Cair do Ceu
As quedas me ensinaram a cair de joelhos e orar. Cair de joelhos é aprender que o chão pode ser oração, é onde a humildade encontra força.
Se cair, não ache que é o fim, vai ser o seu novo começo. Deixe o silêncio curar, não te sepultar. Faça da ferida uma bússola, ela aponta a direção. Remende-se com cuidado, os pequenos reparos que nos sustentam. Permita que a dor te ensine, sem transformá-la em sentença. Suba devagar, o passo firme vence o medo. Confie no tempo e no ritmo que te fazem seguir. No fim, a queda vira voo, siga acreditando.
A Luz da Fé não dissolve a noite, mas providencia o fio de prumo para caminhar na escuridão sem cair no fosso da desesperança.
O fracasso não é cair, mas recusar-se a usar o chão como trampolim. Toda queda é uma aula gratuita sobre estabilidade.
No cair da tarde, em ventania,
a imaginação sem retoque,
sem intenção de ser objetiva
e sem insinuação convida
a recolher-se no teu colo soberano.
Algo mais forte do que previa,
tem tomado conta e povoado
com mais de uma sugestão
de carícia carnal total, por dia;
no fundo juro que eu já sabia.
Com ternura quase que febril
os teus olhos oceânicos preludiam
os meus sussurros nos teus ouvidos,
e em retribuição os teus gemidos
em sucessões declaratórias
que decolaremos os nossos sentidos.
Não sei, se serei eu ou você,
ou nós dois que daremos juntos,
o primeiro e essencial passo,
Intuo que lá no fundo voltamos
aos nossos anos mais meninos.
Com direito a pele em brasa,
com a ardência que não faz dano,
no pedestal do mais elevado plano,
sentindo a potência de estarmos
disponíveis ao abandono doce
com sabor de Cereja-do-mato
dada e roubada com infinitos beijos.
No meio disso tudo o que
está florescendo, só pelo fato de vê-lo,
confesso o desejo pleno em pêlo:
que ainda estou aprendendo
de como lidar com tudo isso,
que chegou sem dar nenhum aviso.No cair da tarde, em ventania,
a imaginação sem retoque,
sem intenção de ser objetiva
e sem insinuação convida
a recolher-se no teu colo soberano.
Algo mais forte do que previa,
tem tomado conta e povoado
com mais de uma sugestão
de carícia carnal total, por dia;
no fundo juro que eu já sabia.
Com ternura quase que febril
os teus olhos oceânicos preludiam
os meus sussurros nos teus ouvidos,
e em retribuição os teus gemidos
em sucessões declaratórias
que decolaremos os nossos sentidos.
Não sei, se serei eu ou você,
ou nós dois que daremos juntos,
o primeiro e essencial passo,
Intuo que lá no fundo voltamos
aos nossos anos mais meninos.
Com direito a pele em brasa,
com a ardência que não faz dano,
no pedestal do mais elevado plano,
sentindo a potência de estarmos
disponíveis ao abandono doce
com sabor de Cereja-do-mato
dada e roubada com infinitos beijos.
No meio disso tudo o que
está florescendo, só pelo fato de vê-lo,
confesso o desejo pleno em pêlo:
que ainda estou aprendendo
de como lidar com tudo isso,
que chegou sem dar nenhum aviso.
A liberdade de cair sob teus
Beijos mais profundos
Interligando nossos poros
Sobrenaturalmente e além
Move em mim uma força
Ondeante e sem fim
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