Cair do Ceu
Com efeito, como no instante em que surge no céu a brilhante figura do sol, ou como quando, após um rígido inverno, retorna a primavera com suas doces aragens e vemos todas as coisas tomarem logo um novo aspecto, matizando-se de novas cores, contribuindo tudo para de certo modo rejuvenecer a natureza, assim também, logo que me vistes, transformastes inteiramente as vossas fisionomias. Bastou, pois, a minha simples presença para eu obter o que valentes oradores mal teriam podido conseguir com um longo e longamente meditado discurso: expulsar a tristeza de vossa alma.
Mistérios nunca me impressionaram, porque sempre respeitei os limites do céu e da terra, me preocupo em escutar a voz que sai de mim, principalmente na calada da noite, posso escuta-la com perfeição no mais profundo silêncio, mas isso não me torna a mais ou menos perfeita na comunicação interior, com a força do meu eu, sei que tudo posso e nada temo, porque busco a mim mesma sempre!
Sonhador e a Lua
Noite de eclipse lunar, nuvens negras no céu separava o amor de um sonhador, nuvens sombrias cobriram a lua e o brilho desapareceu, a lua lutou por trás da escuridão, queria dar luz ao sonhador. Nuvens e mais nuvens apareciam à tristeza nos olhos dele se via, pediu então aos céus que o vento soprasse uivante e mandasse para longe as nuvens dali, para que ele em fim pudesse sorrir, a lua então apareceu, mas logo atrás de outra nuvem se escondeu, gritou a Neptuno o sonhador, farei de tudo por meu amor, o céu então se abriu, o sonhador sorriu, a lua vermelha flamejante, transmitia alegria gritante, os olhos do sonhador também brilhavam com tanto esplendor. O maior espetáculo que faria sorrir o mais amargo dos mortais.
Eu gosto de observar as estrelas. Elas são o mais próximo que eu posso chegar do céu e o mais longe que eu posso estar da terra.
Conhecer bem o que se passa no coração de uma mulher e o mesmo que tentar tocar nas estrelas do ceu...
"Diante de todo o céu noturno, diante de uma imensidão de estrelas, você sempre será a minha favorita."
Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
morreria no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
Ultrapassar as nuvens para o céu azul além delas, para o espaço, o silêncio, a beleza transcendente é uma igreja para os não-religiosos.
A vida perdeu a cor,
Mas em teus beijos achei amor.
E em uma tarde de domingo,
No céu contigo me sinto.
E quando pensei que ia morrer,
Você veio para me socorrer.
Pois só com você me sinto bem,
E não desejo mais ninguém.
E a cada dia que se passa,
Me sinto mais à salva.
Porque cada abraço teu,
Junta um caco do coração meu.
E a cada momento nosso,
Você me faz dançar sobe os destroços.
Então não me deixa por favor,
Pois você me fez reacreditar no amor.
Quinze horas em Belém, clima ameno e fechado. Da fachada de casa posso ver o céu coberto por nuvens de chuva e, ao meu redor, um cheiro forte, característico, dessa época ("vide" Águas de Março). Marcos, que é meu aluno, tenta fazer o dever de casa sem a minha ajuda.
O dia segue como esperado, nenhum interferência indesejada.
Assim seguimos, entre abraços e despedidas, entre um céu e outro nos movemos, saudades que levamos e sorrisos que deixamos, notar-se, encontrar-se em si, em outros, em lugares e palavras. A vida é uma eterna viagem, um chegar e partir, e sempre levando mais do que trouxemos.
Anjos e Demônios
Céu e inferno não estão em planos distintos, um superior e outro inferior, respectivamente. Ambos coexistem no plano terrestre e são alimentados pela própria energia que compõe o nosso corpo etérico, portanto, não é necessário morrermos para estarmos em um dos dois lugares. A vida é cíclica e como estações os períodos de tormenta e paz se alternam em nossa vida. Por isso, hora estamos no céu, hora no inferno. Não existe paz suprema, nem tormenta eterna. Anjo e demônio moram dentro de cada um nós. Vai sobressair aquele que for alimentado pelas nossas intenções e, sobretudo, pelas nossas ações. A vida é uma luta permanente entre as forças que nos compõem, entre as forças do bem e do mal e, a meditação e a vigilância são essenciais para energizarmos nosso campo magnético e mantermos o equilíbrio do espírito. Atraímos as pessoas, de acordo com a energia que vibra dentro de nós. Logo, não é surpresa alguma a constatação de que estamos rodeados de anjos ou demônios, ou até mesmo dos dois. Nos aproximamos uns dos outros de acordo com a luz que emitimos, pela semelhança da energia que nos circunda. Outras vezes, buscamos no outro exatamente o que falta em nós. Como borboletas, às vezes, somos atraídos pela luz.
"Os religiosos olham o céu por uma fresta. Os não religiosos veem o céu por uma estreia janela. Já os despertos sãos aqueles que abandonando a casa que os limitam, contemplam o céu ao ar livre."
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