Carne
Há o perigo de que, havendo começado no Espírito, retornemos à carne. Este é o grande tema da Epístola aos Gálatas, resumindo nas palavras, "Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?" (Gálatas 3:3) O apóstolo estava escrevendo a crentes autênticos, e é uma das "ciladas do diabo" com relação ao crente. É o perigo de que, tendo começado pela visão clara de que a justificação é somente pela fé, e de que tudo na vida cristã é pela fé, você pode, inconscientemente, começar a escorregar para trás, voltando a confiar nas suas obras, de uma forma ou de outra. É uma tentação muito sutil e astuta. Até Pedro chegou a sucombir sob ela como resultado do temor que teve dos irmãos que tinham vindo de Jerusalém e, em Antioquia, o apóstolo Paulo teve que lhe resistir "na cara", como ele no-lo recorda no capítulo dois, versículo 11 de Gálatas. É o perigo de retroceder de uma posição correta. Havendo visto, na ocasião da sua conversão, que a salvação vem inteiramente pela fé e confiança no Senhor, logo você começa a confiar em suas obras e atividades, naquilo que você é, em seu próprio entendimento; e nesse ponto você introduz estes aspectos fatais. Qualquer tipo de acréscimo é sempre e inevitavelmente um erro. No caso dos Gálatas foi a circuncisão, por causa do ensino dos judaizantes. Mas, surja como surgir a tentação para que retrocedamos, é essencial lembrar que não podemos aperfeiçoar a obra da graça ao nível da carne; tudo deve ser feito ao nível do Espírito, e sempre pela fé. Em última instância, tudo é pela fé e baseado na fé, e não devemos recuar dessa verdade fundamental.(...) Faça tudo que puder, obtenha todo o conhecimento que puder, trabalhe quanto puder, porém nunca ponha a sua confiança nessas coisas. Temos que confiar única e completamente em Cristo.
"Não podemos dar lugar nenhum a carne. Mesmo quando estivermos conversando com outros, devemos permanecer vigilantes, para que ela, valendo-se de nossas palavras, não se habilite a realizar sua obra. Se aquilo que vamos dizer não vem do Espírito Santo, é melhor ficarmos calados, ainda que contrariando nosso desejo. O mesmo se aplica às nossas obras".
meu próprio sabor
é sobre meu e meus,
de seio pessoal,
de carne!
póem na carneação —
eu sou mordida viva!
vi ela beijando um velho.
me fez Vomitar,
vomitei em silêncio.
entendi,
meu amor
não é pra vagabundas.
me observei demais,
me rasguei demais,
talvez.
eu me sirvo.
me provo.
sou amargo.
sou só meu!
Aqui é frio e escuro.Os vermes comem minha carne.Em seus túmulos,os outros mortos escarnecem de mim,dizendo:"Você achou que iria para o Céu,cantar coral com os anjos?Vamos,reze agora''.Eu devia ter pedido para ser cremado.
Impede de avançar com coragem a alma daquele que aceitar os desejos de sua carne, aprisionando lamentavelmente as trajetórias felizes de suas habilidades em prol do bem.
“Quando optamos por amar uma pessoa temos que enxergar nela a nossa metade, a nossa carne e a nossa continuidade.”
Com as autodescobertas recentes, bruscamente tive a Alma e a carne dilaceradas, no processo, como um girassol que se contorce rumo ao Sol, encontrei uma outra parte de meu ser. 🌻
Escrever é mastigar a própria carne e servi-la ao outro.
Enquanto o leitor palita os dentes, o escritor remói o osso.
Jesus é o único interprete absoluto das escrituras. Isto porque Ele é o Verbo que se fez carne. Essa consciência arranca o centro da discussão da interpretação filosófica ou filológica do texto e nos chama para o deslumbramento da revelação da Palavra que só pode acontecer em intimidade com o Verbo Vivo.
Senhor do teu ser, senhor da tua alma...
Dono da tua carne, dono do teu íntimo, sacana e mais profano desejo...
o que sinto por ti
ultrapassa o breve ardor da carne.
Não é chama passageira, oque sinto é amor de verdade
Um amor que nasce na alma e permanece,
puro tão vasto quanto o céu celeste
— Patrick Wallace
Somente ofereça aos abutres que sobrevoam sua vida o necessário, afinal de contas, carne podre só servirá de isca a quem se alimenta de rejeitos
Eu não gosto de carne mais velha de que a minha, e carne que já foi passada de mão e mão quem tem juízo não consome!
A Humanidade é patética; vive procurando formas de sorrir em meio a única condenação que agrupa a todos, a morte. Para vencer a morte chamam-na de passagem. Passagem da carne que anda para o verme que à alimenta.
