Caos

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Enquanto o mundo mergulhava no caos, outra coisa estava acontecendo. Algo extraordinário.

⁠Em meio ao caos do mundo moderno, precisamos erguer a nossa voz contra toda sorte de imundícia e de iniquidade, afirmando bem claro para todo o mundo ouvir que o inferno já está preparado para todos aqueles que negam a Cristo e se deliciam com o cálice dos prazeres deste mundo.

⁠ Você é caos em forma de poema

“Valsar”

Não há nada errado
em dançar em meio caos.
Nele
você saberá
se precisas ser encontrado
ou não.

Talvez eu não precise do caos de alguém conquistando meu coração.

⁠rasa minha mente está
depois de tanto cãos interior que a mesma me dá

⁠Caos interior

A tristeza invade o meu coração,
tudo fica escuro
e mesmo sendo dia claro,
ainda assim a escuridão é plena...

Não consigo falar o que sinto
Me calo...
Me calo, porque palavras magoam

Mas, o que me resta?

Me restam lágrimas, simplesmente lágrimas e vazio
Vazio profundo, deserto, desespero na alma

Quando estou sozinha, choro, choro...
E o choro acalenta, suaviza...

Chorando, mergulho no mais profundo do meu ser
E sinto o caos...

A escuridão traz caos
A escuridão transforma o poço mais raso em profundo abismo
E preciso fugir de caos

Dirijo a minha alma para a luz, caminho em direção à luz...
Mesmo cansada,
não deixo de refletir
que a vida deve ser serena, suave e plena...

Mesmo dilacerada,
procuro ser lanterna para os perdidos
na escuridão, no despenhadeiro...
Consolo os reprimidos, ajudo os angustiados...
Pois as dores do mundo são cruéis
Eu também estou a mercê dessas crueldades

Mas consigo camuflar a minha dor
Que, na maioria das vezes,
é causada pelos próximos

Mas eu entendo...
o dia a dia é um corre-corre,
as pessoas ficam sem paciência
E são capazes de magoar
Magoar com palavras e até com atitudes...
Às vezes, imperceptíveis...

Mas eu entendo...
E o meu pranto, os poucos, vira soluço...
Prantos com lágrimas, prantos sem lágrimas
Pranto silencioso, introspectivo

Então, ouço uma melodia,
Perdoo...
Pego a minha lanterna
E recupero a alegria

⁠Quando acordei, com amarras de ferro virei refém. Preso num loop infinito de caos e tormento, naquele lugar dantes com aparencia pacífica, mas que se converteu num mar de incertezas.
Suas ondas violentas me lançavam brutalmente para longe, enquanto eu desesperado tentava me agarrar ao meu barco de papel.
Busquei acalmar tais ondas, tentando mudar sua essência e torná-las calmas e habitáveis, porém a medida que lutava contra a maré, mais ela revidava, me causando danos ainda mais irreparáveis. Cansado, com dor, desesperado, ferido e desanimado... Fui bruscamente lançado fora daquele universo nocivo. Um universo que atraía cansados marinheiros com suas belas canções e naufragava seus navios...

⁠Os senhores desse mundo necessitam se alimentarem da Idolatria, do ódio e do caos, para manterem a engrenagem estrutural nos séculos. Onde o homem cria e mantém sua própria escravidão, nas mais belas fachadas e adocicadas ilusões, da não vida manifesta que se acorrenta na morte permanente.

⁠Em meio ao caos procuro um cais...

⁠...
Nesse mundo de caos, sentimentos líquidos, verdades dissimuladas e mentiras honestas, posso concluir que a cegueira e a surdez ajudam (e muito) na nossa sanidade.

Como não posso fechar os olhos e tapar os ouvidos, reajo diferente. Crio enquanto a maioria copia, produzo enquanto a maioria tende a procrastinar, invisto enquanto a maioria consome e acredito naquilo que todos duvidam.

⁠Se somos⁠ instrumentos divinos e o caos nada mais serve a não ser para nossa evolução, no que se diferem os anjos dos demônios?

⁠Todo dia é um grande caos

Eu não aguento mais viver comigo. Eu sou um caos.

⁠A maior PROVA de Fé é o desespero SUPERADO em meio ao caos e a dor.

⁠O caos é bom. Vai nos tornar ainda mais fortes.

⁠Para quem é acostumado com o caos o silencio é um tedio!

⁠A identidade assume o controle.
A direção aponta o caminho.
A liberdade desfaz o caos.

⁠Palavras

De um simples tom
Caos
Que se toma
Forma

Explodindo amorfa-mente
Delegando forma insípida
A uma única essência cabal

De uma dualidade em um lago
Deuses viram flores
Lagos viram pedras
E sal é o que resta

Mas de uma forma
Me contento
Aprendendo com calento

Em egoísmo a dualidade, se separa
Da sociedade se aparta

Assim lhe conto
Duas, belas histórias
Que a terceira venha há equilibrar

Com o sumo de dois
Em prosas tortas
Amassa a mente

Assim dividindoos, debatendo
De debates, sem acalento
Para o fim resta.

O terceiro.
O fato.
Imponente ao se forma.

De todas as vertentes a palavra é...
E sempre será o poder
De criar.

Att. Aurora Naomi Serra de Mendonça

⁠Ame teu caos
da mesma forma
que amas tua luz.
Afinal, são você.

— Lothian Andrade