Cair do Ceu

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Meu paraíso particular, ninguém sabe quao bem eu escrevo, ninguém vê quao bem eu vomito palavras que formam frases, eu sou a garota do abismo, mas já fui a girafa rosa, vomitar versos é algo que faço deis de a meninice, quando aprendi sobre poesia e tudo aquilo, eu amo escrever, eu posso dissecar a mim mesma numa folha, seja digital ou física,

Bendito gosto amargo que fica na boca, a língua se derrete na minha, me fazendo engasgar, e o seu gosto passa por todas as minhas veias como se já tivesse se misturado com meu sangue, puxa meu cabelo e me conduz ao erro, me faz usar a boca para dizer muito mais que palavras, me deixa assim, questionando o romeu, será que ele é marido ou só mais um perdedor que prescisa de algo para se sentir homem.
Brinquedo, diversão, atração, algo cabível nos planos, algo fácil e agradável que se adequa ao cronograma,
Aqueles olhos cegos que vêem menos que um pedaço de carne, aqueles beijos que me desmotivam a fechar os olhos, e me faz ficar com eles abertos para que eu veja oque ha e não seja complacente.

Sou Assim
Forte por fora, mas frágil por dentro
Com sentimentos e múltiplos defeitos
Sensível como as flores do campo
Qualidades simples e cheio de erros

Sou Assim
Desnaturado e sem senso de humor
Cheio de virtudes sem nenhum valor
Sou assim fusco sem brilho no rosto
Aceito a vida preso no triste passado

Sou Assim
Cheio de fraquezas e momentos de tristeza
Sem força na alma e coragem de seguir
Caminho sem endereço certo é assim
Pior que vazio deixado pela ausência

Sou Assim
Chorão, doente sem nada pela frente
Diferente que seu julgamento será eterno
Sou assim frágil e cansado teimoso e sensível
Que procura a lua como seu espelho
Sem lágrimas no rosto, mas dor no peito.

Sou Assim
Com um olhar profundo, mas vazio no coração
Disposto a enfrentar a dor da emoção
Desconhece a verdade de uma simples paixão

Sou Assim
Sou assim que ama o certo mas que acaba no errado
Que espera um futuro sem esquecer o passado
Que desacredita no amor e nos efeitos
Que espera sem paciência novos ares e novos tempos! Sou Assim

O AMOR, QUANDO ELE CHEGA


I
O amor, quando ele chega,
altera o tempo e o clima,
transforma a rota do vento,
desloca o eixo da Terra
e o hemisfério se inclina.
II
O amor, quando ele chega,
organiza o caos infindo,
desmantela o imponderável,
rasga as vestes da razão,
e o que antes era utópico,
nas cordas do coração,
desamarra o improvável.
III
O amor, quando ele chega,
desperta o desconhecido,
faz oscilar estações
pra confundir os sentidos.
IV
E, nessa linha de sombra,
respira uma verdade fatal:
o amor, quando ele chega,
nos expõe à vil tragédia
que não raro é seu final.

A Inteligência Artificial foi prevista por João e a chamou de "a besta". Ele disse que a imagem da besta ganhou espírito para que falasse, pressupondo que a besta era inanimado e ganhou vida ao receber espírito. João viu o avanço da Inteligência Artificial dominando o mundo e tendo vontade própria e fazendo coisas absurdas. Meus queridos, a Bíblia vem se cumprindo século após séculos, mas, às vezes, as pessoas a ignoram e normalizam o que deveria ser interpretado como ameaça. Usando as palavras escrita por João, imagino este cenário: uma Super Ia capaz de de realizar sinais inacreditáveis, curas e senso de JUSTIÇA nos tribunais, e o mundo se maravilhando perante ela. Bem aventurado os que guardam a palavra de Deus, pois já é possível conversar com as IAS como se fossem pessoas, mas muitos não enxergam o SER imaterial se materializando mas máquinas.

Doce Ilusão. ( Julio Bernardo do Carmo )


A ilusão espanta. Mas também fascina. Soa irreal ter nos braços a pessoa amada. Se tanto desprezo e asco me destina. Mas a ilusão de mil tramas é forjada. Se a tenho nos braços e me acalenta. Perde-me a sina de uma visão borrada. E vejo nesta fantasia um fogo que alimenta. Com doçura extrema. O ter comigo a pessoa amada. A ilusão é assim mesmo. Trechos de pensamentos tirados a esmo.Do fundo de lembranças fugidias. Mesmo a consciência da ilusão. Não me tira de prazer doces momentos. Mais vale te-la junto ao coração. Do que vivenciar sérios tormentos. Me iludo sim na sina da esperança. Pois se tanto nela penso com ternura. Mais dentro de mim se alevanta. O apagar de uma visão que me esconjura. Ilusão, doce ilusão que me extasia. Mas quem sabe um dia a trama se endoidece. E torna realidade pura fantasia. ?

Por que o amor nunca se esquece?


Porque o amor verdadeiro não é apenas memória, é marca. Ele se imprime nos gestos mais simples, nos silêncios cheios de significado, nas músicas que surgem sem aviso e nos cheiros que atravessam o tempo, fazendo o coração reconhecer antes mesmo que a razão consiga explicar.


O amor nunca se esquece porque não habita somente a mente. Ele mora no que fomos enquanto amamos e no que nos tornamos depois disso. Mesmo quando termina, permanece. Às vezes como saudade mansa, às vezes como aprendizado duro, às vezes como um sorriso que aparece sem pedir licença.


Aquilo que tocou a alma não se apaga. O amor não desaparece com o tempo... ele se transforma, muda de forma, mas continua ali, silencioso e eterno, lembrando que houve verdade, entrega e sentimento.

Há amores que não pedem casa, pedem abismo. O nosso foi assim: intenso, especial, mas inabitável. Não por falta de sentimento, mas por excesso de medo. Não por ausência de amor, mas por incapacidade de o sustentar no mundo real. O que existiu entre nós nunca foi pequeno... apenas nunca encontrou chão.

Nós nos amamos no território onde tudo é permitido: na palavra, na promessa, na eternidade abstrata do “para sempre”. Ali, o amor era livre, belo, absoluto. Mas quando se aproximava da vida concreta (do tempo, das escolhas, das consequências) ele recuava, tremia, se escondia. Amar, para nós, não era encontro: era vertigem.

Você me amou sem me escolher. Eu te escolhi sem poder te ter. E nesse descompasso, criamos um laço feito de presença e ausência, de retornos e fugas, de silêncios que gritavam mais do que qualquer declaração. Não foi mentira. Também não foi completamente verdade. Foi sentimento sem morada.

O que nos uniu não foi a possibilidade de ficar, mas a impossibilidade de partir por completo. Eu fui o lugar onde você sentia sem precisar decidir. Você foi o lugar onde eu esperava sem poder avançar. Um amor clandestino não por traição apenas, mas por existir fora do tempo certo, fora da coragem necessária.

E ainda assim, isso não me diminui. Nem te transforma em vilã. Mas nos impede de seguir.

Porque há amores que não adoecem por falta de afeto, e sim por falta de destino. Eles não morrem... suspendem. Ficam pairando como uma música bonita demais para ser interrompida, mas dolorosa demais para ser repetida.

Talvez seja isso que fomos: um amor real demais para ser esquecido, e impossível demais para ser vivido. E amar assim é belo, mas ninguém mora no abismo.

Eu não renego o que sentimos. Honro. Mas aprendi que amor que não encontra destino precisa, ao menos, encontrar fim. Não como castigo, e sim como respeito. Há silêncios que não são ausência... são maturidade. Há despedidas que não negam o que foi, apenas impedem que a dor continue sendo regada.


Então que o silêncio faça o que não conseguimos: nos aquietar. Que ele não grite por rancor, mas por paz. Não por esquecimento, mas por libertação. Eu paro de regar não porque não houve raiz, mas porque já entendi que nem toda raiz foi feita para dar fruto no mesmo solo.

Você é a minha quintessência, não aquilo que se revela de imediato, mas o que sustenta tudo em silêncio. Entre a terra que me ancora, a água que me atravessa, o ar que me eleva e o fogo que me consome, é você quem permanece além, o quinto elemento que não pesa, mas dá sentido a tudo o que sou. Em você, o amor deixa de ser matéria comum e se torna substância rara, invisível aos olhos apressados, mas poderosa o bastante para mover constelações inteiras dentro do peito. Como o éter dos antigos, você habita o que é alto e intangível, o que não se toca, mas governa, o que não se vê, mas conduz.

A vida é feita de escolhas, por isso eu respeito a sua escolha.

Eu só espero que não venha mais ninguém
Aí eu tenho você só pra mim

As emoções são lâminas de dois gumes: quando reconhecidas e governadas, aprofundam a vida, dão sentido às escolhas e ampliam nossa humanidade... quando ignoradas ou deixadas sem freio, passam a nos conduzir, corroendo a razão, distorcendo a realidade e, pouco a pouco, nos consumindo por dentro.

⁠Reflexão necessária:

Nem tudo é sobre você o"O ser Humano", mas, sobre seu caráter, seu comportamento na sociedade, e a sua falta de empatia.

Lembre se : Jesus odeia o pecado,no entanto, ama o pecador, e está sempre disposto a perdoa-lo, desde que haja o arrependimento.

Sobre hoje, no café, e no mundo, escrevo para aliviar a tensão.
O café esfriava lentamente, como se também estivesse cansado de notícias. Ao redor, pessoas falavam baixo, riam por educação, mexiam no celular como quem procura abrigo. O mundo ardia do lado de fora, mas ali dentro o tempo ainda fingia normalidade. Há algo de profundamente humano nesse gesto pequeno de segurar uma xícara enquanto impérios se movem, fronteiras tremem e homens decidem destinos como quem move peças distraídas num tabuleiro gasto.
Vivemos dias em que o poder voltou a falar alto, sem pudor, sem metáfora. A força reaprendeu a se chamar virtude, e a violência se veste novamente de salvação. Enquanto isso, o cidadão comum segue escolhendo o pão, pagando o café, tentando manter a sanidade intacta. O contraste é obsceno: o mundo range, e nós respiramos como podemos.
Escrever, hoje, não é vaidade nem ofício. É necessidade fisiológica. É a forma mais discreta de resistência. Uma maneira de dizer a si mesmo que ainda há pensamento, ainda há silêncio possível, ainda há um intervalo entre o caos e a consciência.
Termino o café. O mundo continua.
Mas, por alguns minutos, a escrita cumpriu sua função essencial:
não salvou nada — apenas **impediu que tudo desabasse por dentro**.

Por mais que eu esteja no mais infinito das trevas, vou fazer desse lugar um mundo, onde o sol que brilha é apenas o seu olhar, pois, se não posso te amar, vou te proibir, que proíba de sonhar!

Estamos vivendo uma nova era imperial. Hoje, 03 de janeiro de 2026, os Estados Unidos invadiram a Venezuela e sequestraram Nicolás Maduro, presidente do país. Sob a justificativa de que ele é um ditador, Donald Trump acredita ter feito um favor ao povo venezuelano.


Todavia, quando observamos exemplos históricos de invasões semelhantes promovidas pelos EUA, o padrão se repete de forma trágica. Todos os países que eles alegaram ter “libertado” da ditadura transformaram-se em cemitérios. O Iraque e o Afeganistão são provas irrefutáveis disso: Estados destruídos, sociedades dilaceradas, milhões de mortos e nenhuma democracia estável no lugar.


A era Trump ameaça o mundo, sobretudo a América Latina. O próprio Trump já afirmou que a Europa é decadente, sem atrativos estratégicos, e que a verdadeira riqueza do mundo está na América. Essa afirmação não é retórica: é projeto. Se esse governo não for contido, o mundo sofrerá uma profunda e violenta reconfiguração geopolítica.


E o Brasil entra nesse tabuleiro como alvo evidente. Em 2026 teremos eleições, e Trump já se posicionou claramente a favor da direita radical. A interferência direta no processo eleitoral brasileiro é uma possibilidade real, com o objetivo de garantir favores, alinhamento automático e submissão estratégica de um futuro governo que ele tentará ajudar a eleger.


Não se trata de paranoia nem de teoria conspiratória. Há, sem sombra de dúvida, campo, espaço e precedentes históricos suficientes para que isso ocorra. O imperialismo não precisa mais de bandeiras fincadas no solo. Ele opera por pressão econômica, manipulação política, guerra informacional e cooptação interna.


O perigo é real. E o silêncio, cúmplice.

Todo e qualquer projeto ao qual o homem se dedique está fadado ao fracasso quando confrontado com a complexidade do universo.

Não leio mais. Todo mal que a filosofia poderia me fazer, já fez. E, quanto à poesia, esta também não tem mais nada a me dizer.

Se eu penso nela?
Pensamentos vêm e vão!
Se eu tenho saudades?
Saudade machuca mas passa!
Se eu lembro dela?
Quando se lembra é porque em algum momento se esqueceu!
Mas ela nunca vai!
Ela nunca passa!
Ela mora em minha cabeça, tá ali em meio ao mundo confuso dos meus pensamentos!
Ela está ali entre os risos e lágrimas, entre a multidão e a solitude!
Ela está sempre ali, dentro do coração!