Carta a um Amigo Detento

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⁠Canto assombrado
Certo dia dois amigos, saindo de um bar a caminho de casa lá pelas altas da madruga.
E começaram a falar de assombração.
Um deles pergunta ao outro?
Genivaldo, você acredita em assombração?
Ele olhou para o amigo e disse: Porque está pergunta agora Astrubal?
Estamos num caminho que nem luz tem e você vem com uma pergunta sem pé e nem cabeça sô!
Disse Genivaldo.
Sei lá porque disse Astrubal. Estár aqui andando com cê e me veio isto na cabeça como se tivesse me soprando nos ouvido uma voz.
Genivaldo foi logo falando, para com esta conversa que não acredito em nada disto! Estás coisa só existe na cabeça da gente, assombração e uma imaginação do nosso subconsciente.
E Astrubal, começou a falar: sabe eu ouvi minha mãe e meu pai contar cada história e que era uma verdade verdadeira so!
Eles me contaram que morava em uma casa muito antiga no interior de minas, e eles tinha um restaurante que fazia comida para as pessoas que trabalhavam nas estradas. E era muita coisa pra fazer depois do espidiente, que era muitos pratos e copos pra lavar. Mas como o consaço falava mais forte, eles dormiam e de manhã eles lavavam toda prataria e os copos. Mas uma certa noite, minha mãe acordou com um certo barulho lá na cozinha e uma falazada que parecia que estava em uma festa. Minha mãe que tem um sono leve, abriu os olhos e passou a mão pra ver se meu pai estava deitado ainda. E não era mesmo que meu estava estava lá juntinho dela. Ela se levantou e foi olhar que estava lá embaixo lavando as louças, abriu a porta de vagarim e não viu e nem ouviu as vozes mais!
E Ginivaldo com olhos arregalados disse: para com está bobagem, fantasmas não existe. Vai vê que sua mãe e seu pai contava estas histórias só pra deixar você com medo so!
Mas Astrubal disse,não pra que eles ia dizer isto pra mim?
E aí continua história:
Aí minha mãe chamou o pai e disse que tem gente lavando as louças pra nois!
Como meu pai não ouviu nada e disse pra mãe: volta a dormir que isto é o cansaço que subiu na sua cabeça e fez que você ouvisse coisas.
Aí ela se acomodou na cama e voltou a dormir.
Mas tarde, foi o meu pai que acordou com a barulheira lá na cozinha, e ele fez a mesma coisa e passou a mão na cama pra ver se era minha mãe que estava lá em baixo lavando as louças.
Aí ele viu que minha mãe está deitada ainda e foi na porta do quarto e abriu uma cretazinha pra ver se via alguém… e não viu não nada!! Trancou a porta e chamou minha mãe e disse que ouviu e viu um homem grande lá embaixo na cozinha. Se abraçaram e ficaram ali mesmo quietos até o amanhecer.
Genivaldo já com um pouco de medo, pergunta. Porque contar uma história sem sentido desta! Assombração e só na nossa cabeça homem, quem morrer nunca volta. E já andando nas estrada de roça e escura, Genivaldo, disse vamos falar de outra coisa que desvia nosso pensamento desta história, vamos contar piada sô!
De repente um barulho assustador perto dele e Genivaldo saiu correndo feito um louco e gritava que não foi ele que começou a mexe com o demo e que não tinha nada a ver com a história!
E Astrubal, correu atrás dele e disse: Mas você disse que assombração e nossa imaginação e que vem de nossa cabeça. porque você saiu correndo feito louco?
Respondeu Genivaldo; nem sempre a gente espera pra saber se realmente existe ou se está em nossa cabeça.
Mas o meu subconsciente pediu pra mim correr !!!!

Inserida por silasoliveira13

⁠CONTO DE UMA MULA
Depois de passar um tempo fora do Brasil, voltei para minha cidade que tanto gosto. Chegando, fui ver o que havia mudado e saber as novidades. De “tão grande” que é, em poucas horas, consegui me atualizar sobre tudo.
Terminando o passeio, perguntei ao meu irmão onde poderia conhecer as meninas bonitas da cidade pois, pelo que me lembrava, era nas feirinhas de artesanato na praça principal, mas muita coisa mudou...
- Mas quero conhecer as meninas que têm uma beleza compatível com a minha! – exclamei em um tom bem sarcástico.
A procura não demorou dois dias. Não sei o que meu irmão fez, mas conseguiu me apresentar uma linda garota. Muito linda mesmo, só vendo para acreditar. Marcamos de sair algumas vezes para conversar e nos conhecer melhor. Quantas coisas conversamos... E eu ficava cada dia mais apaixonado.
Vinte dias depois estávamos namorando.
Ela falava de mim para as suas irmãs. Falava tanto que até ganhei um fã clube na casa dela. Toda a família, até o pai era meu fã sem nem mesmo me conhecer, pode isso?
Marcamos um dia para que pudesse visitá-los e enfim conhecê-los. Chamei um amigo, Frederico, e sua namorada, que era amiga da minha futura esposa, para irem juntos. Sim... Eu já estava pensando em casamento!
O grande dia chegou, a aventura estava apenas começando, iria conhecer a família dela no alto do São Francisco – e não pense que o rio, São Francisco é o nome da fazendo do meu futuro sogro e eu estava me achando por isso.
E lá fomos nós!
Saímos na madrugada de um sábado, em uma Brasília. Chovia tanto, até certo ponto estava tudo bem, isso enquanto estávamos em uma estrada de asfalto, mas depois... Aquele depois de mineiro sabe? Tudo tinha barro, as estradas, os meus amigos e a minha futura esposa, mas eu continuava me achando.
Os morros eram tão altos que pareciam que estavam nos levando para o céu. Cheguei a pensar em desistir, mas pensei bem e tudo parecia ser uma prova de amor onde eu estava sendo testado (mudança de posição – melhor adequação de leitura) e se eu falasse que queria desistir da viagem iria parecer má vontade minha de conhecer a família dela e todo fã clube criado para mim.
Levei uma prosa com meu amigo Frederico e com meu motorista que garantiy que nada iria nos impedir de chegar lá:
- Já dirigi em condições piores que essa, meu rapaz! E já estamos quase chegando.
O “quase chegando” demorou a manhã toda. Eu já não sentia minhas pernas, elas estavam dormentes, pois no banco de trás não tinha muito espaço para esticá-las.
E finalmente chegamos! Eu estava feliz em poder esticar minhas pernas e minha futura esposa em rever seus familiares. Todos estavam esperando no alpendre (nas fazendas é assim que são chamadas as varandas, né?), foi muto legal. O pai dela nos esperava bem na porta e, assim que chegamos ao alpendre, ele despachou as mulheres para a cozinha ficando lá apenas Frederico, ele e eu. Eu estava morrendo de vontade de ir ao banheiro, mas a vergonha de pedir falou mais alto.
Se me perguntarem sobre o que conversamos, não saberei porque meu foco estava todo na minha bexiga – prestes a estourar – e que a cada minuto a minha vontade de ir ao banheiro aumentava. Lembro apenas que ficamos um bom tempo lá.
Foi minha futura esposa quem me resgatou. Certo momento ela apareceu para avisar que o café estava pronto e para acompanhar tinha broa de milho e queijo “fresquim”. Aproveitei a deixa e fui ao banheiro – QUE SENSAÇÃO MARAVILHOSA! O único problema é que a descarga era aquela de caixa que tem que esperar encher para poder usar e eu tive que ficar esperando para conseguir dar a segunda descarga. A demora foi tanta que na hora que cheguei para tomar o café, a broa já estava um pouco fria.
Conversa vai, conversa vem... Fui percebendo que já tinha conquistado meu sogro. Pensei que estava tudo bem e na paz até que ele me chama para dar uma volta pela fazenda e conhecer a cabeceira dela. Não pensei duas vezes e respondi:
- Vamos sim, vou adorar o passeio! Essa fazenda me lembra a do meu avô.
Meu erro foi imaginar que iríamos de carro. Todo o passeio foi feito a pé (nossa que sofrimento!). Nunca tinha visto e subido um morro tão íngreme. A sensação que tive foi que estava subindo deitado e acho que tudo que comi assim que chegamos foi queimado no “exercício” que eu fiz. Fizemos uma parada em um lugar lindo e a vista de lá de cima era tão bonita. Ficamos um pouquinho por lá e meu futuro sogro já começou a andar novamente.
- Achei que nosso passeio acabava aqui. – disse a ele meio assustado
Ele riu e respondeu:
- Não chegamos ainda não, menino!
Andamos mais uns 20 minutos – detalhe: era só subida – para aí sim chegarmos à tal cabeceira da fazenda. Graças a Deus! Se tivesse que andar mais um pouco meu sogro iria ter que descer comigo nas costas, eu não tinha mais força nas pernas para dar um passo sequer.
A vista da cabeceira era muito bonita e a caminhada por lá não era tão ruim assim. Meu futuro sogro me levou a uma parte que era mata bem fechada, assim que chegamos lá ele começou a contar sobre cobras que viviam ali e não era qualquer tipo de cobra, não... Era uma tal de “jararacuçu”, se o nome já é difícil de ser escrito, imagina o quão pavoroso esse bicho deve ser (só de pensar eu morro de medo).
Onde estávamos era tão alto que o nome da fazenda (Ato de São Francisco) começou a fazer sentido. Lá eu realmente me sentia bem perto do céu e de São Francisco.
Começou a escurecer, minha apreensão de estar lá em cima começou a aumentar. Perguntei para meu futuro sogro se não já estava na hora de voltarmos. Ele percebeu meu medo e retomou a conversa sobre as tais cobras e seus perigos antes de começarmos a descida de volta.
Durante a descida ele me falava que elas, as cobras, cruzavam sempre esse caminho que estávamos fazendo para chegar ao ninho delas que era ali bem perto. Não esperei uma só palavra a mais dele e corri feito um corisco, chegando primeiro que ele em sua casa.
Depois dessa “fuga” eu só pensava: “Putz! Minha apresentação está indo de mal a pior. ”. Mas não terminou por aí não! No dia seguinte levantei bem cedo para tomar café e mais uma grande aventura me esperava. Imaginam o que era? Andar a cavalo! Dessa vez não iria desapontar minha digníssima futura esposa. Eu adoro andar a cavalo, vocês nem fazem ideia! Ele é meu animal preferido.
Então lá fomos nós, meu futuro cunhado trouxe os cavalos e logo me deu as rédeas de um bem pequeno, parecido com uma mula. Parecia que já estavam adivinhando que eu não me daria muito bem. Sim, eu disse que adoro andar a cavalo, mas a verdade é que eu não entendendo muito bem desse animal e as vezes que andei foi com meu pai.
E lá estava eu sentado na garupa dele.
Uma coisa que dizem sobre os cavalos que é verdade, é que eles têm uma percepção muito aguçada sobre quem está montando, se a pessoa tem ou não experiência ou até mesmo convivência com eles.
Bom, estava na cara que eu não tinha nenhuma experiência com cavalos. Assim que montei, o cavalo saiu em disparada em direção à porteira e eu não conseguia fazê-lo parar. Quem me salvou de passar uma vergonha ainda maior foi minha futura cunhada que foi ao meu encontro e conseguiu nos parar. Logo que todos montaram, começamos a nos movimentar e mais uma vez a minha mula saiu na frente em disparada. E, para piorar (mudança para ficar mais harmônica a leitura), eu não sabia como pará-la e muito menos onde era o freio do animal. Ela só parou porque fomos de encontro com uma porteira e todos estavam gritando ao fundo, mas assim que consegui abrir a porteira ela saiu em disparada novamente como se estivéssemos em uma corrida e, com isso tudo acabei batendo meus joelhos na porteira e indo parar no chão enquanto a mula corria pasto a fora. De longe essa foi a pior parte da minha apresentação aos pais da minha futura esposa.
Depois que eles garantiram que eu não tinha me machucado seriamente, as risadas começaram e tudo por causa de uma mula que não entendeu meus comandos e não me respeitou. No fim da história quem se saiu como super star foi a mula!
Estava envergonhado por todas as más impressões que causei, mas no fundo, e apesar de tudo, todos gostaram de mim e eu conquistei minha amada e sua família, mesmo com as mancadas.

Inserida por silasoliveira13

⁠⁠Amor e Odio

Antagonismo?

Ou é hospedeiro um do outro como se estivesse em uma balanca, destinado a complementariedade, o amor completa o odio, o odio floresce o amor!
O universo necessita de opostos para se atrair
A atracao envolta de emocao, conexas e desconexas, distantes e sufocantes
Sentir o amor é extasiante!

Inserida por Leandrosgomes

⁠ ⁠Ela tem um jeito peculiar - diferente do que se apresenta na normalidade
Ela me deixa intrigado, me deixa bolado –

É algo novo, é tão difícil conhecer alguém assim, determinada

“mulher decidida é igual bala perdida, se te acertar deixa uma ferida"!

O homem para entrar no jogo, tem que ser forte, perspicaz e consciente,
consciente de que deve tentar a sorte, pois o azar é iminente

Inserida por Leandrosgomes

⁠⁠No meu corpo a cicratizes do seu corpo, é como se fossemos confindentes de um espaco envolvente!

O seu beijo! Ah o seu beijo, nossa o seu beijo, o momento que mais desejo, tocar seus labios em descompasso e sentir o coracao em arritimia, perder as sinapses neurais, e por um segundo que todo o mundo me esqueça, e ao seu lado eu amanheça!

Dídima inspiracao

Inserida por Leandrosgomes


Marco 4:38

Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: “Mestre, não te importas que morramos?”


No tempo de aula teórica é fácil, o duro quando Jesus nos leva ao alto mar para aula prática de Fé
Aí pensamos que vamos a fundar ou morrer, no meio da aula lembramos que Jesus está no barco

Inserida por Adriano451

⁠Em um jantar que convidaram Jesus não trataram ELE modo hospitaleiro. Não havia mais lugares na mesa, porém. Chega na casa uma mulher sem ser convidada, não era bem vista, ela, porém escolher o melhor lugar. Aos pés de Jesus, como falou profeta Isaías: Sobre as suas pisas duras formos sarados
Nós devemos estar Aos pés de Jesus

Inserida por Adriano451

⁠Eu os amei!
Um dia, quando meus netos forem crescidos para entender a lógica que motiva algumas "mães" e pais eu direi a eles,eu amei os seus PAIS.
Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde iriam, com quem iriam e a que horas regressariam. Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer eles saberem que aquele novo amigo influenciaram em alguns costumes. Eu os amei o suficiente a me render, me submeter a coisas e pessoas que rasgaram minha alma.
Eu os amei o suficiente para me culpar em situações que não eram minha culpa.
Amei o suficiente pra passar a noite sentada no chão ao lado da cama segurando suas mãos. Amei seus PAIS O suficiente pra trabalhar 14 horas em pé.
Amei o suficiente para aguentar calúnias e difamações.
Amei o suficiente para voltar de uma viagem ao ouvir o choro da dor do primeiro amor. Amei o suficiente para largar tudo ao ouvir um grito de cólica.
Amei o suficiente pra dormir no chão em um papelão. Amei o suficiente pra ouvir que era chata. Amei o suficiente pra ouvir que era super
protetora. Amei o suficiente pra comer churrasco querendo nem comer. Amei o suficiente pra ouvir que não faço creme de milho. Amei o suficiente pra ouvir bem feito pagou a Língua.
Amei o suficiente pra duvidar da minha intuição.
Eu o amei o suficiente pra não comer sem pensar neles. Os amei o suficiente pra não terceiriza-los
Os amei o suficiente pra gritar em desespero e muita dor DEUS,DEUS trás de volta SENHOR. Amei o suficiente pra andar de joelhos dentro de casa em oração.
Eu o amei suficiente pra praticar corridas e vencer alcançando o primeiro lugar. Amei o suficiente para apoia-los por respeito, mesmo sem concordar.
Eu amei o suficiente para surtar.
Eu os amei o suficiente para corrigi-los com vara. Eu os amo o suficiente para ser na terra a maior cobertura espiritual. Eu os amo o suficiente pra ter total gratidão a DEUS e não conseguir mensurar a dor que é entregar um filho a morte de cruz, entendendo assim o amor que o SENHOR tem por mim. Os amo o suficiente pra entender que quando uma MÃE perde um filho, todas MÃES perdem também.
EU os amo o suficiente para virar HULK se alguém os ferir. Amo o suficiente pra ficar como JOÃO BATISTA dizendo:
Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus. (Mateus 3:2) Amei os suficiente para não aturar malcriações. Amei o suficiente para prioriza-los Amo o suficiente pra não gostar de ficar longe por muito tempo.
Os amo o suficiente para achar que não os amo o suficiente. Amo os suficiente para entender que prestarei contas a DEUS por eles. Os amo o suficiente pra entender que eles não são meus,e sim do SENHOR. E é DEUS que me sustenta em amor.
SENHOR QUE EU SEJA SUFICIENTE EM SER MÃE,EM NOME DE JESUS TEU FILHO

Inserida por DeniseFernandes

⁠Verdadeiramente!
A maturidade nos faz entender isso,o início de um relacionamento,conta as primícias,o perfil físico, a explosão da paixão, onde tudo é muito intenso, beijos,cama, atenção, ligações telefônicas, mensagens, é o que nos aproxima de quem nos apaixonamos....
Depois desse êxtase o que vai contar, é o interior, é exatamente o que não se vê no início. É o pessoal, e o que realmente importa é se o outro tem no íntimo a mente que nos prende, a qual nos orgulhamos!
Tem gente que depois que passa o êxtase concluímos que não tem nada a ver.....

Inserida por DeniseFernandes

⁠SE LIGA!
Sair um pouco de cena,abastecer a vida de
esperança. Entender que nem todo mundo está no problema com você.Eles apenas te usam, pois sabem que você é fechamento,
e no final, estará lá nos problemas deles. Um
conselho: ficar ao lado de quem não nos deixa para depois. Ao lado de quem te quer bem de verdade, de quem é grato por sua companhia,grato por te conhecer, grato por seus feitos, grato pelo seu apoio, dar espaço e tempo ao coração para respirar, para aceitar, para(no tempo certo) recomeçar.
Focar no lado bom das coisas. em caso de urgência,repetir para dentro: a minha
paz vale mais. Daqui pra frente eles que lutem!

Inserida por DeniseFernandes


Rindo muito! Você é persuasivo. Mas , também demonstra insegurança. Um momento eu leio, outro momento tenho que voltar a página pra reler o capítulo, pois nada interpretei. Num instante demonstra querer, outro momento, se posiciona como, ser querido. Uma hora inseguro, indeciso, outra hora determinado em falas. Uma hora demonstra paz, outra hora inquietude. Eu rio, porque me "conhecendo" vejo o movimentar do meu raciocínio o HOMEM, O MACHO E O SER, mexendo comigo! Saio do eixo, ligo automaticamente o gatilho, e me imagino em uma das cenas do filme HOMEM DE FERRO onde a armadura blinda todo o corpo dele por indetificação de voz (conjecturando). Me realinho, volto com os pés no chão, para me equilíbrar! E eu multiplico o meu rir, porque vejo que o MACHO em você consegue mexer com a FÊMEA que há em mim. Minha emoção, nesse momento não é mais razão... E isso é bom, o que sinto é bom, porque eu rio!! E me descontruo rindo!! Porque esse é um caminho que eu nunca faço de volta, então eu rio, e vejo que eu consigo ressignificar nesse sentido, então eu tenho que rir, brigada!💋

Inserida por DeniseFernandes

⁠Você escolhe o que quer ser, é um ato de disciplina. Mas, dá pra ser feito. Então tenha compaixão,se coloque no lugar dos outros, isso é algo que agrega para o novo.
Li essa frase e guardei no meu coração: quando você não sabe se colocar no lugar do outro, a vida te coloca lá, para aprender na prática.

Inserida por DeniseFernandes

MEU TEMPERAMENTO

Colérico & Melancólico.

O Kamorra tem um temperamento tímido, artístico, solitário, explosivo, ambicioso e dominador. O Kamorra é determinado, possui grande capacidade de planejamento, tem a sensibilidade muito aflorada e costuma guardar seus sentimentos. É uma pessoa profunda, detalhista e introvertida.
O Kamorra, além de ter muita energia e impulsividade, é fiel e desconfiado.
É um líder nato e tende a escolher atividades que possa exercer sozinho.

Inserida por kamorra

Não foi difícil enxergar no olhar de cada um a vontade e a persistência, o companheirismo e a audácia. E lembramos bem de uma frase que diz: "A dor é passageira, mas a glória é eterna". Por fim chegamos ao término do curso, e em nome de todos agradeço a oportunidade de estarmos mais uma vez aprendendo, há um tempo como soldado do Efetivo Variável, e atualmente como o aluno de Formação de Cabos.


Obs: Eu fui escalado para elaborar o texto e ser o orador da minha turma, no dia da formatura de conclusão e certificação do Curso de Formação de Cabos, no dia 29 de julho de 2016 (sexta-feira). Quando eu fiz o curso eu já era soldado EP, porém, no curso, tínhamos dois soldados EV.
(Cabo Marcos Kamorra Sebastião dos Santos.)⁠

Inserida por kamorra

⁠Não sou perfeito, porém... É quase impossível um argumento dito por mim, ser ambíguo. Sempre sou direto e reto!

Se um cidadão interpreta o meu argumento de forma inversa ou destorcida, esse cidadão está mal intencionado!

Eu sou responsável pelos meus fatos, e não pelas suas narrativas!

Inserida por kamorra

⁠Um Kamorrista tem:

Mente aberta:
Costuma ouvir e considerar as sugestões, o ponto de vista e opinião das outras pessoas para analisar diferentes cenários antes de tomar uma decisão ou firmar uma solução;

Curiosidade aguçada:
Por ter a mente aberta e considerar as diferentes opções, o Kamorrista tende a ser muito curioso e gosta de pesquisar, ler e aprender mais sobre determinado assunto que o interesse;

Autocontrole:
Por ser mais focado, ele consegue racionalizar melhor os contextos e controlar as emoções, visando cumprir seus objetivos e encontrar soluções;

Entende suas limitações:
O Kamorrista entende até onde vai o seu conhecimento e não tem medo de admitir quando não sabe de algo. Está sempre disposto a aprender mais um pouco.

Inserida por kamorra

O Kamorrista é um estilo de vida definido pelo conjunto de hábitos e costumes que podem ser influenciados, modificados, encorajados ou inibidos através da socialização de um guerreiro sobrevivente.

Para que entenda melhor, o Kamorrista tem relação direta com os hábitos que fazem parte do seu dia a dia e com a influência das pessoas que convive. Bom exemplo gera bom exemplo.

Inserida por kamorra

O que é ser um militar:

⁠Ser um militar é uma profissão importante e prestigiosa que envolve dedicação, responsabilidade e amor à pátria. Os militares são os responsáveis pela defesa do país e da população, garantindo a segurança e a paz interna.

Ser militar exige muito esforço físico e mental, já que os soldados estão constantemente enfrentando situações de alta pressão e risco. Além disso, os militares são treinados para seguir rigorosas normas e procedimentos, que visam garantir a eficiência e a segurança das operações.

Os militares também são responsáveis por manter a ordem e a segurança em situações de emergência, como desastres naturais ou conflitos armados. Eles também são enviados para missões internacionais de paz e manutenção da ordem, onde representam o país e ajudam a proteger a população local.

Ser militar exige muito sacrifício pessoal, já que os militares estão longe de suas famílias por longos períodos de tempo e enfrentam constantes mudanças de localização. Além disso, eles precisam estar dispostos a arriscar suas vidas em defesa do país e da população.

Em resumo, ser militar é uma profissão honrada e significativa que requer muito esforço, dedicação e coragem. Os militares são os defensores da pátria e da população, garantindo a segurança e a paz em todos os lugares onde são chamados a agir.

Inserida por kamorra

⁠"Mi Kamocha" - O Cântico de Moisés:

O Cântico de Moisés era um hino de agradecimento e louvor que os israelitas cantaram depois de terem atravessado com segurança o Mar Vermelho e testemunhado a destruição do exército egípcio que os havia perseguido. A frase "Mi Kamocha" é uma expressão de admiração e maravilha diante da grandeza de Deus e do seu poder para salvar o seu povo.

Hoje, a frase ainda é usada na liturgia judaica e muitas vezes é cantada durante os serviços religiosos. Também é usada como uma forma de expressar admiração ou reverência a alguém que é considerado grande ou admirável.

Inserida por kamorra

⁠Eu sou um homem que passou por muitas dificuldades na vida, mas nunca desisti de lutar e buscar o melhor para mim e para minha família.

Eu cresci sabendo que a vida não seria fácil, mas nunca perdi a vontade de seguir em frente. Foi com muito esforço que comecei a trabalhar e terminar meus estudos.

Inserida por kamorra