Carta a um Amigo Detento

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Grandioso Amor

Não posso expressar sentimento
Não por ser uma data especial, um momento
Meu sentir vai além do presente
Está em cada segundo insano ou coerente
Faz parte da minha vida mesmo ora esquecido
Sentimento que flui, influi e mantém o coração aquecido
Grandioso e invasivo mas não posso reclamar
Amo este amor que faz de mim capaz de amar.

A Quarta-feira de Cinzas não é apenas o fim do carnaval, ela é um marco espiritual.
Enquanto o carnaval representa dias de excessos, estímulos intensos e permissividade, a Quarta-feira de Cinzas surge como um chamado ao recolhimento, à consciência é à reflexão sobre aquilo que fizemos, é sobre quem estamos nos tornando.


É o momento em que a alegria externa silencia, e a alma começa a falar.


A maioria dos seres humanos confundem Libertação com Libertinagem, pois existe uma linha muito tênue entre ser livre e viver sem limites.
Libertação é quando o espírito se torna mais leve, mais consciente, mais alinhado com o que edifica, é a liberdade que constrói, é escolher com maturidade.


Libertinagem, por outro lado, é a ausência de freios, é quando a busca pelo prazer ignora as consequências, é quando o corpo decide e o espírito paga. A libertação aproxima da luz. A libertinagem muitas vezes deixa marcas invisíveis.


Durante o carnaval, há uma intensa movimentação emocional e espiritual. Não apenas pela festa em si, mas pelo ambiente de excessos como, impulsos descontrolados, consumos exagerados, exposição do corpo, relações superficiais, e as piores decisões tomadas sem reflexão.


Uma verdadeira batalha espiritual, essa batalha, não é contra a alegria, porque alegria é um dom.
A batalha é contra aquilo que nos desconecta da nossa essência.


Muitas pessoas relatam, após o carnaval, sentimentos como, vazio, culpa, arrependimentos, uma sensação de peso interior.


Isso acontece porque o espírito foi exposto a experiências que não trouxeram crescimento, apenas estímulo momentâneo.


A simbologia das cinzas representa algo profundo: “Do pó vieste e ao pó retornarás.” Elas nos lembram da fragilidade humana, da finitude e da necessidade de vigilância interior, isso é um convite à humildade.


A Quarta-feira de Cinzas marca o início da Quaresma, tempo de arrependimento, jejum, disciplina, reconexão com Deus, restauração espiritual. É um chamado a verdadeira libertação.


O espírito humano responde às escolhas que fazemos. Quando vivemos na libertinagem, a consciência enfraquece, os limites se dissolvem, a sensibilidade espiritual diminui. Quando buscamos Libertação, nossa mente clareia, o coração se fortalece, o propósito se renova.


A liberdade real não é fazer tudo, é saber escolher o que não nos destrói.


Texto Gleiciele Oliveira.

Outro dia ví, na TV, uma vítima das enchentes de Minas Gerais dizer a um repórter que "eles tinham que aceitar o que Deus envia pra eles, que não podiam fazer nada, a não ser recomeçar"; se não me engano, ele disse isso enquanto limpava a lama causada pela inundação, não me lembro ao certo se era isso mesmo que ele fazia naquele momento. Só sei que na hora eu fiquei sem saber se eu sentia pena dele pela situação ou pelo o que ele disse. Mas em seguida tive a certeza de que é justamente por isso que certos políticos deeeitam e rooolam. É porque ainda existe gente de boa fé, simplesmente, sem malicia.
O que as pessoas precisam entender é que nem tudo o que acontece é Deus quem manda, as enchentes nas cidades, por exemplo, não são "puramente" naturais, tem dedo do homem. Os rios sempre aumentam seu volume de água na época das chuvas, mas eles precisam de espaço para correrem livremente. No entanto, muitas cidades se desenvolveram bem próximas dos rios, e muita gente construiu suas casas às margens desses rios, invadindo suas áreas naturais de inundações, e o nosso governo nem tchum, finge que não é com ele. Isso sem falar nas impermeabilizações das superfícies e nas canalizações dos rios, realizadas pelos políticos, e tooome merda. Ooora, a natureza tem o seu comportamento natural, e seus limites também. Não é a natureza que tem que se adaptar ao nosso modo de vida, muito pelo contrário, é a gente que tem que se adaptar a ela, até mesmo por uma questão de respeito.

Nós próprios somos a causa e o efeito é isso aí que todos estamos vendo.
Todo ano é a mesma coisa. E cada ano é pior. E ninguém tá nem aí, temos dinheiro público à vontade para gastarmos repetidamente com as mesmas coisas, "não sai do nosso bolso", não é verdade?
Esses dias mesmo fiquei sabendo que a região Sudeste vai receber quase R$ 900 milhões para os municípios afetados por enchentes. E não sabemos se esses Estados vão precisar de mais dinheiro para recuperar as suas cidades. Sem nos esquecermos dos milhões gastos em 2010, em 2011... em 2019, e tooome dinheiro público. Fora os prejuízos pessoais de cada cidadão sacrificado social e economicamente. Porque além das pessoas sofrerem com a destruição das suas localidades, também têm suas vidas viradas de pernas pro alto, e o pior é que nem tudo dá pra fazer ou refazer, porque algumas coisas o dinheiro não faz e nem refaz. E isso tudo afeta todo o nosso país e todos nós e não apenas as regiões e seus cidadãos vitimados. Mas agora eu pergunto a vocês: Quantas vezes isso vai se repetir até os políticos se conscientizarem e investirem em planejamento e drenagem urbanos? Será que eles estão esperando a enxurrada levar um dos seus familiares para depois tomarem atitude, heim, será? Ou vão deixar tudo ao deus-dará?

Primeiro dia do último mês, dezembro sempre abre a porta de um jeito diferente.
O amanhecer parece sussurrar que tudo se renova, inclusive eu. Enquanto dirijo, olho pra frente e deixo a estrada me lembrar que o futuro é movimento. No retrovisor fica o que já me ensinou, no presente fica o que já me sustenta, e lá na frente, fica tranquilo que ainda não sei, mas que escolho esperar com fé, visão e gratidão. que dezembro mantenha esse mistério no ar, passado aceito, presente vivido, futuro chegando.

Animais valem mais do que qualquer pessoa poderia valer. Se tivesse que escolher entre salvar um animal ou um ser humano, se o humano fosse uma boa pessoa, torceria pra alguém chegar pra salva-lo, porque não conseguiria viver com o fato de ter deixado um animal pra qualquer coisa ruim acontecer, mesmo sabendo que não teria como salvar os dois. Já um ser humano, poderia me sentir mal, mas seria bem mais fácil lidar com isso.
Animais são totalmente inocentes e são mais vulneráveis até do que crianças. São totalmente dependentes em situações de risco, além de serem os mais leais, fiéis e saberem amar como um ser humano nunca foi e nem será capaz. Tem gente que fala como se a vida animal valesse menos, porém a verdade é que ela vale mais. Vale muito mais!
- Marcela Lobato

A criança não é um papel em branco, pois vem dotada de emoções, estímulos, genialidades, amor, expertises, artimanhas, ações, energias etc...


Porém, na cultura e na educação, metaforicamente falando, ela vem como um "papel em branco", sendo necessário programar a consciência universal para poder viver e conviver, é sobre isso.


Se for criada com ou sem boa cultura, terá certeza que a vida é isso.


Como se a cultura diária escrevesse seu conhecimento e logo a educação na própria formação humana.

Amar é um cativeiro consentido,
doce engano em peito consumido;
é ver no olhar um mundo que se some
suave erro que aceito por perdido.


É feitiço sutil que a alma tome,
razão rendida ao gesto proibido;
é ter no peito o sonho que me nome
e, em seu silêncio, arder sem ser ouvido.


Deixa que eu ame, ainda que em segredo,
se amar é padecer tão doce pena,
se é delírio mortal e paraíso.


Que seja amor, ainda que com medo,
pois mais vale esta dor que me condena
que a fria paz de um coração sem riso.

⁠Comecei a escrever em um caderno com folhas em branco e sem nenhuma linha...
No começo até me surpreendi , minhas letras pareciam desenhos em constante sintonia, iam de maneira linear, sem se desviar ,nem para cima e nem para baixo.
Mas, no decorrer do tempo, percebi que já não tinha linearidade, em um momento as palavras iam mais altas, em outros momentos elas pareciam afundar, como o silenciar de uma voz...
Eu continuei escrevendo sobre a vida nos altos e baixos das linhas imaginárias.
Na tentativa de fazer tudo certo e simétrico, mas, só me doía, doía a mente por pensar tanto, doíam o dedos por apontar meus erros, doía meu coração por não entender por inteiro.
Ainda assim insisti em escrever, escrever sobre a vida, uma vez que perdida no conturbar das linhas, encontrei meu eu, ela andava sozinha, entrelinhas, amando o dia, odiando a noite , falante durante a semana e se calando no fim.

⁠**O Amor e o Perigo**

O amor fez com que o perigo,
Em você, parecesse seguro,
Um abrigo em tempestades,
Onde as almas dançam no escuro.

Nos olhos que brilham como estrelas,
Encontro a coragem de navegar,
Entre sombras e luzes tão belas,
É na incerteza que aprendo a amar.

Teus sorrisos desarmam as dores,
Transformando o medo em doce encanto,
E no calor dos nossos valores,
Descubro que o risco é um manto.

Assim, entrelaçados em destino,
O amor nos guia por caminhos sutis,
E mesmo que o mundo seja divino,
É você quem torna tudo mais feliz.

⁠Meu quero quero quero....

Você é tão suave, um toque de leveza,
Sorriso sincero, que ilumina a tristeza.
Teus olhos, profundos como o céu a brilhar,
Fazem-me sentir livre, como o vento a dançar.

Teu amor me envolve, um laço sereno,
Diferente de tudo, és meu destino pleno.
Fecho os olhos e deixo o medo pra trás,
Em ti, encontro a paz que sempre me traz.

A tua voz flui como ondas do mar,
Um canto suave que vem me acalmar.
Quero sentir a força desse amor sem fim,
Vem na minha direção, não soltarei de ti assim.

No teu peito anseio por repousar,
Curar as dores que insistem em ficar.
Vem, vem chegando, meu abrigo querido,
Teu amor é meu porto, meu eterno abrigo.

Quando você estiver um pouco perdido, em um lugar que ainda não sente seu. Quando seu único refúgio é roubado, você é abandonado por todos, (família, amigos, até um amor), e a solidão parece insuportável. Mas então, você sumiu prá todos, a profissão que você construiu com esforço torna-se seu renascimento. Enquanto ninguém via o quanto você batalhou, seu trabalho falou por você. Longe de casa, sozinho, você se reencontrou. Por isso, Chore em silêncio, depois trabalhe. Não perca tempo discutindo, apenas trabalhe. Não espere nada de ninguém, foque no seu trabalho. Surpreenda a si mesmo com sua própria força – trabalhe. Enquanto outros falam, você constrói. No silêncio do seu esforço, nasce a sua vitória. Trabalhe. E não se esqueça...
D'us é bom!
Alexandre Sefardi

Matamos um leão por dia, frase muito falada nas rodas de meus amigos. Eu nunca quis matar leão nenhum, então, imaginei a vida como um livro. Alguns capítulos são cheios de suspense, outros de tristeza, mas todos são necessários pra minha história fazer sentido. Hoje pode parecer difícil, mas é apenas uma página. Amanhã, uma nova narrativa se desdobra, cheia de possibilidades. Tudo ficará bem, porque somos o autor dessa história e temos o poder de transformar cada desafio em triunfo. Continuo virando as páginas com coragem. O melhor ainda está por vir. Estamos exatamente onde precisamos estar nessa Vida! Parabéns Mulheres nas páginas da Vida!


Ah, a Vida...


Vida de Solteiro


Alexandre Sefardi

Ah! ... O beijo..., Como se o tempo parasse, e o mundo também, nàquele único momento. Um recomeço, uma despedida...
Às vezes, o beijo mais marcante é aquele que nunca aconteceu. Fica suspenso no ar, como uma promessa não cumprida, um desejo que nunca se materializa. Ele habita os sonhos, os olhares trocados e os quase-encontros. É o beijo que vive na imaginação, perfeito e intocado, sem as imperfeições da realidade. E, talvez, seja justamente por nunca ter existido que ele se torna eterno, um símbolo de tudo o que poderia ter sido, mas nunca foi.
Beijo da Gente
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi

Sim, já Amei! Senti um amor discreto para uma só pessoa…O mais perfeito foi o encontro. Sim, eu já Amei e senti aquela coisa boa, um pensamento. Sim, já Amei uma única vez, eu me recordo disso, assim, vivi esse sabor, o cheiro, a falta, tenho certeza que nunca pensei tanto em alguém... Sim , já Amei, mas o relacionamento acabou e hoje o mundo se resume, onde não enxergo, mas me sinto. As paixões, já nem lembro, são respostas que não me servem, ...
Porque, sim eu já Amei!
Minha alma descansa Sozinha.
Vida de Solteiro,
Alexandre Sefardi

Aquí, onde moro, ouço falar trem bom ou aquele trem... Um Paulista nos trilhos de pessoas lindas, onde o primeiro vagão é o do sentido da vida. O segundo vagão é o do silêncio. O terceiro vagão é o da simplicidade. O quarto vagão é o do sentimento. Aprendi que um dos segredos da felicidade é saber criar condições pra que a vida dependa de nós. Viver é a arte de realizar sonhos. Viver é ser o artista de si .As mudanças ficam mais fáceis quando o que se passa dentro de você é explicado. Aqui, isso é a Vida.
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi

Sou o que se chama de impulsivo. Uma idéia ou um sentimento. Ajo quase que imediatamente. Às vezes acontece que agi sob uma intuição, às vezes erro, prova que não é intuição, mas simples infantilidade. Preciso saber se devo prosseguir nos meus impulsos. Ou se posso controlar. Se continuo acertar ou errar, aceitando os resultados, ou devo lutar e me tornar uma pessoa mais adulta! E também tenho medo de me tornar adulto: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.
Alexandre Sefardi

O vento é a própria essência da liberdade, um sopro de mudança e a força invisível que molda a paisagem. Ele não se importa com opiniões, simplesmente é: forte ou suave, mas sempre autêntico. Sinta sua brisa na pele e deixe suas emoções fluírem sem reservas.


Ele carrega histórias, sussurros e a sensação de que tudo está em constante movimento. O vento nos convida a nos libertarmos, a soltar amarras e a abraçar o novo. Que sua conexão com ele inspire sua jornada. Seja como o vento: verdadeiro, livre e dono do seu próprio caminho. Minha vida é como o vento!

Sim, escrevi que não foi apenas um amor; quem sabe, um encontro de astros que não podiam existir no mesmo céu sem se machucar e se curar ao mesmo tempo. Eu conheci a euforia que corta a respiração, o pensamento que se torna uma vontade incessante, um sabor que ainda sinto...
Sou um homem marcado. Minha pele guarda a memória de um toque profundo. Meus pulmões ainda sabem o cheiro daquela tempestade que era ela. E a falta...
As paixões comuns? São sussurros abafados pelo barulho desse furacão que vivi...
Porque sim, eu já amei. E um amor daquele tamanho não termina; ele se transforma. Ele vira uma força sem controle que sela você. Ele forja um novo tipo de solidão: não a da carência, mas a do território conquistado. Minha alma agora descansa...
Agora, o mundo se resume a sentir, não apenas a ver. E eu sinto tudo, com a intensidade de quem sabe o preço e o prazer de estar totalmente vivo.


Esta é a vida do homem que sobreviveu ao seu próprio grande amor...

Essa busca por independência acabou criando um novo tipo de solidão. Os homens, muitas vezes inseguros, têm medo de serem traídos. As mulheres, mesmo sendo mais livres e fortes, podem se sentir presas pela pressão de ter que ser perfeitas em tudo. Mas, o que as pessoas mais querem é uma conexão de verdade. Sente-se falta de coisas simples: andar de mãos dadas, um abraço sem pressa, uma conversa que não vire uma competição. A vida ficou focada demais no trabalho e na imagem, e isso nos tornou pessoas eficientes, mas com o coração vazio.
O maior desafio hoje em dia é se permitir sentir. É não ter medo de parecer diferente. A felicidade está nessas coisas simples que a gente esquece no dia a dia.

A vida pode ficar sem graça
quando a gente olha para ela de um jeito fechado.
A gente fica entediado quando perde a capacidade
de se admirar com as coisas mais simples.
Para conseguir viver com um pouco de paz no coração,
a gente precisa conseguir rir.
Precisa ter esperança.
Precisa do amor das pessoas queridas.
Precisa saber enxergar a vida de um jeito novo.
E usar bastante a criatividade.