Carta a um Amigo Detento
De fato, eu quase morri, quando em um momento de euforia, que me levou a engolir todos os jugos sobre mim, eu abri mão de mim, eu engoli seco, foi um momento de extrema solidão, onde eu me vi só, com certeza eu estava sozinho naquele quarto, as batidas da alma eram ouvidas por todos, eu gritava em silencio na esperança de alguém me ouvir. Logo após ingerir uma grande quantidade de opressão, eu entrei em colapso, obviamente. Eu travei involuntariamente, vi as pessoas em meu redor correndo disparadamente, o medo estava em seus semblantes, ninguém soube o que aconteceu, ninguém ousou perguntar, mesmo que eu tentasse explicar, eles não iriam compreender, é além disso, além do que acontece nos dias corridos deles. Quanto travei, já não sentia meu eu, era como se minha essência tivesse morrido, fui levado ao um quarto, onde me falaram verdades dolorosas, mas essências. Quando eu me recuperei, meu eu me chamou para conversar, me disse os motivos pelos quais ocorreu desistência por parte dele, eu ouvi com cautela, não soube o que falar pra ele, apenas disse que as coisas vão melhorar, eu me achei muito superficial em falar que as coisas vão melhorar, isso é vago, não da certeza, mas acho que o confortou naquele momento. Estranho que mesmo depois de um mês, ainda o ouço lamentar por não ter completado a missão com êxito. Então eu me pego nesse dia 26, e penso o que seria de mim sem meu eu? Eu aguentaria viver sem ele? Acho que os próximos dais 26 não serão mais os mesmos, sempre irei lembrar daquele dia, onde quase perdi meu eu. Ele é diferente, estranho (mas estranho bom), divertido e engraçado. Acredito que seu eu tivesse permitido ele ficar mais vezes no controle do corpo, as coisas não teriam acontecido assim, seriamos um ser completo. Mas eu ainda não estou pronto para passar o controle para ele, sinto uma enorme ansiedade em só pensar no que pode acontecer com ele, esse mundo é malvado. Só vou permitir que ele viva quando eu sentir que é seguro para ele, enquanto isso, ele irá ficar guardado, trancado. Não a sete chaves, até porque ele já se apresentou para alguns, com minha permissão, é claro.
Ela é constelação... é o céu todo... ela é o universo dentro de um corpo .. mulher forte , gêniosa...ela é absoluta ... mas se preciso for também é vingativa... Sabe ser mel ..Sabe ser fel quando precisa.... mergulhe nessa viagem intensa ... porque ela é assim profunda... odeia sentimentos rasos..pessoas vazias ... ela é tudo.. intensa ... música, poesia ...pena que nem todo homem sabe lidar com mulheres fortes ... não aguenta meu brilho ... simplesmente cai fora ...
Misteriosa ..enigmatica...um quebra cabeça... só embarque nessa viagem se vc gosta de aventurar -se porque aqui meu bem ...o mar não está pra peixe... aqui é tsunami... furacao ... sou doce ,mas sou pimenta.... ardida , quente , sou menina ,mas muito mulher .. não é qualquer um que da conta .. tenho gênio forte ... teimosa ,birrenta ... só embarque nesse romance se vc der conta ... mulher com M maiusculo meu bem ..não é pra qualquer homem ...
Andei pensando tanto ... talvez ele não me mereça..talvez seja apenas um jogo que estou perdendo aos poucos .. porque as pessoas brincam de amor? talvez eu deveria esquecer agora..pra não sofrer depois... talvez sei la .. seria melhor desligar de tudo.. não mereço migalhas...não mereço pouco .. eu quero o mundo ...mas vc não esta disposto a me dar... entenda ..ou vc aprende a jogar esse jogo ou aperta pause.. ficar por ficar eu não quero mais.. sou de mar profundo..odeio me aventurar em águas rasas...
Fui como um majestoso querer. Um sentido dificílimo de entender, um formato longevo, uma transcrição do quase divino, um magnífico estranho, olhar de conquistar corações. Com tudo me fiz cortejador do que é mais belo, do magnífico, tão próximo do saber, do elimino da tristeza, da mais desdenhosa lágrima que cai, do surgir no nascer do Sol. Uma espécie de luz fluorescente, que ilumina e constrange quaisquer um ao maior e impecável amor, e força que tanto esbanjamos, nesse teu eu, sem uma outra chance de pensar em nenhuma outra condição.
A vida é dura, ela não dura, sempre após um dia feliz teremos um dia triste e após um dia triste um dia de recuperação pra se recuperar da insanidade que é a felicidade e não poder ter ela pra sempre. Ninguém é imortal, ninguém viverá só momentos bons e jamais será feio compreender a dor, entender a tristeza, e apoiar nos dias ruins o outro pelo qual se assemelha.
Seus olhos são um oceano, me deixam submersa em seus mistérios. As estrelas não se comparam a sua magnitude. A presença da lua é anulada pela sua, e nem os rios capturam toda sua beleza em seus reflexos. Ao olhar para você, meu coração se desfaz por inteiro em uma cachoeira de emoções, fazendo falhar todos os meus sentidos e revirando minha mente, destruíndo toda lógica desse amor tão longínquo.
eu sinto que eu devo ficar fechado como se fosse um passarinho numa gaiola, não importa se a gaiola não tem cadeado, eu ainda quero que ela fique fechada, como um passarinho já voei diversas vezes pra fora e já sei a sensação e concerteza eu não gostei dela. Mesmo que a porta não tenha tranca eu fiquei na porta do banheiro trancada sendo eu mesma para ninguém ver o meu tão odioso eu
"A liberdade e a segurança desde os primórdios da civilização são desejados, mas exigem um equilíbrio para a coexistência, senão o exercício do primeiro coloca em risco o segundo, e o excesso do segundo coloca em risco o primeiro. Pode ser paradoxal na medida em que para ser efetivada como direito, a segurança necessariamente reivindica o estabelecimento de um conjunto de regras, de normas jurídicas por todos aceitas, que vão limitar a liberdade individual. Ou seja, o marco de fundação e sustentação da civilização foi a renúncia de parte da liberdade individual para tornar possível a vida em sociedade. A figura do Estado como regulador da liberdade, como compensador e punidor, detém o uso legitimado da violência, sempre visando a supremacia do interesse coletivo em detrimento do inidividual. O exercício da liberdade individual irrestrita produz um estado anárquico, de anomia, em que a segurança de todos ficará prejudicada, e prevalecerá a lei dos mais fortes, e ninguém será tão forte a ponto eliminar todos os riscis a sua segurança. Um estado de medo coletivo. Não há liberdade sem segurança, e a segurança em excesso reduz a liberdade produzindo estado análogo a escravidão. O processo civilizatório deve buscar constantemente o equilíbrio necessário do exercício da liberdade com a segurança, da participação da sociedade no Estado, tanto nas decisões quanto na condução, para evitar que o Estado se torne num Leviatã sufocador".
Há momentos em minha vida que surge um grande vazio, apertando o peito e puxando lá para o fundo do poço. Coisas que me faz, sentir tão espremido que até tenho, medo de alguma coisa aconteça. Nesta hora lá dentro de me clamo ao meu Deus dei-me ânimos e forças que me faça a ser, forte para vencer o que me aflige.
Quando o governo possui um poder imenso, a atividade de governar não atrai para si homens moderados e temperados, preocupados em evitar os defeitos da iniciativa na qual estão envolvidos, mas os neuróticos e frustrados que não conhecem limites ou o parvenu que se embriaga facilmente com a oportunidade de fazer coisas grandes e brilhantes. Quando esse poder é gerado pela submissão “das massas” que buscam uma “segurança” abrangente, acaba caindo nas mãos de protetores que prometem mais do que podem realizar e, fingindo liderar, impõem a seus seguidores a responsabilidade por suas próprias ações.
A propriedade privada é um dispositivo institucional para salvaguardar um estoque existente do capital de ser excessivamente explorado ou para punir um proprietário por deixar isso acontecer através de perdas do rendimento. Isso ajuda a permitir que os valores produzidos sejam maiores do que os valores destruídos durante a produção.
"O amor me veio como uma flecha, um feitiço, um animal interior louco e indomável que insistia em querer sair, um aroma doce e persistente de perfume. Ele me levou a lugares inimagináveis; me fez escalar montanhas e dançar por entre campos de dentes-de-leão, e me jogou do prédio mais alto possível. As vezes penso que ainda estou caindo; lutando para me segurar em alguma janela aberta."
O primeiro dever de um historiador é o de examinar com o maior rigor todas as doutrinas a quem recorrerá para elaborar suas interpretações históricas. Sem negligência fazê-lo e adotar ingenuamente as ideias deformadas e confusas que têm grande aceitação popular, deixa de ser um historiador e passa a ser um apologista e um propagandista.
No meio da tormenta um furacão vai desimando tudo. Sem darmos conta, aquelas árvores frondosas é vividas de raízes profundas e bem fixadas a terra, já nem existe mas. O que restou foi a paisagem revirada e vazia, com grandes crateras que só se fecharão com o tempo. Mas o olhar pode deslumbrar com a tragédia, se entender que, depois de tudo ir ao fim do abismo, sugiram as cordas, para o alçar da escalada e o suspiro de alívio brotará com ar de esperança. E o velho, novo, constroem-se, no espaço agora limpo e cheio de novas possibilidades. A terra continua com a mesma força e só germinar as melhor semente desta vez, já que nunca é tarde para começar a plantar novamente.
Um olhar amoroso manuseia a realidade. A desgraça torna-se graça, a vileza torna-se bondade e a perdição torna-se salvação. Porque o amor salva, transforma e eleva; e é possível elevar todas as coisas. Uma pedra, pode tornar-se uma bela escultura. Uma massa disforme, pode tornar-se uma deliciosa torta. Um homem vil e desordenado, pode tornar-se um santo! Por mais vil que possas ser, há esperança. Sê amável, pois tudo é um vestígio de Deus, por isso, tudo faz-se amável segundo a sua própria natureza. Tudo grita por amor. Cada ato, cada ente, cada ser. Todas as coisas esperam pelo teu amor. A realidade está gritando; uma alma atenta ouve, e uma alma humilde imita.
Se meu coração falasse, talvez dissesse um dia com grande arrependimento que nunca se apaixonou ou teve qualquer tipo desse sentimento, e eu digo a esse coração sofrido por tanta ausência e por tanta solidão, que foi para ele mesmo, que fiz com carinho e grande emoção esse poema, e que se por acaso um dia ele se apaixonou por alguém, e espero que sim, foi pra mim um grande sonho que se realizou e se dissipou no sono eterno sm fim.
Não basta colocar um INDIVÍDUO de frente para o outro e pedir que falem. É preciso desenvolver nas pessoas a capacidade de entender umas às outras e respeitar opiniões divergentes, dando clareza à razão, através das experiências e hábitos conciliadores, após uma investigação realista da causa. Com isso, o conhecimento só existirá se houver o entendimento.
O sentido da vida constitui um questionamento filosófico acerca do propósito e significado da existência humana,Valorize sua individualidade. Entender que você é um ser único é o primeiro passo para encontrar um sentido para a vida.Cada um tem sua vocação, sua missão pessoal, para a qual precisa executar tarefas específicas.
As mulheres indígenas têm um papel fundamental dentro de nossas terras. É o papel da educadora, onde ela ensina para suas filhas o artesanato e todo o conhecimento da medicina tradicional e, ao mesmo tempo, todo o conhecimento ao fazer as roças; o armazenamento de nossas sementes e como preparar a semente para que não apodreça e dure até a próxima plantação.
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