Cansei de Acreditar no Amor

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Não existe ignorância maior que acreditar já saber o suficiente.

Enquanto houver uma criança com frio, fome e medo; não há possibilidade de acreditar que existe ética!

As redes sociais são paradoxais: fazem-nos acreditar que estamos bem acompanhados, mesmo quando estamos sozinhos em um quarto.⁠

É preciso ter confiança no seu próprio potencial; se você não acreditar em si mesmo, quem vai acreditar em você?

O segredo está em acreditar realmente no poder das suas palavras e da sua capacidade mental em realizar.

Acreditar vai bem além que apenas palavras soltas por aí, é algo que acontece dentro de si.

Se vai te fazer bem ou mal, depende do que você vai escolher acreditar.

⁠Havia um tempo em que bastava encostar o rosto na janela
e acreditar que o amanhã traria algo bonito.
O coração era pequeno, mas cheio de fé.
A gente esperava o inesperado,
ouvia o sussurro dos ventos,
e sorria, mesmo sem saber o motivo.
Porque, no fundo, a alma já sabia:
tudo o que é verdadeiro chega no seu tempo.

— Edna de Andrade

⁠Acreditar…
é o primeiro abraço que damos em nós mesmos,
quando tudo parece distante.

É confiar no passo, mesmo sem ver o caminho todo.
É saber, lá no fundo, que existe força onde hoje só há cansaço.

Acreditar é recomeçar com delicadeza,
é continuar — mesmo com medo.

Respira.
Fecha os olhos.
E acredita:
você é maior do que qualquer dúvida.

— Edna de Andrade

Nem tudo precisa de uma resposta imediata

Existe uma ansiedade silenciosa que nos faz acreditar que precisamos entender tudo agora. Queremos saber por que alguém mudou, por que um plano não deu certo, por que a vida tomou outro rumo. Procuramos respostas como quem acredita que elas têm o poder de aliviar toda dor.

Mas a vida nem sempre responde no momento em que perguntamos.
Algumas respostas chegam meses depois. Outras aparecem quando amadurecemos o suficiente para compreendê-las. E há aquelas que talvez nunca venham.
Aprender a conviver com o que ainda não entendemos não é desistir da verdade. É reconhecer que nem tudo depende do nosso tempo.
A serenidade começa quando deixamos de exigir que a vida faça sentido imediatamente. Aos poucos, percebemos que algumas páginas só podem ser compreendidas depois que o capítulo termina.

Enquanto isso, seguimos vivendo.
Porque viver, muitas vezes, é continuar caminhando mesmo quando as respostas ainda estão a caminho.

Pepita de Oliveira

"" Todo dia brota na alma uma essência capaz de te fazer vencer...É só acreditar...""

Atravez das suas palavras, chego a te imaginar, e confesso q posso te tocar, e acreditar q esta tao perto, e junto podemos ser um so...

Os discursos são poderosos e manipuladores: o falante convence o ouvinte e também passa a acreditar no seu discurso como verdade legitimada.

Existem histórias que as pessoas escutam e têm dificuldade de acreditar. Não porque sejam impossíveis, mas porque ninguém deveria precisar viver algo assim.


Parte da minha história começou antes mesmo de eu ter idade para formar lembranças. Minha mãe me contou que, quando eu ainda era um bebê, fui amarrada e submetida a maus-tratos durante horas pelo homem que deveria ter me protegido. Ela dizia que assistiu a tudo tomada pelo medo. Ao longo dos anos, ela me contou diversos episódios da minha infância que eu jamais poderia recordar sozinha, mas que ajudaram a explicar muitas marcas que carrego até hoje.


As primeiras lembranças que tenho são de medo.


Lembro de acordar muito pequena, com cerca de três anos de idade, ouvindo uma briga dentro de casa. Havia gritos, desespero e violência. Em meio àquela confusão, fui puxada de um lado para outro enquanto minha mãe tentava escapar. Naquele momento, senti um medo que uma criança não deveria conhecer.


Curiosamente, a única coisa que me lembro de ter pensado foi uma frase que eu ouvia minha mãe repetir quando passava por situações difíceis:


"Deus, me ajuda."


Eu nem compreendia completamente o significado daquelas palavras. Apenas as repeti dentro de mim.


Essa lembrança me acompanha até hoje porque foi uma das primeiras vezes em que senti que precisava me agarrar a algo maior do que eu para continuar.


Anos depois, já com oito anos de idade, vivi outro episódio que jamais esqueci. Eu costumava levar uma menina menor para a escola. Certo dia, almocei na casa dela e acabei chegando mais tarde em casa. Lembro de sentar em uma cadeira depois de voltar. O que aconteceu em seguida desapareceu da minha memória. O próximo momento de que me recordo foi despertar assustada em meio a uma situação de agressão e punição.


Foi uma das primeiras vezes em que percebi como o medo podia surgir sem aviso e transformar um dia comum em um dia inesquecível.


Também me recordo de outra situação envolvendo meu tio, que tinha idade parecida com a minha. Nós éramos apenas crianças. Havíamos sido encarregados de uma tarefa, mas acabamos nos distraindo brincando. O resultado foi uma punição extremamente severa.


Naquela época, eu não entendia por que crianças eram responsabilizadas daquela forma por comportamentos que eram próprios da infância.


O que ficou em mim não foi apenas a dor daquele momento, mas a sensação de injustiça. Eu era apenas uma menina tentando viver a infância que toda criança merece viver.


Outra lembrança marcante aconteceu quando cheguei da escola e encontrei meus irmãos reunidos em um ambiente tomado pelo medo. Recordo do clima de tensão, das palavras assustadoras, das ameaças e da sensação de impotência. Naquela noite, quase não consegui descansar. O medo parecia ocupar todos os espaços da casa.


Durante muitos anos, essa foi a realidade que conhecemos.


Minha mãe fugia.


Depois voltava.


Nós fugíamos.


Depois éramos levados de volta.


O ciclo parecia não ter fim.


Uma das lembranças mais fortes que guardo aconteceu durante a adolescência. Eu já trabalhava como estagiária e havia recebido meu primeiro salário. Cheguei em casa feliz, trazendo comida para a família e entregando parte do dinheiro para minha mãe.


Eu queria ajudar.


Queria construir algo melhor.


Mas aquela noite se transformou em mais um capítulo de sofrimento.


Foi a partir daquele momento que compreendi que, se eu quisesse sobreviver emocionalmente, precisaria partir.


Saí levando apenas o essencial. Algumas peças de roupa, minha coragem e a esperança de construir uma vida diferente.


Eu tinha apenas dezesseis anos.


Mesmo sendo tão jovem, sentia que precisava tentar salvar não apenas a mim mesma, mas também meus irmãos.


Conseguimos sair juntos. Encontramos um lugar para recomeçar. Durante alguns dias, acreditei que finalmente estávamos livres.


Mas, pouco tempo depois, minha mãe decidiu retornar para aquele ambiente.


Foi nesse momento que compreendi uma das lições mais difíceis da minha vida: nem sempre conseguimos salvar quem não está preparado para romper com aquilo que o machuca.


Hoje, quando olho para trás, percebo que muitas lembranças se perderam no tempo. Existem acontecimentos que já não consigo recordar com clareza. Existem cicatrizes cujo momento exato de origem desapareceu da minha memória.


Mas as marcas permaneceram.


E, de certa forma, elas contam uma história.


Não apenas a história da dor.


Mas a história da sobrevivência.


Porque apesar de tudo o que vivi, eu continuei caminhando.


Apesar do medo, continuei acreditando.


Apesar das feridas, continuei amando.


Apesar de todas as tentativas de me destruir, construí minha própria liberdade.


E talvez essa seja a maior vitória de todas.


Eles marcaram partes da minha história.


Mas não conseguiram definir quem eu me tornaria.


Hoje, eu não sou a criança assustada que vivia esperando a próxima tragédia.


Sou a mulher que sobreviveu a ela.

Hoje eu escolho olhar para mim com carinho.
Hoje eu escolho acreditar em mim.
Hoje eu escolho continuar.
E, aconteça o que acontecer, eu nunca mais vou me abandonar.

NINGUÉM PRECISA ACREDITAR NA MUDANÇA DE NINGUÉM. A MUDANÇA DO SEU PRÓPRIO EU, JÁ É O SUFICIENTE PARA SER OBSERVADA ATRAVÉS DO SEU PRÓPRIO AUTOCONHECIMENTO.

Não procuro comprovações para as minhas crenças; procuro-as para ter em que acreditar.

Parece que acreditar na mentira e mais facil do que correr atras da verdade

Inserida por JailtonCastro

"Era difícil acreditar, quase não dava pra perceber olhando seu rosto. Mas ela estava em um caminho sem volta, seu coração a deixava sem escolhas, ela dormia e sonhava com seu rosto, e acordava novamente com aquela dor. Ela queria se destruir, te fazer sentir ódio dela, acho.
Ela não sabia o que fazer pra te afastar, era inevitável a sua presença diariamente, ela sabia que aquilo era um erro, e que seu amor nunca seria correspondido, queria optar por esquecer, então, passou a preencher o vazio com seus erros e notou que nada adiantaria, seu coração estava tomado pelo sentimento do amor."

Inserida por JessicaOliver19

"O garoto vivia dizendo que a amava, mas ela se recusava a acreditar! Com seus olhos orgulhosos ela dizia que não e sempre o magoava. Durante a noite, com seu celular em mãos, ligava pra alguém que não necessitava de sua companhia, era feita de boba.
Porque o valor das pessoas diminuem quando elas demonstram nos amar?"

Inserida por JessicaOliver19