Ao cair da noite desabrocham-se as... Hélio Soares Pereira
Ao cair da noite desabrocham-se as flores abastecidas de sol... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A matéria é triste, mas o espírito é alegre na forma e na cor. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Os teus ossos precisam de tua carne, mas o que te anima não precisa de carne para viver. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A Luz vaja do cosmos às grandes superfícies semeando infinitas essências. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Ah! Morte! Morte! Morte! Essa companheira inseparável da matéria! (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Forma-se no cálice humana, o mais lindo arco-íris do infinito Oceano. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Deus! - Única essência que se transforma e não se deforma. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Não haverá espelho para reflexos quando as sombras da Terra brilharem nas trevas do homem. (Hélio Soares Pereira. In; Eclipse das Mentes)
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Quando o homem olhar para dentro de si, na razão que move o universo, verá suas mãos mutilando gerações. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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São as asas que iluminam as mentes para o voo infinito...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Ontem, o botão se fez rosa. Hoje, a rosa desfez-se em pétalas... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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No abismo dos céus, escalei montanhas ocultas... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Não estarás sozinho no barco do silêncio, pois entre a noite e o dia te observa a Natureza. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Joga tua âncora no mais simples cais. Não importa a distância nem a profundeza do rio. - O Horizonte estará te esperando... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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O sol mergulhará no infinito quando o homem decidir cobrir-se com o lodo de suas ações. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Talvez, um dia, os vermes andarão sobre a Terra ao lado do ser humano e haverá quem diga -são parecidos! (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Ah! Míseras ações de ínfimas estruturas. Nunca se tornarão puras, se a luz as perturba tanto! (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Paz! -Como sobre viverás, se o homem é míssil-atômico do seu próprio egoísmo? (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Um dia, a gigantesca rosa dourada brotará como um sol; e, sobre as pedras, cairá o pó -ânsia do viver... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A rosa de Hiroshima talvez ainda esteja nos pesadelos dos corpos sem almas... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A luz que anima tua alma jamais se consome...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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A carne que te veste foi apenas um empréstimo que fizeste da matéria que o tempo desgasta e te fará ausente. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Dize adeus às asas mutiladas de cada dia, és parte da espiga debulhada sobre a Terra...(Hélio Soares Pereira. Eclipse das Mentes)
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Houve um tempo em que sobrevoávamos nossos sonhos... Há um tempo em que voamos com nossos sonhos... Haverá um tempo em que nossos sonhos nos sobrevoarão, segurando-nos com linhas transparentes...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Um dia, o sol abrir-se-á, de vez, queimando as linhas que nos prendem ao voo...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Mãe! -Laços de primavera te envolviam o ser num suave arco-íris de flores e perfume...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Mãe! Iluminaste o jarro no pouco espaço de minha janela. Ah! Como sofri entender! Ser - a flor e o jarro - tão simples e tão belos quanto a mão que te veio colher um dia... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Fugir para dentro das ruas é tornar-me desfigurado entre os figurantes... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Fugir para dentro de mim é libertar-me em gestos crescentes de amor e memória. (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Tudo sai de perto das vidraças e dos concretos. Fica só o tempo incerto e o homem sem canto...(Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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O pássaro é a esperança do ninho que traz mais pássaros... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Entre vidros e concretos, o canto não é canto, é um eco... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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Fiquei, em mim, ausente, por tua ausência... (Hélio Soares Pereira. In: Eclipse das Mentes)
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