Carta a um Amigo Detento

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⁠Fino como a garoa é o meu sofrer
Manso como o choro leve de um bebê
Eu quero um colo
E não qualquer colo;
Quero o colo de Deus.

Acordei na vida e temo adormecer
Para não te encontrar além dela meu Pai
Eu vivi para Ti através de Mim
Sempre fomos só nós dois...

Tudo que eu ganhei, foi Tu que me destes, Céu.
Fininho como a chuva de verão é o meu sofrimento.
Gosto de sofrer, que é como uma saudade Tua, meu Pai.

Eu te amo, pois fizeste o Céu tão lindo.
A noite escura, cheia de estrelinhas e brilho.
É tão lindo olhar para o Alto.
Eu te amo e sei que és Bom pela beleza de Teus animais.

Os olhos doces de um cavalo,
Meu coração derrete, e eu te agradeço meu Deus.
Os cães, tão alegres e puros,
Eu sinto Amor ao ver Tua Criação.

Mas ao olhar para nós, homens,
Eu me pergunto, o que somos?
Não somos belos como a Tua natureza,
Nem pelos nossos corpos, nem pelos nossos corações.

O que somos, Deus?
Eu tento amar meus irmãos, mas eles me pisam.
Não consigo Amar a humanidade como eu amo Tua natureza.

Torço a favor e contra nós a todo instante.
A favor, pois sei como é ter um coração
E contra; pois somos maus.

Inserida por nanavedo

⁠Vovó,

Queria te dar uma história bonita para você se orgulhar de mim.
Um livro que se abrisse, perfumado, com o cheiro jasmim.
E no fim, mesmo que triste, tu avistasse um jardim.

O que posso dizer, vovó?
Histórias não gosto de ler
Nem trabalho a as inventar
Eu sei mesmo as viver,
Mesmo que me façam chorar

Mesmo cansado
Meu coração, resistirá.
A vista do mundo sozinha é bonita,
mas é tão triste não ter para quem contar.

Há tanto tempo fico quieta
Aprendi a não incomodar.
Quem quer saber? Quem quer saber?
Ninguém quer dialogar.

Converso sozinha com Deus
A Ele, não sinto incomodar.
Mas é triste, não é?
Esperar em Deus a cumplicidade que o ser humano não dá.

Amar incomoda,
Incomoda mais não amar.
Só você quer saber
O que vou rabiscar.

Inserida por nanavedo

⁠Um pouco mais de natureza me faria feliz, quem sabe?
Um cavalo para afagar,
Um cachorro para rolar no chão,
Borboletas e passarinhos...

Um rio para colocar os pés,
E observar as pedras que brilham
Logo abaixo das águas cristalinas.

Um raio de sol sem pretensão,
Um tempo sem promessas,
O perfume da floresta,
Amar a quem merece,
Observar o que merece ser visto.

Não mais sonhar com o amanhã,
Só me distrair com os bichos
E ser um bicho, como eles são.
Que existe sereno no agora,
E não tem desejos,
A não ser de estar.

Um pouco mais de silêncio
E solitude me faria feliz, talvez?
Menos gente, menos gente...
Menos coisas e ideias...
Menos pressa para o abismo
Que o destino nos reserva.

Sono de melhor qualidade,
Mais céu e menos muro.
Mais natureza me faria feliz, quem sabe?
Acariciar um gato e sentir seu cheiro,
Abraçar um bezerro,
Adormecer sob uma árvore,
Sem nada para me preocupar.

Pensar menos na morte,
Sentir menos medo e saudades,
Brincar sem observar que estou sozinha.

Inocência que eu nunca tive,
Onde foste morar, antes que eu viesse ao mundo?
Coração sereno que nunca me pertenceu,
Sempre percebi tua falta.

Na minha imaginação ao menos,
Repouso sob um arco íris
Criança minha, que ficou no Céu.

Inserida por nanavedo

⁠Que saudade de Aruanda,
Mas um dia hei de voltar!
Encontrarei com os amigos
Que daqui vivo a sonhar...

Vovó Santana, Pai Guiné...
Pretinha Doce, Catarina
Seu Tranca Rua e Seu Zé
Que me acompanham em cada esquina

Mulambo,
Araúna,
A baianada que me anima!
Zambi, Pai Maior
Acalanto da família!

Que saudade de Aruanda...
Onde o corpo não arria
Esperem-me, Amigos
Tornarei à casa um dia!

Enquanto isso me protejam
Da estrela que alumia,
Que eu siga avante no trabalho
Sustentada na alegria!

Inserida por nanavedo

⁠A ausência ocupa espaço. Um espaço enorme, tão grande que deixa tudo apertado, principalmente o coração. Tão apertado que chega a doer. Muito.

Ninguém imagina quanta falta se pode sentir de um abraço, de um beijo, de um perfume, uma conversa, da mera presença, simplesmente a existência de alguém, até esse alguém ir embora. Principalmente quando esse alguém é nossa própria mãe.

Eu precisava externar meus sentimentos além de meu próprio pensamento, além do meu coração. Não com o propósito de que alguém venha a lê-los, mas de que eles permaneçam em algum lugar neste mundo para quando eu também me for.

Quando pudemos comemorar seus 90 anos, apesar da dor que ainda nos cercava pela perda do pai, achei que tínhamos tudo pra dali dez anos fazermos uma festa chamada "Mamãe Faz 100 Anos", como o filme do Carlos Saura... mas dali pouco tempo, isolados pela pandemia por quase dois anos, lá estávamos nós, presos em casa sem poder nos divertir e desfrutar da companhia um do outro em momentos descontraídos, mas aproximados pela condição da clausura. Meu medo de trazer alguma coisa ruim que te fizesse mal a cada vez que tinha que sair de casa, consumiu minha alma, esgotou o meu corpo (e mais ainda o seu, motivo pelo qual não consegui mantê-la aqui conosco). Mas isso me fazia sentir vitorioso ao conseguir te poupar, Mãe.

E com o passar do tempo, com o ocaso de tua disposição e vontade, assumi certas responsabilidades que, às vezes, podiam parecer obrigação ou até mesmo inquietação, mas que no fundo eram aprendizado e satisfação. Levá-la às consultas, aos exames, parar para comer empada ou passar no mercado na volta, eram essas as "responsabilidades", Mas de todas elas, o momento do banho guardo como o mais emblemático, o que mais representava meu amor e cuidado pela senhora. Lavar seus cabelos, esfregar suas costas, conduzi-la do banheiro ao quarto, secar e pentear seus cabelos, depois vê-la passando seus hidratantes, limpinha, cheirosa... era uma sensação de dever cumprido. Lembro que sempre que eu ouvia da senhora a péssima frase "só te dou trabalho", seguida de sua reflexão "você não tem obrigação de fazer isso" eu pensava: tenho, CLARO que tenho! Era o MÍNIMO que eu podia fazer pela única pessoa a quem verdadeira e incondicionalmente eu amei, como pela senhora fui amado igualmente, sem interesse ou piedade. E curiosamente, tanto tempo depois de não mais fazer essas pequenas tarefas, quando as recordo sinto falta de executá-las. A senhora me ensinou ao longo dos 59 anos que convivi com a senhora diariamente, quase que 24 horas por dia ao seu lado, que tudo vale a pena, tudo tem sentido, tudo é sublime quando feito por amor.

A única coisa que me arrependo é não ter sabido agir, da mesma forma que agi com a senhora, com meu pai. Todo sufoco que passei (ou melhor, passamos) com ele me ensinou a como cuidar da senhora. Falhei, e muito, nesse cuidado. Hoje percebo que poderia - e deveria - ter tido muito mais atenção e carinho nas minhas "obrigações" para com a senhora. E por mais que a senhora tenha me dito em vida que fiz muito mais do que eu podia, assim como tantas outras pessoas me disseram o mesmo, guardo essa dívida em meu coração. Eu deveria, eu queria ter feito mais. Muito mais, e ainda assim teria sido pouco. Preparar seu café, separar seus remédios, fazer nosso almoço, ajeitá-la para a soneca, oferecer um cappuccino, regar suas plantas (é, mãe, perdão, mas elas estão quase mortas... não tenho me disposto a fazê-lo já que a senhora não está mais aqui para apreciá-las), mandar mensagens para saber se estava tudo bem enquanto eu saía para trabalhar, fazer mercado ou qualquer outra coisa que me tirasse de perto de você... todas essas coisas me marcaram e ainda se distinguem em minhas lembranças.

Poderia ficar escrevendo aqui por horas, mas já me excedi em palavras. Como eu disse, só queria registrar, em qualquer lugar que fosse, meu sentimento acerca do quanto te amei, do quanto me senti amado pela senhora. Qualquer homenagem que eu já possa ter lhe feito nunca alcançará o tamanho de meu amor ou o tamanho da tua grandeza como ser humano, como mulher, como Mãe.

Obrigado por tudo, Dona Lourdes. Encerro com a última frase que - graças a Deus - pude te falar olhando nos olhos: te amo mais do que tudo nesta vida.

Inserida por amauriangelino

O homem em suas dimensões!
O homem filogênico, ontogênico e social é uma unidade. O homem é um ser complexo e para sua compreensão é necessário o estudo da pessoa humana de forma holística, de suas dimensões afim de tentar explicar a sua existência. O homem sob a ótica das dimensões é completo não podendo ser subestimadas quaisquer de suas dimensões. Tais dimensões biológica, psicológica, social e espiritual se unificam para que o homem amplie a percepção de si mesmo, interiormente e externamente, fazendo uso de sua inteligência instrumental, emoção, razão e do afeto.
Por fim, as dimensões são partes divisíveis do ser indivisível e através delas procuramos uma resposta para os questionamentos propostos pelas ciências que estudam o homem. Dentre elas a antropologia.

Inserida por givasdemore

Sinto a urgência e a verdade nas suas palavras; transformei essa intensidade em um texto que guarda a força, a entrega e a vulnerabilidade que você pediu.

Poema romântico verdadeiro

No meu silêncio você habita como um fogo contido,
e eu remoço a tua imagem até que o peito cale e arda.
Não peço que me adore — peço que me veja: inteiro, falho, real.

Desvendo segredos em gestos, costumes que me moldaram,
e cada atitude banal guarda a possibilidade de te surpreender.
Minha fúria é terra fértil; se a desbravar, encontrará flores e tempestade.

Quero que atravesse minhas falhas sem medo, sem máscara,
aceite o que sou e descubra a magia que guardo como presente.
Ela é única, crua, feita de noites longas e promessas não ditas.

Seja a fêmea forte que não teme desmontar defesas,
aquela que devasta meus sentimentos calados para reconstruí‑los em luz.
Receba-me assim: inteiro, sem disfarces — e seremos verdade, fogo e abrigo.

Inserida por Raimundo1973

"A Um Parmo do Nariz" (Claudio J. Ribeiro)

⁠"Preciso contar algo que outrora aprendi;
Disseram que seria dono do próprio nariz
Aprendi que nariz eu tenho, de que me desdenho;
Na vida a um desenho do que me desfinho;
colorir com carinho para ver o que defino;
O nariz sempre foi meu, do alguém que disse morreu;
Acordei sendo vivente lembrando um alento pensem e despensem;
Deixem de perrengue nesta vida o que temos é aquilo que não temos;
O que realmente não temos que realmente parece vou dizer de fininho como outro que assim diz:
Esta a um "parmo" do seu nariz". #CJR

Inserida por cjrclaudioribeiro

⁠Você deixou um vazio em minha vida. Beijou minha boca, e separou, sua toda roupa. Lavou a roupa, vistiu pra mim e foi embora. Fugiu de mim, o grande amor, que tanto implora. Tu já vieste, de outro beijo, que te engana. E este beijo, que é teu não digo, está em outra. Mas que vazio, o guarda roupa sem tuas roupas. Você deixou, talvez gostou, de outra boca.
Quando pensares, em beijar alguém, ainda te beijo. Porquê foi tu, quem provocou, o meu desejo. (Bis).
Delamandra.

Inserida por Delamandra

No espelho vejo o corpo, a forma que eu sou,
Uma pele que sente, um abrigo que ficou.
Nas veias corre a vida, pulsando em cada batida,
A matéria que me guia, na jornada tão querida.
**
Corpo e alma em união, dançando na canção,
Ser humano em evolução, buscando a conexão.
No silêncio da existência, escuto a essência,
Sou parte do todo, da infinita consciência.
Olhos que veem o mundo, e aprendem com a dor,
Mãos que tocam a terra, celebrando o amor.
O som da Respiração, é um eco no vazio,
Uma busca constante, em busca do que é meu.

Corpo e alma em união, dançando na canção,
Ser humano em evolução, buscando a conexão.
No silêncio da existência, escuto a essência,
Sou parte do todo, da infinita consciência.

E ao olhar para o céu, percebo a imensidão,
Sou uma estrela perdida, em busca da direção.
Entre sonhos e verdades, entre luz e sombras,
A vida é um labirinto, onde a alma não se apaga.

Corpo e alma em união, dançando na canção,
Ser humano em evolução, buscando a conexão.
No silêncio da existência, escuto a essência,
Sou parte do todo, da infinita consciência.

Na dança do ser, corpo e alma a viver,
Caminhando juntos, prontos pra renascer.
E ao final da jornada, quando a luz se apagar,
Saberei que o amor é o que vai nos salvar.

Inserida por Delamandra

Música
Você era minha guia, de um casamento,
Procurei por todo lado, você estava dentro.
A minha parte pura, sujou devagar,
Agora eu quero o quarto escuro, onde posso sonhar.

E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Sorriso que me abraça, mesmo sem estar aqui,
Perdido nas memórias, tentando me encontrar.

Os ecos do passado ainda vão me chamar,
Nos sussurros do tempo, eu sei que vou escutar.
Entre sombras e luz, eu sigo a vagar,
Buscando a essência que não quer se apagar.

E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Sorriso que me abraça, mesmo sem estar aqui,
Perdido nas memórias, tentando me encontrar.

Ponte
E quando a noite cai, eu deixo tudo pra trás,
O frio me envolve, mas seu calor ainda traz.
Sonhos desfeitos, mas o amor não se vai,
Em cada passo em frente, eu sei que vou ficar.

Refrão
E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Sorriso que me abraça, mesmo sem estar aqui,
Perdido nas memórias, tentando me encontrar.

Inserida por Delamandra

⁠Você era minha guia, de um casamento,
Procurei por todo lado, você estava dentro.
A minha parte pura sujou devagar..... E sentir o vento, ter uma visão.
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Os pulsos que me abraçam, sem estar no lugar.
Perdido nas memórias,
tentando encontrar.
Os ecos do passado,
ainda vão chamar.
eu só quero um quarto escuro pra poder dormir.... E pra poder sonhar.

Refrão
E sentir o vento, ter uma visão.
Miragem de um sorriso,
corpo em solidão.
Esses pulsos que me abraçam,
não tem mais lugar.

Ponte
E quando a noite cai, eu deixo tudo atrás, aquele
frio me envolve, seu calor jamais.
Deixa-me no quarto escuro pra eu poder dormir ..... Pra poder sonhar.

E sentir o vento, ter uma visão,
Miragem de um sorriso, corpo em solidão.
Perdido nas memórias, tentando encontrar.

Inserida por Delamandra

Poeminha, “casinha de taipa, interior de mim”
Casinha de taipa do meu interior querido, um terreiro bem varrido, um banquinho pra sentar, um pé de cacto do lado, tudo espetacular. Há quem ache que estou longe, podem até afirmar, mas engano comete quem assim pensar, porque desde o dia em que parti, meu coração brigou comigo e não quis sair de lá.
Ney P. Batista
Jul/12/2021

Inserida por batistaney

Bela e Belo (UmPoema)
.
Bela chuva; Belo aguar
Bela chama; Belo avivar
Bela terra; Belo lugar
Bela brisa; Belo ar

Bela ave; Belo cantar
Bela árvore; Belo plantar
Bela flor; Belo cheirar
Bela fruta; Belo pomar

Bela casa; Belo lar
Bela estrela; Belo luar
Bela criança; Belo brincar
Bela família; Belo cuidar

Bela onda; Belo mar
Bela vista; Belo olhar
Bela luz; Belo enxergar
Bela cantiga; Belo ninar

Bela audição; Belo é escutar
Bela palavra; Belo é falar
Bela acolhida; Belo é abraçar
Bela atitude; Belo é perdoar

Bela amizade; Belo é cativar
Bela união; Belo é respeitar
Bela saúde; Belo é caminhar
Bela estrada; Belo é viajar

Bela vivência; Belo é lidar
Bela conquista; Belo é suar
Bela canção; Belo é dançar
Bela atenção; Belo é amar

Bela vida; Belo é sonhar
Bela lição; Belo é ensinar
Bela obra; Belo é criar
Bela perfeição; Belo é Geová

Ney P. Batista
Aug/24/2021

Inserida por batistaney

⁠Família é um escudo de proteção
Aconchego nas horas de carência
Melhor antídoto para a solidão
Integração sem restrição
Lastro de estabilização emocional
Iluminação na escuridão
Amor incondicional, abundância de perdão.
.
Ney P. Batista
Sep/12/2021
Ney P. Batista (Brasil)

Inserida por batistaney

⁠Ah! A maturidade quando vem.
Nada mais importa além do essencial
Um sentimento de esvaziamento
Coisas que vão ficando pelo caminho
Um desapego natural às paixões
E o contemplar vale mais que o possuir
Ah! A maturidade quando vem.
Do ontem ninguém lembra mais, passou!
O hoje é o tempo para construir eternidades
O amanhã é apenas mais um dia de colheita
Não se desperdiça tempo com banalidades
E o que mais importa é fazer alguém sorrir
Ah! A maturidade quando vem.
O desejo de servir é premente
Não importa a quem senão ao próximo
O primeiro que encontrar pela frente
E a gratidão é muito mais que educação
É reconhecimento do coração, amor e emoção
Ah! A maturidade quando vem…
Ney P. Batista
Nov/26/2021

Inserida por batistaney

⁠O livre-arbítrio não é um direito ou a disposição de se fazer o que se quer. Ele só é justa e corretamente exercido, quando entendemos que nosso poder de querer e de fazer as coisas tem limites próprios e que também essa liberdade de escolha deve estar sempre em harmonia com os limites preestabelecidos pela providência divina.
Ney Paula B.

Inserida por batistaney

⁠Viver é:
-Fazer parte de um filme em que você é o escritor e protagonista, e do qual também faz parte um diretor que você não vê, mas que orienta como você deve desempenhar seu papel. Esse filme você vai escrevendo… mas a única certeza que você tem, é que a sua história tem que ter um final, bom ou ruim, mas tem que ter.
-Estar a toda hora tentando dar sentido a uma vida que, aparentemente, não tem sentido.
-Compreender que a religião é, antes de tudo, necessária para trazer esperança e orientação para a vida.
-Descobrir-se a cada dia, tentando ser e fazer melhor hoje, do que você foi e fez ontem. Sempre enxergando você mesmo no seu próximo, para que a vida seja menos carregada de decepções e indisposições.
-Saber que a felicidade não está em possuir coisas, mas no deleitar-se com coisas que não se compram, como: viver a alegria e prazer de, pelo menos por um instante único, fazer alguém sorrir verdadeiramente.
Agora, uma pergunta: “será que existe maior forma de dar sentido à vida, num mundo aparentemente sem sentido, que cativar alguém e se sentir responsável por ela?”
Ney Paula B.

Inserida por batistaney

⁠⁠Quisera que o homem compreendesse a diferença entre um vida horizontal e uma vida vertical que está sempre em ascendência.
Na vida horizontal tudo é igualmente pesado, repetitivo, efêmero, hipócrita, competitivo, vil e carnal.
Uma vida vertical é leve, singular, eterna, autêntica, sem apegos, nobre e espiritual.
Mas não há crescimento sem dor; passar de uma vida horizontal para uma vida vertical, requer crucificar-se.
Ney P. Batista
Jun/18/2021

Inserida por batistaney

⁠Ser criança é levar alegria ao mundo.
A criança é um exemplo vivo de como deve-se viver: sem rancor, sem ódio, sem guardar nada que a fez chorar, sem discriminação de sexo, cor, idade, raça, etc.
A criança é o maior exemplo de pureza, honestidade e sinceridade.
Quisera que nós adultos fôssemos tão grandes como esses pequeninos. Que lembremos de despertar a criança que, por nossa escolha, vive eternamente adormecida dentro de nós, para que a vida seja mais alegre.
Ney Paula B.

Inserida por batistaney