Carta a um Amigo Detento
Eu não consigo entender, como pode um povo remar contra si próprio, abrindo mãos de seus direitos e dos direitos de seus familiares, por simples fanatismo abstrato...para então alimentar pessoas que pouco se importam com seus sentimentos, com suas necessidades; pessoas que pensam somente na lucratividade de desgraças alheias!!! Pobre gente sem dignidade e sem compaixão de si mesmo, ego tolo que alimenta famigerados algozes e famintos lacaios...
nenepolicia
Cunha é digna de piedade, não pela cidade que é maravilhosa, sim pelas pessoas que fazem dela um pandemônio da inveja e da miséria decadente...terra onde somente os abutres de garras e bicos ferozes se alimentam, degustando a carniça fétida de mentes atrasadas, que se reproduzem e se espalham como ervas daninhas... terra de herdeiros do medo e covardia em lutar por dias melhores!!!
nenepolicia
Incompetência e corrupção, a marca de um administrador descabido...Uma cidade, sem saúde, sem segurança, sem lei e sem propósitos de melhorias...Falta médicos competentes, falta remédio, falta paz e falta homens empossados honestos....Resta desesperança, Resta desordem, Resta desiquilibrio e caos. De tudo isso ainda sobra o fanatismo, a conivência e as migalhas do desperdicio corrompido...
nenepolicia
Hoje reparei um pouco mais na pessoa refletida no espelho.
Fiz uma séria constatação. EU SOU IDIOTA!
Mas não pense que tenho vergonha disso. Nos dias de hoje, ser idiota é privilégio.
Os idiotas de hoje são aqueles que conseguem sorrir mesmo quando a dor aperta.
São aqueles que ainda dizem Eu te Amo olhando nos olhos, que valorizam abraços e gostam de andar de mãos dadas. aqueles que ainda esperam encontrar um amor perfeito, que escrevem e lêem poesias e que mandam flores(...)
Um pouco atrasada, mas precisava de um tempo pra pensar melhor em que dizer.
E hoje só quero agradecer.
Ver sorrisos, realizar sonhos e transformar vidas.
Acredito que talvez seja esse meu propósito aqui nesse mundão.
As vezes é pesado, as vezes me sinto cansada as vezes o mundo parece não ter jeito.
As vezes me vejo com raiva, brava.
Mas... vamos lá um passo de cada vez.
E Que comece por mim.
"Seja você a mudança que quer ver no Mundo"
Não quero riqueza, não quero fama, quero ser reconhecida
Reconhecida por quem sou e pelo que faço.
"Obrigada Deus por tudo que o senhor me Deu."🙏❤
D.moretti
Agora entendi o porquê de a vida ter se tornado um peso para mim, e em como participar de uma vida que não quero viver. Eu morri aos 16, e quando ressuscitei aos 19, as únicas boas novas que encontrei foram palavras ardilosas, proclamando-me nada mais que culpa. Mas eu já tinha morrido aos 9, quando quem me mantinha neste mundo se fora. Quando meu propósito se esvaeceu e quando minha alma se fragmentou que, em uma ação desesperada, segurou meu cadáver, com medo de perder o que lhe protegia.
Agora arrasto as correntes gélidas desse pesar, com o único objetivo de redenção à vida: alimento vermes com minha carne. Ora, que alma boba e tola. Seria o mesmo que uma árvore dar um machado a um lenhador e, após sua decadência, abraçá-lo, dando-lhe conforto e dizendo-lhe que não foi sua culpa — mas que, ainda assim, ele queimaria a lenha para suas próprias vontades.
Sou instável, em busca de uma redenção confusa e incerta, e muito provavelmente inalcançável. Busco um futuro não palpável, pois o presente já não se torna um presente para minha alma.
Será que em um coração cabe dois amores?
-Eu sei que cabe, pois onde um não preenche o outro ocupa, onde um outro não alcança o outro já está. Assim disse o louco.
Um outro louco queria voar e tentou um, dois, três, quatro e até chegar no 14 Bis.
No resumo; você pode voar ou pode amar outra vez. Não precisa ser louco pra sair do seu quadrado. Aquela dor pode dar lugar a um novo sorriso. Aquele coração não é de pedra pra ser duro e ficar apenas no formato que estar, é de carne, é de amor. É o novo apagando o velho.
É uma nova chance pra cada um de nós.
Você faz um pedestal e coloca um objeto, um emprego, um título ou uma pessoa pra ser a sua meta de vida. A cada dia que você se nega a aceitar que não está bom para você, o seu nível e o seu ser diminui mais e mais.
Valoriza o que te faz bem e quem te faz bem antes que você se torne um ninguém.
Uma boa mensagem pode ser
recebida, um carinho você
ganhou ou um amor pode
chegar em sua vida. Mas se
você não estiver com o
coraçãozinho aberto, não vai
poder ler a mensagem, receber o carinho ou ter esse amor. A mudança e a
"melhora" vem de você. Seja a
você a novidade de sua vida.
Um perigo a temer.
De perto, sinto o fogo a arder,
Em teus lábios, desejo a crescer,
A chama que nos consome, a incendiar,
Em um beijo, o pazer a despertar.
A proximidade, um perigo a temer,
Pois o calor entre nós faz tremer,
Mas que risco é esse a evitar,
Quando a paixão quer nos dominar?
Queime comigo nessa intensa paixão,
Permita q o fogo guie nossa ação,
Em labaredas ardentes, se entrelaçar,
E a libido, loucamente, aumentar.
Não temas o incêndio que nos rodeia,
Pois é nele que a sedução se incendeia,
No calor dos corpos, a chama a arder,
Entreguemo-nos ao prazer sem temer.
Que a proximidade seja nossa aliada,
E que o fogo seja a chama desejada,
Unidos pelo desejo, sem hesitação,
Desvendemos o êxtase dessa paixão.
De perto ou longe, que o fogo nos guie,
Na dança do desejo, nossa alma se lie,
E assim, juntos, seremos um só,
Nesse incêndio de amor, ardente e sedutor.
A dor da ausência é um peso que fica,
um eco de riso perdido no ar,
mas o amor, forte, nunca se enfraquece,
guarda memórias que vêm confortar.
Cada lembrança é um toque suave,
uma chama que insiste em não se apagar,
pois quem tem saudade traz força e coragem
pra honrar o amor que não vai mais voltar.
"Só quem ama sente saudades,
só quem perdeu sente a dor forte.
Não importa se é a distância que separa
ou é a própria morte.
**"Entre o Silêncio e a Decisão"**
**(Verso 1)**
Aquela noite começou com um olhar,
Uma palavra errada foi o que bastou pra machucar.
O tom subiu, ninguém quis recuar,
E agora o silêncio é tudo o que sobrou pra eu escutar.
**(Verso 2)**
Eu sei que errei, talvez você também,
Mas esse orgulho só aumenta o que nos faz refém.
Tento ligar, tento pedir perdão,
Mas você não responde, e me deixa na escuridão.
**(Ponte)**
Me diz, vai ser assim?
Ou vai voltar pra mim?
Não me deixe nessa dúvida,
Isso me destrói por dentro assim.
**(Refrão)**
Quem cala consente, mas o silêncio dói,
Parece que o tempo para, mas a vida corre e destrói.
Se é pra ficar, que seja de coração,
Mas se for pra ir, por favor, me dê uma decisão.
Porque quem vive no talvez, morre sem razão.
**(Verso 3)**
Repasso as cenas, cada frase sem pensar,
Tantos planos jogados ao vento no calor de um brigar.
Eu só queria um sinal, só um porquê,
Pra saber se ainda existe chance de eu e você.
**(Ponte)**
Me diz, vai ser assim?
Ou vai voltar pra mim?
Não me deixe nessa dúvida,
Isso me destrói por dentro assim.
**(Refrão)**
Quem cala consente, mas o silêncio dói,
Parece que o tempo para, mas a vida corre e destrói.
Se é pra ficar, que seja de coração,
Mas se for pra ir, por favor, me dê uma decisão.
Porque quem vive no talvez, morre sem razão.
**(Final)**
Eu só quero saber se ainda há esperança,
Ou se é hora de deixar morrer essa lembrança.
Seja sim ou não, só não me deixe assim,
Pois o que mais dói não é o fim, mas o meio sem fim.
**"Por Direito"**
**(Parte 1)**
Cê merece um amor sem trava, sem freio, sem nó,
Um sentimento que explode, tipo granada, bem maior.
Livre no corre, mas com raiz no coração,
Nada fake, só real, amor em construção.
Você é história viva, melhor que livro ou filme,
Uma vibe tão sincera que o tempo não define.
Cê é meu norte, meu motivo, meu destino,
E o que eu sinto por você é puro, genuíno.
**(Parte 2)**
O que cê tem de mim não foi doado, foi tomado,
Seu amor chegou na quebrada e já virou meu legado.
Invadiu o peito sem pedir, ocupou espaço,
E eu, sem nem notar, já tava preso no teu laço.
Cê venceu, não foi sorte, foi mérito, foi luta,
Coração blindado, mas você passou na disputa.
Agora é isso: você é meu centro, meu grito,
Porque amar você é tudo que faz sentido.
**(Ponte)**
Me ganhou no improviso, sem promessa, sem contrato,
Agora sou refém, mas tô feliz no teu abraço.
Me calo. . Pois
**(Refrão)**
Por direito, por verdade, você tomou meu chão,
Tipo beat no fone, você virou minha canção.
Cê chegou sem aviso, mas fez tudo valer,
E hoje o mundo pode girar, mas meu lugar é você.
Sem limite, sem barreira, só nós dois no mesmo plano,
Porque amar você é mais que sonho, é meu cotidiano.
**(Parte 2)**
O que cê tem de mim não foi doado, foi tomado,
Seu amor chegou na quebrada e já virou meu legado.
Invadiu o peito sem pedir, ocupou espaço,
E eu, sem nem notar, já tava preso no teu laço.
Cê venceu, não foi sorte, foi mérito, foi luta,
Coração blindado, mas você passou na disputa.
Agora é isso: você é meu centro, meu grito,
Porque amar você é tudo que faz sentido.
**(Final)**
Porque amar você é mais que sonho, é meu cotidiano. Eu continuo te amando, mesmo o tempo passando, eu as vezes acho que estou sonhando, no "corre" vibrando, vivendo, lutando.
**"Por Direito"**
**(Parte 1)**
Cê merece um amor sem trava, sem freio, sem nó,
Um sentimento que explode, tipo granada, bem maior.
Livre no corre, mas com raiz no coração,
Nada fake, só real, amor em construção.
Você é história viva, melhor que livro ou filme,
Uma vibe tão sincera que o tempo não define.
Cê é meu norte, meu motivo, meu destino,
E o que eu sinto por você é puro, genuíno.
**(Parte 2)**
O que cê tem de mim não foi doado, foi tomado,
Seu amor chegou na quebra e já virou meu legado.
Invadiu o peito sem pedir, ocupou espaço,
E eu, sem nem notar, já tava preso no teu laço.
Cê venceu, não foi sorte, foi mérito, foi luta,
Coração blindado, mas você passou na disputa.
Agora é isso: você é meu centro, meu grito,
Porque amar você é tudo que faz sentido.
**(Ponte)**
Me ganhou no improviso, sem promessa, sem contrato,
Agora sou refém, mas tô feliz no teu abraço.
**(Refrão)**
Por direito, por verdade, você tomou meu chão,
Tipo beat no fone, você virou minha canção.
Cê chegou sem aviso, mas fez tudo valer,
E hoje o mundo pode girar, mas meu lugar é você.
Sem limite, sem barreira, só nós dois no mesmo plano,
Porque amar você é mais que sonho, é meu cotidiano.
Cê venceu, não foi sorte, foi mérito, foi luta,
Coração blindado, mas você passou na disputa.
Agora é isso: você é meu centro, meu grito,
Porque amar você é tudo que faz sentido.
**(Ponte)**
Me ganhou no improviso, sem promessa, sem contrato,
Agora sou refém, mas tô feliz no teu abraço.
**(Refrão)**
Por direito, por verdade, você tomou meu chão,
Tipo beat no fone, você virou minha canção.
Cê chegou sem aviso, mas fez tudo valer,
E hoje o mundo pode girar, mas meu lugar é você.
Sem limite, sem barreira, só nós dois no mesmo plano,
Porque amar você é mais que sonho, é meu cotidiano.
**(Final)**
Porque amar você é mais que sonho, é meu cotidiano. Vou sonhando, andando, no carro, te amando, meu sonho, no corre lutando, nos teus braços amando.
Quando a ausência passa a ser o último vestígio do amor que um dia floresceu, ela se torna tanto dor quanto memória viva. A falta carrega em si um paradoxo: é prova de que houve amor, mas também seu fantasma, rondando cada pensamento e cada gesto. Nesse espaço onde o amor deixou de existir em presença, a ausência ocupa o trono, governando seu coração com lembranças e saudades.
Mas a ausência não é apenas vazio: ela nos convida a revisitar o que fomos juntos, a valorizar o que aprendemos e a questionar o que ainda podemos ser. Se a falta é tudo o que resta, talvez ela seja também o ponto de partida para reconstruir-se, para sonhar outras formas de amar, outra forma de ser amado. Porque, no fim, é justamente na saudade que guardamos o maior tesouro: a prova concreta de que fomos capazes de amar de verdade.
Assim, mesmo que a falta pareça reinar absoluta, ela pode nos sussurrar lembranças que acendem a esperança. O amor, mesmo ausente, continua vivo enquanto houver memória, enquanto houver o desejo de reencontrar-se – seja em quem fomos, seja em quem podemos vir a ser.
Sob o véu da noite acesa,
com estrelas por testemunha,
um homem repousa a alma tensa
no silêncio que o mundo arruma.
Foi de sol a sol sua lida,
com calos, suor e esperança,
construiu com força a própria vida
mas deixou de lado a dança.
Agora, ele sonha sereno,
com um canto à beira do nada,
onde o tempo caminha pequeno
e o peito respira a madrugada.
Quer uma barraca acesa,
um céu vestido de luar,
e ao lado, com leveza,
alguém que só saiba amar.
Uma mulher de fala doce,
de mãos que sabem cuidar,
que o olhe como se fosse
poesia ao caminhar.
Não busca luxo, nem fama,
só um abraço demorado,
um chá quente que o chama,
um coração encantado.
Nesse campo onde o fogo dança,
e a água cai como canção,
ele enfim planta esperança
no jardim da solidão.
Porque o mundo pode ser duro,
mas o amor é sempre abrigo
e hoje o homem do futuro
só quer paz… e alguém consigo.
O primeiro sintoma do desespero é a desorientação. Quando o desesperado é também um maldoso frustrado, surge a covardia, que, por sua vez, torna-se um combustível perigoso — não tanto pelo risco que oferece aos outros, mas pelas consequências das atitudes sem fundamento de um tolo fraco, perdido e profano.
Ele planta, livre e inocentemente, os espinhos que um dia haverá de colher.
Para sair do desespero, o caminho é a humildade: reconhecer a derrota e começar de novo, afinal o erro é humano, a condição de tolo só envolve a pessoa que persiste no erro e multiplica falácias.
Enquanto a humildade não chega, faz barulho; mas o ruído, cada vez mais distante, aos poucos cede lugar a novos ares entre aqueles que seguem, tranquilos, em busca de dias melhores.
Nome: Uma poesia para um Dragão Ruivo.
Toda fruta vem de um fruto que veio de uma flor.
Essa flor era bela e amarela.
Perfumada com a alegria e o amor.
Uma flor jovem a florescer, a única flor do único tomateiro de um campo onde só havia mato.
Mas era tanto mato!
Opa!
A flor polinizada já floresceu e virou fruto.
Que grande momento astuto!
No fim, o fruto amadureceu, cresceu.
Cresceu... Agora é um Dragão de Thomate.
O amarelo é a alegria, a energia, a luz e o calor, assim como os olhos do dragão.
E o vermelho de seus fios de cabelo já era o amor e o fogo que queima no coração.
O amor se espalha, espalhando futuros tomateiros.
O fogo e o calor aumentam sobre o campo, que já não era mais puro mato.
Eu confesso que, apesar de pioneira, não estive sempre presente.
Confesso que não consegui te conhecer e me arrependo por isso.
Mas confesso que você ainda assim me deu muito de seu amor.
Confesso que por sua culpa, conheci pessoas que me amassem.
Eu quero acreditar que seu Adeus era um sonho ou uma falácia, uma mentira.
Pois queria passar tempo com você.
Agora só terei memórias antigas, que irão me confortar, mas continuarei triste e arrependida.
Eu quero você de volta.
O que eu posso fazer agora é agradecer-lhe, por tudo que me deu.
Eu conheci mais pessoas graças a você.
E todos nós possuímos a mesma dor de ter te perdido.
E todos nós temos a mesma energia e fogo de lhe dizer: Eu te amo, Thomas!
Brincadeira da Árvore
Certo dia, um menino perguntou-me,
Se eu sabia brincar de árvore.
E começou explicando-me:
- Primeiro a gente pinta nos galhos,
os nomes das pessoas que gosta.
Depois, escreve nas folhas palavras,
Como ternura, abraço, encantamento.
Também acrescentou que pode-se deixar água,
De cor amarela rio para que a árvore se descreva,
Mas nenhuma árvore é desigual a outra,
e todas sabem falar com a terra.
Contei para ele que eu brincava de estrela viva.
Era assim: Minha mãe desenhou uma estrela,
E colocou numa caixa alaranjada de madeira.
Ensinou-me que deveria toda noite,
Abanar com as mãos para que o brilho,
Não se perdesse no vir a ser do tempo.
Sem indagar-lhe qual era a língua das árvores,
Ele visivelmente empolgado me relatou:
- Quando eu crescer vou ser astrônomo,
Ou pirata do bem.
Isso para trabalhar.
Para viver, quero aprender a falar com as borboletas,
Dar um vagalume de presente para minha namorada,
Que ainda não sabe de nenhuma das duas coisas.
Também vou descobrir como se faz um poema.
Você pode me emprestar sua estrela,
Para eu colocar na minha árvore?
Carlos Daniel Dojja
In Poemas para Crianças Crescidas
POEMA PANDEMIA
Na rua alguém sem nome vendia sonhos.
Duas pernas aflitas percorriam os sinais.
Um violonista cego tocava Beethoven.
Um belo cão era transportado numa coleira de prata.
Duas crianças ciscavam comida, nas frestas do chão.
Uma senhora de óculos fumava esperança,
Outra fechava a janela para não ser molestada.
Um poeta sem livros anotava palavras.
Jornais destacavam novas guerrilhas.
Gritos anunciavam para breve a salvação.
Mascaras e grades resguardavam o futuro.
Namorados mandavam virtuais abraços.
Gente com sede comprava água com gás.
Num céu sem homens, até a lua parecia distraída de Deus.
Carlos Daniel Dojja
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