Caminhar Junto
Pensar, sentir e tocar inclina-se para se despir para o desejo incalculável que se depara junto ao prazer que favorece ao instinto;
Minha existência pensa e muita das vezes eu sento o perfume da verdade fingindo em não ter mal algum;
Não sei se vivo com parecer forte demais ou se devo optar por outro caminho ainda não descoberto para tocar com os olhos e sentir com a alma;
Quero te galantear gritando para o mundo o quanto quero teu corpo junto ao meu para acalentar a minha dor;
Minha rotina não tem importância sem você junto a mim, mas o que você é, meu coração quer;
Eu quero mudar para encontrar a dignidade junto a ti, pois só não consigo ser feliz, a quem não busca;
Prosseguir e entender a precedência dos meus objetivos é a força que preciso para junto as minhas positividades abraçar a felicidade;
Quero viver as tuas intimidades junto a ti e propagar o amor que esperamos um do outro;
Entenda as minhas insistências sentimentais, não simplesmente atração física, mas sim amor verdadeiro;
Hoje me despeço da relação junto à solidão... Que sempre falou mais alto em minha vida!
Pois o amor próprio decidiu se impor e retomar as regias para que pudesse falar suavemente ao coração;
O amor me disse - a atitude é a chave do coração
Entrelaçando a afetividade junto da atenção
O meu canto mais discreto, espera lucidamente por um sim
O teu perfume me encanta relacionando o que sobrou de mim;
Um Anjo te direcciona para junto de mim
És parte da minha vida que eu desconheço
Ouvindo o silêncio, escuto a tua alma
Quero ser para ti o que ninguém ousou ser
Eu conheço os caminhos do teu coração
No silêncio da noite, é nele
Que adormeço e descanso feliz.
Um Anjo te direciona para junto de mim
És parte da minha vida que eu desconheço
Ouvindo o silêncio, escuto a tua alma
Quero ser para ti o que ninguém ousou ser
Eu conheço os caminhos do teu coração
No silêncio da noite, é nele
Que adormeço e descanso feliz.
Junto ao corpo os ossos gastos
Meus passos mais estreitos
No bolso um poema rasgado
Um coração espanca o peito
Os olhos não medem o largo
O ócio não espanta o cansaço...
Respeito a vontade e a liberdade inalienável de cada um de se posicionar junto a mim como um estranho mas na verdade em essência todos que participam comigo desta jornada dimensional conhecida como vida, são e os tenho como amigos e alguns um pouco mais como amigos irmãos. Quão bom viver em abundancia a amizade e nunca ter inimigos.
A ignorância e a insensatez junto com o não conhecimento das técnicas no mercado de arte no Brasil, deve ser considerada, imensa. Como ocorre no caso do mundialmente famoso artista Roberto Burle Marx. Além dos renomados projetos de arquitetura, paisagismo e urbanismo, o artista se dedicou ao desenho em varias técnicas das quais não conhecia. Entre elas a cerâmica, a vidraria, a estamparia e a joalheria. Esta ultima por sinal tão valorizada, as famosas jóias Burle Marx, ele só desenhou e nunca fez. Quem fazia era o renomado joalheiro da família, Haroldo Burle Marx ou H. Burle Marx, que tinha o contraste Burle Marx, que teve uma loja comercial de jóias, na rua Rodolfo Dantas, numero 6, no bairro de Copacabana e mantinha uma oficina no centro da cidade, em um dos andares do edifício Odeon. Sim o Roberto nunca fez jóia alguma só o Haroldo e o Veneziano, com seus ajudantes que fizeram. Eu particularmente fui a esta oficina por diversas vezes pois tinham por habito adquirirem gemas brasileiras para lapidarem. Nada errado, assim como a serie das jóias do Roberto Burle Marx, desenhadas a giz em papel "canson" preto, confeccionadas por contrato pela famosa joalheria H. Stern, no Rio de Janeiro, O mercado, por ignorância sobrevive de mitos que ele fez, mas outros grandes nomes também não as fizeram como Picasso e Salvador Dali, e nem por isto as jóias valem menos.
No Brasil de hoje o ser cívico sobrevive na nação, junto ao povo e se afasta cada vez mais do ser politico e demagogo.
“Conquanto o anseio consista em sempre estar junto, por ocasiões a distância impede o enlace aspirado, é quando a força do pensamento se avulta, deixando presente quem está ausente...Ósculos e amplexos.”
(Mário Luíz)
