Caos
O mundo é um caos disfarçado de normalidade.
Todo dia fica mais difícil acreditar em algo bom ou minimamente verdadeiro. É política, guerra, inflação, violência, gente adoecendo principalmente por dentro. Emoções em colapso, empatia em extinção.
E isso deixa claro: estamos vivendo um padrão onde a compaixão virou exceção e sentir virou fraqueza. As pessoas estão mais frias, mais inconstantes, mais vazias.
Mas é exatamente aí que entra a escolha.
Não se entregar. Não se validar. Não se moldar.
Ser diferente hoje é um ato de resistência.
Ser inteiro, presente e consciente já é fazer barulho.
Que sejamos a parte que não endurece, que não se perde, que não vira mais um.
Talvez a mudança seja só 0,01%.
Mas é assim que o mundo começa a mudar.
São tempos difíceis, o mundo está um verdadeiro caos.
Às pessoas estão cada vez mais frias e impacientes para com as outras. Não às julgo!
Mas se você puder fazer a diferença com uma conversa, um abraço ou com um simples sorriso, isso pode significar muito para alguém.
Não há verdade que resista ao olhar do homem que aprendeu a contemplar o caos dentro de si com serenidade.
Sou feita de fragmentos indomáveis,
de partes que sangram poesia e sobrevivem ao caos.
Não sou calma — sou mar em ressaca,
sou lucidez depois do excesso,
sou o que fica quando tudo vai.
Carrego amores mal resolvidos no bolso,
cigarros que nunca acendi,
promessas quebradas no fundo do peito
feito garrafa jogada no asfalto da memória.
Tem dias que me reconheço inteira no espelho,
noutros, só vejo estilhaços.
Mas ainda assim eu vou —
de salto, de risco, de coragem torta,
porque parar nunca foi opção pra mim.
Me perco fácil nos olhos de quem sente demais,
me encontro rápido na música alta,
num verso cru, num gole amargo,
num “fica” dito sem planejamento.
Sou feita de falhas bonitas,
de ruínas que aprenderam a florescer.
E mesmo em pedaços, eu ardo,
eu canto, eu erro, eu amo —
porque ser inteira nunca foi sobre perfeição,
sempre foi sobre intensidade.
A cultura acaba quando o caos toma conta de uma sociedade sem sentimentos.
Poeta Pernambucano Fernando Matos
Na gestão de catástrofes, a logística reversa constitui uma ponte entre o caos e a esperança, alinhando o material às necessidades humanas e convertendo vivências em aprendizagem contínua.
Quando a pessoa está solteira, se busca a paz em casa, pois o caos está nas ruas
Quando a pessoa está casada, o caos está em casa, por isso se busca a paz nas ruas.
05 FEV 2023
O que se chama de "profeta do caos"? É quando se antecipa a catástrofe antes mesmo que se configure uma mudança que não se admite!
Cartas
Caos de sentimentos
Atirados em restos
Torturas de amar
Seco demonstrar
Por isso digo
"Cartas de amor são ridículas"
Quem se entrega à incerteza já está dominado pelo caos. A incerteza, incompreendida na própria evolução, nasce da mente insegura que desacredita da sua própria força e potencial.
Num mundo onde o amor está oprimido,
largado, jogado no caos, — eu não me vejo em você.
Num mundo onde a verdade é inversão de valores,
eu não me vejo em você.
Num mundo onde a justiça não faz justiça
e o inocente é esmagado,
eu não me vejo em você.
Num mundo onde o Criador e o universo
não habitam a vida das pessoas e das famílias,
eu não me vejo em você —
você que um dia foi o templo de Deus.
Há um amor despedaçado, calado, impossibilitado.
Caído, lastimável, jogado ao caos, amaldiçoado.
Mesmo antes de nascer, já estava condenado.
Mas ele requer mudança — uma nova busca,
possibilidades para receber outro começo.
Escrever outra história, frente a frente, haverá.
Então os fatos serão contados,
a dor será curada, sim.
A trajetória, reescrita em um novo livro,
para que as mãos possam palpar outras mãos,
os abraços abraçarem abraços entrelaçados,
olhares olharem olhares num mesmo olhar,
a boca beijar beijos no reencontro do beijo.
Quebra-se a maldição caótica na fusão de dois,
de dois corpos num tempero de temperatura.
O ambiente reluz em furiosa ambição,
ao reencontro mágico do amor, amor, amor.
É impressionante a índole de algumas pessoas, que vivem em função de um fato, elas tramam o caos, manipulam o cotidiano, atacam, inventam e colocam uns contra os outros... O mais cruel de tudo, após o fato consumado, se diverte em sua poltrona sentado, em gargalhadas vestindo um personagem, do tipo aqueles dos filmes de terror, vive e se diverte com o resultado de seu plano mal-assombrado... É triste ver que muitos caem nesta armadilha, são mentes inferiores, que se deixam levar por um simples boato, passando adiante e reproduzindo o mesmo plano, fazendo parte do mesmo fato... Enquanto isso, o personagem principal, aquele que tudo inventou, segue se divertindo, pois sabe que com a sua maldade, mais pessoas ele contaminou.
“Às vezes, o que chamamos de caos é só a vida reorganizando as peças para que a gente se encontre de um jeito novo.”
