Carlos Drummond Sofre por Viver
Eu até sei que sou um IDIOTA, até porque nem sei o que fazer para evitar isso. Fazer o quê, né? Mas o bom disso tudo é que, podendo escolher, eu sei muito bem os tipos que não quero ser.
O que não dá para entender é se essas pessoas têm algum problema para interpretar texto — algo que beira uma psicopatologia — ou se simplesmente não possuem um mínimo de honestidade intelectual.
Porque o que está escrito está tão claro e nítido que nem seria preciso explicar a explicação, desenhar o desenho e ainda ter que explicar o desenho feito.
Fingem uma demência disfarçada de inocência e ainda acham que todos têm que ser iguais a eles.
Isso é hipocrisia.
Não existem ideologias políticas ou religiosas quando se trata de dinheiro, porque todas comungam da mesma fé.
Ainda bem que não existe uma IA do tipo "Ignorância Artificial". A ignorância natural já é tremendamente sufocante para a minoria que pensa — uma minoria que, mesmo possuindo uma mente naturalmente crítica, viu-se obrigada a criar suas próprias ferramentas artificiais. Infelizmente, tudo isso tem sido freado por sistemas feitos para agradar os mais néscios, parvos e burros também.
O jeitinho brasileiro é filho da exploração europeia com o escravismo negro indígena, e pai do atraso nacional.
A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ao ser usada por alguém que tem uma desinteligência natural, ela acaba se transformando em uma IGNORÂNCIA ARTIFICIAL.
O que se faz necessário é apenas uma Justiça que seja plural e irrestrita. Caso contrário, isso não é justo!
Se isso não for feito, torna-se paradoxal a ideia de democracia e de direitos iguais para o povo.
Uma justiça que não é plural — ou seja, que não contempla as múltiplas realidades sociais, culturais e econômicas —, e que não é irrestrita — ou seja, livre de amarras ideológicas, políticas ou econômicas —, é uma justiça falha.
Os pobres de direita são os que defendem os opressores por alienação - são como se quem carrega o fardo da Ignorância coletiva deste país dizendo serem suas ovelhas com muito orgulho.
PARANÓIA
Se você é mais ou menos normal, mentalmente, que não é o meu caso e quer ficar paranóico, é simples, tente inteirar-se sobre astronomia, você entra numa paranóia enorme, só a pessoa saber que quando você olha para cima e muitos daqueles astros já não existem, já explodiram há milhares de anos, isso é ou não é para ficar maluco?
Fortaleza/Cê., 09 de julho de 2025.
Eu, nós e você não escolheu ser escravo. Você eu e nós somos escravos do sistema como todo mundo, e independentemente de sermos esses um dos 5% e não querer ser. A diferença está é se você vê as cordas ou não. A diferença crucial não é querer ou não, mas perceber, até porque, quem vê as cordas, sente o peso delas — e por isso sofre mais. Quem não vê, dança feliz, achando que é livre.
Eu concordo com isso também. O certo, lógico, racional e óbvio, é que o ideal — e até mesmo salutar — seria que morrêssemos, sim, mas de forma que nenhum vício fosse o causador disso.
Procura, então, a satisfação de ver os teus vícios morrerem antes de ti.
Você se torna o porto seguro de alguém, quando você vê traços de tristeza no sorriso, quando você vê uma lágrima presa em um olhar reflexivo e por fim quando só você entende a dor sem gemidos, mas, isso tudo acontece com o preço alto, do seu silêncio que corta sua entranhas por esse alguém.
Acreditar sem questionar é abrir mão da razão. E a razão, quando livre da manipulação dogmática, tende a buscar a verdade — por mais incômoda que ela seja.
Concluindo: a inteligência não está em crer ou não crer, mas em saber por que se crê ou se deixa de crer. Pensar é sempre um ato de coragem.
Só acredita na Bíblia quem, antes de tudo, busca pertencer a um rebanho e foi conduzido sem questionar se o que lhe disseram eram mentiras ou verdades. Isso ocorre porque não possui – ou não desenvolveu – lógica, razão, senso crítico e discernimento. Essas são faculdades mentais imprescindíveis para demonstrar inteligência ou, ao menos, a capacidade de pensar de forma independente.
