Frases de Caio Fernando Abreu

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Pudesse abrir a cabeça, tirar tudo para fora, arrumar direitinho como quem arruma uma gaveta.

Não importa se teu mundo está caindo aos pedaços. Quando você começa a ter mais fé, de alguma maneira linda a vida dá um jeito de ficar melhor.

Peixes, logo vi, regente Netuno, ah Netuno, cuidado com as ilusões mocinha, profundas e enganosas como o mar que é teu elemento.

Acalma esse coração, pequena, que desespero nunca resolveu problema.

Eu não tenho opinião definida sobre nada. Não acho que isso seja insegurança. Acho que é abertura, que tudo é passível de uma outra interpretação.

‎Não brinque com os outros, o mundo gira. Hoje você brinca, amanhã é brinquedo!

Acordo com a voz safada de Cazuza repetindo em minha orelha fria: "quem tem um sonho não dança, meu amor."

Aprendi também a não contar muito com os outros: na medida do possível, faço tudo só. Dá mais certo.

Que não nos falte vontade de sorrir apesar dos pesares. Que sejamos leves. Que sejamos livres de preconceitos. Que nenhum de nós se esqueça da força que possui. Que não nos falte fé e amor.

Quero ser tua, quero que você seja meu. Quero poder sempre te amar e ouvir o quanto sou amada, quero poder acordar com você me enchendo de beijos ou simplesmente acordar pra ver o quanto é lindo você dormindo. Mas do meu lado, eu quero você do meu lado. Será que ninguém entende?

Sempre tem um pôr-do-sol esperando para ser visto.

Quando janeiro vier, de tão azul, o céu parecerá pintado. E que seja doce!

Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo.

Tem umas coisas que a gente vai deixando, vai deixando, vai deixando de ser e nem percebe.

Na vida, as coisas mais doces custam muito a amadurecer. Mas isso é pensamento de gente grande, deixa pra lá.

Não é a toa que amor rima com dor…

— E o amor, o amor, cara. O que eu faço com isso? (...)
— Amor não existe. É uma invenção capitalista.

Durante algum tempo fiz coisas antigas como chorar e sentir saudade da maneira mais humana possível: fiz coisas antigas e humanas como se elas me solucionassem. Não solucionaram.

Calma. É só se manter longe. Longe, bem longe. Que longe nada afeta. Ou quase nada.

Amor não mata. Não destrói, não é assim. Aquilo era outra coisa, aquilo era ódio.