Cair

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A natureza renova-se constantemente, por isso temos que deixar cair o que está podre e seco em nós, não nos revoltemos e sejamos gratos pela renovação.

"Em algum momento da vida, temos que cair fundo, para saber a dor da queda e a força que possuímos para nos pormos de pé."

A verdade sempre que aparece, deixa cair a máscara e aí, é nossa missão confundir os orgulhosos e desmascarar os hipócritas...a máscara com o tempo vai criando forma!

Deixa cair a máscara
Escondes-te na sombra da verdade
Buscas tudo e nada te satisfaz
Vives de fantasias, iludes como um mágico
Alimentas-te da mentira e aplausos.

Se você não cair, como vai saber o que é levantar?

A INDIFERENÇA TAMBÉM DEIXA MARCAS


A chuva fazia aquele trabalho sujo de sempre: cair sobre todo mundo sem perguntar quem merecia.
Eu estava no bar, diante da vidraça embaçada, com um copo que já tinha perdido a graça fazia algum tempo.
O bar estava cheio.
Gente falando alto, rindo de coisas que provavelmente não teriam graça no dia seguinte. Gente reclamando do preço da cerveja, do governo, do chefe, da vida, do casamento, do trânsito.
A vida humana em seu estado mais sofisticado: reclamar de pequenas merdas enquanto outras pessoas desaparecem a poucos metros.
Foi então que eu o vi.
Caminhava devagar.
Muito devagar.
Como se cada passo precisasse ser negociado com o corpo.
Um bastão em uma das mãos.
Uma trouxa enorme pendurada nas costas.
Aquele tipo de bagagem que não parece carregar roupas.
Parece carregar anos.
Ele levou a mão ao rosto.
Não sei se chorava.
Talvez estivesse apenas cansado.
Talvez tivesse vergonha.
Talvez estivesse protegendo os olhos da chuva.
Ou talvez estivesse tentando esconder de si mesmo o espetáculo miserável de continuar vivo.
E ninguém parou.
Ninguém.
Alguns passaram por ele com aquela pressa característica de quem tem compromissos importantes.
Um homem esbarrou em seu ombro.
Nem olhou para trás.
Uma mulher desviou como se tivesse encontrado uma poça.
Outro simplesmente continuou andando.
A cidade possui uma técnica admirável para isso.
Ela transforma pessoas em obstáculos.
Depois transforma obstáculos em paisagem.
E, finalmente, transforma paisagem em nada.
Fiquei olhando.
E comecei a me perguntar quando foi que aprendemos a não nos importar.
Talvez tenha começado cedo.
Quando descobrimos que sentir demais dói.
Então construímos pequenas paredes.
Depois paredes maiores.
Depois uma casa inteira dentro da cabeça.
Chamamos aquilo de maturidade.
Chamamos de experiência.
Chamamos de inteligência emocional.
Na verdade, muitas vezes é apenas medo com uma boa roupa.
A gente aprende a olhar sem ver.
A ouvir sem escutar.
A passar por alguém sofrendo e dizer:
Não é problema meu.
É uma frase eficiente.
Curta.
Prática.
Quase elegante.
Serve para tudo.
Para o mendigo.
Para o velho.
Para o vizinho.
Para a criança.
Para o amigo.
Para o planeta.
Para a própria consciência.
Não é problema meu.
E assim vamos ficando especialistas em não pertencer a nada.
A tragédia é que ninguém nos avisou que, quando você se separa suficientemente dos outros, começa também a se separar de si mesmo.
Porque aquele homem ali não era somente aquele homem.
Era uma possibilidade.
Uma versão futura.
Uma lembrança de alguma coisa que poderíamos ter sido.
Ou simplesmente alguém que teve menos sorte.
E essa é a parte que incomoda.
Porque é fácil desprezar aquilo que acreditamos estar muito distante.
Mas e se não estiver?
E se a diferença entre aquele homem e o sujeito sentado aqui no bar for apenas uma sequência de acidentes?
Uma doença.
Um abandono.
Uma dívida.
Uma perda.
Uma velhice que chegou sem pedir licença.
Uma mão que ninguém segurou quando ainda havia tempo.
É aí que a coisa fica desagradável.
Porque começa a desaparecer a confortável fronteira entre eu e ele.
Nós gostamos de acreditar que somos indivíduos separados.
Eu tenho minha vida.
Ele tem a dele.
Eu tenho meus problemas.
Ele tem os dele.
Uma pequena matemática moral para justificar nossa covardia.
Mas existe uma coisa incômoda chamada humanidade.
E ela não respeita nossos muros.
Ela passa por dentro deles.
O homem continuava caminhando.
A chuva continuava caindo.
A motocicleta continuava estacionada.
As pessoas continuavam indo para algum lugar.
E eu continuava atrás do vidro.
Isso também me incomodava.
Porque observar o sofrimento não nos torna melhores.
Às vezes apenas nos torna espectadores mais sofisticados.
Você pode escrever sobre a fome e continuar jantando tranquilamente.
Pode falar sobre compaixão e não oferecer um minuto a ninguém.
Pode publicar frases bonitas sobre humanidade enquanto passa por uma pessoa caída na calçada olhando para o celular.
A consciência é uma coisa estranha.
Ela permite que você se sinta culpado sem precisar mudar absolutamente nada.
Talvez essa seja uma das maiores fraudes que inventamos.
Sentir não basta.
Pensar não basta.
Indignar-se não basta.
A compaixão que não atravessa o corpo e chega às mãos é apenas uma emoção bem-comportada.
E talvez seja disso que este homem esteja nos lembrando.
Não com palavras.
Não com discursos.
Não com nenhuma bandeira.
Apenas com aquele corpo cansado.
Aquele bastão.
Aquela trouxa.
Aquela mão cobrindo o rosto.
Ele não precisa saber que está nos ensinando alguma coisa.
Talvez nem queira.
Talvez só queira chegar a algum lugar.
E existe uma brutalidade nisso.
Ele está tentando chegar.
Nós também.
A diferença é que alguns carregam uma mochila.
Outros carregam apartamentos, carros, diplomas, investimentos, fotografias de família, rancores, traumas, vaidades, fracassos e uma quantidade absurda de medo.
Todos carregamos alguma coisa.
A questão é o que fazemos quando percebemos que outra pessoa não consegue mais carregar a dela.
Viramos o rosto?
Aceleramos o passo?
Ou paramos?
Talvez seja esse o ensaio mais simples para recuperar alguma coisa que perdemos.
Parar.
Olhar.
Reconhecer.
Cuidar.
Não porque somos santos.
Não porque precisamos salvar o mundo.
Mas porque, antes de todas essas teorias sobre sucesso, liberdade, mérito e individualidade, existe uma coisa muito mais antiga dentro de nós.
A necessidade de cuidar.
Ela está lá.
Debaixo do cinismo.
Debaixo do orgulho.
Debaixo das cicatrizes.
Debaixo dessa couraça ridícula que construímos para não sofrer.
Você foi feito para cuidar.
E eu sei que isso soa ingênuo.
Num mundo que transforma gentileza em fraqueza, parece até uma piada.
Mas talvez a verdadeira fraqueza seja justamente o contrário.
Passar por alguém quebrado e precisar fingir que não viu.
Porque para não sentir a dor dos outros você precisa amputar alguma coisa dentro de si.
E amputações emocionais também deixam cicatrizes.
O homem desapareceu na chuva.
O bar continuou cheio.
Pedi outra cerveja.
Não porque tivesse esquecido o que vi.
Mas porque ainda não sabia o que fazer com aquilo.
Talvez começar seja exatamente isso:
não esquecer.
Não deixar que aquela imagem vire apenas mais uma fotografia entre milhares.
Não permitir que a dor de alguém se torne paisagem.
Talvez a mudança comece antes da ação.
Comece no instante em que você se recusa a olhar para o outro como um estranho.
Porque, no fim, somos todos passageiros da mesma coisa.
E a cidade continuará esbarrando em nós.
A chuva continuará caindo.
Os bares continuarão cheios.
As pessoas continuarão com pressa.
E algum homem continuará caminhando devagar, carregando nas costas tudo aquilo que ninguém quis carregar com ele.
A pergunta não é se podemos salvar aquele homem.
Talvez não possamos.
A pergunta é outra.
O que ainda existe dentro de nós quando vemos alguém sofrendo e escolhemos não nos importar?
Talvez seja aí que a humanidade comece.
Ou termine.
Depende do que você fizer depois de olhar.

Cair na armadilha do ego é achar que deixar legado ou ser lembrado é o que importa. No fim, o essencial é fazer o que você ama e compartilhar isso com quem também escolhe estar com você.

Como você viveu até aqui não deve definir quem você será amanhã. Erga-se! Aprenda a cair sempre para cima, independente de ter sido um fracasso.

O que nos sustém é o que nos faz cair
e ninguém vive sem isso

Se tens medo de cair, não arrisques andar de salto alto.

Ao cair da noite desabrocham-se as flores abastecidas de sol... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A matéria é triste, mas o espírito é alegre na forma e na cor. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Os teus ossos precisam de tua carne, mas o que te anima não precisa de carne para viver. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A Luz vaja do cosmos às grandes superfícies semeando infinitas essências. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Ah! Morte! Morte! Morte! Essa companheira inseparável da matéria! (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Forma-se no cálice humana, o mais lindo arco-íris do infinito Oceano. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Deus! - Única essência que se transforma e não se deforma. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Não haverá espelho para reflexos quando as sombras da Terra brilharem nas trevas do homem. (Hélio Soares Pereira. In; Eclipse das Mentes)
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Quando o homem olhar para dentro de si, na razão que move o universo, verá suas mãos mutilando gerações. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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São as asas que iluminam as mentes para o voo infinito...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Ontem, o botão se fez rosa. Hoje, a rosa desfez-se em pétalas... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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No abismo dos céus, escalei montanhas ocultas... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Não estarás sozinho no barco do silêncio, pois entre a noite e o dia te observa a Natureza. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Joga tua âncora no mais simples cais. Não importa a distância nem a profundeza do rio. - O Horizonte estará te esperando... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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O sol mergulhará no infinito quando o homem decidir cobrir-se com o lodo de suas ações. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Talvez, um dia, os vermes andarão sobre a Terra ao lado do ser humano e haverá quem diga -são parecidos! (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Ah! Míseras ações de ínfimas estruturas. Nunca se tornarão puras, se a luz as perturba tanto! (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Paz! -Como sobre viverás, se o homem é míssil-atômico do seu próprio egoísmo? (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Um dia, a gigantesca rosa dourada brotará como um sol; e, sobre as pedras, cairá o pó -ânsia do viver... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A rosa de Hiroshima talvez ainda esteja nos pesadelos dos corpos sem almas... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A luz que anima tua alma jamais se consome...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A carne que te veste foi apenas um empréstimo que fizeste da matéria que o tempo desgasta e te fará ausente. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Dize adeus às asas mutiladas de cada dia, és parte da espiga debulhada sobre a Terra...(Hélio Soares Pereira. Eclipse das Mentes)
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Houve um tempo em que sobrevoávamos nossos sonhos... Há um tempo em que voamos com nossos sonhos... Haverá um tempo em que nossos sonhos nos sobrevoarão, segurando-nos com linhas transparentes...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Um dia, o sol abrir-se-á, de vez, queimando as linhas que nos prendem ao voo...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Mãe! -Laços de primavera te envolviam o ser num suave arco-íris de flores e perfume...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Mãe! Iluminaste o jarro no pouco espaço de minha janela. Ah! Como sofri entender! Ser - a flor e o jarro - tão simples e tão belos quanto a mão que te veio colher um dia... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Fugir para dentro das ruas é tornar-me desfigurado entre os figurantes... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Fugir para dentro de mim é libertar-me em gestos crescentes de amor e memória. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Tudo sai de perto das vidraças e dos concretos. Fica só o tempo incerto e o homem sem canto...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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O pássaro é a esperança do ninho que traz mais pássaros... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Entre vidros e concretos, o canto não é canto, é um eco... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Fiquei, em mim, ausente, por tua ausência... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A verdadeira coragem não é nunca cair, mas levantar todas as vezes sem perder a esperança.

Resiliência não é a capacidade de não cair. É a coragem de se levantar sabendo que pode cair novamente. E seguir em frente assim mesmo — não apesar das cicatrizes, mas porque delas você aprendeu a caminhar diferente.

Força não é não cair. É levantar e tentar de novo.

Me acostumei


É engraçado, mas me acostumei erroneamente a cair em teus abraços mesmo nos dias ruins e sem motivos para tal,


na montanha russa emocional o vácuo de dias não pode ser tampado com um dia da presença aventureira, mas...



na ponte do tempo existe o abismo que separa a inocência dos inocentes, separa o coração do corpo, separa a maré boa do oceano cinza, porém não consigo enxergar em meio a densa neblina que cobre a ponte,


a indiferença e o auto controle se desarmam facilmente quando tropeçam com o involuntário e o instintivo , basta apenas se cruzarem,


quando bater a saudade a minha proteção de tempo e distancia será quebrada mais uma vez e então o ciclo de consolação de um bêbado arrependido se reiniciará perpetuamente ou o prêmio de alívio de um coração impactado renascerá mais uma vez.

O raio vai cair!




O vazio falhou quando tentou me corromper com suas noites de influências invisíveis aos olhos,


Nada que um dia teve um preço eu deixei criar raízes, pois as minhas convicções nunca estiveram a venda,


O drama do inocente que aprendeu a sentir não permitiu que o tempo pudesse atrofiar os seus sonhos,


Nuvens escuras e densas com sons estrondosos cobrem o meu céu,


O sinal foi dado,


O raio vai cair,


Quem disse que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, mentiu.

Quem está de pé, vigie para não cair. Não julgue o pecado do outro, pois o seu só parece menor porque ainda não foi descoberto.

Ser persistente é cair cem vezes e ainda assim dizer: “Eu não terminei”. ⁠

Avistar o pôr do sol
Ouvir o barulho da chuva
O cair da noite iluminada
Um abraço apertado
Um sorriso deslumbrado
Na praia sentir a areia nos dedos
O bronzeado
Entre olhares apaixonados
Um beijo suave
De mãos dadas
No caminho entre as flores
O amor no auge
Contempla
Dois enamorados.

Sua escolha talvez fará você cair, mas sua determinação fará você levantar e chegar longe.