passado Ecoa no Presente

Eco de um passado distante, mas que ainda se faz presente como uma grande porta que fica aberta permanentemente, ecoando o fato de autora, talvez, uma prova de que o tempo também é resiliente.

Ecoa materializado em alguma construção antiga, nas suas paredes, utensílios, artes e cenários ou guardado em uma memória viva — na mente daqueles que vivenciaram ou dos que ouviram e leram atentamente.

Ecoado por estar descrito nas páginas de algum livro de história entre a escrita, a fala e a leitura; nas suas marcas deixadas pela natureza, ecoando de várias formas e até espalhadas pela selva de pedras.