Carne
Este é novo
O mais completo
Vem de dentro
Pensamento
Rasga a carne
Em versos
Deixando claro
O dizer da alma.
Num vil pensamento
O olhar é perdido
Descartando explicações
Construindo muralhas
Passos são desnecessários
E os caminhos são incertos
É tudo muito confuso, muito bagunçado
A única ideia que temos é naquela que já foi pensada
Está tudo na minha mente, eu só não alcancei tudo
Está tudo em nós, só não liberamos
A essência é a alma, o corpo é só um pedaço de carne
A carne apodrece, mas a alma não
A alma pode se tornar fria, mas nunca acaba.
Ao contrário do entendimento de muitos, o caráter é medido pelo erros. Ter caráter é agir certo sempre!
"Foi um momento de fraqueza, a carne é fraca.."
A carne não é fraca, mas sim o seu caráter, tanto que justifica seu erro se ausentando da responsabilidade ao invés de assumi-lo.
Não seja brinquedinho de satanás, aquilo que lhe diverte segundo o que é da carne e não provém de Deus é pecado e te levará a morte eterna.
Não seja brinquedinho de satanás, aquilo que lhe diverte segundo o que é da carne e não provém de Deus é pecado e te levará a morte eterna; o sorriso do oculto não ofuscará as lágrimas da eternidade!
“Quanto aos relacionamentos, aprendi que, os mais sinceros são os vegetarianos...
Com o tempo percebemos que o importante são os sentimentos que une as almas, e não somente a carne que nos alimenta os desejos”.
Sou uma espécie de "católico
não praticante" com relação ao vegetarianismo. Sou um vegetariano que adora
um belo churrasco no
fim de semana.
Na verdade, viver como Amélie não é fugir da realidade;
É resistir a ela com beleza.
É dizer, com o coração em carne viva:
“–eu não vou deixar de ver beleza, mesmo que ninguém mais veja”.
A casa
Vivia num mundo estranho
Mundo que não era seu lar
Mas vivia naquele abstraído absurdo
Dos que não se aceitam se calar
Sua casa tinha paredes telhado
Portas fechadas
O cardume sempre encontra redes
Violentas puxam e deixam sem ar
A casa não é o lugar
Onde esta sua casa
Casa é qualquer lugar
Onde possamos estar
Ale, louca varrida
Todos olhavam incrédulo
Até ale não havia digerido
Um olho na órbita outro em pêndulo
Ale consertou e saiu
Vendo outro mundo diferente.
Sua casa sua audácia
Sua casa era de carne e osso
Sua casa eram seus amigos
Sua casa era sua esperança
Sua Fortaleza fortuna.
Ossos e carne
Eu saciei com os olhos.
O gosto mais amargo cruel.
Se criança, se anjo, se gente.
O homem bicho cego e o fel.
Afinal é a carne ou o céu.
Responda querubins, porque não entendo.
Pálpebras fechadas na profunda sede.
Uma criança sonolenta de sono e fome.
A mais doce pluma alma.
Sem teto, sem afeto, geme e consome.
Negra? É claro, branco os dentes vorazes.
O homem do espírito semelhante.
Que permite habitar o ódio.
Foi assim, de forma clara, nas manchetes.
Isso, cenas demasiadamente cara.
Meu bebê, filho do meu útero.
Eu sinto, faltou o leite materno.
Mas a tristeza latente da crueldade, inferno.
São moscas e varejeiras na face, no lugar do colo e mamadeira.
Oh! Não, maldição, geração, religião.
Apenas à extensão, a mão, o pão, África, negro irmão.
Minha vergonha em pertencer.
Este século e os interesses, poderes e formas de globalizações
O ápice da carne, como rege Deus tuas mãos.
O semelhante roer o osso, se, é, sim, somos todos irmãos.
Giovane Silva Santos
Eu sou essa gangorra de sentimentos e emoções...isso me torna humano...sem máscaras ou falsos sorrisos...simplesmente um humano normal, de carne, ossos, alegrias e decepções.
“O homem carnal é persuadido pelo engano do homem mortal, porém é no senhor que há esperança de vida prudente.”
Giovane Silva Santos
