Carta a um Amigo Detento

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Os casais que têm o suficiente para serem felizes, mas não são.
Têm casa, um carro simples, trabalho, filhos e uma vida construída.
Ainda assim, permitem que coisas pequenas os decapitem:
o orgulho que não cede,
a vaidade que fere,
a ambição que afasta,
as aparências que mentem.
Esses males corroem silenciosamente o amor,
cegam os olhos, endurecem o coração
e fazem pessoas viverem perdidas,
resmungando dentro do próprio casamento.
A vida oferece caminhos verdadeiros
a quem realmente deseja viver a felicidade.
Ela se revela no agora, no simples, no essencial.
Aproveite o momento.
Valorize o que é real.
Você é importante para Deus.

Em bela tarde, um olhar sutil, olhar indecifrável.
Olhar de quem viu mundos, olhar que sentiu tremores.
Olhar que transcende o tempo para ver o real sentido da vida:
Conhecer as obras da natureza e conviver com elas.

Esse olhar vem de um indivíduo que, por um breve momento, recusou sair da realidade projetada
para sentir o olhar de um mundo fechado em um outro ser.
Olhares cansados, olhares alegres, olhares profundos, olhares transparentes,
olhares sutis que levam ao indecifrável.
Do indecifrável aos tremores da vida terrena,
entre a sensível camada de alegria e tristeza,
através dos olhos que não apenas veem, mas sentem,
atravessam e se perdem nas entrelinhas do existir.
Olhos que revelam o que as palavras não alcançam.
E, por um instante, tudo silencia e só o olhar fala.

Por uma fresta, um fio de neblina, dançava como a seda mais fina. Lá dentro, um coro baixo que eu ouvia: eram gritos calados ou só melancolia?

Recém-chegada a este corredor, minha mão curiosa bateu, sem temor. Então, um toque, um afeto gentil no meu ombro, neste outono de abril.

Uma música clássica enchia o lugar, não era terror, era só um bailar. E eu caminhei pelas salas vazias deste lar de esquecidas alegrias.

Quem me tocara com mão tão serena? Era o meu outro eu, que me livra da pena. Mas não havia porta, nem música, nem mão... Só o eco dançando da imaginação, no palco sem luz do meu próprio roteiro, assinado por um nome estrangeiro: Esquizofrenia.

A dança mortal se inicia silenciosa, como um sussurro que fere.
Cada passo arranca pedaços de vida, cada giro desprende carnes do existir.
Lágrimas se congelam no ar, afiadas como lâminas que dilaceram a alma.
A vergonha, oculta nas sombras, apodrece devagar tudo o que ainda pulsa.
E o tempo tardio e veloz apaga o espaço, deixando apenas ecos perdidos entre palavrões que se perguntam:
“Por quê? Por quê?”

No horizonte, uma criança observa atenta a cena.
A estátua no alto do monte, outrora símbolo de glória, agora representa o fim dos tempos.
Ela cai não com estrondo, mas com um suspiro e arrasta consigo a elite.
No colapso, um novo tempo se abre.
Novos líderes nascem do caos, e até o extermínio se torna semente.
Porque ali, naquele mesmo monte, surge um vestígio…
Pequeno, quase imperceptível
Mas suficiente para lembrar que até a mais cruel das danças era, no fundo, apenas o recomeço.

Pela varanda o garoto enxergava o mundo
Parou por um instante, percebeu uma velha cadeira branca
O sol a aquecia, e ele, tonto, pensou por que precisava estar ali
No mesmo instante, um pássaro belo pousou na varanda
E de repente voou, então relembrou que ali se sentavam amigos
Amigos como pássaros voam, e os resquícios que ficam são a beleza
que o pássaro deixou, mas que o menino não esqueceu.

Um menino andava pelo quintal, em rápido pressentimento ao olhar para trás.
Imaginou sentir uma presença: era uma raposa.
Raposa com olhos fixados, toca em poça de lama marcando o caminho traiçoeiro.
O menino, paralisado não pelo medo, mas pela beleza da raposa, segue o caminho.
Ecoa um grito, depois um tiro, era o revólver que o menino segurava.
A raposa o removeu de sua mão e, ao remover, deu cor à sua pelagem branca, pois a raposa era albina.
O menino grita, pois a lua chegou, e desconhecia a morte.
O menino que andava, agora corria para sua casa, enquanto a raposa branca se sentia vermelha, como a raposa mãe que lhe trouxe o mundo.

Deus ama tanto os seus filhos. Criou um lar lindo e maravilhoso para acolher as suas criaturas.
E deixou em todo lugar demonstração do seu infinito amor.
A começar pelo ar que respiramos, nas belas flores perfumadas, na chuva que refresca, no alimento que cresce no campo, nas ervas que curam, nas belas cachoeiras e oceanos, nos animais, nas árvores frondosas.
Criou tudo de modo perfeito e essencial para a nossa sobrevivência.
Deu inteligência para que pudesse evoluir, um coração para amar, um cérebro para pensar, boca para falar.
No entanto, parte da humanidade não se da conta desses presentes, dessa riqueza toda.
Usam sua inteligência para praticar a maldade, corrupção, criar armas nucleares, praticar o roubo, causar a destruição em massa.
Destroem e ao mesmo tempo se autodestroem com bebidas, brigas, ganância, egocentrismo, drogas, etc.
Tentam ser autossuficiente, achando que podem cuidar de si próprio, isolam-se em seus mundos. Cada um por si, Deus por todos.
Insatisfeitos com o que tem, devastam o próprio lar (natureza) sem limites, maltratam e matam os animais, poluem o que é de mais precioso o ar, a água. E vai mais longe devasta a própria família.
Usam o coração para guardar ódio, rancor, o cérebro para cultivar pensamentos negativos e pensar no que é mal.
Usam a boca para ofender, discriminar e para maldizer.
O ser humano sem Deus vai se esvaziando de sua humanidade, ele nem se da conta, mas vai aos poucos se transformando num carrasco.
Corre o mundo procurando satisfação em lugares errados, vai até os confins da terra, mas não encontra a tão sonhada paz e felicidade. Não consegue descobrir que paz e felicidade virão do seu interior, da sua comunhão com Deus.
Deus entristece, ao ver que o lar que Ele criou para nós, esta sendo destruído de modo tão cruel.
Entristece ainda mais, ao ver a maior de sua criação se autodestruindo e destruindo ao próximo. Contudo o Seu amor pelo ser humano é tão infinito que foge ao nosso entendimento.
Cheio de compaixão cede-nos a oportunidade de restauração e transformação a quem lhe pedir.

Um menino, enquanto brinca na sala, ouve a porta abrir, sua mãe chega.
Com a mãe uma cesta, o menino ao olhar a cesta, percebe-a vazia.
Estranho, olha ao alto e no alto contém uma teia, uma teia de aranha, que incomum desloca o seu sentido.
Sua mãe chama: "Filho, por que te espantas?".
Ele diz: "É uma teia, essa teia é vazia igual à cesta".
A mãe, pensativa, lembra que ele... que um dia aquilo foi ela e sua mãe.
O menino fala: "Essa cesta é vazia porque precisamos enchê-la para levar para alguém".
A mãe, atônita, percebe o incomum, nunca falou isso em voz alta, e abraça o menino.

"Quem diria que uma simples mensagem levaria a um lugar tão longe, sim o infinito, pois é lá que sinto quando falo com você, quando recebo uma mensagem ou um ligação de vídeo, Deus caprichou quando te escolheu para mim, judiou com a distância, mas se ele quer ele faz. No tempo de Deus conheci a mulher da minha vida, no tempo de Deus estarei nos braços dela"


Nanda ❤️

Quando Deus decidiu se revelar à humanidade, o que foi que Ele usou? Um livro? Uma igreja? Um código moral? Não. Limitar a revelação de Deus a uma lista fria de “faça” e “não-faça”.
Quando Deus decidiu se revelar, ele o fez por meio de um corpo humano. A mão que tocou o leproso tinha sujeira embaixo das unhas. E suas lágrimas – não perca de vista as lágrimas – vieram de um coração tão quebrado quanto o seu ou o meu tenha sido. Pessoas foram até ele. Tocaram nele. Seguiram ele. Ele se recusou a ser uma estátua numa catedral ou um pastor num púlpito elevado. Invés disso ele escolheu ser Jesus.
Lembre-se disso a próxima vez que você se surpreenda com suas próprias derrotas. É o homem que cria a distância. É Jesus que constrói as pontes!

Viver em um mundo onde o ódio é o que mais existe é difícil. É difícil saber que nem todos aceitam a imperfeição e a felicidade das outras pessoas. Machuca.
Mas, sabe, machuca principalmente aqueles que, em algum momento, não se curaram de algo causado em suas vidas, por outros ou por si mesmos.
Viver nessa infelicidade, onde não se agrada a ninguém, e existir apenas para os outros — e não para si — é o que mais machuca.


Ninguém está realmente feliz e, quando se está infeliz, a infelicidade acaba se espalhando e tornando os outros infelizes também.


Então, no fim, vivemos em um mundo onde a nossa própria felicidade precisa importar mais do que a dos outros. Porque, no final das contas, é sobre nós. E, ao sermos felizes e verdadeiros com quem somos, os outros acabam sendo também.

Um dia ofendi-me com as minhas próprias palavras.
Escrevi-as movido por uma satisfação aparente da vida, mas aquilo que foi dito não se casou com o ouvido que escutou, nem, muito menos, com o sentido que foi interpretado.
As palavras saíram, mas perderam-se no caminho entre a intenção e a compreensão.
Furucuto, 2026

Embaixo de uma árvore, um menino acariciava um cachorro,
cachorro de pelos dourados com o sol que esverdeava folhas
folhas amassadas e quebradas pela bola arremessada que atingiu a árvore,
árvore que continha folhas, e ao redor do menino
um adulto que, obeso, reluta em levantar
o menino observa o adulto, homem que toca, que acaricia a própria barriga
o menino, em veloz movimento, toca o braço do homem
o homem, em espanto, escuta do menino: "Por que não está feliz nesse belo dia? Se levante."
o homem, com uma lágrima tímida, recita: "Não posso, não sou belo."
o menino acaricia o seu cachorro e diz: "Sabia que tem dias que é difícil acariciá-lo assim? Pois, se não remove o excesso de pelo, torna-se espesso e sufocante."
o homem mais uma vez acaricia a própria barriga, apertando como se quisesse arrancá-la, e recita: "Não é a mesma coisa, jovem menino."
o menino, em um belo sorriso, recita: "Eu nunca pude fazer sozinho, mas hoje cortei um pouco, somente um pouco. Você também consegue."
o menino se levanta, ao segurar o braço do senhor, o cachorro o auxilia e o senhor se levanta
a árvore que confrontava, agora brincava com a sombra, o homem que acariciava a barriga surgia magro, estendendo a mão ao menino, que em sombra era um belo rapaz.

Essa eu fiz diante de um ciclo de uma amizade que foi importante pra mim, usei Camus para entender tudo que aconteceu e tudo que permaneceu. Me inspirei na musica Crochê de Jovem Dionísio.

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"Crochê de Amizade: pontos que seguram o mundo"



Há amizades que não chegam de repente; elas se constroem devagar, como crochê.
Um ponto hoje, outro amanhã, um fio que se enrosca no outro, uma conversa que vira apoio, um silêncio que vira confiança. Nada grandioso, nada teatral. Apenas presença. Apenas verdade.


“Crochê” tem essa atmosfera de afeto discreto, quase tímido, que lembra muito o jeito como algumas amizades profundas nascem: sem anúncio, sem expectativa, sem garantia — mas com uma sinceridade que toca onde a vida geralmente não alcança.
Camus diria que é exatamente nesses vínculos que o Absurdo da existência ganha uma pequena trégua.


Porque, num mundo que não responde,
não explica,
não abraça,
a amizade é esse gesto humano — quase rebelde — de dizer:


“eu estou aqui com você, e isso basta.”
A vida é desalinhada.


Nós somos desalinhados.
As dores que carregamos nos fazem tropeçar em nós mesmos.
A lucidez nos mostra que nada é garantido, que a solidão é inevitável, que o universo é indiferente às nossas angústias.


E, ainda assim, existe esse outro ser humano que decide dividir o tempo, o riso, o cansaço, a bagunça, o silêncio.
Isso, por si só, já contraria o absurdo.
É quase um milagre sem misticismo.
Amizade verdadeira não exige perfeição — apenas presença honesta.


É alguém que te vê fora do tom e, ao invés de tentar te ajustar, senta ao seu lado e ouve a melodia torta como ela é.
É quem te passa um fio novo quando o seu arrebenta.


Quem ajuda a desfazer o nó quando você mesmo não consegue enxergar onde começou.


A amizade não te salva do mundo —
mas te lembra que você não precisa enfrentá-lo sozinho.


E essa lembrança muda tudo.
Porque é fácil compartilhar os dias bons; o desafio está nos dias que parecem cinza por dentro.


Nos dias em que você questiona o próprio valor,
em que o mundo parece grande demais,
em que a alma parece pequena demais.
E é justamente nesses dias que um amigo — verdadeiro — transforma o absurdo em algo suportável.


Não com respostas.
Não com soluções.
Mas com a coragem silenciosa de simplesmente estar.


Camus acreditava que continuamos vivendo não porque encontramos sentido,
mas porque inventamos pequenos motivos para seguir.


A amizade é um desses motivos.
Um dos mais fortes, talvez o mais humano.
E, no fim, o crochê da amizade é isso:
um tecido feito de confissões e risos,
de ombros e demoras,
de pequenos gestos que ninguém vê,
mas que seguram o mundo inteiro do lado de dentro.


Não precisa ser perfeito.
Não precisa ser constante.
Só precisa ser verdadeiro.
Porque, quando o resto desaba,
são essas linhas simples —
essas linhas feitas à mão —
que impedem nossa alma de se desfazer.
E, nesse desalinho tão humano,
há uma beleza que Camus entenderia:
a amizade é uma revolta contra o vazio.


E cada ponto dado juntos
é uma pequena vitória silenciosa contra o Absurdo.

Y.C

IMPORTÂNCIA DA LEITURA


Nada é mais importante
Quando se lê por prazer
Um livro é o passaporte
Faz a gente crescer
A leitura nos acalma
É o melhor lazer.


O doce sabor da leitura
Quem gosta dar valor
Traz histórias incríveis
Quem sabe bem é o leitor
Viaja nas aventuras
Descreve bem o amor.


Uma tarde numa rede
Um bom livro na mão
Nos leva a qualquer lugar
Viaja na imaginação
Cada página bem lida
Afaga o coração.


Não importa a leitura
Seja romance ou poesia
Até lendo um jornal
É uma boa terapia
Sou leitora apaixonada
Lê é a melhor alegria.


Irá Rodrigues.

Um dia serei saudade...
Vou tentando me afastar de gente fraca, arrogante, doente! Peço a Deus que realize meus sonhos antes do meu caminho acabar. Não me servirão realizações que eu não possa compartilhar, ver, sentir. Estou cansada de tanta hipocrisia, até o diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém.

CBTU - FORTALEZA-CE

Saudade dos nossos nostálgicos TRENS CBTU.... Havia um tempo, que nunca se andava de trem sem antes sentir aquele velho frio na barriga.

O avexamento de nossos pais;
O nervosismo se apresentava em todas as vezes.

Nos trens, parte da infância se construiu, pois éramos rotina deles mesmos.

Não havia vagão sem os inesquecíveis vultos antagônicos do dia a dia.

Eram eles que, diariamente, desde o primeiro engate ganhavam a vida. O pão de cada dia.

Não havia vagões sem os Crentes, as fitas cassete ou sem "Cristo está voltando".

Não havia vagões sem os pedintes e nem sem os vendedores de qualquer coisa (Caramelo).

Todo cego e seu pandeiro, fazia de seus sons um movimento mais que o inconfundível.

"tata tata tata e o toin-toin-toin"

A Estação João Felipe era sempre uma aula de história despercebida. Nos mosaicos pisavam milhares de pessoas, as quais iam e sempre voltavam.

Em toda entrada ou saída haviam os toques repetitivos das catracas.

Não havia trens sem a regra: "Não pode ficar nas janelas, pois pedras podem vir!"
Jamais será esquecido os cartazes de rostos machucados por pedradas nas janelas...

Acima das portas um adesivo, e este ilustrava o itinerário com linhas e bolinhas em suas retas.

As portas eram disputadas pelos jovens da época, era um atrativo de aventura e perigo.

Os sons dos engates, freios e pedradas na máquina forte estão martelando até hoje em nossas memórias.

Aquelas máquinas eram bravas, fortes e imbatíveis! Eram como dragões que soltavam fumaça a todo tempo.

Pelos amantes dos trens, será sempre o melhor. Inesquecível! Insubstituível!

AMOR SEM FIM
Autor: Góis Del Valle

Eu sei que dentro de você
Existe o meu ser, um pouco de
Um tudo que eu deixei
Tanta ternura, amor sem fim.

Ninguém vai esquecer assim
Pra mim, nunca tem fim o
Amor nascido pra sempre existir
Tanta ternura, amor sem fim.

Tudo que eu quis foi fazer você feliz
Mesmo sobre os riscos que eu corri
Te dei meu coração, sangrei na emoção
Perdi tudo que eu fiz, os sonhos que sonhei.

Lembranças que vão florescer
Como num jardim, e nunca vai morrer ou desistir,
Amor é fogo que arde sem fim

Tudo que eu quis foi fazer você feliz
Mesmo sobre os riscos que eu corri
Te dei meu coração, sangrei na emoção
Perdi tudo que eu fiz, os sonhos que sonhei.

Tudo que eu quis foi fazer você feliz
Mesmo sobre os riscos que eu corri
Te dei meu coração, sangrei na emoção
Perdi tudo que eu fiz, os sonhos que sonhei.

De que adianta um pássaro saber cantar, se está preso?
A vida é tão curta para nós, e deixamos tanto para depois.
Vivemos em busca de buscar,
Tantas buscas que, no final, esquecemos de viver o que está diante de nós.
A liberdade não está em acumular caminhos,
Mas em sentir o voo, mesmo que pequeno, no instante presente.
Não deixe que a pressa de buscar tire a beleza do agora.

Onde dois querem,
dois constroem, dois fazem.
Quando entre dois
um deixa um terceiro opinar,
já não existem dois —
existe um ruído, um corte,
um sabote silencioso.
Amor é pacto,
é acordo sem plateia,
é decisão tomada a portas fechadas,
com respeito e verdade.
Quando a voz de fora pesa mais
do que a mão que está dentro,
o laço enfraquece,
a confiança racha.
Amor é feito de dois,
não de conselhos atravessados,
não de interferências disfarçadas
de cuidado.
Onde há dois que se escolhem,
o resto vira fundo.
E quando o terceiro entra,
o amor sai pela porta dos fundos.