Carta a um Amigo Detento
O ECO PRESENTE NO SER.
No âmago da experiência humana persiste um sopro primordial que transcende a mera percepção sensorial e instala-se como presença constante junto ao sujeito pensante. Assim como o ritmo contido da música que nos evoca, em cada consciência um movimento lento e contínuo de investigação interior e reconciliação com o próprio existir. A respiração humana deixa de ser ato mecânico para tornar-se um símbolo da dualidade entre finitude e aspiração, entre o real e o ideal, entre o conhecido e o insondável.
A consciência, ao retornar-se para si mesma, desvela uma trama de significados ocultos que não são meramente sentidos, mas compreendidos através da análise crítica e da reflexão catedrática. O ritmo lento da busca insta a mente a suspender o juízo apressado e a cultivar a lucidez necessária para enfrentar a complexidade desse existir. Cada inspiração é um convite a reconhecer a própria vulnerabilidade; cada expiração, um gesto de renúncia às ilusões efêmeras.
Este processo de introspecção não é uma fuga da realidade, mas uma imersão profunda na substância do eu. O sujeito filosófico que busca nas indagações, encontra na lentidão um método de resistência contra a dilaceração do pensamento pela pressa e pela superficialidade. A experiência contemplativa ensina que a profundidade do ser não se revela em aceleração, mas em quietude e atenção prolongada aos aspectos sutis das experiências vividas.
No contexto desta reflexão, a temporalidade assume relevo singular. O tempo não se apresenta como linha contínua e linear, mas como campo de eventos psicossomáticos em que passado e futuro coexistem no presente da consciência. Quando o pensamento se aquieta, percebemos que o sentido último de nossa jornada não se encontra em metas externas, mas no exame contínuo dos próprios estados internos.
A conclusão que se impõe é que a verdadeira sabedoria não reside em responder de imediato às questões da vida, mas em aprender a permanecer com elas, atendendo-as com equanimidade e perseverança.
*Que esta reflexão inspire o leitor a transformar cada momento de silêncio interior em ato de compreensão e transfiguração pessoal.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Hoje, pintaria um lindo quadro sobre seu dia,
Talvez não tenha a devida capacidade,
Talvez não tenha a devida honraria,
Pois, pintar sua vida, Marcele,
Requer a atenção e maestria
Dos grandes olhares da poesia,
Sem se preocupar com a vida acelerada,
Usar a mesma concentração de Van Gogh,
Quando pintou a "Noite estrelada,"
De da Vinci, quando pintou" Monalisa",
De Velasquez, quando pintou as ""As meninas"".
Porque você, preciosa filha,
É minha obra de arte,
É assim que te vejo,
Exatamente como Klint,
Quanto pintou o "Beijo".
Eu construí meu castelo com as pedras que atiraram em mim,
fiz do silêncio meu elo,
para um novo e forte motim.
Não serei mais o mesmo que antes
eu juro que não serei,
sou agora as minhas variantes
Em tudo que me tornei.
Me reinventei, sim, me refiz
Com a luz que em mim encontrei,
Enfim, me achei, fui feliz,
E para sempre serei.
Eu só quero todo o tempo que tiver.
Não quero desperdiçar um segundo onde você possa estar.
Quero estar aqui, segurar sua mão.
Ser melhor por mim, e também por ti
Ainda que não tenha tudo o que queria
A sua presença alegra mesmo os piores dias
O que eu daria para tê-la tão perto...
Para estar e ser o maior bem que puder
Ser o melhor para ti
E nunca te deixar sozinha
Mesmo que de longe , sempre estarei com você
Tenho medo de te chatear
De perder o controle, e chorar
De deixar o ego falar
Mas o que sinto sempre foi amor
Nessa, e em todas as nossas vidas
Você é tudo o que eu sempre quis.
O que mais quero e preciso.
Jamais aceitaria ser outra prisão pra você.
Então olha pra mim, olhe no fundo dos meus olhos
Veja o portal da minha alma
Sinta o que meu coração batendo
Ouça o que ele tem a dizer
E então, finalmente diga
O que vê, e o que eles te dizem?
Não me deixa só
Mas se tiver que ir, então venha e vá depois
Mas sempre que sentir, volte.
Se precisar, sempre estarei aqui.
Você é única, e a única pra mim
Nada é mais importante do que a sua alegria
Poder vê-la feliz
E se eu não puder te fazer feliz
Não te farei ficar
Porque acima de tudo, te quero isso mais que tudo
Mesmo que a sua felicidade possa custar a minha
Porque eu te amo, e nunca parei de te amar.
Porque eu te amo, e vou te amar até o mundo acabar.
Porque eu sempre vou te amar!
Porque eu te amei em todas as nossas vidas
E te amarei em todas as nossas próximas.
- Marcela Lobato
Sou um ser que não me aventuro,
mas carrego oceanos de energia por dentro.
Não salto de pontes, nem me lanço ao acaso,
meu risco é silencioso,
é vibrar intenso em um mundo que anda disperso.
Sou estrada que parece reta,
mas por dentro sou corrente elétrica contida.
Não me aventuro por medo do abismo,
e sim porque aprendi que energia profunda
não se desperdiça com qualquer tomada.
Há quem viaje o mundo inteiro;
eu viajo frequências.
Há quem escale montanhas;
eu elevo atmosferas.
E, ainda assim,
sou inteiro tempestade,
não de caos,
mas de força concentrada
Na verdade, sou um paladino do invisível.
Um romântico que ainda caminha de armadura leve, não de ferro, mas de esperança.
Carrego no peito não uma espada,
mas a coragem de sentir.
Acredito no amor como quem acredita no nascer do sol:
mesmo depois da noite mais escura, ele volta.
Sou desses que ainda escrevem versos no silêncio,
que veem eternidade em um olhar sincero
e que entendem que a vida não é batalha para ser vencida,
mas jardim para ser cuidado.
Sim, sou um paladino,
não dos castelos de pedra,
mas dos sentimentos verdadeiros.
E enquanto muitos desacreditam,
eu permaneço,
porque quem ainda acredita no amor
já venceu metade da guerra.
A Língua Portuguesa não é apenas um conjunto de regras alinhadas no papel;
é ponte que liga silêncios a vozes,
é semente que floresce em consciência.
Nela, cada palavra é possibilidade,
cada leitura é descoberta,
cada escrita é um ato de coragem.
Ensinar Português é ensinar a existir com sentido,
a nomear o mundo para compreendê-lo,
e compreendê-lo para transformá-lo.
Porque quando alguém aprende a dizer sua própria história,
deixa de ser espectador
e torna-se autor do próprio destino.
O mundo se tornou um lugar muito perigoso para se viver,
onde as ruas engolem passos sem eco,
e o ar carrega o peso de olhares que não se encontram.
Sombras alongam-se como garras no asfalto rachado,
e o coração, esse pássaro preso,
bate forte em ritmo de sirene distante.
Mas no meio do breu,
uma vela teimosa pisca,
não para banir a noite inteira,
só para sussurrar:
ainda há luz que resiste,
ainda há quem ouse acender outra chama
com mãos trêmulas,
e sonhar com um amanhã menos afiado.
O julgamento precipitado talvez seja um dos maiores males do mundo.
Ele nasce da pressa de rotular, da incapacidade de ouvir e da facilidade de apontar o dedo sem conhecer a história que cada pessoa carrega.
Muitas vezes julgamos apenas um capítulo da vida de alguém, sem saber quantas páginas de dor, luta e superação vieram antes. É como olhar para uma ferida e ignorar a batalha que a causou.
Por isso, antes de julgar, é preciso lembrar que todos somos imperfeitos, todos temos quedas e todos carregamos nossas próprias sombras.
Um pouco mais de empatia e um pouco menos de julgamento talvez tornassem o mundo um lugar mais humano.
No fim, quem aprende a compreender mais e julgar menos, acaba também vivendo com o coração mais leve.
Não foi apenas uma escolha,
foi um chamado silencioso
que nasceu no coração.
Educar é mais que ensinar palavras,
é acender luz em pensamentos,
é tocar almas com cuidado.
Entre livros, sonhos e perguntas,
aprendi que a verdadeira vocação
é acreditar todos os dias
que uma mente despertada
também pode transformar um coração.
Eco de um perdão
Ouvi você, em gritos, dizer que ao seu redor não existem seres bons, nem seres honestos.
Ouvi você dizer que, quando partisse, ficaria na memória de muitos, mas que poucos estariam lá.
Ouvi você dizer que todos estavam errados por não estenderem as mãos e que nem sequer havia um abraço, nem mesmo um olhar.
Ouvi você dizer, entre gritos e choro, que gostaria de ter pelo menos um amigo, pelo menos um grande amor.
Em revolta e com as mãos atadas, mergulhei em lágrimas por não acreditar no grito da sua voz.
Você, onde quer que esteja, ouvirá o grito da minha solidão. Tenha certeza: meus pensamentos, em gritos, pedem a você:
Perdoe-me
Afinal, quem ou o que é o tão temido Diabo? Como podemos encontrá-lo? Ele é apenas um, ou há vários? Quem é o responsável por todos os nossos erros? Por todas as nossas péssimas escolhas?
Se quiser encontrar o Diabo, há um ritual muito simples, em que ele aparece na sua frente, e poderá encara-lo "olho no olho". Simplesmente, olhe-se no espelho. Fazendo isso, encontrará o tão famigerado "tinhoso", mas se surpreenderá ao ver que ele não é, nada mais e nada menos, que você.
- Marcela Lobato
A natureza pede socorro, e é urgente que a ouçamos. A Terra é nossa única casa. Tantos buscam por um Deus em tantos lugares, mas não entendem que sua maior representação é a natureza. Ela dá e tira a vida. Mata o velho, e faz nascer o novo. Nos dá comida quando plantamos a semente. Quanto mais damos a ela, mais ela nos dá. Toda a vida só existe em decorrência dela.
Porém, há algo que ela não dá, a outra face. Não é covarde. Toda ação gera consequências, e se não reanalisarmos nossas atitudes, sua próxima fúria pode ser a causa da nossa última respiração, ou da de pessoas queridas. Enquanto o capitalismo selvagem mata e destrói, o dinheiro continua sendo o papel vindo das árvores, e segue mantendo-se impossível retirar dele o oxigênio que nos permite ter vida.
Se continuarmos explorando, poluindo, queimando e destruindo Gaya, nada nos restará. Se ignorarmos os alertas, com toda razão seremos engolidos. Se não mudarmos logo, talvez não haja mais como fazer qualquer mudança.
A natureza pede socorro. O planeta pede socorro. Logo, nós pediremos socorro, mas da mesma forma que a ignoramos, ela nos ignorará.
Não há um terrível apocalipse vindo. Não é culpa de nenhum Diabo, e nem algo que não poderia ser evitado. Não aparecerá nenhum suposto deus no céu arrebatando pessoas. Temos que assumir a responsabilidade e mudar as coisas.
Esse é o único caminho.
- Marcela Lobato
Se a gente não puder ser crítico ao cristianismo, ele cria um bando de zombies fanáticos, tenta instaurar uma ditadura, e mata ou tortura todo mundo que não se ajoelhar a ele.
É necessário criticar o cristianismo pela facilidade do fascismo de se criar a partir dele. Querendo ou não, o sistema cristão em si é fascista, porque dita o que fazer, o que acreditar, quem amar, condena ao inferno quem não se curvar e declara morte ao "pecador". Séries como "O Conto da Aia" mostram isso perfeitamente.
Mas não só na ficção vemos isso. As inquisições protestantes e católicas, o que aconteceu na Alemanha na segunda guerra, a escravidão do povo africano, o apartheid... Tudo isso tem o mesmo pano de fundo, o mesmo fundamento, a mesma desculpa e o mesmo motivo: a bíblia e o cristianismo.
Não podemos deixar jamais que calem a nossa voz quanto a isso. Nossa única arma é o conhecimento, o pensamento crítico e nossa humanidade. Por isso chamam de proibido o fruto do conhecimento.
- Marcela Lobato
O cristianismo, em uma análise fria e realista, é um câncer social. Algo que legalizou a barbárie, e desumanizou milhões de pessoas. Criou a ideia de céu e inferno, um deus "todo bom", apesar de perverso, ególatra, infanticida, misógino, ditador e facilmente enfurecido por não ser amado, adorado e obedecido por todos, assim como um diabo maligno que o "todo poderoso" não teve a capacidade de destruir.
A partir daí surgiram as pessoas "de deus" e as "do diabo", ou seja, os humanos "de bem" contra os monstros, os demônios, os demoníacos. Não importa se esses "diabólicos" não fizeram mal a ninguém, por serem quem são, devem ser mortos, torturados, queimados vivos.
A verdade, quando se lê a bíblia, é que aqueles textos não tem amor, muito menos um deus amoroso. A maioria dos cristãos são fascistas e apoiam até mesmo chacinas em favelas, não por acaso. O cristianismo nunca foi sobre amor, por mais que haja uma minoria de cristãos que o levam dessa forma, e a esses todo o meu respeito apesar das divergências que temos de filosofia, crenças, e outras coisas.
Mas o cristianismo em si, é a religião do ódio. A maioria deles reproduz o deus bíblico de fato. Um ser enfurecido por sua pequenez, narcisista, megalomaníaco, que precisa urgentemente de um terapeuta. Um ser que nega sua história, sua origem. Que se sente tão minúsculo que precisa fingir que é gigante. Ele mesmo se coloca como todo o bem e todo o mal no velho testamento.
As pessoas tentam romantizar o cristianismo, mas o próprio Jesus em uma passagem do chamado "novo testamento" faz uma parábola comparando-se ao rei e seus seguidores aos súditos desse rei, que afirma que todos que forem contra "a coroa" devem ser mortos. O amor cristão é uma farsa ideológica. Eles só tem amor por aquilo que é igual, que segue suas regras. O diferente sempre será "do Diabo", um "monstro" a ser combatido. Quem não se ajoelha, sempre será o demônio pra eles, desumanizado, odiado, que deve ser queimado sem dó nem piedade. Pelo ponto de vista humano, no melhor sentido da palavra, o cristianismo, assim como seu deus, é o verdadeiro maligno.
- Marcela Lobato
A Peça da Minha Vida
Às vezes sinto fome de vida, sabe? Sinto um enorme desejo de realizar meus sonhos, ganhar o mundo. Às vezes, até penso em alongar meu tempo, mas tenho receio de que toda essa dor física, que piora conforme a idade avança, me leve à loucura, ou pior, me impeça de ser dona da minha vida, assim como da minha morte.
A morte assistida não é sobre desistir da vida, mas sim não aceitar desistir dela! Não aceitar viver uma vida sem propósito ou possibilidade. Não aceitar, justamente por se amar muito, sentir tantas dores físicas a mais, além do risco de estar sozinha no pior, sem ter uma mão a quem recorrer no desespero, seja físico, emocional, ou ambos. É sobre não aceitar perder a minha autonomia, tornando a vida, verdadeiramente, insuportável a cada segundo.
A minha decisão não tem haver com tristeza, apesar de sentir tanta dor física afetar sim o nosso emocional em algum nível, ainda que sutil. Tem haver com razão, com racionalidade, além de verdadeiro amor, empatia, respeito e carinho por mim. Não quero correr o risco de viver um insuportável ainda pior do que todos os já vividos até aqui. Não quero sofrer tantas perdas, o que, infelizmente, é tão inevitável na vida. Não quero o sofrimento, porque já sofri demais. E não quero uma morte dolorosa como a vida foi, mas sim digna, humana, indolor. Me recuso a ter uma vida não vivida, infeliz.
Quero realizar, viver! A vida não é medida, ao menos por mim, pela quantidade. Para mim, o mais importante, e a única coisa que vale medir, que vale a pena, literalmente, é a qualidade, não a quantidade. Às vezes vivemos uma eternidade em pouquíssimos anos, e não vivemos nada em mais de um século. Se sou apenas eu por mim, que eu tenha a melhor e mais épica vida! Que nos poucos anos que me restam, eu tenha uma eternidade de realizações, conquistas, e deixe o meu legado. Que eu me orgulhe ao ver o fechar das cortinas, e possa me despedir das pessoas que mais amo. Que seja um sucesso a peça da minha vida!
- Marcela Lobato
Toda vez que vejo um desconhecido
Um perfil fake, uma conta estranha
Lá no fundo, torço pra ser você
Descobrir que está me acompanhando
Que comentou algo
Que de alguma forma se lembra
Do presente e do passado
Que escuta as milhões de músicas
Meus versos dramáticos, exagerados
Onde não há exagero ou drama.
Apenas a verdade.
- Marcela Lobato
A única vantagem de ter um corpo físico é a capacidade de sentir prazer. Nós vivemos para isso. Espíritos não sentem os prazeres que a carne proporciona, então já que é pra estar nesse inferno que chamamos de mundo, universo, existência, que gozemos de todas as formas possíveis! Inclusive, cozinha e saúde não se misturam!
Aproveite, porque depois acaba, e aí já era, independentemente de se houver ou não vida após a morte. Então, faça o que deseja e não perca tempo! Seja você, deixe a sua marca nesse mundo, ainda que seja e deseje ser uma pessoa anônima. Faça a diferença apenas por existir em sua mais deslumbrante autenticidade. Seja uma pessoa única, não por querer ser, mas por ser. Não perca o que é bom e não aceite o que não quer. Transforme este inferno no seu paraíso.
- Marcela Lobato
A música é vital, e tem um poder absoluto em nossas vidas, principalmente para quem compõe com a alma. Ela tem um jeito único de nos fazer, em momentos decisivos, naqueles mais difíceis, onde estamos mais bagunçados emocionalmente, de nos impedir de afundar em nosso próprio abismo. De naufragar em nossos oceanos internos. De sufocar com as palavras não ditas.
E mais do que isso, a música, muitas vezes, nos mostra o que nem mesmo nós sabíamos haver no nosso peito. Nos revela a nós mesmos. É a ferramenta mais poderosa de autoconhecimento quando você se permite desnudar através dela, sem censura, apenas deixando fluir. Ela escancara o que machuca, o que dói, o que não superamos, não suportamos, as mentiras que nos contamos, o que mais nos importa, e até o que mais amamos. Tira a nossa máscara e fotografa sem que nenhum filtro possa esconder as marcas, cicatrizes e feridas abertas ainda sangrando. Ela nos leva em uma viagem interna, ao centro do nosso coração. Nos vemos no espelho em carne viva, e descobrimos tudo o que somos e sentimos quando ninguém pode nos ver ou ouvir. Nesse momento, gritamos ao universo, e nesse grito mudo, até as estrelas tremem.
O artista não pode fugir de si mesmo, pois vive a beira do abismo, nos raros momentos onde não está imerso nele. Há sempre um lembrete para nós, de que jamais seremos iguais. Jamais seremos de plástico. Jamais nos encaixaremos! Jamais viveremos a mentira, pois a nossa arte sempre jogará em nossas caras a verdade nua e crua, sem dó nem piedade. Isso é ser um artista de alma. O preço é a nossa alma. A recompensa é a mais pura e cruel realidade, escondida em uma pedra que lapidamos sangrando até se tornar um diamante, sem pintar, esconder ou enfeitar o que foi antes, assim como o nosso sangue, se fundindo ao brilho transparente da matéria prima. O tesouro escondido na escuridão da noite mais escura.
- Marcela Lobato
Animais valem mais do que qualquer pessoa poderia valer. Se tivesse que escolher entre salvar um animal ou um ser humano, se o humano fosse uma boa pessoa, torceria pra alguém chegar pra salva-lo, porque não conseguiria viver com o fato de ter deixado um animal pra qualquer coisa ruim acontecer, mesmo sabendo que não teria como salvar os dois. Já um ser humano, poderia me sentir mal, mas seria bem mais fácil lidar com isso.
Animais são totalmente inocentes e são mais vulneráveis até do que crianças. São totalmente dependentes em situações de risco, além de serem os mais leais, fiéis e saberem amar como um ser humano nunca foi e nem será capaz. Tem gente que fala como se a vida animal valesse menos, porém a verdade é que ela vale mais. Vale muito mais!
- Marcela Lobato
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