Cansei de Acreditar no Amor
Um Estranho Amor!
Em meio a uma tempestade,
Um amor nasceu...
Veio confuso,
Sem ninguém entender.
É real esse sentimento
Ou será reflexo dessa
Catástrofe onde cresceu?
Assim como o tempo lá fora,
Essa conexão ficou mais forte,
Uma dualidade lutando
De igual para igual...
Porém, apenas um
Pode sobreviver.
Não é uma opção;
Não há como escolher.
Os dois vieram do universo,
É o seu destino e o meu...
A natureza é muito sábia.
Não é, e nunca foi, um castigo amar!
O vendaval é só tempero
Que todos têm que enfrentar.
O apego é consequência
De algo já enraizado.
Não veio de hoje,
Nem de ontem,
Mas de um passado
Bem distante.
É sim um estranho amor...
Que na noite escura da alma chegou.
No meio da dor e do desespero,
Esse grande afeto sobreviveu.
Mas veio como presente!
Não é karma...
Não é ilusão...
É uma bênção!
Um arco-íris
Que surge na chuva...
Todos olham;
Mas ninguém entende.
O amor nunca é estranho.
Mesmo com as dificuldades...
Não importa quando ou de onde veio.
Ele é sempre uma verdade.
Se ele nasceu...
Surgiu...
E acordou...
O importante é que permaneceu.
Além do tempo... Do espaço...
Dos sonhos, no espiritual...
O meu amor não é estranho...
Ele é real!
O amor de verdade não tem pressa.
Ele não corre — ele sente.
É no toque demorado, no olhar que fala, no silêncio que arrepia...
É quando o corpo vira abrigo e o tempo para sem aviso.
O universo, com sua sabedoria infinita, sempre nos devolve o que entregamos, seja em gestos de amor ou em sombras que projetamos.
Quanto mais intenso for
a dúvida sobre o amor,
Mais vasto será a certeza
de que é pouco o tempo
de aproveitá-lo...
Só percebemos o valor da água
Quando a fonte seca
E no amor é a mesma coisa
Talvez ele esteja em sua frente
As vezes não conseguimos enxergar
Quando percebemos, muita água já rolou,
aí já é tarde
O que fica é um coração partido
Cheio de saudade
o que é o amor ?
O amor é o cuidado, é escutar o que outro tem pra dizer, é o ato de se preocupar como o outro está se sentindo.
Todo mundo é substituível, seja um amigo de longa data ou um grande amor que você teve durante a sua vida miserável. Sempre haverá alguém que faça você esquecer do porquê estava chorando quando estiver chorando de tanto rir com uma piada sem graça.
Eu nunca acreditei nesse papo de “o primeiro amor é o que fica”, sempre achei que não. E na verdade, não é. Você foi o meu quinto amor, mas o meu único amor.
Eu aprendi no amor esperar. No prazer me deliciar. Na cama com carinho uma pele masagiar. Aprendi a amar sem interrupções. Onde só o sim se ouve. Nada pela metade ou pedaços. Aprendi a dar e receber amor por completo. Olhos. Boca. E coração tudo numa só junção na mesma função. sou de fazer amor como amar um amor. Aprendi a ser o prazer repleto de prazeres. Não a não. Tudo fica por conta da imaginação. Não existe não talvez ou porquê. Será do começo ao fim apenas o som da palavra sim. Assim me guio na forma mais linda de fazer amor. Assim sou e serei com o meu amor.
A única prova de amor existente e verdadeira é aquela que não proponha exigência. Porque o amor resistente é aquele que a tudo supera e se doa por inteiro. O amor duradouro é aquele que permanece por uma eternidade. E quem ama. Ama por uma intensidade de motivos sem limites.
Jose A Nascimento
Deixa-me prova meu amor a ti. Me deixando livre pra ir em todas direções. Mais sempre retornando a um coração onde só tenho amor pra entregar
Jose A Nascimento
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora,
Como um mendigo que lamenta e chora.
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Não há decreto que o faça mais doce.
Se o bem-querer não nasce por vontade,
Qualquer esforço é pura falsidade.
Rasgo, portanto, as folhas da ilusão,
Não sou o banco de outro coração!
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Ao fim da luz, a alma exausta e cega,
Cobra o afeto que o outro então lhe nega.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando o afeto qual vulgaridade.
"Dai-me atenção", o peito assim implora
Lembrar ao outro que inda estamos vivos,
Torna os amantes míseros cativos.
Rogar carinho, suplicar clemência,
É o triste fim de toda a inocência.
Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Fez-se o amor um ofício, um fardo frio,
Rotina vã de um coração vazio.
Cobramos foros dessa vã saudade,
Tratando afeto como vulgaridade. "Dai-me atenção", o peito assim implora,
Lembrando ao outro que ainda estamos vivos.
Mas tal súplica torna os amantes cativos,
Rogando carinho, suplicando clemência —
É o triste fim de toda a inocência. Porém, se é lei pedir, já tudo errou-se;
Quero o calor que chega sem cobrança,
Pois no amor servil não há esperança.
Descobri que minha mente ao pensar no amor fica tão criativa e a felicidade se torna dependência nossa e não do outro.
Carlos Semog 12/01/22.
