Caminho

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O caminho mais longo de um percurso não é o mais distante a ser percorrido, mas aquele que caminhamos sozinhos.

A vida é assim,
tantos caminhos a se escolher e você escolhe este,
o caminho que escolheste define sua história,
define seus amigos, define sua família,
define o seu fim!

Quando você ilumina
o caminho do outro
a luz reflete em si mesmo!
Nada está separado do Todo!

Debate existencial por si só não nos leva a lugar nenhum.

O fundamental, seria as pessoas começarem a compreender e aceitarem que não estão sozinhas no mundo, que fazem parte de um todo e que estão ligadas a tudo que as cerca.

Sem uma ação consistente, não basta para acabar com o vazio dessa vida moderna, atropelada e histérica.

Ter espírito de cooperação é a forma mais sensata e nobre de inteligência espiritual e torna, assim, nossa existência mais plena, rica e satisfatória.

Como podemos acreditar que o que afeta o outro não pode nos afetar?

Como podemos achar que o nosso território é uma fortaleza inabalável e inalterável?

Como podemos fechar os olhos para o sofrimento alheio, sendo omissos, e com essa atitude achar que podemos mudar algo?

Compreendo que desde um grão de areia às águas profundas do oceano têm estreitas e definitivas relações conosco.

Uma vez conscientizados desse fato, a existência terá outro foco.

Aprenderemos que a dor do outro é também nossa, e então poderemos nos conectar com a lucidez que carregamos dentro de nós e espargirmos nossa luz, com sentimento de união, para nos integrarmos, enfim, à verdadeira empatia, à compaixão e
ao amor fraterno.

Deixo-os, agora, com suas próprias reflexões sobre como estão suas vidas.

Meditem, avaliem e sintam o que de verdade vocês estão realizando ou não.

O que de fato estão cumprindo aqui e agora, para o bem de todos e do nosso planeta?

Eu também fico aqui, com as minhas próprias conjecturas, indagações, reflexões e uma enorme esperança mesclada por uma suave nostalgia que me acompanha permanentemente.

Buscarei, sempre, encontrar palavras que me aproximem mais de vocês, para que, iluminando-os, eu consiga iluminar a mim mesma.

Não existe separação quando o amor se manifesta!

Para todos nós muita Luz sempre!

Mais que ser um caminho é um meio que facilita e aproxima o crer.

Às vezes é necessário sair de cena e avaliar se o caminho que estamos percorrendo está correto.
Fatos, pessoas, situações, ambiente, planos são o tema dessa avaliação.
Não tenha pressa, faça do tempo seu aliado...

Sou uma gota de chuva solitaria, igual as demais. Faço-me unica nos caminhos onde passo, e nas faces a onde toco.

São os caminhos de pedras que nos levam a conquistar as grandes montanhas.

Na vida sempre temos três caminhos... O certo, o errado e o do coração. O certo nem sempre é certo. O errado nem sempre é errado. Mas o do coração é sempre o do coração. Por isso, siga sempre o

"O que importa na vida, não são as pedras que você encontra pelo caminho,mas sim; as flores que você deixa de plantar".

Deus é o Senhor de todo o tempo! Acalme-se e confie! Sua bênção já está a caminho!

Ajudar a um irmão que vive ao relento sozinho
a carregar a sua cruz e a vencer o seu caminho,
não é só um ato caridoso que realizamos...
Existe a mão de Deus, é mais um de seus planos!

Quando não temos as respostas, precisamos viver com as perguntas e e encontrar nosso caminho.

Abra um burraco na direção do caminho que você escolheu, e continue seguindo em frente .

APROFUNDANDO A FÉ NO CAMINHO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA
(França, Espanha e Portugal)
De uma forma ou de outra, desde pequena, tenho buscado aquela fé que consegue remover a inquietude humana e proporcionar a paz essencial à vida neste ou em qualquer outro plano.
Quando criança e adolescente, acreditava que tinha essa fé, isto porque participava ativamente, mesmo de forma ingênua, em atividades da Igreja Católica.
No entanto, a idade adulta, ou seja, a vida no Colégio Central em plena ditadura militar, na Universidade e, depois, como docente, aluna de mestrado e de doutorado, envolvi-me em movimentos político-sociais, na luta por uma sociedade mais justa e igualitária, por um ensino de qualidade, por melhores condições de vida, entre outros, ficando invisíveis muitos dos valores religiosos que foram inicializados na minha infância.
Não mais livros religiosos, procissões, palavras proferidas em missas, novenas etc, mas livros que mostravam a realidade mundial, brasileira, baiana: desigualdade social, pobreza, desemprego, inacessibilidade a serviços básicos como educação e saúde, além da baixa resolubilidade desses serviços.
Uma mudança, por que não dizer, radical!
Essa nova vida não me deixou perceber que a vida com Deus é, como diz Frei Inácio de Larranaga, vida de fé, e fé não é sentir, mas saber; não é emoção, mas convicção; não é evidência, mas certeza.
Viria compreender um pouco essa mensagem algum tempo depois, ao vivenciar a dor de perdas acumuladas, especialmente a do meu filho de 20 anos, que me levaram a um estado de “cansaço” intenso! Não tinha a ideia de que procurava um deserto, isto é, sair do lugar onde vivia, trabalhava, e retirar-me para um lugar solitário: campo, bosque, montanha...
Teria que ser algo que me fizesse conhecer melhor o meu eu para superar a dor, para me superar.
Caminhar/peregrinar foi uma opção pois cada caminho é um caminho que nos leva ao desconhecido, ao que esse desconhecido é capaz de nos ensinar.
Em apenas uma semana lá estava eu fazendo, a pé, como peregrina, o Caminho de Santiago de Compostela, inicialmente, o Caminho Francês (33 dias pelas montanhas).
Ao chegar à Santiago e assistir à tradicional Missa dos Peregrinos, senti um “vazio” profundo, uma necessidade de continuar caminhando rumo ao desconhecido. Foi incrível! Ainda estava faltando algo!
Então, decidi fazer o Itinerário Santiago/Fisterra-Muxia (Costa da Morte), não aprovado, naquele momento, pela Igreja Católica, porque era permeado pelo misticismo.
Foram mais 96km pelas montanhas, com apenas três albergues à disposição do peregrino. Ao chegar em Fisterra-Muxia, onde fiquei uma semana bastante envolvida pelo seu misticismo, vivenciando momentos especiais, tudo ficou mais confuso. Descobri que ainda não havia conseguido a revelação que buscava e que não era muito clara para mim.
Continuar caminhando/peregrinando, não mais pelas montanhas mas por terras planas, vales e montes, seria uma saída: o Caminho Português ao “reverso”, isto é, de Fisterra-Muxia (Espanha) para Porto (Portugal). No entanto, encontrei-me em um “Caminho” sem “calor humano”, com poucos peregrinos, albergues vazios mas fui parcialmente compensada ao participar, em Redondela, durante três dias, como voluntária, da construção de tapetes de flores, com desenhos religiosos, nas ruas desta cidade portuguesa.
Ainda inquieta, tomei a decisão que deveria estar “guardada” no meu íntimo: de trem, fui de Porto para Fátima onde tentei deixar uma medalhinha desta Santa, que meu filho usava quando mudou de plano. Fátima não era o seu lugar! Uma freira orientou-me a levá-la de volta para o Brasil, onde, num certo dia, ao mirá-la, de forma especial, levantei-me repentinamente, fui ao cemitério e mandei cravá-la no túmulo do meu filho. A partir daí, não mais me preocupei com a medalha uma vez que ela já estava onde deveria, provavelmente, estar há muito tempo.
Bem, consciente ou inconscientemente fiz um deserto, um tempo forte dedicado a Deus em silêncio, solidão, e pude sentir como na fé Jesus toca as nossas feridas, especialmente aquelas que nos machucam muito!
Para Frei Ignácio, a vida de quem crê é uma peregrinação. Mas eu não sabia o que é “ser peregrina”. Aprendi no Caminho que o peregrino não sabe nada: onde vai dormir nem o que fará no dia seguinte; que fadiga, incerteza e insegurança são o pão do seu cotidiano; e que ele tem uma meta mas não consegue vê-la claramente. Assim, comecei a entender que as duas forças dialéticas da fé podem ser a certeza e a obscuridão.
Dessa experiência existencial, um dos grandes aprendizados na minha vida: quando pensei que o objetivo infinito estava ao meu alcance, nas minhas mãos, Deus se ausentou e silenciou; apareceu, desapareceu; aproximou-se, afastou-se; tornou-se concreto e se desvaneceu. Foi nas montanhas, em direção à Astorga (Espanha), onde me perdi por 14h. Pedi socorro a Ele mas tão logo encontrei o “sinal” do Caminho, deixei de crer e me perdi de novo...
Apesar do meu “afastamento/alheamento”, passei a perceber que deveria reduzir a silêncio a minha mente quando ela tentasse se rebelar e que deveria abandonar-me na fé.
Mas, como é difícil ter “aquela” fé que tudo suplanta!
Só Ele sabe como tenho tentado/venho tentando...

O caminho mais certo para vencer é tentar mais uma vez.

Que a serenidade e sabedoria encontre o caminho de andarem juntas, podendo assim manter o rumo da vida em harmonia - LABJ

Que cada passo que eu der me leve para os melhores e mais floridos caminhos, caminhos tais floridos não são de flores, mais também de sentimentos, que sejam puros e verdadeiros. Chega determinados momentos na vida que a gente simplesmente deixa de acreditar... Mais há sempre em nos mais esperança do que conformismo confesso que ainda quero acreditar em muitas coisas quero um dia ter a certeza de que minhas esperanças nunca foram em vão. A sempre uma luz ao longo do caminho e é nessa direção que mantenho minha fé.

Não importa onde se chegou na vida...mas sim, os caminhos que percorreu.

Quando a vida abafa a nossa luz, Deus acende o sol para nós iluminar e nos recolocar no caminho certo...

Um brinde ao acaso. Um brinde ao que deu certo, ao que não deu em nada. Um brinde ao caminho incerto. Um brinde à tudo que acontece, um brinde ao que nunca vai acontecer. Tudo que mudou, e a tudo que nunca vai mudar.