Cai na Real Voce me Perdeu
E cada vez que eu caí nessa vida, o quanto eu sofri nessa vida, te procurei nessa vida, e não te encontrava. Mas hoje eu sei que não fiz nada sozinho, a cada passo, a cada respiração você 'tava dentro de mim.
Dá nó até em pingo d'água pra ir numa balada! Enfrenta qualquer coisa por outra bandida! Caí e se levanta mais forte! Abaixar a cabeça? NUNCA! JAMAIS! Se diverte com os “bebezinhos”, se entedia com os bonzinhos, canta os bonitões, pega os mais gatos e se apaixona pelos Bandidos . Sempre tem uma próxima vítima em mente... Tem “Memória Seletiva” Pega mas ñ se apega. Não pratica esporte, mas tem sempre um jogador ao lado! Nunca passa despercebida! Adora Cerveja, Balada e Beijo na Boca. Odeia as “Inhas”, as bonitinhas, sem gracinhas, certinhas, boazinhas, perfeitinhas, chatinhas... Tem sempre alguém que é seu sonho de consumo e pode demorar o tempo que for, ela consegue "consumi-lo"! Bandida não chora! Tem TPM! Inimiga de uma Bandida é inimiga da quadrilha inteira! Bandidas Causam sempre! Bandida é sinônimo de ser 'amiga'!
Oh, que baixo eu caí! Não, do que eu necessitava era das suas lágrimas; o que eu precisava era de ver o seu medo, ver como o coração lhe doía e se despedaçava! Eu precisava de agarrar-me a qualquer coisa, de pactuar, de contemplar um ser humano! E tinha-me a resumir em mim mesmo tantas ilusões, e sonhar tantas coisas de mim, eu, que sou um mendigo, insignificante e reles, reles!"
A vida é como uma bela cachoeira, que dia após dia cai sobre as pedras, e mostra que mesmo que caia, nunca desiste. Levante e persista.
Eu fiz escolhas e elas me fizeram quem sou.
Eu cometi erros e eles se tornaram aprendizado.
Eu cai e com isso me tornei mais forte.
Eu agradeci e me tornei um abençoado!
— Não há gradações de perversidade? Será o mal um imenso e perigoso poço onde se cai ao primeiro pecado, mergulhando até o fundo?
— Sim, acho que é. — respondi. — E não é lógico, como você tenta aparentar.
— Mas não está sendo justo — disse, com o primeiro vislumbre de emoção na voz. — Certamente atribui grandes graus e variações à bondade. Existe a bondade da criança, que é inocência, e há a bondade do monge que abriu mão de tudo e vive uma existência de auto-privação e trabalho. A bondade dos santos, a bondade das donas-de-casa. São todas iguais?
— Não. Mas igualmente e infinitamente diferentes do mal — respondi.
— E como se atinge o mal? — perguntou. — Como se sai da graça e de repente se fica tão cruel quanto o júri popular da Revolução ou o mais sádico imperador romano? Basta simplesmente faltar à missa aos domingos, ou cuspir a hóstia? Ou roubar um pedaço de pão... ou dormir com a mulher do próximo?
— Não... — sacudi a cabeça.
— Não. — Mas se o mal não tem gradação, e existe este estado de maldade, então basta um único pecado. Não foi- isso que disse? Que Deus existe e...
— Não sei se Deus existe — falei. — E pelo que sei ... Ele não existe.
— Então os pecados não importam — retrucou. Nenhum pecado atinge o mal.
— Isto não é verdade. Pois se Deus não existe, somos as criaturas mais conscientes do universo. Só nós compreendemos o passar do tempo e o valor de cada minuto da vida humana. E o que constitui o mal, o verdadeiro mal, é tirar uma única vida humana. Não importa se um homem vai morrer amanhã, depois, ou eventualmente... Pois se Deus não existe, esta vida... cada segundo dela... é tudo o que temos.
A Estrela
Passa o tempo, passa a vida
fugaz que só ela
efêmera como a estrela que cai
porém pode ser eterna
como a beleza da estrela que se foi
perdeu-se o brilho
ficou a luz
a luz da lembrança
daquela estrela que jamais se esqueceu
daquela que nunca se foi!
Ò! Mais uma caiu!
Mas aquela eu nunca esqueci!
Não adianta fingir ter uma personalidade que não lhe pertence, uma hora a máscara cai e o que você havia conquistado irá permanecer no passado.
Folhas de Outono
Cada folha que cai na minha vida
É como se meu coração murchasse
Vivo cada minuto de forma sentida
Como se a vida jamais acabasse.
Olho à minha volta, e tudo o que vejo
Dá-me vontade de amar mais ainda
A todas as pessoas dar um terno beijo
Fazer do mundo, coisa rara e linda.
Viver o amor tão intensamente
Sentir-me feliz ao dar felicidade
Amar, amar tão perdidamente
Sonhando acordada com esta verdade.
Verdade que eu sonho, viver ao teu lado
Num futuro risonho e primaveril
Apesar do tempo que em mim é passado
Sonho e sonharei, primaveras mil.
Autoria:Arlet
Minha vida é feita de outono
do outono que cai as folhas
do vento que lhes carrega
da garoa que lava a alma
do céu nublado que de teto serve
para as pobres almas, perdidas e sem rumo
o outono nos tras o frio
e as xícaras de bebidas quentes
o outono não deveria
ser lar da tristeza
deveria ser fase de nostalgia
onde lembramos os tempos passados
porque tudo que o tempo leva
o outono trás de volta
de uma forma
ou de outra
seja ela simples
como uma folha caída
ou estravagante
como uma árvore carregada pelo vento
ainda será o outono
espelho das pobres almas,
que por ele vagam?
ainda será o outono amanha?
Por um minuto o mundo todo cai sobre mim, fico se ter o que fazer, num consigo pensar em nada, só no dia em que tudo isso vai acabar i eu vou estar com você, na beira da montanha, com os ventos vindo i indo, por nos, a felicidade nos cercando. Nesse exato momento, tudo fica bem claro em minha mente. Mas o que torna isso triste e o fato de que você nem sonhe que isso possa acontecer, e então aquele paraíso que eu havia planejado, sonhado por muito tempo, tinha se desfeito, teria tudo ido para os ares? Não! Não foi, continua dentro do meu coração me fazendo sofrer ainda mais.
Não adianta fingir, mais dia menos dia tua máscara cai, e aí se confirmará todas as minhas teorias sobre você.
A chuva cai torta
Como as minhas lágrimas
Na direção do vento
Escorrendo pelas calçadas
As pétalas voando
De um buquê de flores
Que eu nunca ganhei
E não fico esperando
Passaram lindas
Girando como em uma dança
E leves como o coração
De uma criança
O meu choro era pesado
Pesava mais que uma nuvem carregada
Porque levava a tristeza
Que também escorria pela calçada
Um dia daqueles
Que o sol já não brilhava
Que meus olhos não sorriam
E o silêncio dominava
Dominava até mesmo
O barulho dos trovões
Que caiam do céu com raiva
Mas eu só via os clarões
Iluminavam os meus olhos
Me faziam pensar mais
Será que existe outro caminho?
Ou só cair como a chuva faz?
E quando a noite cai
O peito pulsa inquieto
Desajeitado
Sentindo-se incompleto
Voam das mãos ao céu
E lá reluzem
Na infinitude da alma
Aquele amor
Eterno, infalível
Que uniu-me
Num afago que acalma.
A gente corre, perde e cai.
Mais uma vez;
A gente corre, perde e cai.
Esmagados no chão.
Parece existir uma correnteza que nos impede de seguir o caminho da comunhão.
Perdão...
Não falo de vós
Falo de nós
De mim e do meu grande amor.
Amor que é meu e escolho dar a ti.
Me dei conta que esse amor é grande
E por ser grande
Talvez você não dê conta.
Porém eu não consigo diminui-lo ou compacta-lo para caber em nossas vidas de forma mais prática.
Não consigo porque é amor.
E amor não é prático.
Não cabe no relógio
Nem nas horas vagas
O meu amor é grande.
E por natureza, ele é só meu.
Mas escolho dar a ti.
É um paradoxo.
Não quero dizer que escolhi amar você.
Fui fisgada pelo seu anzol antes mesmo de pensar na voluntariedade do amor.
Eu não escolhi.
Foi a linha tênue dos encontros e desencontros que aconteceu.
É um paradoxo.
Agora que eu não tenho mais escolha
Eu escolho ficar ou não.
A gente escolhe.
A sós e não.
E o meu grande amor dança conforme a música
Entre a linha tênue dos encontros e desencontros.
Ele não sabe muito bem o que faz
Mas tenta o melhor.
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